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DIRETOR DA ESCOLA O papel do diretor

No documento CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO EAD. (páginas 67-75)

EAD Anexos

DIRETOR DA ESCOLA O papel do diretor

de uma reforma educacional de grande escala, em nível tanto nacional como estadual, se define pela soma de milhares de pe-quenos projetos específicos bem-sucedidos, realizados em cada uma das escolas.

Podemos afirmar como conclusão que as propostas de mudança em grande escala, em nível tanto nacional como estadual, podem contribuir para a inovação educacional, se criarem um ambiente fa-vorável para que as escolas construam e realizem os seus próprios projetos. Mas podem também sufocar qualquer eventual inovação, se forçarem as escolas a seguir um rumo prefixado, de maneira rígi-da, linear e diretiva. Em propostas de inovação bem-sucedidas, ao contrário, são oferecidas aos educadores oportunidades de apren-der de forma crítica e reflexiva. E, para finalizar: a presença de uma liderança estimulante na escola é essencial para que uma inovação tenha êxito.

ANExO I

DIRETOR DA ESCOLA O papel do diretor

O cargo de diretor é exercido por titular de cargo, seleciona-do por concurso público de provas e títulos, na forma estabeleci-da pela legislação vigente. O papel de diretor deve ser entendido como o do coordenador geral da escola e de executor das libera-ções do conselho de escola.

O diretor consciente de que a rotina tem um efeito paralisante no trabalho escolar (a escola que se contenta com a realização, ano a ano, dos mesmos procedimentos, das mesmas práticas, sem qual-quer preocupação com seu aperfeiçoamento, acaba por perder terreno, realizando um trabalho medíocre e cada vez mais inade-quado) está sempre introduzindo algum tipo de inovação, quer no trabalho em sala de aula, quer na forma de gestão, quer, ainda, em relação à participação da comunidade na vida da escola.

Incerteza, ambiguidade, contradições, tensão, conflito e crise são vistos como elementos naturais de qualquer processo social e como condições e oportunidades de crescimento e formação.

São competências do diretor de escola, além de outras que lhe fo-rem delegadas, respeitada a legislação pertinente:

Assegurar o cumprimento das disposições legais e das diretrizes

da Política Educacional.

Coordenar a utilização do espaço físico da unidade escolar.

Encaminhar os recursos e processos, bem como petições,

repre-• sentações ou ofícios dirigidos a qualquer autoridade e/ou reme-tê-los devidamente informados a quem de direito, nos prazos legais, quando for o caso.

Decidir com o conselho da escola os recursos interpostos pelos

alunos ou seus responsáveis, relativos à verificação do rendi-mento escolar, ouvido(s) o(s) professor(es) envolvido(s).

Apurar ou fazer apurar irregularidades que venham a tomar

co-•

nhecimentos no âmbito da escola, comunicando e prestando informação sobre elas ao Conselho de Escola e à Secretaria de Educação e Cultura.

Delegar atribuições, inclusive aos readaptados, quando se fizer

necessário.

Dar exercício a funcionários nomeados ou designados para

pres-•

tar serviços na escola.

Programa de desenvolvimento do trabalho do diretor

Coordenar a elaboração do Plano Escolar e acompanhar a sua

execução em conjunto com a Equipe Escolar e o Conselho de Escola.

Coordenar a elaboração e acompanhar a execução de todos os

projetos da escola, em especial dos planos educacionais.

Organizar com Equipe Escolar as reuniões pedagógicas da

uni-• dade.

Coordenar a formação permanente das equipes de Ação

Educa-• tiva e Auxiliar da Ação Educativa.

Diligenciar esforços para que o prédio escolar e os bens

patrimo-• niais da escola sejam mantidos preservados.

Coordenar a organização e acompanhar as atividades

adminis-• trativas.

Controlar a frequência diária dos funcionários da escola, atestar

a frequência mensal, bem como responder pelas folhas de fre-quência.

Autorizar a matrícula e a transferência de alunos.

Assinar os documentos relativos à vida escolar dos alunos,

expe-• didos pela unidade.

Expedir certificados.

Autorizar a saída de funcionários durante o expediente.

Coordenar o processo de atribuição de classes, aulas e turnos,

conforme dispositivos legais.

Organizar o horário de trabalho da Equipe Escolar, de acordo

com as normas previstas no Regimento e legislação pertinente, ouvidos os interessados.

Aplicar as sanções de acordo com a legislação vigente a

funcio-• nários e alunos da Unidade Escolar que administra, ouvindo o Conselho de Escola e as partes envolvidas, assegurando o amplo direito de defesa e o contraditório.

Encaminhar mensalmente ao Conselho de Escola e à Secretaria

de Educação e Cultura prestação de contas sobre a aplicação dos recursos financeiros.

Garantir a circulação e o acesso a toda informação de interesse

da comunidade, do conselho de Escola e do conjunto dos servi-dores e dos educandos da unidade escolar.

As condições de trabalho

O diretor desenvolve seu trabalho num ambiente de coope-rativas entre professores, equipes de apoio, alunos, funcionários, órgãos colegiados, apresentando um bom relacionamento com a comunidade, que reflete, de forma bastante positiva, na qualidade dos serviços prestados.

A sala do diretor

A sala deve ser espaçosa, arejada, possuindo móveis em óti-mo estado de conservação, armários, documentos inerentes à di-reção, telefone, computador e sofás confortáveis.

Para o diretor, o processo de tomada de decisões baseia-se em informações concretas, analisando cada problema em seus múltiplos aspectos e na ampla democratização das informações.

A sala do diretor não é lugar regulador da disciplina, mas lo-cal com livre e agradável acesso para se conversar sobre o que se fez bem feito.

As soluções de problemas passam por novas

possibilida-•

des de relações no interior da hierarquia e com os clien-tes.

A representação do diretor modifica-se de fiscal para

edu-•

cador dirigente.

A predominância do exercício do papel burocrático não

atende mais às necessidades dos clientes internos (pro-fessores/alunos) e dos clientes externos (pais).

A liderança efetiva da direção da escola, e não a sua atitude de con-trole e cobrança, é um fator primordial na qualidade da gestão e do ensino. Dirigentes de escolas eficazes são líderes, estimulam os professores e funcionários da escola, pais, alunos e comunidades a utilizar seu potencial na promoção de um ambiente escolar, edu-cacional positivo e no desenvolvimento de seu próprio potencial, orientando para aprendizagem e construção do conhecimento, para que sejam criativos e proativos na resolução de problemas e no enfrentamento de dificuldades.

O exercício dessa liderança, pelo dirigente, demanda o desenvol-vimento de habilidades específicas e a transformação no sentido do seu trabalho. A devolução da autoridade na tomada de deci-são, para os participantes locais, é considerada como base para seu desenvolvimento na efetivação das decisões transformadoras das práticas escolares.

O diretor deverá ser um professor/diretor reflexivo, bastante compreensivo, sendo autônomo e eficiente na tomada de decisão, buscando uma coesão entre a equipe escolar, contribuindo para o

ensino de qualidade, além de acompanhar de perto a vida escolar de cada educando, interagindo com a sua família.

A gestão democrática tem por finalidade possibilitar à escola maior grau de autonomia, de forma a garantir o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, assegurando padrão adequado de quali-dade do ensino ministrado.

A proposta de um diretor para uma melhor consecução da escola democrática será mediante a participação dos profissionais da es-cola na elaboração da proposta pedagógica; participação dos dife-rentes segmentos da comunidade escolar – direção, professores, pais, alunos e funcionários – nos processos consultivos e decisó-rios, através do conselho de escola e associação de pais e mestres;

autonomia na gestão pedagógica, administrativa e financeira e res-peitadas as cicatrizes e normas vigentes; transparência nos proce-dimentos pedagógicos, administrativos e financeiros, garantindo-se a responsabilidade e o zelo comum na manutenção e otimização do uso, aplicação e distribuição adequada dos recursos públicos;

valorização da escola enquanto espaço privilegiado de execução do processo educacional; instalações físicas e equipamentos adequa-dos para o desempenho de suas funções.

Papel do Diretor na Formação do Professor em Serviço Organização em classe

As classes são organizadas em ciclos destinados à criança em idade própria prevista na legislação vigente:

primeiro ciclo agrupando os dois primeiros anos do

Ensi-•

no Fundamental;

segundo ciclo agrupando os terceiros, quartos e quintos

anos do Ensino Fundamental;

terceiro ciclo agrupando os sextos e sétimos anos do

En-•

sino Fundamental;

quarto ciclo agrupando os oitavos e nonos anos do Ensino

Fundamental;

Educação Profissional – articulada com o Ensino

Funda-•

mental e Médio, em cursos de duração variável, definidos no Plano Escolar, na forma modular.

A organização da grade curricular

Para o Ensino Fundamental, a grade curricular será compos-ta pela Base Nacional Comum com os seguintes componentes: Lín-gua Portuguesa, Matemática, História e geografia.

Os grupos de estudo na escola

Reuniões semanais (HTPC) para reflexão e discussão da pra-tica pedagógica de cada um e análise do desempenho de cada classe.

verificação periódica de caderno de alunos e diários de clas-ses, comparando-os aos Planos de Ensino dos professores, visando garantir que as diretrizes da Proposta Educacional da Escola e os objetivos do curso sejam realmente pontos de partida e de chaga-da do trabalho de cachaga-da um, bem como assegurar a utilização dos PCNs.

ANExO J

Preenchimento da Ficha de Estágio

Disponibilizaremos um modelo de Ficha de Estágio, na ten-tativa de orientá-lo melhor. Por favor, em caso de dúvida, entre em contato conosco utilizando o Portfólio ou a Lista.

CENTRO UNIVERSITÁRIO CLARETIANO FICHA DE ESTÁGIO

Nome do Aluno:

Curso:

Escola:

Data Horário

Carga Horária Atividades Assinatura do Responsável

Início Término

1/8/2005 8h 12h 3

P.g. – normas Regimentais Básicas

1/8/2005 14h 16h 3 P.g. – Análise do Regimento Escolar

2/8/2005 7h 12h 2 P.g. – Análise de

Projetos

2/8/2005 14h 17h 4 P.g. – Agrupamento

de Alunos

3/8/2005 8h 12h 4

P.g. – A organização do ensino

4/8/2005 13h 17h 4 P.g. – Organização

Rede Estadual

5/8/2005 8h 12h 4 P.g. – núcleos:

Direção Assim sucessivamente, até completar as horas exigidas de P.g. – Plano Gestor.

A seguir, como registrar em sala de aula.

19/9/2005 7h 12h 5 6ª s. E.F. Port.

Leitura.

20/9/2005 7h 9h 2

7ª s. E.F.

Informática - Internet

21/9/2005 19h 22h 3 1º E.M. Informática

– Word, Excel...

Assim sucessivamente, até cumprir os horários.

E. F. - Ensino Fundamental

E.M. – Ensino Médio Projeto

Social

23/9/2005 8h 12h 4

Proj.:

“Caminhando”

- Pesquisa Bibliográfica

24/9/2005 8h 12h 4 Elaboração do

Projeto

25/9/2005 8h 12h 4 Preparo de Material

26/9/2005 8h 12h 4 Execução - 3ª A, B, C, E.F.

27/9/2005 8h 12h 4 Execução - 8ª A, B,

E. F.

28/9/2005 8h 12h 4 Assim

sucessivamente.

Observações

As linhas que não tiverem registro deverão ser inutilizadas (passar um traço).

Você tem liberdade para usar uma ficha para cada escola.

Este modelo foi feito com o nome de duas escolas; portanto, deverão aparecer 02 (duas) assinaturas de diretor com os devidos carimbos, de acordo com o tópico 12 Assinaturas e Carimbos na ficha de estágio e no atestado, do Caderno de Estágio.

Preencher o campo da assinatura do responsável diariamente.

Lembre-se:

Nunca ultrapasse o limite de 6 horas de Estágio por dia;

você poderá utilizar mais de uma linha/dia para registrar

as atividades.

ANExO L

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MODELO DE CAPA PARA O CD-ROM (ESTÁgIO) NOME DO ALUNO

(maiúsculo, centralizado, fonte nº. 12)

No documento CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO EAD. (páginas 67-75)

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