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5 – DESEMPENHO DA SUSTENTABILIDADE – TÓPICOS STANDARD 5.1 MATERIAIS

Os produtos e materiais utilizados são adquiridos junto dos fornecedores (GRI 301-1). São considerados materiais primários aqueles que são utilizados no desempenho da atividade e sem os quais os processos não podem ocorrer. Os materiais ou produtos utilizados nas áreas de suporte da organização são considerados materiais acessórios.

Relativamente aos consumos de materiais primários estão essencialmente relacionados com o consumo de óleos e massas lubrificantes nas operações de manutenção de equipamentos e de tubagens na reparação de condutas. Os consumos são apresentados no quadro seguinte:

Fonte: SIMAS OA - DGI

Quanto aos materiais acessórios utilizados na atividade administrativa apresenta-se abaixo os resultados do consumo de papel, por este ser o dado mais expressivo:

Fonte: SIMAS OA - DFC/DCP

Verifica-se uma diminuição do consumo de papel de 7,9% relativamente a 2018.

Materiais Primários (GRI 301- 1)

Tipo 2016 2017 2018 2019

Massas lubrificantes 10 Kg 60 Kg 0 0

Óleo 1187 Lt 529 Lt 421 Lt 421 Lt

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MATERIAIS

Abordagem de gestão do Tópico Material “Materiais” (GRI 103)

Relevância GRI 103-1

1 – Processo de adução de água e drenagem de água residuais, adequado funcionamento das infraestruturas, instalações e equipamentos, bem como das tarefas dos trabalhadores.

2 – Pela atividade desenvolvida e a quantidade de trabalhadores que o compõem, os SIMAS OA consomem materiais e produtos considerados primários, utilizados na manutenção/conservação das condutas, bem como os que são tidos como acessórios empregues nas áreas de suporte (impacte negativo).

3 – Dada as características da atividade desenvolvida a utilização de materiais reciclados só é possível em atividades transversais (impacte positivo).

Limite GRI 103-1

1 - A ação dos SIMAS contribui para os impactes identificados.

2 - Os impactes ocorrem nos SIMAS OA, pelo que o limite deste tópico é interno e externo.

3 - Os impactes interessam aos SIMAS OA e aos seguintes stakeholders: Municípios tutelares, utilizadores, fornecedores e comunidade.

Gestão GRI 103-2 1 - Visa a mitigação do impacto negativo e incremento do impacto positivo. 2 - Compromisso de gestão na racionalização dos consumos dos materiais.

Mecanismo de Queixas e reclamações

1 - Qualquer ocorrência negativa relacionada com este tópico pode ser apresentada através de mecanismo de reclamação. 2 - Todos os stakeholders podem utilizar este mecanismo.

3 - A reclamação pode ser endereçada aos SIMAS OA por carta, e-mail, formalizada no livro de reclamações ou entregue nos balcões de atendimento.

4 - Este mecanismo é gerido no âmbito da "Gestão de reclamações", é registada, analisada e definida a correção a efetuar (se aplicável), o reclamante é informado, é efetuada a análise das causas (se aplicável), são registadas as ações tomadas, efetua-se o acompanhamento das ações tomadas, regista-se no Mapa de Controlo de Reclamações/Sugestões, documento integrante do processo de Gestão de Reclamações - e faz-se o encerramento da reclamação.

Medidas GRI 103-2 Sensibilização dos trabalhadores para o uso racional de produtos e materiais e adoção de boas práticas. Avaliação GRI 103-3 Gestão de stocks, efetuar racionalização financeira mais precisa e garantir a existência de stocks mínimos.

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5.2.- ENERGIA

O consumo das várias formas de energia são os principais responsáveis pelas emissões de gases com efeito de estufa, consciente do impacto que estas emissões têm no ambiente, os SIMAS contribuem para uma economia de baixo carbono através da otimização dos seus consumos energéticos.

Foram consumidos os seguintes tipos de energia (GRI 302-1): energia elétrica e consumíveis fósseis (gasóleo e gasolina). Destas tipologias, apenas a energia elétrica tem origem parcial em fontes renováveis.

Em 2019 os SIMAS consumiram 4.598.177 Kwh de eletricidade, uma diminuição 6,3 % face ano anterior, sendo os sistemas de elevação de água e água residual os principais responsáveis pelos consumos registados.

A fim de diminuir os consumos energéticos dos edifícios administrativos, prevê-se a realização de ações de sensibilização, de modo a consciencializar os utilizadores para a mudança de comportamentos. A evolução dos consumos individuais destes tipos de energia nos edifícios administrativos é apresentada nos gráficos seguintes e foi calcula através da faturação.

41 O consumo de combustível deve-se, maioritariamente, ao consumo da frota automóvel de serviço, sendo a sua maioria consumo de gasóleo. Nas atividades de operação e manutenção, existem rotinas diárias às infraestruturas de transporte e tratamento de águas e águas residuais, que envolvem deslocações, as quais são responsáveis pela maior percentagem de consumo de combustível (gasolina e gasóleo) havendo também consumos marginais associados aos equipamentos existentes nas instalações operacionais (geradores).

Fonte: SIMAS OA – DGI

A frota automóvel é composta por 127 viaturas (19 viaturas a gasolina- incluindo 5 motociclos; 107 viaturas a gasóleo e uma elétrica).

Fonte: SIMAS OA - DGI

Nota: Em 2019, as cento e vinte e sete viaturas a gasóleo percorreram um total de 1.298.688 Km (cada viatura circulou em média 33Km/dia), tendo as doze viaturas a gasolina percorrido 138.697 Km (cada viatura circulou em média 20Km/dia). Os SIMAS detêm uma viatura elétrica que circulou em média 21Km/dia, sendo que o seu consumo em termos energéticos não foi contabilizado.

Existe ainda o consumo do gás natural que em 2019 foi de 51.817 Kwh, o que indica uma constância no consumo face ano transato.

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ENERGIA

Abordagem de gestão do Tópico Material “Energia” (GRI 103)

Relevância GRI 103-1

1 – Utilizado no processo de adução de água e drenagem de água residuais, permite o adequado funcionamento das infraestruturas, das instalações e equipamentos, bem como realização das tarefas dos trabalhadores.

2 - As atividades dos SIMAS OA estão associadas a elevados consumos energéticos, em especial de eletricidade, devido

essencialmente ao funcionamento das bombas associados à adução de águas e transporte de águas residuais (impacte negativo). 3 – Racionalização do consumo energético, de acordo com as metas estabelecidas na estratégia nacional para a sustentabilidade. 4 – É possível a uso de energia renovável e utilização interna dessa energia (impacte positivo).

Limite GRI 103-1

1 - A ação dos SIMAS OA contribui para os impactes identificados.

2 - Os impactes ocorrem nos SIMAS OA, pelo que o limite deste tópico é interno e externo.

3 - Os impactes interessam aos SIMAS OA e aos seguintes stakeholders: municípios tutelares, utilizadores, fornecedores e comunidade.

Gestão GRI 103 -2 1 - Visa a mitigação do impacto negativo e incremento do impacto positivo. 2 - Compromisso de gestão na racionalização dos consumos energéticos.

Mecanismo de Queixas e reclamações

1 - Qualquer ocorrência negativa relacionada com este tópico pode ser apresentada através de mecanismo de reclamação. 2 - Todos os stakeholders podem utilizar este mecanismo.

3 - A reclamação pode ser endereçada aos SIMAS OA por carta, e-mail, formalizada no livro de reclamações ou entregue nos balcões de atendimento.

4 - Este mecanismo é gerido no âmbito da "Gestão de reclamações", é registada, analisada e definida a correção a efetuar (se aplicável), o reclamante é informado, é efetuada a análise das causas (se aplicável), são registadas as ações tomadas, efetua-se o acompanhamento das ações tomadas, regista-se no Mapa de Controlo de Reclamações/Sugestões, documento integrante do processo de Gestão de Reclamações - e faz-se o encerramento da reclamação.

Medidas GRI 103 -2

1 – Sensibilização dos trabalhadores para o uso racional e adoção de boas práticas. 2 – Adoção de práticas de eficiência energética.

2 - Definição de um plano de eficiência energética.

Avaliação GRI 103 - 3 ERSAR: AR 10 – Eficiência energética de instalações elevatórias. Objetivos definidos nas Grandes Opções do Plano 2019.

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5.3.- ÁGUA

A evolução do volume percentual de perdas, pode ser verificado na observância do gráfico infra apresentado (GRI 303-1):

Fonte: SIMAS OA – DGI – DCPC - 2020

A fim de assegurar a fiabilidade dos dados, procedeu-se à caracterização dos: volumes de água perdida nas roturas, dos volumes de água utilizados nas limpezas de reservatórios e condutas, dos consumos próprios e de outros tipos de consumo autorizado e não faturado. A monitorização efetuada nas zonas de medição caudal veio promover uma análise mais eficaz dos caudais, a setorização é feita com recurso a caudalÍmetros eletromagnéticos e ultrassónicos com integração direta no sistema de telegestão. A minimização de ineficiências no transporte e distribuição de água de abastecimento constitui uma prioridade estratégica.

Face aos resultados apresentados foram adotadas as seguintes medidas de combate às perdas e água não faturada:

• Substituição gradual das redes de fibrocimento, da diminuição do número e da rápida reparação de roturas, de uma eficaz gestão de pressões e sectorização da rede e da deteção e localização de fugas e ligações diretas na rede. Procedeu-se ainda a ensaios de estanquidade nos reservatórios, precedendo os trabalhos de higienização, de modo a permitir a aferição de eventuais perdas nas infraestruturas;

• Diminuição das perdas aparentes decorrente da implementação de nova abordagem de gestão dos contadores, através da quantificação dos erros de medição e dos erros de transferência de dados das leituras para o sistema de gestão de clientes, erros de análise de dados e sobretudo, da eliminação de consumos fraudulentos. Paralelamente o acompanhamento de obras de

44 remodelação de colunas de abastecimento de água prediais, a instalação dos contadores em bateria ou nos patamares dos prédios e ainda a remodelação faseada de locais de consumo de escolas e jardins contribuíram para esta diminuição;

• Plano de substituição faseada de cerca de 90 mil contadores nos próximos 7 anos, todos com instalação, ou pré-instalação de rádio, para comunicação remota;

• De referir ainda que com a aprovação e assinatura do novo contrato de abastecimento, em alta, com a EPAL, é possível assegurar o aumento do grau de fiabilidade da monitorização, com contadores de fluxo dedicados, em cada ponto de entrega, derivação e saída. Em termos de consumo individual de água por edifício, os valores apresentados a seguir foram calculados com base na leitura do contador (GRI 303-1).

Ao longo do tempo têm se vindo a monitorizar os consumos internos de água, com especial enfoque nos edifícios sede, laboratório e Brandoa, sendo que esta monitorização já permitiu que fosse detetada uma rotura no complexo da Brandoa.

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ÁGUA

Abordagem de gestão do Tópico Material “Água” (GRI 103)

Relevância GRI 103-1

1 – As necessidades dos SIMAS OA associadas ao fornecimento de água para abastecimento são as mais relevantes, em matéria de consumo de água.

2 – O recurso é fundamental para a atividade e adequado funcionamento das instalações e equipamentos.

3 – Enquanto entidade gestora deste recurso, a utilização efetuada neste âmbito pode contribuir para um maior impacte na escassez de água (impacte negativo).

4 – Devido a imposição legal não é possível efetuar a reutilização de água (impacte negativo)

Limite GRI 103-1

1 - A ação dos SIMAS OA contribui para os impactes identificados.

2 - Os impactes ocorrem nos SIMAS OA pelo que o limite deste tópico é interno e externo.

3 - Os impactes interessam aos SIMAS OA e aos seguintes stakeholders: Municípios tutelares, utilizadores, fornecedores e comunidade.

Gestão GRI 103 -2 1 - Visa a mitigação do impacto negativo e incremento do impacto positivo.

2 - Compromisso de gestão na minimização de ineficiências na distribuição da água.

Mecanismo de Queixas e reclamações

1 - Qualquer ocorrência negativa relacionada com este tópico pode ser apresentada através de mecanismo de reclamação 2 - Todos os stakeholders podem utilizar este mecanismo.

3 - A reclamação pode ser endereçada aos SIMAS OA por carta, e-mail, formalizada no livro de reclamações ou entregue nos balcões de atendimento.

4 - Este mecanismo é gerido no âmbito da "Gestão de reclamações", é registada, analisada e definida a correção a efetuar (se aplicável), o reclamante é informado, é efetuada a análise das causas (se aplicável), são registadas as ações tomadas, efetua-se o acompanhamento das ações tomadas, regista-se no Mapa de Controlo de Reclamações/Sugestões,

documento integrante do processo de Gestão de Reclamações - e faz-se o encerramento da reclamação. Medidas GRI 103 -2

1 –Implementação de plano de diminuição da percentagem de água não faturada. 2 – Adoção de práticas de racionalização dos consumos internos.

2 - Sensibilização dos trabalhadores para o uso racional do recurso. Avaliação GRI 103 - 3

Indicadores ERSAR: AA 09 - Reabilitação em condutas; AA 10 – Ocorrências em condutas; AA8 – Água não faturada; AA12 - perdas reais de água.

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5.4.- EMISSÕES

Os consumos de energia sob a forma de eletricidade e combustíveis, dão origem a emissões de gases com efeito de estufa. A eficiência energética permite diminuir as emissões contribuindo para o combate às alterações climáticas. O consumo das várias formas de energia são os principais responsáveis pelas emissões de gases com efeito de estufa, consciente do impacto que estas emissões têm no ambiente, os SIMAS contribuem para uma economia de baixo carbono através da otimização dos seus consumos energéticos.

Em termos de emissões diretas de GEE resultantes da atividade, o gás considerado para o cálculo do indicador (GRI 305 – 1) foi o CO2.

Fonte: SIMAS OA: DGI -DFC/DCP/DC

Apesar de adoção das medidas supramencionadas e tendentes à minimização dos impactos negativos das emissões de CO2., o desempenho da atividade dos SIMAS, no ano de 2019 (considerando apenas o consumo total de papel, água consumida nos edifícios, energia elétrica, gás natural e o consumo de combustíveis fósseis – gasóleo e gasolina), originou uma pegada de carbono de 2.923,05 Ton/ CO2. Efetuada a média aritmética simples podemos afirmar que a pegada de carbono por trabalhador foi 0,53 Ton/ CO2/mês.

De acordo com a calculadora de “Pegada de Carbono” disponibilizadas pela internet, os SIMAS OA deveriam proceder, anualmente à plantação de cerca de 20.871 árvores (são necessárias 7,14 arvores para sequestrar 1 tonelada de carbono – fonte https://www.oeco.org.br/colunas/colunistas-convidados/23034-afinal-quanto-carbono-uma- arvore-sequestra/), por forma a contribuir para a retenção de CO2 resultante do desempenho das suas atividades. Ainda que, e de acordo com os planos diretores oriundos dos municípios tutelares, se procure que o edificado (com especial incidência para as zonas de implantação dos reservatórios) se encontre circundado por espaços ajardinados.

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EMISSÕES

Abordagem de gestão do Tópico Material “Emissões” (GRI 103). Relevância GRI 103-1

1 – Este tópico é uma consequência incontornável da prestação dos serviços.

2 – A prestação do serviço implica a utilização regular de eletricidade e da frota automóvel (impacte negativo). 3 – É possível adotar medidas em matéria de redução de emissões (impacte positivo).

Limite GRI 103-1

1 - A ação dos SIMAS contribui para os impactes identificados.

2 - Os impactes ocorrem nos SIMAS OA, pelo que o limite deste tópico é interno e externo.

3 - Os impactes interessam aos SIMAS OA e aos seguintes stakeholders: municípios tutelares, utilizadores, fornecedores e comunidade.

Gestão GRI 103 -2 1 - Visa a mitigação do impacto negativo e incremento do impacto positivo.

2 - Compromisso de gestão baseia-se no cumprimento da legislação em matéria de emissões.

Mecanismo de Queixas e reclamações

1 - Qualquer ocorrência negativa relacionada com este tópico pode ser apresentada através de mecanismo de reclamação. 2 - Todos os stakeholders podem utilizar este mecanismo.

3 - A reclamação pode ser endereçada aos SIMAS de Oeiras e Amadora por carta, e-mail, formalizada no livro de reclamações ou entregue nos balcões de atendimento.

4 - Este mecanismo é gerido no âmbito da "Gestão de reclamações", é registada, analisada e definida a correção a efetuar (se aplicável), o reclamante é informado, é efetuada a análise das causas (se aplicável), são registadas as ações tomadas, efetua-se o acompanhamento das ações tomadas, regista-se no Mapa de Controlo de Reclamações/Sugestões, documento integrante do processo de Gestão de Reclamações - e faz-se o encerramento da reclamação.

Medidas GRI 103 -2 1 – Aquisição de viaturas mais eficientes em termos de consumo de gasóleo, o que permite obter uma redução direta nas emissões de CO2.

Avaliação GRI 103 - 3 1 - Indicador de emissões diretas de CO2.

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