a. Introdução
O objetivo desta sessão de treinamento é fornecer conhecimento e entendimento sobre o desenvolvimento sustentável e o relacionamento direto que ele tem com os desafios sociais e as empresas sociais, respectivamente. Os participantes desta sessão de treinamento devem entender que o Setor Sem-fins-lucrativos e as empresas sem fins lucrativos estão desempenhando um papel importante no desenvolvimento sustentável, por meio de seus efeitos na Sociedade e pelo atendimento às necessidades e desafios dessa Sociedade.
b. Capítulos
i. Questões-chave (do capítulo)
Por que o desenvolvimento sustentável se encontra associado ao Setor Sem-fins-lucrativos?
Como os desafios sociais afetam a sustentabilidade do Setor Sem-fins-lucrativos?
ii. Palavras-chave (do capítulo)
Desafios sociais (recomenda-se que o número de folhas seja o dobro do número de participantes).
Exemplos de palavras e expressões relacionadas com os Pilares da Sustentabilidade:
Social Ambiental Econômica
Migração reversa Aquecimento global Carros híbridos Green Peace Desertificação Fair Trade (Comércio
Justo)
Hollywood Eco-vilas Mineração de cobre
9 https://www.salto-youth.net/tools/toolbox/tool/basics-of-sustainable-development.1486/
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Terrorismo Recursos naturais Coca-Cola
Democracia Agricultura orgânica Wall-Street Comunidade Carbon footprint
(Pegada-carbono)
Supermercado
Juventude Oceano Shopping centre
Educação Biodiversidade Banco
Família Extinção Governo
Religião Energia renovável Empreendedorismo
Social
2. São dadas a cada participante 2 das folhas já preparadas, aleatoriamente.
3. Os participantes recebem as instruções de que todas as palavras em suas mãos são elementos de 3 áreas distintas. Sua primeira tarefa é trocar palavras entre eles, para que no final cada participante tenha em suas mãos 2 palavras que formem uma área (conectadas)*.
4. A próxima instrução é – “Discuta e forme 3 grupos, de acordo com relação/conexão entre as palavras em suas mãos, em que cada grupo terá uma área – 3 grupos; 3 áreas”.
5. O próximo passo é, depois que os 3 grupos se formaram, cada grupo deverá discutir, decidir e dar um TÍTULO à área relacionada com as palavras que tem.
6. Depois que os grupos já decidiram sobre os títulos, cada grupo vai apresentar o título e todas palavras que tem.
7. O próximo passo é distribuir as palavras por 3 círculos (ao redor de cada título de área do grupo) de acordo com a proximidade e conexão das palavras de cada área umas com as outras. O círculo de palavras que estão menos conectadas a outras áreas fique distante e os que estão conectados são colocados perto da outra área com que está mais conectado (veja desenho X).
8. Depois que os círculos estão prontos, os treinadores pedem aos participantes que expliquem a distribuição das palavras no círculo e, especialmente aquelas que estão relacionadas aos outros círculos e qual é a ligação entre as diferentes áreas.
9. Depois é aberta uma discussão sobre as conexões gerais entre as áreas e, sobre se existe alguma diferença se desenvolvermos uma área e negligenciarmos outra.
10. Após essa discussão, os treinadores colam os títulos das áreas escolhidas pelos grupos a um flipchart previamente preparado com os 3 pilares do desenvolvimento sustentável (cada título é relacionado com 1 dos pilares – Ambiental, Econômico e Social) são apresentados a definição e conceito de desenvolvimento sustentável. (ver
“Parte de Informação”)
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24
As palavras previamente preparadas são provisionalmente divididas em 3 grupos, mas a divisão não é muito clara. Durante a discussão, os participantes podem distribuir as palavras de acordo com seu próprio entendimento, o que ainda dá mais valor à ferramenta.
Parte de Informação
Sustentabilidade pode ser facilmente definida como atender às necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender às suas próprias necessidades. O termo
“sustentabilidade”, quando aplicado institucionalmente em uma empresa social, é o desenvolvimento de um processo ou sistema de gerenciamento que ajuda a criar uma economia vibrante e alta qualidade de serviços sociais, respeitando ao mesmo tempo a necessidade de sustentar os recursos naturais e proteger o meio ambiente. Projetos sustentáveis são aqueles que resultam do compromisso de uma empresa com a saúde ambiental, social e econômica, ou com o "triple bottom line". A sustentabilidade tem aplicabilidade individual e institucional e geralmente é um ato de equilíbrio.
Adotado de 2002 Universidade do Michigan Avaliação de sustentabilidade
iv. Atividades para o(s) leitor(es)
Discuta em grupo sobre o que acabou de ler e debata as seguintes questões:
Por que o Setor Sem-fins-lucrativos é realmente importante para a
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Como a organização sem fins lucrativos pode ser seriamente afetada se não considerar a economia e o ambiente?
v. Teste de autoavaliação de múltipla escolha
Q1. O que deve considerar uma empresa de um setor de lucro?
a. Ambiente b. Economia c. Sociedade d. Todos eles
Q2. Os desafios sociais afetam que outros setores? (Mais do que uma resposta) a. Setor Econômico
b. Setor Ambiental c. Setor Cultural d. Setor Tecnológico
Q3. O Setor Sem-fins-lucrativos pode cooperar com outros setores?
a. Sim, mas apenas com o Setor Ambiental b. Sim, com os Setores Ambiental e Econômico c. Sim, mas apenas com o Setor Econômico
d. Não, apenas com outro setor sem fins lucrativos Q4. Sustentabilidade tem…?
a. Apenas aplicabilidade individual b. Apenas aplicabilidade institucional c. Aplicabilidade individual e institucional d. Apenas aplicabilidade social
Q5. Por que nos preocupamos com sustentabilidade?
a. Para lidar com o desemprego
b. Para atender às necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de futuras gerações de atender a suas próprias necessidades c. Para ajudar pessoas com deficiências
d. Para lidar com a migração
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vi. Links para os recursos de auto-estudo https://www.youtube.com/watch?v=9-xdy1Jr2eg https://www.youtube.com/watch?v=FyT9TMlzC6s
c. Conclusão
É fundamental no mundo complexo e interconectado de hoje que as empresas sem fins lucrativos entendam, identifiquem e gerenciem seus impactos sociais, ambientais e econômicos. Sustentabilidade significa permitir que instituições de caridade (Charities), Fundações, Organizações de Bem-estar Social, grupos comunitários e outras empresas sociais incorporem a criação de valor social e ambiental, assim como econômico, em suas estratégias e operações principais. Isto melhora o gerenciamento de riscos e oportunidade de negócios, além de melhorar a sustentabilidade social e ambiental a longo-prazo.
d. Referências
World Commission on Environment and Development (WCED). Our Common Future (Comissão Mundial para o Ambiente e o Desenvolvimento (WCED). Nosso Futuro Comum). Oxford: Oxford University Press, 1987, p.43.
Clough, G.W., J. Chameau, and C. Carmichael. “Sustainability and the University.”
(Sustentabilidade e a Universidade). The Presidency. Winter 2006, pp. 30-40.
Hignite, K. “Will Sustainability Take Root?” (Será que a Sustentabilidade se Enraizará?) Business Officer. April 2006, pp. 12-22.
SE-HUB projeto foi financiado com apoio da Comissão Europeia.
Esta publicação reflete apenas a opinião do autor e a Comissão não deve ser responsabilizada por qualquer uso que possa ser feito da informação aqui contida.
O Guia do Setor Cidadão para o Planejamento de Negócios de Impacto Social
Inovação Social
CAPÍTULO 4
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Conteúdo
4. Inovação Social ... 50 a. Introdução ... 50 b. Capítulos ... 50 i. Questões-chave (do capítulo) ... 50 ii. Palavras-chave (do capítulo) ... 50 iii. Parte substantiva/informação... 50 iv. Atividades para o(s) leitor(es) ... 52 v. Teste de autoavaliação de múltipla escolha... 52 vi. Links para os recursos de auto-estudo ... 53 c. Conclusão... 54 d. Referências... 54
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50
4. Inovação Social
a. Introdução
Esta sessão de treinamento visa o entendimento colaborativo de uma linha de base conceitual para abordar inovação e empreendedorismo social a partir de um entendimento comum baseado em uma diversidade de realidades e abordagens.
b. Capítulos
i. Questões-chave (do capítulo)
O que é inovação social?
Por que é útil? Que novas soluções pode trazer?
ii. Palavras-chave (do capítulo)
Inovação Social
Empreendedorismo Social iii. Parte substantiva/informação Parte substantiva
O Método World Café10
A metodologia do World Café constitui-se em um formato simples, eficaz e flexível para hospedagem de diálogo entre grandes grupos.
O World Café pode ser modificado para atender a uma ampla variedade de necessidades. Especificidades de contexto, números, objetivo, local e outras circunstâncias são levadas em consideração no convite, design e na escolha de perguntas exclusivas de cada evento, mas os 5 componentes a seguir compreendem o modelo básico:
1) Setting (cenário): Crie um ambiente “especial”, geralmente modelado em um Café, ou seja, pequenas mesas redondas cobertas com uma toalha de linho quadriculada ou branca, papel pardo ou craft, canetas coloridas, um vaso de flores e, item opcional, um “bastão do orador”. Deve colocar em cada mesa 4 cadeiras (idealmente) - mas não mais que 5.
2) Acolhimento e Introdução: O anfitrião (ou a anfitriã) começa com uma recepção calorosa aos participantes e a introdução ao processo do World Café, definindo o contexto, compartilhando a Café Etiquette e colocando os participantes à vontade.
3) Rodadas de Pequenos Grupos: O processo começa com a primeira de 3, ou mais, rodadas de 20 minutos de conversa para o pequeno grupo sentado ao redor de uma mesa. No final dos 20 minutos, cada membro do grupo passa para uma nova mesa.
10 http://www.theworldcafe.com/key-concepts-resources/world-cafe-method/
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Podem ou não optar por escolher deixar uma pessoa na mesa como “anfitriã de mesa”
para a rodada seguinte, que acolherá o próximo grupo e o informará brevemente sobre o que se passou na rodada anterior.
4) Questões: cada rodada é precedida de uma questão especialmente criada para o contexto específico e a finalidade desejada no World Café. As mesmas questões podem ser usadas para mais de uma rodada, ou podem ser construídas uma sobre a outra para focar a conversa ou orientar a direção.
5) Harvest (colheita): Depois dos pequenos grupos (e/ou entre rodadas, conforme for necessário), os indivíduos são convidados a compartilhar insights ou outros resultados de suas conversas com o resto do grupo mais alargado. Estes resultados são refletidos visualmente de várias maneiras, geralmente usando gravação gráfica na frente da sala.
O processo básico é simples e de fácil aprendizado, mas as complexidades e nuances de contexto, números, elaboração das questões e propósito podem torná-lo ideal para trazer um host (anfitrião-anfitriã) experiente para ajudar.
Cada grupo terá ao menos uma necessidade social e/ou desafio – e precisa criar uma empresa de inovação social.
Parte de Informação
Definição de inovação social
Inovação social é o processo de desenvolvimento e implantação de soluções eficazes para questões sociais e ambientais desafiadoras e muitas vezes sistêmicas em apoio ao progresso social.11 As inovações sociais são novas ideias que atendem às necessidades sociais, criam relações sociais e formam novas colaborações.
Essas inovações podem ser produtos, serviços
ou modelos que atendem às necessidades não atendidas antes de forma mais eficaz12.
Exemplos recentes de Inovação Social:
Charter Schools (Escolas Públicas Independentes)
Escolas primárias ou secundárias com financiamento público que operam livres de alguns dos regulamentos que normalmente se aplicam a escolas públicas. Portanto, administradores, professores e pais têm a oportunidade de desenvolver métodos de ensino inovadores.
Emissions Trading (Comércio de Emissões)
Um programa de controle de poluição que utiliza incentivos econômicos para reduzir as emissões. É estabelecido um limite para a quantidade total de um determinado poluente que pode ser emitido, e as licenças
11 https://www.gsb.stanford.edu/faculty-research/centers-initiatives/csi/defining-social-innovation
12 https://ec.europa.eu/growth/industry/innovation/policy/social_en
Os problemas mais difíceis e importantes não podem ser entendidos, e muito menos resolvidos, sem envolver os Setores Sem-fins-lucrativos,
Público e Privado
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para poluir são emitidas para todas as empresas participantes. Aqueles com maiores emissões podem comprar créditos de empresas que reduziram suas emissões. Com o tempo, o limite é reduzido.
Fair Trade (Comércio Justo)
Um movimento organizado que estabelece altos padrões comerciais para café, chocolate, açúcar e outros produtos. Ao certificar comerciantes que pagam aos produtores um salário digno e atendem a outros padrões sociais e ambientais, o movimento de comércio justo melhora a vida dos agricultores e promove a sustentabilidade ambiental.
Como a Inovação Social Difere do Empreendedorismo Social
Embora o empreendedorismo social tenha se tornado um ponto de encontro popular para aqueles que tentam melhorar o mundo, mudanças sociais podem acontecer fora dele. De fato, as soluções vêm historicamente dos setores sem fins lucrativos, privado e governamental.
O conceito de inovação social concentra a atenção nas ideias e soluções que criam valor social - bem como nos processos através dos quais elas são geradas, independentemente de onde elas venham.
Impulsionadores de Inovação Social
Observamos como a fertilização intersetorial está subjacente aos 3 mecanismos principais que estão impulsionando a inovação social contemporânea:
o Troca de ideias e valores
o Mudanças de papéis e relacionamentos
o Integração do capital privado com o apoio público e filantrópico
Em última análise, os problemas mais difíceis e importantes não podem ser entendidos, muito menos resolvidos, sem envolver os Setores Sem fins lucrativos, Público e Privado.
iv. Atividades para o(s) leitor(es)
Discuta em grupo sobre o que acabou de ler e debata sobre as seguintes questões:
O que a inovação social pode trazer para as comunidades?
Onde a inovação social se deve basear?
v. Teste de autoavaliação de múltipla escolha
Q1. Qual dos seguintes desafios pode ser abordado por inovações sociais?
a. Milhões de crianças morrendo de doenças imunopreveníveis b. Baixa frequência de meninas na escola
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c. Alterações climáticas d. Todos os acima referidos
Q2. Quais dos exemplos abaixo são soluções para desafios sociais?
a. Programas rentáveis de geração de meios de subsistência para os pobres b. Técnicas agrícolas sustentáveis
c. Programas de educação para a saúde para a prevenção de doenças transmissíveis
d. Todos os acima referidos
Q3. As inovações sociais vêm de indivíduos, grupos, ou organizações e podem ocorrer
a. Apenas no setor com fins lucrativos b. Apenas no setor sem fins lucrativos c. Apenas no setor público
d. Nos três setores
Q4. . Em inovação social, qual elemento provavelmente virá primeiro?
a. Desenvolvimento de modelo financeiro b. Compreensão das barreiras ao sucesso c. Identificação do desafio ou problema social d. Projeção e validação de uma solução viável
Q5. Entre as escolhas abaixo, a definição mais apropriada para “empreendedor social” é:
a. Um empreendedor com uma personalidade muito extrovertida.
b. Alguém que desenvolve uma resposta inovadora para um problema social c. Um empreendedor que depende de social media tal como de Facebook ou
Twitter para anunciar seus produtos ou serviços.
d. Um empreendedor que trabalha com outros parceiros de negócios.
vi. Links para os recursos de auto-estudo
https://www.youtube.com/watch?v=qTiBLZJmd00
http://www.theworldcafe.com/key-concepts-resources/design-principles/
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http://www.theworldcafe.com/key-concepts-resources/graphic-recording/
services-programs/
http://www.theworldcafe.com/tools-store/hosting-tool-kit/
http://www.theworldcafe.com/services-programs/signature-learning-programs/
c. Conclusão d. Referências
http://www.theworldcafe.com/tools-store/hosting-tool-kit/
SE-HUB projeto foi financiado com apoio da Comissão Europeia.
Esta publicação reflete apenas a opinião do autor e a Comissão não deve ser responsabilizada por qualquer uso que possa ser feito da informação aqui contida.
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O Guia do Setor Cidadão para o Planejamento de Negócios de Impacto Social
Planejamento de Negócios e Gestão de Recursos em
Organizações sem fins lucrativos
CAPÍTULO 5
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Conteúdo
5. Planejamento de Negócios e Gestão de Recursos em Organizações sem fins lucrativos ... 57
a. Introdução ... 57 b. Capítulos ... 57 i. Questões-chave (do capítulo) ... 57 ii. Palavras-chave (do capítulo) ... 57 iii. Parte substantiva/informação... 57 iv. Atividades para o(s) leitor(es) ... 59 v. Teste de autoavaliação de múltipla escolha... 59 vi. Links para os recursos de auto-estudo ... 60 c. Conclusão... 60 d. Referências... 60
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5. Planejamento de Negócios e Gestão de Recursos em Organizações sem fins lucrativos
a. Introdução
Empresas sem fins lucrativos são um tipo de negócio. Embora existam diferenças significativas entre uma organização com e sem fins lucrativos, muitas das mesmas regras se aplicam. As organizações sem fins lucrativos precisam de um planejamento abrangente tanto quanto o de qualquer outra empresa. Uma das tarefas mais importantes para qualquer startup - organização sem fins lucrativos deve ser o desenvolvimento de um plano de negócios. Esta sessão de treinamento visa ensinar aos participantes como fazer um plano de negócios para uma organização sem fins lucrativos. Durante a sessão de treinamento, os participantes poderão criar o plano de negócios para organizações sem fins lucrativos e entender como devem gerenciar seus recursos.
b. Capítulos
i. Questões-chave (do capítulo)
• O que é um plano de negócios?
• Como gerimos recursos em organizações sem fins lucrativos?
ii. Palavras-chave (do capítulo)
• Plano de negócios
• Gestão de recursos
iii. Parte substantiva/informação Parte substantiva
Durante a atividade, o jovem trabalhador dará aos participantes o formulário anexado SE-HUB_Business Plan_Template. Os participantes podem trabalhar em grupo ou individualmente e começam a preencher o modelo sempre com a assistência do jovem trabalhador. Para mais assistência, o jovem trabalhador terá as seguintes perguntas evidenciadas no flipchart.
-“Qual ou quais o(s) problema(s) que estamos tentando resolver?”
-“O que estamos tentando alcançar?”
-“Quem nos levará lá, quando e quanto isso custará em dinheiro e outros recursos?”
-“Qual é a probabilidade que as atividades planejadas continuem como de costume?”
-“O que acontecerá se os presentes recursos de renda continuarem a trazer este nível de receita?”
-“Qual é o Plano B?”
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Informação
Existe uma variedade de estilos e formatos usados para planos de negócios. O conteúdo do plano é muito mais importante do que a adesão rígida a um formato específico. Embora o Planejamento de negócios para organizações sem fins lucrativos seja principalmente uma forma de responder a
-“Qual ou quais o(s) problema(s) que estamos tentando resolver?”
-“O que estamos tentando alcançar?”
-“Quem nos levará lá, quando e quanto isso custará em dinheiro e outros recursos?”
Estas questões e as respostas às mesmas se constituirão nos pilares do plano de negócios. Os novos empreendedores devem também pensar, enquanto planejam em -Missão e visão da organização sem fins lucrativos
-O papel do conselho e
-Fatores ambientais externos, como o clima na captação de fundos.
Após este procedimento, devem considerar o potencial de alterações nas premissas básicas sobre o ambiente operacional da organização sem fins lucrativos. Por exemplo, muitas organizações sem fins lucrativos dependem de contratos ou subsídios do governo; portanto, devem pensar no que acontecerá, se as fontes de renda específicas não existirem no futuro. Embora assim, o planejamento do plano de negócios esteja ajudando a organização sem fins lucrativos e seu conselho a se prepararem para riscos futuros.
Narrativa de um plano de negócios13
Você pode pensar em um plano de negócios como uma narrativa, ou uma história que explica como a organização sem fins lucrativos prosperará, considerando suas atividades, suas fontes de receita, suas despesas e as inevitáveis mudanças em seus ambientes interno e externo ao longo do tempo. De acordo com a Propel Nonprofits14, o plano de negócios geralmente deve conter 4 componentes que identificam:
Fontes de Receita/mix
Custo de Operações
Programa de Custos e
Estrutura de Capital
Um plano de negócios de uma organização sem fins lucrativos deve explicar quais serão as fontes de renda para apoiar suas atividades. O plano deve abordar os custos diários necessários para operar a organização como uma entidade, bem como os custos específicos dos programas e atividades exclusivos da organização sem fins lucrativos. O plano pode incluir detalhes sobre a necessidade dos serviços da organização (uma avaliação das necessidades) e sobre a probabilidade de que determinado financiamento esteja disponível (um estudo de viabilidade), ou sobre mudanças na tecnologia ou na equipe da organização que serão necessárias para avançar com êxito
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sua missão. A organização sem fins lucrativos deve conter também em seu plano de negócios uma "análise competitiva" descrevendo quais outras entidades podem estar fornecendo serviços semelhantes nas áreas de serviço e missão da organização sem fins lucrativos. Por fim, o plano de negócios deve mencionar suposições importantes, como a política de reservas da organização, que exige sempre pelo menos seis meses de caixa operacional em mãos.
Por meio do plano de negócios, os novos empreendedores identificarão as realidades conhecidas e levarão em consideração as realidades desconhecidas das operações da organização sem fins lucrativos e proporão como a organização sem fins lucrativos continuará sendo financeiramente saudável. Afinal, é um "plano" - e as suposições subjacentes podem mudar. Se o fizerem, ter um plano pode ser útil durante o processo de identificação dos ajustes que precisam ser feitos para responder às mudanças no ambiente operacional da organização sem fins lucrativos.
iv. Atividades para o(s) leitor(es)
Discuta em grupo sobre o que acabou de ler e debata sobre as seguintes questões:
Por que o Plano de Negócios é importante para as Organizações sem fins lucrativos?
Por que Gestão de Recursos e importante nas Organizações sem fins
Por que Gestão de Recursos e importante nas Organizações sem fins