Art. 37. Dez anos depois de passada em julgado a sentença que concede a abertura da sucessão provisória, poderão os interessados requerer a sucessão definitiva e o levantamento das cauções prestadas.
Correspondente ao art. 481 do CC de 1916 Doutrina
• Sucessão definitiva: A sucessão definitiva poderá ser requerida dez anos depois de passada em julgado a sentença que concedeu abertura de sucessão provisória ( CPC, art. 1.167, II )
* Efeitos da abertura da sucessão definitiva: Com a sucessão definitiva, os sucessores : a) passarão a Ter a propriedade resolúvel dos bens recebidos: b) perceberão os frutos e rendimentos desses bens, podendo utilizá-los como quiser/
c) poderão alienar onerosa ou gratuitamente tais bens, e d) poderão requerer o levantamento das cauções prestadas
Comentários Nagib Slaibi Filho - Das Pessoas Naturais (Artigo 1º ao 39). Comentários Nagib Slaibi Filho - Da Ausência (Artigo 22 ao 39).
Comentários Maria Helena Diniz, em NCC, Saraiva, 1ª ed., 2003
Segundo Maria Helena Diniz, em NCC, Saraiva, 1ª ed., 2003: "Sucessão definitiva: A sucessão definitiva poderá ser requerida dez anos depois da passada em julgado a sentença que concedeu abertura de sucessão provisória (CPC, art. 1.167, II).
Efeitos da abertura da sucessão definitiva: Com a sucessão definitiva, os sucessores: a) passarão a ter a propriedade resolúvel dos bens recebidos; dos bens recebidos; b) perceberão os frutos e rendimentos desses bens, podendo utilizá-los quando quiser; c) poderão alienar onerosa ou gratuitamente tais bens; d) poderão requerer o levantamento das cauções prestadas".
Art. 38. Pode-se requerer a sucessão definitiva, também, provando-se que o ausente conta oitenta anos de idade, e que de cinco datam as últimas notícias dele.
Correspondente ao art. 482º do CC de 1916 • CPC – Art. 1.167, III
Doutrina
• Abertura de sucessão definitiva de ausente com oitenta anos: Se se provar que o ausente conta oitenta anos de nascido e que de cinco datam as últimas notícias suas (CPC, art. 1.167, ffi); poder-se-á ter a abertura da sucessão definitiva, considerando-se a média de vida da pessoa, mesmo que não tenha havido anteriormente sucessão provisória.
Comentários Nagib Slaibi Filho - Das Pessoas Naturais (Artigo 1º ao 39). Comentários Nagib Slaibi Filho - Da Ausência (Artigo 22 ao 39).
Comentários Maria Helena Diniz, em NCC, Saraiva, 1ª ed., 2003
Segundo Maria Helena Diniz, em NCC, Saraiva, 1ª ed., 2003: "Abertura se sucessão definitiva de ausente com oitenta anos: Se se provar que o ausente com oitenta anos de nascido e que de cinco datam as últimas notícias suas (CPC, art. 1.167, III), poder-se-á ter a abertura da sucessão definitiva, considerando-se a média de vida da pessoa, mesmo que não tenha havido anteriormente sucessão provisória".
Art. 39. Regressando o ausente nos dez anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, aquele ou estes haverão só os bens existentes no estado em que se acharem, os sub-rogados em seu lugar, ou o preço que os herdeiros e demais interessados houverem recebido pelos bens alienados depois daquele tempo.
Correspondente ao art. 483, caput do CC de 1916
Parágrafo único. Se, nos dez anos a que se refere este artigo, o ausente não regressar, e nenhum interessado promover a sucessão definitiva, os bens arrecadados passarão ao domínio do Município ou do Distrito Federal, se localizados nas respectivas circunscrições, incorporando-se ao domínio da União, quando situados em território federal.
Correspondente ao art. 483, parágrafo único do CC de 1916 • CPC – Art. 1.168
Doutrina
•Regresso do ausente ou de seu herdeiro necessário; Se o ausente, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, regressar nos de; anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, apenas poderá requerer ao magistrado a devolução dos bens existentes no estado em que se encontrarem, os sub-rogados em seu lugar ou o preço os herdeiros ou interessados receberam pelos alienados depois daquele tempo (CPC , art 1.168) respeitando-se assim, os direitos de terceiro. •Declaração da vacância dos bens do ausente: Se, nos dez anos a que se refere o caput do artigo ora examinado, o ausente não retornar, e nenhum interessado requerer a sucessão definitiva. os bens serão arrecadados como vagos, passando sua propriedade plena ao Município, ao Distrito Federal, se situados nas respectivas circunscrições, ou à União.
Comentários Nagib Slaibi Filho - Das Pessoas Naturais (Artigo 1º ao 39). Comentários Nagib Slaibi Filho - Da Ausência (Artigo 22 ao 39).
Comentários Maria Helena Diniz - Arnold Wald, em NCC, Saraiva, 1ª ed., 2003 Segundo Maria Helena Diniz 28 e Arnold Wald, 29 se o ausente regressar nos dez anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, somente poderá requerer ao juiz os bens no estado que se encontram. necessário esclarecer que todos os atos praticados pelos herdeiros serão considerados válidos, não podendo o ausente diminuir o patrimônio do sucessor, nem tampouco fará jus ao recebimento dos frutos oriundos dos bens.
Segundo Maria Helena Diniz, em NCC, Saraiva, 1ª ed., 2003: "Regresso do ausente ou de seu herdeiro necessário: Se ou ausente, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, regressar nos dez anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, apenas poderá requerer ao magistrado a devolução dos bens existentes no estado em que se encontrem, os sub-rogados em seu lugar ou o preço que os herdeiros ou interessados receberam pelos alienados depois daquele tempo (CPC, art. 1.168), respeitando-se, assim, os direitos de terceiro. Declaração da vacância dos bens do ausente: Se, nos dez anos a que se refere o caput do artigo ora examinado, o ausente não retornar, e nenhum requerer a sucessão definitiva, os bens serão arrecadados como vagos, passando sua propriedade plena ao Município, ao Distrito Federal, se situados nas respectivas circunscrições, ou à União, se localizados em território federal. A União, o Estado e o Distrito ficarão obrigados a aplicar tais bens em fundações destinadas ao ensino (Dec.-Lei n. 8.207/45, art.3º)".
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Segundo Maria Helena Diniz2
e Arnold Wald,3
se o ausente regressar nos dez anos seguintes à abertura da sucessão definitiva, somente poderá requerer ao juiz os bens no estado que se encontram. É necessário esclarecer que todos os atos praticados pelos herdeiros serão considerados válidos, não podendo o ausente diminuir o patrimônio do sucessor, nem tampouco fará jus ao recebimento dos frutos oriundos dos bens.