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correspondente a um planejamento fatorial 2

No documento Como Variar Tudo ao Mesmo Tempo (páginas 62-75)

• Desta vez os experimentos não foram repetidos, de modo

que não podemos estimar o erro experimental da forma anterior.

• Com quatro fatores, o modelo precisa de dezesseis termos

sendo o último deles a interação de quatro fatores.

• Vamos imaginar que a relação entre a resposta e os fatores

(b) Estimativa do erro

• Vamos imaginar que a relação entre a resposta e os fatores

na região investigada (superfície de resposta), seja suave o bastante para que pequenas variações nos fatores não

causem variações abruptas na resposta.

• Podemos esperar que os coeficientes de ordem mais baixa

(efeitos principais) sejam mais importantes que os de ordem mais alta (efeitos de interação).

• A Tabela 3.8 mostra claramente que alguns efeitos são bem

mais significativos que outros.

• Admitindo que os efeitos principais e as interações de dois

fatores bastam para descrever adequadamente a superfície de resposta, podemos usar os demais efeitos para obter

uma estimativa do erro experimental nos valores dos efeitos.

• As interações de 3 ou mais fatores na verdade não existem. • As interações de 3 ou mais fatores na verdade não existem. • Os valores determinados para 123, 124, 134, 234 e 1234,

então só podem ser atribuídos às flutuações aleatórias inerentes ao nosso processo, isto é, ao “ruído” embutido nos valores das respostas.

• Elevando cada um deles ao quadrado, teremos uma

estimativa da variância de um efeito, e a média dos cinco valores nos dará uma estimativa conjunta.

• Temos portanto a estimativa:

com cinco graus de liberdade (porque são cinco valores independentes).

• A raiz quadrada deste valor, s≅0,54, é a nossa estimativa

para o erro padrão de um efeito.

(

) (

) (

)

(

)

0,291 5 375 , 0 ... 125 , 0 875 , 0 ˆ efeito = 2 + − 2 + + 2 = V

Exercício

• Interprete os valores da Tabela 3.8, levando em conta a

• Técnica alternativa para distinguir, nos resultados de um

planejamento, os valores que correspondem realmente aos efeitos daqueles que são devidos apenas ao ruído.

• Seu funcionamento se baseia na área da cauda à esquerda

de um ponto , chamada de probabilidade cumulativa

desse ponto, e representa a probabilidade de que o valor

Análise por meio de gráficos normais

desse ponto, e representa a probabilidade de que o valor observado para a variável aleatória seja no máximo igual ao valor definido pelo ponto.

• Uma variável aleatória x distribuída normalmente

obedece à equação ( ) . 2 1 ) ( 2 2 2 dx e dx x f x σ µ π σ − − =

• (a) Gráfico da densidade de probabilidade numa distribuição

normal padronizada. A probabilidade acumulada de um valor x1 da variável x é a área sob a curva à esquerda de x1. (b) Probabilidade acumulada na escala cartesiana usual é

uma curva monotonicamente crescente, em forma de S3 que

vai (de forma assintótica) de zero à esquerda para 1 à direita.

• (c) O gráfico da figura (b) anterior, num eixo de

probabilidade normal. Note que a escala da probabilidade acumulada não é mais linear. O ponto correspondente à probabilidade acumulada de x1 (0,25) não está no ponto intermediário entre 0,0 e 0,5, e sim muito mais próximo de 0,5.

• Considere uma amostra aleatória de dez elementos,

extraídas de uma população normal.

• Para representar essa amostra num gráfico normal, a

primeira coisa a fazer é colocar seus elementos em ordem crescente.

• Assim o primeiro elemento será o menor de todos, e o

décimo será o maior.

• Usando um índice para indicar a ordem de cada • Usando um índice para indicar a ordem de cada

elemento, chamaremos o menor deles de x1 e o maior de x10.

• Como a amostragem foi aleatória, podemos imaginar

que cada um desses elementos seja o representante de uma fatia equivalente a 10% da área total da

• Amostragem aleatória de dez elementos numa distribuição

normal padronizada. Cada elemento representa uma região cuja área é igual a 1/10 da área total sob a curva. (x1<x10)

• (a) Probabilidades acumuladas para uma amostra de dez

elementos extraídos aleatoriamente de uma população normal padronizada, numa escala cartesiana comum. (b) Os mesmos pontos, num gráfico de probabilidade normal.

95%

5% de probabilidade acumulada no centro do intervalo

15%

• Voltemos ao planejamento 24 anterior. Imaginemos que

nenhum dos 15 efeitos exista (que o verdadeiro valor de cada um deles seja zero).

• Dentro dessa suposição (hipótese nula), os valores

numéricos obtidos devem refletir apenas os erros aleatórios do nosso processo.

• Procedendo como no exemplo dos dez pontos, podemos

traçar um gráfico normal dos nossos quinze valores e usá-lo para testar a hipótese de que os efeitos não existem.

para testar a hipótese de que os efeitos não existem.

• Os dados necessários para isso estão na Tabela 3.9, onde

cada efeito da Tabela 3.8 é associado a um valor de probabilidade acumulada.

• Em uma escala linear comum o gráfico é traçado colocando

no eixo das abscissas os valores dos efeitos, mas no eixo das ordenadas os valores correspondentes da distribuição

Valores correspondentes da distribuição normal padronizada (eixo das ordenadas) ordenadas)

• Gráfico normal dos valores da Tabela 3.9. Só os efeitos 1,

2, 3 e 12 parecem significativos

Pontos que podemos

considerar como vindos de uma população normal de média zero. Ou seja: eles representam “efeitos” sem nenhum significado físico.

Quanto mais afastado da região central, seja para direita ou para esquerda, mais significativo será o efeito.

Obs: Já para avaliar a qualidade de um modelo qualquer, o gráfico normal dos resíduos deverá aproximar-se de uma reta passando pelo ponto (x,Z)=(0,0), como na região central desta fig.

• Para descobrir quais são as condições ótimas num processo

industrial temos que partir de informações obtidas no próprio processo de produção em larga escala.

• Na prática a fábrica opera dentro dos parâmetros

estabelecidos na sua partida (testes e planta piloto).

• Esse modo de agir é chamado de operação estática e com

Operação evolucionária com fatoriais

No documento Como Variar Tudo ao Mesmo Tempo (páginas 62-75)

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