COSMÉTICOS E SUAS RESPOSTAS NEUROSSENSORIAS

No documento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS DIADEMA FLAVIA MEGUMI IDE (páginas 27-41)

A emoção é a experiência mental que acompanham o estado do corpo (Damasio, 2000), portanto as sensações apresentadas ao corpo estão diretamente ligadas as emoções. As respostas corporais, como alteração de respiração, aceleração cardíaca, suor, dilatação da pupila são respostas controladas pela nossa consciência. Assim, o uso de equipamentos neurossensoriais são cada vez mais utilizados para avaliação das repostas dos consumidores frente a um produto.

Na Itália, os pesquisadores Simone Augusto Lombardi e Annamaria Ratti mostraram que por meio do uso do eletroencefalograma (EEG) integrado as medições por GSR é possível analisar e avaliar a intensidade das emoções dos voluntários e através disso, definir qual produto apresentou melhor sensação tátil para o consumidor. Foram selecionadas 20 mulheres destras, usuárias frequentes de batons, sem doenças pré-existentes. Onde foram testadas três fórmulas idênticas de lip balm, com mesmo aroma e aparência, com a única diferença no emoliente: o lip balm 1 continha Octyldodecyl PCA; o lip balm 2, Octyldodecanol; e o lip balm 3, Lauryl PCA (Lombardi e Ratti, 2017).

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Para realizar a coleta dos dados, foram colocados na cabeça das voluntárias, seguindo o padrão da sociedade de EEG americana (American EEG Society), 14 eletrodos. E dois eletrodos de Ag/AgCl foram colocados na falange dos dedos indicadores e médio da mão não dominante para medir a corrente elétrica através do método GSR.

O lip balm 3 foi o que apresentou pior resultado emocional em resposta a sensação tátil do produto e o lip balm 1 foi o que apresentou melhor resposta emocional, mostrado na figura 8. Por meio desses resultados, os pesquisadores propuseram que o motivo está relacionado com a estrutura química de cada emoliente utilizado, o comprimento da cadeira alifática presente na função alcoólica do éster pode ter influência na absorção da pele levando a uma divergência nos receptores periféricos assim como nos receptores táteis e nos nociceptores.

Figura 8 - Resultados dos dados medidos por EEG e GSR

Fonte: Lombardi, 2017. Emotional effects induced by lip balms containing different emollients.

Mas, por meio deste experimento, foi possível demonstrar que o uso de diferentes emolientes na formulação gera diferentes sensações nas pessoas, sugerindo que essa alteração ativa quantitativamente e qualitativamente partes diferentes do sistema nervoso central.

Porém pelas emoções serem sensações complexas, apenas com o EEG e o GSR, não é possível definir a emoção exata. Assim, se realizado com outros

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equipamentos como ECG e Decodificador facial (COD FACIAL) seria possível analisar de maneira mais robusta a emoção apresentada com cada amostra.

Na Coréia do Sul, um trabalho mostrou o uso do EEG para a avaliação sensorial de fragrâncias. Foram selecionadas 12 mulheres de 21 a 39 anos, que não apresentam nenhuma deficiência respiratória. Na pesquisa, foram testados 3 tipos de fragrâncias diferentes: lavanda, menta e café, onde os aromas foram diluídos em soluções com 5% de propileno glicol. As voluntárias foram paramentadas com o sistema internacional 10-20 (EEG), ficaram estáticas e com os olhos fechados durante a medição do EEG. Além disso para que o aroma fosse sentido corretamente, a fragrância inalada foi colocada na altura do queixo de cada participante, com uma distância de 2 a 3cm. Os dados foram coletados por 9 minutos, sendo 3 minutos para cada fragrância. Os resultados apresentados mostraram que as ondas cerebrais variaram conforme cada aroma era inalado. Porém só com o EEG não foi possível definir as sensações apresentadas e nem a intensidade, sendo apenas para demonstrar que há diferença nos aromas e que inconscientemente essas diferenças são detectadas (Park et al, 2019).

Sowndhararajan e Kim realizaram uma análise com diversas pesquisas relacionadas a inalação de fragrâncias e suas ações na atividade neural, onde concluíram, por meio de testes com EEG, que os diferentes aromas possuem uma influência direta e indireta nos efeitos psicológicos (Sowndhararajan e Kim, 2016).

Nos estudos com EEG, a ativação da onda alfa é o parâmetro mais importante e o de maior influência tanto positiva quanto negativa nas alterações psicológicas quando expostos as moléculas das fragrâncias. As ondas alfas são as que possuem frequência de 8-13Hz e ocorre em situações em que a pessoa está ociosa, porém ao mesmo tempo alerta. As ondas delta e teta ocorrem em frequências mais baixas, normalmente durante o período do sono. Já as ondas beta e gama ocorrem em frequências mais altas, quando a pessoa está em estão de alerta, atenção, com foco na atividade mental, conforme figura 9 (Sowndhararajan e Kim, 2016).

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Figura 9 – Ondas cerebrais e suas funções

Fonte: Adaptado em Sowndhararajan e Kim, 2016. Influence of Fragrances on Human Psychophysiological Activity.

Os estudos analisados apresentaram que as várias fragrâncias testadas apresentaram um efeito no humor, no psicológico, além disso os aromas possuem uma capacidade direta e intrínseca de interagir e afetar nosso sistema nervoso central (Sowndhararajan e Kim, 2016).

Dentro dos estudos analisados foi identificado que as ondas alfas apresentaram uma significante mudança quando inalados aromas como eugenol (cravo, canela) e camomila, os dados mostraram uma diminuição nas atividades das ondas alfa o que está altamente relacionado com a sensação de conforto e calma (Masago et al, 2000).

As alterações das ondas alfas foram bastante percebidas nas regiões parietal e temporal do córtex. A região parietal apresenta uma importante função na integração das informações sensoriais vindas de todas as partes do corpo e na percepção de estímulos, e a região temporal está muito associada a memória, emoção (Sowndhararajan e Kim, 2016).

A inalação de óleos essenciais, como lavanda (L. angustifolia) and bergamota (Citrus bergamia), apresentaram um aumento nas ondas teta na região do córtex pré-frontal, região do córtex que regula a construção de memórias, percepção, ações complexas e processos cognitivos (Sowndhararajan e Kim, 2016). Também foi visto

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uma diferença nas ondas com frequências baixas após a inalação dos óleos essenciais quando comparada ao grupo controle.

Uma vez que as ondas de frequência baixa (delta e teta) indicam uma atividade cerebral associada a relaxamento, sono, descanso, as alterações apresentadas no estudo feito por Lee mostram que tanto fisicamente quanto mentalmente os estados ficam mais estáveis e calmos após a inalação dos aromas (Lee, 2016).

Na França, um grupo de pesquisa analisou não só a excitação das ondas cerebrais provocadas pelo uso de cosméticos, mas também avaliaram a valência emocional. No estudo foram analisadas 15 mulheres na faixa de 18-65 anos, sem doenças pré-existentes, durante a aplicação de dois cremes com a mesma formulação, porém com diferenças na concentração do óleo utilizado, onde o creme 1 possui uma viscosidade maior que o creme 2. A valência emocional descreve se a emoção é positiva ou negativa, enquanto a excitação se refere apenas à intensidade, a força da emoção sentida. Atividade nas áreas pré-frontal direita e esquerda, conforme disposto na figura 10, pode então ser medido com EEG e analisado para detectar a emoção correspondente (Gabriel et al, 2021).

Figura 10 – Local dos eletrodos aplicados nos voluntários

Fonte: adaptado Gabriel et al, 2021. Emotional Effects Induced by the Application of a Cosmetic Product

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As emoções podem ser divididas em quatro partes: alto positivo (prazer, felicidade), baixo positivo (calma, relaxado), baixo negativo (tristeza) e alto negativo (estresse, raiva), conforme tabela 11.

Tabela11 - Tabela de resultados durante a aplicação de 2 produtos (EEG)

Tipo de emoção Produto 1 (%) Produto 2 (5) Significância (valor de p)

Alto positivo 19.7 37.7 0.04

Baixo positivo 21.3 28.7 0.31

Alto negativo 32.6 18.5 0.07

Baixo negativo 26.5 15.2 0.07

Fonte: adaptado Gabriel et al, 2021. Emotional Effects Induced by the Application of a Cosmetic Product

Apesar de não ser possível apenas com a excitações das ondas medidas pelo EEG diferenciar a sensação dos dois cremes, com a análise da valência, foi possível detectar uma diferença nas respostas emocionais, como se a emoção está associada a excitação, felicidade, prazer. Sendo que no estudo feito, os participantes apresentaram maior felicidade durante a aplicação do creme 2 em relação ao creme 1.

Com o uso de EEG, é possível demonstrar que a fragrância apresenta uma interferência no humor e nas atividades psicológicas, o trabalho japonês mostra que ao inalar o aroma de óleo essencial da raiz de I. helenium as pessoas demonstram um aumento no estado de alerta e concentração, uma vez que os dados apresentados do EEG mostraram uma diminuição das ondas tetas, que estão relacionadas a um aumento do estado de atenção do cérebro (Sowndhararajan et al, 2016).

Os tradicionais aromas de lavanda (considerada relaxante) e alecrim (considerada estimulante) mostraram que pessoas que inalaram aroma de lavanda se sentiram mais relaxadas e tiveram um aumento nas ondas beta. Já as pessoas que foram expostas ao aroma de alecrim apresentaram um aumento na alerta e uma diminuição das ondas beta (Diego et al, 1998).

Aromas como limão e hortelã, quando comparados ao aroma de baunilha, apresentaram um efeito maior na atividade cerebral, em específico nas reduções nas ondas teta. Apesar dos três aromas terem sido analisados como uma fragrância prazerosa, o aroma de baunilha não teve um impacto em teta significante

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estatisticamente, isso se deve possivelmente ao fato deste aroma não possuir a mesma excitação olfativa que o limão e o hortelã (Skoric et al, 2014).

O aroma de chocolate, por sua vez, apresenta uma menor atividade das ondas teta que outros estímulos, ou seja, indica que a inalação de fragrâncias com cheiro de chocolate induz uma diminuição do nível de atenção e aumentam o nível de distração (Nehlig, 2013).

Além das fragrâncias acima citadas, o óleo essencial de hortelã (Mentha arvens) mostra por meio de dados captados pelo EEG que inalar o aroma de hortelã leva a um aumento nas atividades das ondas alfa e uma redução das ondas gama (Cho et al, 2013). As ondas alfas estão relacionadas a um desempenho cognitivo positivo do cérebro (Klimesch, 1999) e as ondas gamas apresentam uma redução na tensão mental e ansiedade (Cho et al, 2013).

33 5 CONCLUSÃO

A indústria cosmética tem se fortalecido cada vez mais, e diversos estudos e pesquisas são realizadas, principalmente para a compreensão e entendimento da aceitação dos consumidores.

O uso de cosméticos não é focado apenas na questão da vaidade e da beleza, mas também da saúde mental da sociedade, e avaliar as questões psicológicas, emocionais geradas pelo dos cosméticos é um ponto importante para as indústrias.

O método neurossensorial, como o uso dos equipamentos EGG e GSR, tem se mostrado um ótimo aliado para avaliação dos estímulos gerados por cosméticos, sendo que é uma área muito ampla e que ainda pode ser muito estudada. Com o uso desses métodos, é possível avaliar as reações inconscientes das pessoas na presença de determinados componentes na formulação, o que facilita entender as necessidades dos consumidores para a criação de produtos mais atraentes.

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