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Os questi onári os apli cados conti nha m 20 ( vi nt e) quest ões cuj as r espost as pode m ser verifi cadas no apêndi ce 1 (u m). Al gu mas del as serão co ment adas a seguir.

A pri mei ra quest ão r el acionava-se co m o i nvesti ment o nos pont os f ort es dos li derados. Os lí deres r esponderam que quase se mpr e ( 25 %) e se mpr e ( 75 %) i nvest e m nas pot enci ali dades dos funcionári os.

Co m r el ação à vi si bili dade ( quest ão de nú mer o 02) os lí deres r esponder a m que nor mal ment e (25 %) e quase se mpr e (75 %) dão visi bili dade aos li derados.

A t erceira per gunt a dos questi onári os r efere-se à li ber dade no dese mpenho de s uas funções, mo ment o e m que se per gunt ou aos líderes qual era a freqüênci a co m que el es del egava m essa li ber dade e as r espost as f ora m as segui nt es: el es r esponder a m que nor mal ment e (75 %) e sempr e (25 %) afir ma m que dão li ber dade para desempenhar as funções.

A quart a per gunt a ti nha co mo pr ecedent e saber se são est abel eci dos padr ões de excel ênci a nas t arefas da e mpr esa, obt endo as r espost as a seguir pel os ent revi st ados no ní vel direti vo: nor mal ment e (50 %) ou quase se mpr e (50%) est abel ece m padr ões.

Co m r el ação aos val ores e estrat égi as dos negóci os da e mpr esa, ( quest ão de nú mer o 05), os lí deres i nf or mar am que quase se mpr e ( 50%) e se mpr e ( 50 %) ori ent a m seus li derados para o obj eti vo da e mpr esa.

Na sext a per gunt a, e m que o obj eti vo er a saber se os lí deres r esponsabili za m o e mpr egado por s uas ações, f ora m obti das as r especti vas r espost as dos entrevi st ados: rara ment e (50 %) e quase se mpr e (50 %).

Sendo o estresse na or gani zação u m pont o negati vo, questi onou-se ( quest ão 06) aos lí deres se exi st e al gu ma pr ot eção para evit ar esse mal. As r espost as f ora m unâni mes nos lí deres e m nor mal ment e (100 %).

Os lí deres i nf or mar a m que nor mal ment e ( 25 %) , quase se mpr e ( 50 %), ou se mpr e (25 %) i ncenti va m seus subor di nados quando est ão prest es a entrar e m u ma nova missão.

Na nona quest ão, os lí deres r espondera m que nor mal ment e ( 25 %) e sempr e ( 75 %) for nece m i nf or mações sobr e a e mpr esa e o papel do e mpr egado na or gani zação.

A déci ma per gunt a t eve co mo obj eti vo saber se são escl areci das as expect ati vas de dese mpenho e as pri ori dades dos lí deres par a com os li derados, obt endo o r esult ado: lí der es nor mal ment e (25 %) e sempr e (75 %).

Capít ul o 4 Descri ção e Análise dos Dad os da Pesqui sa 44

A quest ão de nú mer o onze ti nha f oco no desenvol vi ment o de confi ança entre lí deres e li derados, onde el es afrimar a m que nor mal ment e ( 25 %) e se mpr e ( 75 %) os lí deres se dedi ca m a arranj ar t e mpo para desenvol ver essa rel ação.

Co m r el ação a t rei na ment os, os lí deres i nf or mar am que quase se mpr e ( 75%) e se mpr e (25 %) est ão oferecendo apoi o aos col aborador es.

A opi ni ão dos col abor ador es é necessári a para esses lí deres, poi s confor me s uas respost as, quase se mpr e (25 %) e se mpr e (75 %) solicit a m e ouve m as i déi as dos mes mos.

Na e mpr esa pesqui sada, os diret ores vêe m, e m s ua t ot ali dade (se mpr e 100%) , que os de mai s col abor adores são parceiros e el e ment os funda ment ai s para o sucesso da uni dade.

A déci ma qui nt a per gunta t e m co mo obj eti vo saber se o lí der ser ve de bo m model o para os de mai s col abor ador es. El es (lí deres) se i ntit ul a m co mo bo m exempl o na or de m de nor mal ment e (25 %), quase se mpr e (50 %) e se mpr e (25 %).

Na déci ma sext a per gunt a houve u ma unani midade (se mpr e) e u m consens o nas respost as dos lí deres. Cem por cent o del es acha m que não dei xa m os e mpr egados desi stire m.

Co m r el ação a confi dênci as, os lí deres, e m s ua t ot ali dade r espondera m que nunca revel a m as confi dênci as dos e mpr egados.

Na déci ma oit ava per gunt a, os diret ores r espondera m que quase se mpr e ( 75 %) e se mpr e ( 25 %) expli ca m as r azões para as deci sões e os pr ocedi ment os, comuni cando- os co m ant ecedênci a se mpr e que possí vel.

Os lí deres r espondera m que se mpr e ( 75 %) e ocasional ment e ( 25 %) f or necem f eedback sobr e o dese mpenho dos li derados.

A vi gési ma e últi ma pergunt a quer saber se o líder dá cr édit o aos li derados quando aquel es o mer ece m, e obt eve del es, lí deres, as segui nt es r espost as: se mpr e ( 75 %) e ocasi onal ment e (25 %) das vezes os lí deres dão esses crédit os.

Co mo se pode perceber exi st e u m consenso r el ati va ment e el evado no ní vel direti vo, cuj as afir mati vas ca mi nha m no senti do do deli nea ment o de u m pr ocesso de coachi ng, ai nda que a or gani zação, na vi são dos lí deres, esse t ermo não sej a e mpr egado de f or ma i nt enci onal co mo u ma perspecti va de gest ão, ou sej a, el es t êm os conceit os de coachi ng, mas di st o não se pode i nferir na práti ca. Assi m, a apli cação desse conceit o de manda outras met odol ogi as.

A met odol ogi a pr opost a por Mi nor ( 1997) sugere que a medi ção da pont uação of er ece i ndi cati vos para di agnosticar e m que medi da a ação da li derança t ende para o coach.

Levando e m consi deração a análise dos dados obt i dos na pesqui sa sobr e o modo de os diret ores gerire m, os gerent es na e mpr esa e a escal a de pont uação pr é-defi ni da par a essa avali ação obt eve na s omat óri a dos pont os nas r espost as do apêndi ce 1, 217 ( duzent os e

Capít ul o 4 Descri ção e Análise dos Dad os da Pesqui sa 45

dezesset e) pont os. Devi do a esse enquadra ment o de muit as se mel hanças co m lí der-coach, pode-se i ndi car que os lí deres or gani zação pesqui sada, ai nda que não e mpr egue m decl arada ment e a f errame nt a coachi ng, no desenvol vi ment o dos seus li derados, t ê m os conceit os dessa ferra menta i ntrí nsecas à sua gest ão.

Capít ul o 5 Consi derações Fi nai s e Sugest ões para Fut uros Est udos 46

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