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DE QUEIROZ COM ALUNOS DO 6° ANO “B” Axel De Lima Barbosa

No documento anais da I semana de algebra do cest (páginas 64-71)

Estudante do Curso de Licenciatura em Matemática do Centro de Estudos Superiores de Tefé;

RESUMO

O projeto “construção de sólidos geométricos” aconteceu na escola Wenceslau de Queiroz através do PIBID com o intuito de contribuir para a aprendizagem dos discentes com relação à geometria. Os professores de maneira geral devem inovar seus pensamentos, atos e principalmente renovar suas metodologias para ensinar, não deve-se mais apenas dar aula no quadro, explicar e fazer prova. O professor de hoje deve buscar alternativas para tornar a aula atraente aos discentes, pois dessa forma o docente terá êxito no ato de ensinar. Com relação a geometria que é um assunto onde existem muitas formas onde discente não consegue visualizar os elementos apenas em desenhos. É importante construir os sólidos, pois dessa forma o aluno visualizará e manipulará todos os elementos presentes nos sólidos.

Palavras chaves: aprendizagem, metodologias, alternativas.

INTRODUÇÃO

O presente projeto foi realizado na Escola Municipal Wenceslau de Queiroz, com a turma do 6° ano “B” do turno matutino. Através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), com o intuito de contribuir para o desenvolvimento lógico matemático dos discentes, para haver uma minimização em relação as dificuldades encontradas na geometria. Tendo em vista que a mesma é lecionada tradicional onde o docente explica o conteúdo e o discente aceita o que lhe é dito.

Através das construções geométricas o aluno pode desenvolver seu raciocínio lógico, além de estudar de uma maneira diferente, saindo um pouco do tradicionalismo. É importante ressaltar que atualmente há muitas maneiras de se ensinar e principalmente de aprender matemática, então cabe ao professor buscar novas metodologias para ter sucesso no ato de ensinar uma disciplina que para muitos é complicado.

65 METODOLOGIA

Para a realização do projeto incialmente observou-se a sala de aula do 6° ano “B” através do PIBID, para ver que assunto estava causando mais dificuldades aos discentes. Mas tendo em vista que a geometria é um tema onde é muito difícil de ensinar só na sala aula, começou-se a pesquisar-se novas maneiras de ensinar esta. Através de pesquisas na internet encontrou-se uma maneira de se estudar a geometria, através das construções dos sólidos. Através das construções dos sólidos geométricos é possível torna a aula diferencia e principalmente atraente aos discentes, pois dessa forma o aluno irá manipular os objetos e ele mesmo o construirá.

Aplicou-se um questionário a turma para observar o que os discentes já conheciam sobre o tema geometria. Fez-se um seminário com o intuito de descrever os objetivos arrolados no projeto, além de mostrar os objetivos nele presente, nesse dia levou-se os discentes para o auditório da escola e cerca de 30 alunos participarão do seminário como ouvintes.

Consequentemente no outro dia executou-se o projeto, na sala de aula eles foram divididos em 6 grupos de 5 pessoas. Cada grupo recebeu 100 unidades de palito de churrasco e 2m de liga. Tendo material em mãos construíram sólidos geométricos tais como; triângulo, quadrado, pirâmide, icosaedro, dodecaedro, dentre outros.

66 RESULTADOS E DISCUSSÕES

Com a realização do projeto foi possível observar que todos os discentes aceitaram inteiramente a nova metodologia de ensino, todos participaram sem exceção.

É possível tornar a aprendizagem em algo onde o discente sinta prazer em realizar, é importante sempre inovar, pois tudo de alguma forma tem que mudar. Em relação a sala de aula o professor cada vez mais tem que buscar alternativas diferenciadas para ensinar, para assim tornar a aula mais alegre e principalmente mais atraente aos discentes.

De uma forma geral é possível ter êxito por partes do professor em ensinar. Porém deve-se buscar alternativas para cada vez mais fazer com que os discentes tenham gosto em estudar e principalmente em aprender.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FAINGUELERNT, Estela Kaufman. Educação Matemática: Representação e Construção em Geometria. Porto Alegre: Artes Medicas Sul, 1999. Disponível em:http://www.projetos.unijui.edu.br/matematica/cd_egem/f scommand/CC/CC_3.pdf.

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INTRODUZINDO SOFTWARES NAS AULAS DE MATEMÁTICA

Michael Bispo Cruz;

Estudante do Curso de Licenciatura em Matemática do CEST; email: [email protected]

RESUMO

O presente projeto de pesquisa, intitulado “Introduzindo softwares nas aulas de matemática”, foi desenvolvido na Escola Estadual Deputado Armando de Souza Mendes-GM3 teve como objetivo introduzir recursos tecnológicos em sala de aula para estimular os alunos no processo de aprendizagem, tendo como publico alvo, os alunos do 7º ano B e 7º ano C do turno matutino. O software matemático utilizado foi “MATH XPERT” por apresenta ideias básicas de polinômios e suas propriedades. O projeto foi supervisionado pelo professor Cláudio, que atua como Professor de computação para Matemática.

Palavras-chave: projeto de pesquisa; software matemático; recursos tecnológicos.

INTRODUÇÃO

A metodologia no ensino da Matemática é vista por muitos alunos como o principal problema da educação básica; pois, no seu ensino exige-se do aluno uma atenção redobrada; para muitos a ideia de que a matemática é difícil e que prega regras rígidas e rigorosas fazem com que eles tenham uma enorme dificuldade no seu processo de aprendizagem. Os conteúdos ministrados pelo professor em sala de aula não são suficientes para que o aluno obtenha o conhecimento necessário para o aprendizado; às vezes o próprio professor é responsável pela má qualidade de ensino, pois não está preparado para administrar uma sala de aula e também não consegue transmitir para seus alunos o conhecimento necessário. Em um mundo cheio de tecnologias com compactadas inovações tecnológicas fica cada vez mais difícil prender os alunos a uma disciplina que para eles chega ser um estorvo; por isso o professor deve procurar métodos que motive e estimule o interesse de seus alunos. Portanto introduzir recursos tecnológicos em sala de aula pode ser um auxílio educativo e também estimular os alunos no processo de aprendizagem; haja vista que esses recursos exigem esforço e disciplina.

DESENVOLVIMENTO

Partindo dos PCN´s (1998), que enfocam muito sobre recursos tecnológicos como ferramenta para o ensino da matemática, para alcançar os objetivos descritos neste projeto foram cumpridos os seguintes processos metodológicos: o primeiro passo foi feito uma observação na Escola Estadual Armando Mendes, nas referentes turmas 7º ano B e 7º ano C, em relação às dificuldades enfrentadas com os conteúdos curriculares relacionados aos Polinômios e suas operações, foram utilizadas para a demonstração do projeto 3 notebooks e os próprios cadernos dos alunos. O segundo passo durante o período de 2 dias foi feito a apresentação dos programas de softwares ao professor e aos alunos com algumas demonstrações, dos quais

68 esperávamos receber mais sugestões de melhorias que poderiam facilitar ainda mais no processo de ensino. Mas não obtivemos nenhum tipo de sugestões. As atividades desenvolvidas foram sempre expositivas e dialogadas com os alunos; e o ensino foi uma das praticas observadas constantemente durante a realização deste subprojeto. O encerramento do projeto foi feito de modo reflexivo e autoavaliativo por parte dos participantes, no qual foram apontados os pontos positivos e negativos.

Os resultados de certa maneira foram satisfatórios tendo em vista que 80% dos alunos tinham dificuldade em manusear os aparelhos propostos por nós. Ao apresentar aos alunos, o software matemático, percebemos que realmente o programa auxiliou no ensino e na aprendizagem da matemática de forma eficiente e prazerosa em sala de aula, instigando no aluno o ensino da matemática e o desenvolvimento do raciocínio, ao explicar a importância do software matemático aos alunos como forma de variar o ensino da matemática promovendo a integração e o aprendizado, os mesmos obtiveram maior interesse perante as dificuldades.

69 FONTE: COSTA, Marcelo; CRUZ, Michael; OLIVEIRA, Denílson; SANTOS, Elinaldo.

FONTE: COSTA, Marcelo; CRUZ, Michael; OLIVEIRA, Denílson; SANTOS, Elinaldo.

70 CONCLUSÃO

Este estudo, longe da pretensão de ser exaustivo, objetivou situar os alunos do 7º ano B e 7º ano C do turno matutino a entrar em contato com alguns dos principais conceitos sobre as dificuldades de aprendizagem com relação aos conteúdos matemáticos e de suas múltiplas formas de expressão. Por isso foi trabalhados em sala de aula, software matemático que estimule a capacidade de raciocínio lógico, percepção e principalmente o desenvolvimento da atividade.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Matemática. – Brasília, MEC, 1998.

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AS SEMELHANÇAS ENTRE UM ANEL F[X] DOS POLINÔMIOS COM

No documento anais da I semana de algebra do cest (páginas 64-71)