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Custos com pessoal

No documento RELATÓRIO & CONTAS 2013 (páginas 112-116)

Em 2013 e 2012, os saldos da rubrica Custos com pessoal analisam--se como se segue:

2013 2012 Vendas de mercadorias e de outros produtos 888.724 926.733

Prestações de serviços 10.125 9.671

898.849 936.404

2013 2012 Gastos administrativos e comerciais 78.186 83.850

Impostos indirectos 3.832 4.003

Outros custos 2.000 1.174

Provisões (Nota 24) 382 239

Imparidade de ativos correntes (Nota 18) 4.190 9.025

88.591 98.291

2013 2012

Proveitos suplementares 682 873

Descontos de pronto pagamento líquidos 8.570 9.808 Reversões de imparidade de ativos correntes (Nota

18) 906 1.669

Outros rendimentos 12.253 15.240

22.412 27.590

REExpREssO

salários e ordenados 58.907 58.219

Contribuições para a segurança social 13.915 14.417

Custos com pensões 665 1.081

Outros custos com pessoal 3.416 4.427

76.904 78.144

2013 2012 Ativos fixos tangíveis (Nota 8) 4.004 4.234

Ativos intangíveis (Nota 10) 1.654 1.293

5.658 5.527 A rubrica de Outros custos com pessoal inclui indemnizações por rescisões de contrato de trabalho, no montante de 1.076 milhares de euros (2012: 1.495 milhares de euros).

O Grupo teve ao seu serviço, em média, ao longo do ano, 1.354 em-pregados (2012: 1.427), dos quais 1.208 (2012: 1.281) em empresas sedeadas no estrangeiro.

Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 a rubrica de Acréscimos e diferimentos analisa-se como se segue:

2013 2012

Custos com o pessoal a pagar 2.015 2.365

Especialização de juros 542 408

Custos com transportadores 1.493 1.386

Honorários 235 338

Apoio marketing 213 349

seguros 116 232

Descontos creditados a clientes 443 458

Custos sociais 451 557

Outros 2.549 2.665

notas às demonstrações Financeiras consolidadas

2013 2012 proveitos financeiros

Juros obtidos 238 290

Ganhos na alienação de investimentos 21 Rendimentos de participação de capital - Diferenças de câmbio favoráveis 445 74 Outros proveitos e ganhos financeiros 256 321

961 685 Custos financeiros

Juros suportados 11.577 13.201

Perdas na alienação de investimentos - Diferenças de câmbio desfavoráveis 469 57 Outros custos e perdas financeiros 3.787 4.176

15.832 17.434

Resultados financeiros -14.872 -16.749

nota 33

Compromissos

a) locação Operacional

O Grupo arrenda diversos escritórios, armazéns e equipamentos de transporte através de contratos de locação operacional. Os contra-tos possuem diversos prazos, cláusulas de reajustamento e direicontra-tos de renovação.

Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 o valor das rendas vincendas, de acordo com a sua data de vencimento é o seguinte:

2013 2012

A menos de 1 ano 8.074 7.244

A mais de 1 ano e a menos de 5 anos 16.796 13.956

A mais de 5 anos 2.971 4.435

27.840 25.635

2013 2012

Imposto corrente -1.139 -640

Imposto diferido (Nota 13) 576 -559

-563 -1.199

2013 2012 Resultado líquido antes de imposto sobre os lucros 1.916 -4.656 taxa nominal média sobre o lucro -575 1.397 Valor do imposto sobre o rendimento -563 -1.199

12 -2.596

Diferenças permanentes - suiça 26 -27

Diferenças permanentes - Portugal 772 -1.533 Diferenças permanentes - França -178 -164 Diferenças permanentes - Alemanha -375 -304

Diferenças permanentes - Korda -97

-Diferenças permanentes - outros países -58

-Dividendos tributados -370 -618

Outros 292 50

12 -2.596 A rubrica de Outros custos e perdas financeiros engloba, entre

ou-tros, custos associados com a emissão de papel comercial (2013: 1.229 milhares de euros; 2012: 1.779 milhares de euros), comissões de garantia (2013: 835 milhares de euros; 2012: 852 milhares de euros), imposto de selo (2013: 532 milhares de euros; 2012: 471 mi-lhares de euros) e financiamentos-factoring (2013: 627 mimi-lhares de euros; 2012: 1.028 milhares de euros). Os juros suportados incluem juros associados a contratos de titularização (2013: 1.294 milhares de euros, 2012: 1.307 milhares de euros).

nota 32

Imposto sobre o rendimento

O imposto sobre o rendimento dos exercícios findos em 31 de de-zembro de 2013 e de 2012 tem a seguinte composição:

De acordo com a legislação fiscal em vigor em cada país, as decla-rações fiscais das empresas incluídas na consolidação estão sujei-tas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período, que em Portugal é de quatro anos. Na generalidade dos países onde o Grupo desenvolve atividade, os prejuízos fiscais podem ser deduzidos à colecta apurada em exercícios seguintes, sendo em Portugal por um período máximo de 5 anos para os pre-juízos fiscais gerados nos exercícios de 2012 e 2013 e nos restantes países por um período superior, estando contudo sujeitos a revisão pelas autoridades fiscais.

O Conselho de Administração do Grupo entende que eventuais cor-recções que possam ser efetuadas pelas autoridades fiscais como resultado de inspecções/revisões não terão efeito significativo nas

O imposto sobre o lucro do Grupo antes de impostos difere do montante teórico que resultaria da aplicação ao lucro consolidado da taxa média ponderada de impostos sobre lucros como se segue:

Em 2013 e 2012 foram registados em custos do exercício os mon-tantes de 8.576 e de 8.933 milhares de euros, respetivamente, rela-tivos a locações operacionais.

Em 2013 a taxa nominal média ponderada do imposto sobre os lu-cros foi de 30% (2012: 30%).

A taxa nominal média de imposto resulta da média de taxas nomi-nais dos vários países em que o Grupo se encontra inserido.

112 b) Garantias

Em 31 de dezembro de 2013 e de 2012, as responsabilidades assu-midas, pelo Grupo, perante terceiros, por garantias prestadas, eram as seguintes:

2013 2012 Garantias bancárias

A favor de instituições financeiras 73.121 100.713 A favor de terceiros e de carácter operacional 1.050 - Garantias reais

sobre ativos fixos tangíveis 14.467 15.333

88.638 116.046 Em 31 de dezembro de 2013, os compromissos financeiros, refe-rentes a garantias prestadas pela Sociedade, a diversas instituições financeiras, totalizavam 73,1 milhões de euros (2012: 100,7 milhões de euros), dos quais cerca de (i) 7,5 milhões de euros (2012: 6,5 milhões de euros) relativos à Inapa France, para efeitos de emprés-timos contraídos, (ii) 41,9 milhões de euros (2012: 50,5 milhões de euros) para efeitos de emissão de papel comercial da Inapa – IPG, (iii) 6,7 milhões de euros relativos à Inapa Portugal para efeitos de financiamento (2012: 2,3 milhões de euros), (iv) 14 milhões de euros relativos à Inapa Espanha para efeitos de financiamento sobre a forma de factoring (2012: 14 milhões de euros), (v) 2,8 milhões de euros relativos à Inapa Suiça para efeitos de financiamento. Uma subsidiária estrangeira e uma subsidiária nacional do Grupo prestaram diversas garantias reais sobre ativos fixos tangíveis di-versos, no montante total de 14,4 milhões de euros relativo a finan-ciamentos de médio e longo prazo.

nota 34

Contingências

passivos contingentes

Em 1 de Agosto de 2007, Papelaria Fernandes – Indústria e Co-mércio, SA interpôs contra Inapa – Investimentos, Participações e Gestão, SA e suas subsidiárias Inaprest – Prestação de Serviços, Participações e Gestão, SA (sociedade extinta) e Inapa Portugal – Distribuição de Papel, SA uma ação na qual pede, em síntese: • a anulação dos seguintes actos:

- de constituição em Junho de 2006 de um penhor mercantil para contra-garantia das cartas de conforto emitidas por Inapa – Investimentos, Participações e Gestão, SA como garantia dos financiamentos mantidos por aquela sociedade junto ao Banco Espírito Santo e à Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo;

- dos negócios efetuados em 1991 de concentração das atividades de distribuição de papel na SDP (atual Inapa Portugal) e de produ-ção e comercializaprodu-ção de envelopes na Papelaria Fernandes; - da aquisição em 1994 da participação detida pela Papelaria Fer-nandes na SDP (atual Inapa Portugal);

- da compensação de créditos levada a cabo, também em 1994, entre a Papelaria Fernandes e a Inaprest.

• a condenação da Inapa:

- a manter as cartas de conforto emitidas em favor do Banco Es-pírito Santo e da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo; - a indemnizar a Papelaria Fernandes em caso de eventual mo-bilização do penhor mercantil como contra-garantia das cartas de conforto.

A Papelaria Fernandes – Industria e Comércio, SA veio, posterior-mente, a regularizar as suas responsabilidades perante o Banco Es-pírito Santo e a Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo pelo que: • as cartas de conforto emitidas pela Inapa - IPG deixaram de ter

objeto tendo sido devolvidas pelos respetivos beneficiários; • esta sociedade comunicou, em consequência, à Papelaria

Fer-nandes – Indústria e Comércio, SA a verificação da condição re-solutiva do penhor mercantil por esta constituído em seu favor. A ação, à qual foi atribuída um valor de 24.460 milhares de euros, foi contestada pela Inapa - IPG e pela sua subsidiária Inapa Portu-gal – Distribuição de Papel, SA, aguardando-se presentemente que o Tribunal determine os efeitos na ação da dissolução / liquidação de Inaprest – Prestação de Serviços, Participações e Gestão, SA. O Grupo entende que deste processo não deverão resultar impactos financeiros, não tendo em consequência sido constituída qualquer provisão.

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No documento RELATÓRIO & CONTAS 2013 (páginas 112-116)