• Nenhum resultado encontrado

12. – DAS OBRAS NOS APARTAMENTOS

No documento Minuta do Regimento Interno (páginas 22-25)

12.1.

– O condômino que realizar obra em sua unidade autônoma deverá cumprir os seguintes procedimentos:

a. Antes de iniciá-la comunicar a administração, registrando em livro ou Sistema de gestão do Condomínio;

b. A obra não poderá alterar a estrutura principal do edifício, sendo obrigatório a apresentação de A.R.T ou R.R.T (Anotação de Responsabilidade Técnica por parte do Engenheiro ou Arquiteto Responsável), bem como o memorial descritivo, projeto e o cronograma da obra;

e. Os detritos e materiais de obra não poderão ser deixados/jogados nas áreas comuns do edifício;

g. O material deve ser retirado por containers de entulho, a ser contratado pelo próprio morador, não podendo em hipótese alguma entulhos serem dispensados nas lixeiras do condomínio, sobre a condição da unidade ser notificada para retirada imediata e não havendo o cumprimento a aplicação da multa prevista neste regimento, ainda mantendo a obrigação da retirada imediata;

12.2.

– As obras serão somente de segunda a sexta-feira nos seguintes horários: das 08h às 12h e das 13h às 18h e aos sábados da 08h às 14h. Todos os procedimentos de obras deverão ser executados dentro de suas unidades a portas fechadas.

13.

– DA ADMINISTRAÇÃO

13.1.

– A administração do condomínio será exercida pelo Síndico, assessorado pelo Conselho Consultivo e Conselho Fiscal, composto por 3 (Três) membros cada, de acordo com a Convenção;

13.2.

– O síndico poderá contratar empresa especializada para cobrança das taxas de condomínio, rateios e outros, bem como, contratar através de firma especializada os serviços de zeladoria, limpeza e segurança, advogado para cobrança judicial ou extrajudicial e defender os interesses do condomínio;

13.3.

– O serviço de contabilidade será feito por uma empresa ou profissional especializado (a) e habilitado com registro, sendo que a contratação e cancelamento dos serviços são de responsabilidade do síndico;

13.4.

– Compete a quem executar a contabilidade:

23 a) manter em dia e em ordem a documentação (fiscal, trabalhista e outras), os livros contábeis e atas do condomínio;

b) apresentar na assembleia geral ordinária, anualmente, o balancete consolidado das contas referentes ao exercício anterior e a previsão orçamentária para o exercício seguinte.

c) apresentar os livros fiscais para avaliação e parecer do conselho fiscal;

14.

– DAS RECEITAS, DESPESAS E CONTRATOS

14.1.

– A taxa ordinária de condomínio é produto das despesas de manutenção e conservação do Condomínio;

14.2.

– O consumo mensal de gás e água de cada condômino será computado individualmente, bem como, a manutenção de seus medidores se for necessário, por serem de propriedade de cada unidade;

14.3.

– Cada condômino será responsável por sua cota parte das despesas do condomínio, recolhendo até o dia 10 (dez) de cada mês.

14.4.

– A cota de rateio das despesas ordinárias e/ou extraordinárias corresponderá à cada unidade condominial;

14.5.

– Os documentos comprobatórios das receitas e despesas, montados em forma de livro contábil, bem como todos os contratos de prestação de serviços recorrentes ou eventuais, estarão à disposição de todos os Condôminos, com o Síndico, sendo necessários solicitar por escrito quando necessário para análise, sendo que a mesma será sempre acompanhada pelo síndico e um membro do conselho fiscal;

14.6.

– Será entregue ao conselho fiscal a documentação referente as despesas e receitas do condomínio, em forma de livro contábil, para sua avaliação e emissão de recomendação para a assembleia geral ordinária;

14.7.

- O Conselho Fiscal e Consultivo do Condomínio possui livre acesso a todos os contratos de prestação de serviços, recorrentes ou eventuais, observando sempre as obrigações previstas na Lei de Proteção a Dados Pessoais (LGPD).

15.

– DAS PENALIDADES APLICÁVEIS

15.1.

– O disciplinamento previsto na convenção e regimento interno sãos decorrentes do interesse comum, dos quais se sobrepõe ao particular, desde que, não viole o direito de propriedade. Portanto, a administração, tem o dever de aplicar as sanções previstas, sem nenhum favorecimento, em prol dos interesses coletivo;

15.2.

– Qualquer condômino ou morador que infringir o presente regimento interno ou a convenção, independente do tipo de infração, será passível de:

I – Advertência verbal, e/ou;

II – Advertência por escrito, independente de haver advertência verbal e/ou;

III – Aplicação de multa, antecedendo notificação formal da aplicação da penalidade, no valor da maior taxa condominial, a qual será dobrada em caso de reincidência (para a mesma ocorrência), dentro do prazo de 24 meses, além de ser o infrator obrigado a abster-se da prática do ato e, quando for o caso, desfazer a obra ou instalação e aplicação da Lei 10.406 de janeiro de 2002 e suas alterações.

Parágrafo único: Não há ordem hierárquica ou temporal para aplicação dos sansões supracitados;

24

15.3.

– A aplicação sucessiva das penalidades previstas é atemporal;

15.4.

– O condômino terá o direito à ampla defesa e contraditório da penalidade aplicada, devendo fazer através de uma notificação ou contra notificação, endereçada a administração do condomínio, no prazo máximo de 15 (quinze) dias. A análise de seu recurso caberá ao conselho consultivo. Em caso de negativa deste conselho, ainda caberá recurso em assembleia geral onde haverá a exposição dos motivos pelo Sindico, a exposição da negativa pelo Conselho Consultivo e a exposição de defesa do morador;

15.5.

– Todas as multas são de caráter educativo e seus pagamentos não livram o infrator da obrigação de dar cumprimento ao que tiver transgredido, dentro de um prazo a ser estabelecido pela administração por escrito, bem como ressarcir os prejuízos que houver causado;

15.6.

– Os valores arrecadados com as multas aplicadas reverterão em benefício do condomínio, permanecendo em conta corrente;

15.7.

– O valor da multa deverá ser pago juntamente com a cota condominial do mês seguinte ao da ocorrência do fato, e vencerá na mesma data do vencimento da cota, porem não poderá impedir a unidade de efetuar o pagamento da quota condominial em caso de ter solicitado o direito de defesa, sendo assim a multa poderá ser apartada da taxa se solicitado o prazo de defesa no período previsto;

15.8.

– Se houver necessidade de procedimento judicial, todas as despesas decorrentes serão de responsabilidade do infrator, ficando o mesmo, obrigado a efetuar os reparos e/ou reembolsos necessários.

15.9.

– O síndico, bem como os membros do conselho consultivo/fiscal, são antes de tudo, condôminos em igualdade de condições com os demais, portanto, sem quaisquer privilégios que não tenham sido concedidos por deliberação de assembleia geral;

15.10.

– O condômino ou morador que, por reiterado comportamento antissocial, gerar incompatibilidade de convivência com os demais, poderá ser obrigado a pagar multa correspondente até décuplo do valor da maior taxa condominial;

15.11.

– Cabe ao síndico a iniciativa da cobrança da multa, em favor do condomínio, administrativa ou judicialmente. Em caso de omissão do síndico, a assembleia geral decidirá a respeito;

15.12.

– Os casos omissos neste regimento interno, na convenção condominial ou no código civil ou Lei 4591/64, serão resolvidos pela administração (Síndico e Conselho Consultivo) e se necessário, pela assembleia;

16.

– DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

16.1.

– Compete a todos os condôminos, moradores e funcionários, cumprir e fazer cumprir o presente regimento e a convenção, levando ao conhecimento da administração qualquer transgressão, registrando por escrito;

16.2.

– O condomínio não se responsabiliza por qualquer acidente ocorrido nas áreas comuns;

16.3.

– Nos contratos de locação, alienação ou cessão de uso de suas unidades a terceiros, cabe ao condômino incluir uma cláusula que obrigue o fiel cumprimento deste regimento, que é mantido para comodidade, tranquilidade, higiene e segurança geral. O proprietário

25 do imóvel fica responsável pelos débitos de taxas e outras despesas não pagas pelos moradores de sua unidade;

16.4.

– Daqueles que não residem no apartamento de sua propriedade, comunicar a administração por escrito o seu domicílio para recepção de correspondência, não o fazendo não poderá alegar em juízo ou fora dele o não recebimento das correspondências, nem tão pouco o desconhecimento de seu conteúdo;

16.5.

7.6 – Qualquer reclamação ou sugestão deverá ser dirigida ao Síndico, por escrito através de livro próprio ou do sistema de gestão do condomínio, identificando-se (nome e unidade) obrigatoriamente;

16.6.

– O Condomínio não terá responsabilidade por acidentes e incidentes causados por descumprimento do regimento ou irresponsabilidade dos moradores ou de terceiros dentro dos limites de sua propriedade.

16.7.

– NÃO SERÁ ACEITA EM QUALQUER HIPÓTESE, POR QUEM QUER QUE SEJA, ALEGAÇÃO DE DESCONHECIMENTO DAS NORMAS ESTABELECIDAS NESTE REGIMENTO, POIS ELE FICARÁ DISPONÍVEL NO SISTEMA DO CONDOMÍNIO PARA SER CONSULTADO PELOS PROPRIETÁRIOS E INQUILINOS A QUALQUER MOMENTO;

16.8.

– Fica eleito o foro desta comarca para toda e qualquer ação oriunda da convenção e regimento interno.

A Administração

No documento Minuta do Regimento Interno (páginas 22-25)

Documentos relacionados