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DA REVISÃO, DAS DECISõES E DAS PENALIDADES

Art. 41. As execuções das penalidades impostas pelos Conselhos processar-se-ão na forma estabelecida pelas respectivas decisões, sendo anota-das tais penalidades no prontuário do infrator.

Parágrafo único: Em caso de cassação do exercício profissional, além dos edi-tais e das comunicações feitas às autoridades interessadas no assunto, será apreendida a Carteira de Identidade Profis-sional do infrator.

Art. 42. Cumpridas todas as decisões do Plenário dos Conselhos e, eventual-mente, do Conselho Federal, em grau de recurso, cabe ao Presidente do Conselho determinar o arquivamento do processo.

CAPÍTULO III - DA REVISÃO, DAS DECISõES E DAS PENALIDADES

Art. 4. As matérias já decididas somente poderão ser reapreciadas pelo mes-mo Tribunal, face a novos fatos e novas provas.

Art. 44. Os Conselhos procederão à revisão de suas decisões, se estas tiverem sido fundamentadas em fatos ou documentos, posteriormente

com-Resoluç

ões

provados como falsos, quando houver novas provas que justifiquem modificações da decisão anterior, ou, ainda, quando se evidenciarem circunstâncias que justifiquem diminuição da penalidade.

Art. 45. A revisão terá início por petição ao Presidente do Conselho, instruída com certidão que esclareça haver passado em julgado a decisão recor-rida com as provas documentais comprobatórias dos fatos argüidos. Art. 46. A revisão poderá ser pedida a qualquer tempo, mesmo após a extinção

da pena, pelo interessado ou por procurador legalmente habilitado ou, no caso de morte daquele, por cônjuge, ascendente, descendente ou irmão. Parágrafo único: Se o recorrente falecer após o pedido de revisão, o Presiden-te nomeará curador para a defesa, salvo se os inPresiden-teressados prosseguirem no recurso.

Art. 47. No julgamento da revisão aplicar-se-á, no que couber, o estabelecido no Capítulo I do Título III deste Código.

Art. 48. Julgada procedente a revisão, o Conselho poderá anular o processo, alterar a classificação da infração, reduzir a pena ou absolver o punido, devendo o Conselho anotar a reabilitação do profissional até o grau alcançado pela revisão.

§ 1º Em nenhuma hipótese haverá o agravamento da pena. § 2º A absolvição implicará o direito de desagravo.

Art. 49. Além dos recursos previstos neste código não caberá qualquer outro de natureza administrativa, ressalvados aos interessados a via judicial.

DAS DISPOSIÇõES FINAIS

Art. 50. Os atos e termos processuais que regulam o presente Código são os constantes do PROCESSO-MODELO, anexo, que fica fazendo parte integrante deste.

Art. 51. Até a abertura da Sessão de Julgamento, no Conselho Regional, pode-rão as partes, por aprazimento comum, desistir da denúncia, mediante petição subscrita por estas partes e/ou seus procuradores, em nível de elevado conteúdo ético.

Resoluç

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Parágrafo único: A desistência será homologada pelo Plenário para que produ-za seus jurídicos efeitos.

Art. 52. Continuará em vigor, no que for cabível, o Regimento Interno dos Con-selhos e, nos casos omissos, aplicar-se-ão, supletivamente, ao pre-sente Código as normas de processo civil, penal e administrativo, bem como os princípios gerais de direito.

Méd. Vet. Estevão Alves Correia Filho Secretário Geral

Méd. Vet. Lúcio Tavares de Macedo Vice-Presidente

Publicada no DOU de 0-01-75, Seção 1.

RESOLUÇÃO Nº 582, DE 11 DE DEZEMbRO DE 1991

Dispõe sobre responsabilidade profissional (técnica) e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA pelo seu Plenário reunido em 11 de dezembro de 1991, fulcrado nas disposições legais atinentes à espécie; CONSIDERANDO o sugerido pela Câmara de Presidentes, reunida nos dias 9 a 10 de dezembro de 1991, no que concerne à responsabilidade profissional;

CONSIDERANDO a importância de que se reveste a matéria, visto englobar o con-junto de normas regedoras e reguladoras a serem cumpridas por todos os médicos veterinários e zootecnistas, legalmente habilitados, quando no desempenho de de-terminada atividade profissional.

RESOLVE:

Art. 1º O contrato firmado entre o médico veterinário e/ou zootecnista, na qua-lidade de responsável técnico, e a empresa ou estabelecimento deverá ser apresentado ao Conselho Regional da respectiva jurisdição, com a finalidade de ser submetido a análise no que concerne ao prisma ético-profissional.

Parágrafo único: Revogado (1)

contra-Resoluç

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tação e mantença de responsável técnico, as empresas e/ou estabele-cimentos elencados na legislação pertinente.

Art. 3º O CRMV, onde o médico veterinário e/ou o zootecnista mantenha ins-crição originária, fica obrigado a comunicar, oficialmente, ao Conselho Regional onde se realizará a inscrição secundária, um relatório sobre as atividades profissionais responsabilidade (s) técnica (s) assumida (s) do profissional interessado.

Parágrafo único: Oportunamente, deve o CRMV que realizou a inscrição se-cundária, proceder do mesmo modo.

Art. 4º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação no D.O.U, revogadas as disposições em contrário.

Méd. Vet. Benedito Fortes de Arruda Presidente

Méd. Vet. André Luiz de Carvalho Secretário Geral

Publicada no DOU de 0-01-92, Seção 1, Pág. 1215.

(1) O parágrafo único do art. 1º, revogado pela Resolução nº 618, de 14-12-1994, publicada no DOU de 22-12-94, Seção 1, Pág. 20.276.

Atualizado em: 24.11.2004

RESOLUÇÃO Nº 592, DE 26 DE jUNHO DE 1992

Enquadra as Entidades obrigadas a registro na Autarquia: CFMV-CRMVs, dá ou-tras providências e revoga as Resoluções nºs 80/72; 182/76; 248/79 e 580/91.

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA, pelo seu Plenário

reu-nido em 26 de junho de 1992, no uso da atribuição que lhe confere a Alínea “f”, do Artigo 16, da Lei nº 5.517, de 2 de outubro de 1968, regulamentada pelo Decreto nº 64.704, de 17 de junho de 1969,

CONSIDERANDO o disposto no Artigo 27 da Lei nº 5.517, de 2 de outubro de

1968, com a redação que lhe deu a Lei nº 5.64, de 02 de dezembro de 1970, em consonância com o lecionado pelos Artigos 5º e 6º, da citada Lei nº 5.517/68; e, CONSIDERANDO, ainda, a efetiva necessidade de se dar aos textos legais retro elencados, a devida interpretação jurídica, mantendo-se atualizada sua regulamen-tação,

Resoluç

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RESOLVE:

Art. 1º Estão obrigadas a registro na Autarquia: Conselho Federal e Conselhos Regionais de Medicina Veterinária correspondente aos Estados/Regi- ões onde funcionarem, as firmas, associações, companhias, coopera-tivas, empresas de economia mista e outras, cujas atividades sejam privativas ou peculiares à Medicina Veterinária, nos termos previstos pelos Artigos 5º e 6º, da Lei nº 5.517/68 - a saber:

a) firmas ou entidades de planejamento e de execução de assistência técnica à pecuária;

b) hospitais, clínicas, policlínicas e serviços médico-veterinários; as-sociação de criadores;

c) cooperativas de produtores que armazenem, comercializem ou in-dustrializem produtos de origem animal; d) firmas ou entidades que fabriquem ou manipulem produtos de uso veterinário; e) firmas ou entidades que comercializem produtos de uso animal ou rações para animais; f) fábrica de rações para animais; g) abatedouros, matadouros, frigoríficos, curtumes e fábricas de con-serva de carnes, de banha e de gordura animal; (1)

h) empresas que se dediquem à conservação ou industrialização de pescado;

i) entrepostos de mel, cera, ovos e demais produtos de origem ani-mal;

j) firmas especializadas, que se dediquem à captura ou comercializa-ção de peixes ornamentais;

k) empresas que recebam, armazenem, beneficiem ou industrializem leite ou seus derivados;

l) empresas de exploração pecuária de grandes, médios e pequenos animais inclusive as organizadoras de feiras, exposições ou leilões de animais;

m) haras, jóquei-clubes e outras entidades hípicas;

n) firmas ou entidades que executem serviços de incubatórios, insemi-nação artificial ou comercializem sêmen e/ou embriões;

o) firmas ou entidades que se dediquem, como atividade principal, à hospedagem, treinamento e/ou comercialização de animais do-mésticos;

p) jardins zoológicos e biotérios;

q) instituições que mantenham animais, com finalidade de ensino e/ou pesquisa;

Resoluç

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r) laboratórios que realizem patologia clínica veterinária; s) firmas ou entidades que se dediquem à sericicultura; t) firmas ou entidades que realizem diagnósticos radiológico; u) firmas ou empresas especializadas que prestem serviços de uso de biocidas e de controle de vetores e pragas urbanas; (2) v) entidades de registro genealógico;

w) estabelecimentos que operem com crédito à pecuária e mantenham serviço próprio de assistência técnica em nível de propriedade; x) firmas que criem, industrializem ou comercializem espécimes da

fauna silvestre provenientes de criadouros artificiais, e firmas que criem, capturem, industrializem ou comercializem espécimes da fauna aquática.

y) Firmas e/ou estabelecimentos que se dediquem à aqüicultura, com a finalidade de produção de alevinos, pós-larva, criação e engorda de crustáceos, peixes e moluscos bivalves sob a forma recreativa, esportiva ou industrial com manipulação, processamento e comer-cialização de produtos e seus derivados, sob regime de fiscalização do Governo Federal, Estadual e Municipal à luz da legislação vigen-te no país. ()

Art. 2º Estão igualmente sujeitas a registro na Autarquia: CFMV - CRMVs, do Estado/Região onde se localizem, os estabelecimentos; as filiais; as re-presentações; escritórios; postos e entrepostos das Empresas/Firmas ou Entidades discriminados nos itens I, usque XXV do Art. 1º desta Resolução. (4)

Art. 3º Embora obrigados a registro, ficam dispensados do pagamento da taxa de inscrição e da anuidade, os jardins zoológicos oficiais; as ins-tituições de ensino e/ou de pesquisas oficiais que mantenham ou não animais em biotérios; as entidades de fins filantrópicos reconhecidas como de utilidade pública, cujos diretores não percebam remunera-ção, além das atividades de aqüicultura caracterizadas como de sub-sistência.(5)

Parágrafo único: Os Zoológicos, Instituições de Ensino e/ou Pesquisa que mantenham ou não animais em Biotério, que sejam privadas e tenham fins lucrativos, estão obrigadas a registro e paga-mento da taxa de inscrição e anuidade. (6)

Art. 4º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação no DOU, revogadas as Resoluções nºs 80/72; 182/76; 248/79 e 580/91, e de-mais disposições em contrário.

Resoluç

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Méd. Vet. Benedito Fortes de Arruda Presidente

Méd. Vet. André Luiz de Carvalho Secretário Geral

Publicada no DOU de 27-10-92, Seção 1, Pág. 15089.

(1) O inciso VIII do art. 1º está com a redação dada pela Resolução nº 761, de 10-12-200, publicada no DOU de 10-02-2004, Seção 1, Pág. 76.

(2) O inciso XXII do art. 1º está com a redação dada pela Resolução nº 75, de 17-10-200, publicada no DOU de 10-11-200, Seção 1, Pág. 18.

() O inciso XXVI do art. 1º está com a redação dada pela Resolução nº 705, de 07-0-2002, publicada no DOU de 28-0-2002, Seção 1, Pág. 224.

(4) O art. 2º está com a redação dada pela Resolução nº 701, de 09-01-02, publicada no DOU de 09-01-02, de 11-01-02, Seção 1, Pág. 178.

(5) O art. º está com a redação dada pela Resolução nº 705, de 07-0-2002, publicada no DOU de 28-0-2002, Seção 1, Pág. 224.

(6) O parágrafo único do art. º está com a redação dada pela Resolução nº 671, de 10-08-2000, publicada no DOU de 05-12-10-08-2000, Seção 1, Pág. 57.

RESOLUÇÃO N.º 609, DE 15 DE jUNHO DE 1994

Cria Símbolo de Medicina Veterinária, que é respaldado por princípios históricos, culturais e mitológicos.

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA, pelo seu plenário reuni-do em 15-06-94, no uso de suas atribuições que lhe confere o Artigo 16 da Lei n.º 5.517, de 2 de outubro de 1968, regulamentada pelo Decreto n.º 64.704, de 17 de junho de 1969,

RESOLVE:

Art. 1º Fica criado o Símbolo da Medicina Veterinária, que é respaldado por princípios históricos, culturais e mitológicos.

Art. 2º A partir da vigência desta Resolução fica oficializado o Símbolo da Me-dicina Veterinária a ser utilizado pelos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, constituído da seguinte forma: Hexágono: Tra-dicionalmente utilizado; Letra “V”: com função de identificar a Medicina Veterinária; Cor verde: tradicionalmente utilizada pela Classe Médica; Art. º O Símbolo descrito no Artigo 2º é patrimônio da classe

Médico-Veteri-nária e seu uso será supervisionado pelos Conselhos Federal e Regio-nais de Medicina Veterinária.

Resoluç

ões

Art. 4º O Símbolo da Medicina Veterinária poderá ser utilizado como segundo Brasão, nos documentos oficiais dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária.

Art. 5º O Símbolo poderá ser usado:

a) como distintivo pessoal da lapela; b) em veículos;

c) aplicado no material de correspondência dos Conselhos de Medici-na Veterinária;

d) inserto em galhardete, flâmula ou faixa; e) em medalhas ou placas;

f) em divulgação.

Art. 6º A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revo-gadas as disposições em contrário.

Méd. Vet. Benedito Fortes de Arruda Presidente

Méd. Vet. André Luiz de Carvalho Secretário Geral

RESOLUÇÃO N.º 619, DE 14 DE DEZEMbRO DE 1994

Especifica o campo de atividades do Zootecnista.

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA, no uso de suas

atribui-ções legais elencadas no Art. 16, da Lei n.º 5.517, de 2 de outubro de 1968, CONSIDERANDO que o Zootecnista tem formação técnica especializada, capaz de

gerar e aplicar conhecimentos científicos na criação racional de animais domésticos e silvestres, explorados economicamente, objetivando a produtividade;

CONSIDERANDO que deve possuir formação cultural, social e econômica, que o capacite a orientar e solucionar problemas na sua área de atuação, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do homem;

CONSIDERANDO que a produção animal caracteriza-se como campo prioritário de atuação do zootecnista nas suas áreas de Nutrição e Alimentação, Melhoramento Genético, Manejo da Criação, Fisiologia da Reprodução, Planejamento e difusão de Tecnologias Zootécnicas,

Resoluç

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RESOLVE:

Art. 1º Especificar o campo da atividade do zootecnista como sendo os se-guintes:

a) Promoção do melhoramento dos rebanhos, abrangendo conheci-mentos bioclimatológicos e genéticos para produção de animais precoces, resistentes e de elevada produtividade;

b) Supervisão e assessoramento na inscrição de animais em socieda-des de registro genealógico e em provas zootécnicas;

c) Formulação, preparação, balanceamento e controle da qualidade das rações para animais;

d) Desenvolvimento de trabalhos de nutrição que envolvam conheci-mentos bioquímicos e fisiológicos que visem melhorar a produção e produtividade dos animais;

e) Elaborar, orientar e administrar a execução de projetos agropecuá-rios na área de produção animal;

f) Supervisão, planejamento e execução de pesquisas, visando gerar tecnologias e orientações à criação de animais;

g) Desenvolver atividades de assistência técnica e extensão rural na área de produção animal;

h) Supervisão, assessoramento e execução de exposições e feiras agropecuárias, julgamento de animais e implantação de parque de exposições;

i) Avaliar, classificar e tipificar carcaças;

j) Planejar e executar projetos de construções rurais específicos de produção animal;

l) Implantar e manejar pastagens envolvendo o preparo, adubação e conservação do solo;

m) Administrar propriedades rurais; n) REVOGADA(1)

o) Direção de instituições de ensino e de pesquisa na área de produ-ção Animal;(2)

p) Regência de disciplinas ligadas à produção animal no âmbito de

graduação, pós-graduação e em quaisquer níveis de ensino.

q) Desenvolvimento de Atividades que visem à preservação do meio

ambiente.(3)

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Resoluç

ões

Méd. Vet. Benedito Fortes de Arruda Presidente

Méd. Vet. Eduardo Luiz Silva Costa Secretário Geral

Publicada no DOU de 22-12-94, Seção 1, Pág. 20.276.

1 A alínea “n” do art. 1º foi revogada pela Resolução nº 740 de 8-05-200, publicada no DOU de 18-06-200, Seção 1, Pág. 99.

(2) e () As alíneas “o” e “q” do art. 1º estão com a redação dada pela Resolução nº 64 de

22-09-1995, publicada no DOU de 21-11-95, Seção 1, Pág. 1879.

RESOLUÇÃO Nº 647, DE 22 DE AbRIL DE 1998

Dispõe sobre o funcionamento e registro de empresas de Planos de Saúde Animal, e dá outras providências.

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA - CFMV, no uso de suas atribui-ções que lhe confere a alínea “f” do art. 16, da Lei nº 5.517, de 2 de outubro de 1968.

RESOLVE:

Art. 1º É obrigatório o registro de empresa prestadora de serviços de Plano de Saúde Animal, no Conselho de Medicina Veterinária da sua jurisdição. Parágrafo único: A empresa com atuação em mais de uma jurisdição deve realizar

os registros de acordo com as normas em vigor na época. (1) Art. 2º As empresas de serviços de Plano de Saúde Animal classificam-se em:

I - empresas de intermediação de serviços médicos veterinários; II - empresas prestadoras de serviços diretamente através de

estabe-lecimentos médicos veterinários;

III - empresas de intermediação e prestadoras de serviços médicos ve-terinários.

Art. º A empresa de serviços de Plano de Saúde Animal, além de atender ao que preceitua a Resolução nº 680, de 15 de dezembro de 2000, deverá apresentar, no ato do seu registro, cópias dos seguintes documentos, devidamente registrados em cartório de título e documentos: (2) I - contrato de Plano de Saúde Animal com as suas modalidades e

Resoluç

ões

II - contrato de credenciamento das pessoas físicas e jurídicas presta-doras de serviços médicos veterinários, quando for o caso; (4) III - relação comprovando todos os serviços ou procedimentos que

estão à disposição do usuário, diretamente ou através de terceiri-zação, cobertos integralmente pelo Plano de Saúde Animal e sua respectiva carência. (5)

IV - relação comprovando todos os serviços ou procedimentos que es-tão à disposição do usuário diretamente ou através de terceiriza-ção, que são cobertos parcialmente pelo Plano de Saúde Animal e a sua respectiva carência;(6)

V - documento contendo claramente os valores de: (7) a) matrícula;(8)

b) mensalidade das diferentes categorias do Plano de Saúde Animal;(9) c) todos os serviços ou procedimentos que estão à disposição do

usu-ário, em qualquer circunstância. (10)

§ 1º As empresas de serviços de Plano de Saúde Animal devem apresentar ao Conselho, onde possuem registro, cópias de todos os contratos firma-dos com pessoas físicas e jurídicas credenciadas, assim como, informar o descredenciamento.

§ 2º As empresas de serviços de Planos de Saúde Animal, e seus credencia-dos devem obedecer a tocredencia-dos os ditames constantes da Resolução nº 680, de 15 de dezembro de 2000, no tocante à pessoa jurídica, inclusive regis-tro, responsabilidade técnica, certificado de regularidade, cancelamento e movimentação. (11)

§ º Quando constar do Plano de Saúde Animal prestação de serviços cirúr-gicos, com conseqüente hospitalização, o estabelecimento credenciado para prestação desse serviço deve estar obrigatoriamente classificado, no mínimo, na categoria de Clínica Veterinária com internamento e devida-mente adequado aos ditames da Resolução nº 670/2000. (12)

Art. 4º Compete ao respectivo Conselho Regional a análise do contrato de credenciamento a ser firmado com a pessoa física ou jurídica presta-dora de serviços médicos veterinários, no tocante aos aspectos ético-profissionais.

Art. 5º A não observância dos ditames desta Resolução, além da aplicação aos infratores de multa de 1 (uma) a 50 (cinqüenta) vezes o valor da anuidade vigente, no exercício em que for aplicada, poderá culminar no cancelamento do registro da empresa. (1)

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Art. 6º As empresas já em funcionamento terão o prazo de 120 (cento e vinte) dias para se adequar aos termos desta Resolução.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Méd. Vet. Jorge Rubinich Presidente

Méd. Vet. Eduardo Luiz Silva Costa Secretário Geral

Publicada no DOU de 19-06-98, Seção 1, Pág. 86.

(1) O parágrafo único do art. 1º está com a redação dada pela Resolução nº 708, de 0-04-2002, publicada no DOU de 05-04-0-04-2002, Seção 1, Pág. 167.

(2) O caput do art. º está com a redação dada pela Resolução nº 708, de 0-04-2002, pu-blicada no DOU de 05-04-2002, Seção 1, Pág. 167.

() a (5) Os incisos I, II e III do art. º estão com a redação dada pela Resolução nº 678, de 14-12-2000, publicada no DOU de 17-01-00, Seção 1, Pág. 52.

(6) a (10) Os incisos IV, V, alíneas a, b, c do art. º estão com a redação dada pela Resolução nº 678, de 14-12-2000, publicada no DOU de 17-01-2000, Seção 1, Pág. 52.

(11) O § 2º do art. º está com a redação dada pela Resolução nº 708, de 0-04-2002, publi-cada no DOU de 05-04-2002, Seção 1, Pág. 167.

(12) O § º do art. º está com a redação dada pela Resolução nº 678, de 14-12-2000, publi-cada no DOU de 17-01-2000, Seção 1, Pág. 52.

(1) Nota explicativa: O art. 5º foi parcialmente derrogado pelo art. 17 da Resolução nº 682, de 16-0-2001, no que diz respeito a multa mencionada no artigo que passou a ser no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) dobrada na reincidência até o valor de R$ 8.000,00 (oito mil reais)

RESOLUÇÃO Nº 656, DE 13 DE SETEMbRO DE 1999

Estabelece critérios para a emissão de atestados e/ou carteiras de vacinação para caninos e felinos.

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA - CFMV, no uso de suas atribuições legais e regimentais; CONSIDERANDO a necessidade de disciplinar a emissão de atestados e/ou cartei-ras de vacinação para caninos e felinos; CONSIDERANDO a urgência em dotar o sistema CFMV/CRMVs de instrumentos legais que lhe permita exercitar a fiscalização, elidindo a existência de atestados e/ ou carteiras de vacinação emitidos por pessoas físicas e jurídicas não autorizadas;

Resoluç

ões

CONSIDERANDO a responsabilidade profissional nos procedimentos médicos ve-terinários que objetivem a prevenção e a preservação da sanidade animal.

RESOLVE:

Art. 1º Nos atestados e/ou carteiras de vacinação deverão constar obrigatoria-mente as seguintes informações:

a) identificação do proprietário: nome e endereço completo;

b) identificação do animal-nome, espécie, raça, pelagem, sexo, data do nascimento ou idade, identificação eletrônica ou tatuagem, se for o caso;

c) dados da vacina: nome, número da partida, fabricante, datas de fabricação e validade;

d) dados da vacinação: dose, datas de aplicação e revacinação;