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CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO EAD.

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Academic year: 2022

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Meu nome é Terezinha Darli Nazar Bergamo. Sou especialista em Administração Escolar, Supervisão Escolar, Didática, Direito Educacional e Matemática pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais-SP. Sou, ainda, graduada em Matemática pelo Moura Lacerda-RP e em Pedagogia pelo Claretiano. Atuo como docente de Metodologia da Matemática e Ciências nos cursos de Gradu- ação presencial do Ceuclar e sou, também, tutora, supervisora e coordenadora de estágio dos cursos de Licenciatura nas modali- dades presencial e a distância.

E-mail: [email protected].

(3)

CADERNO DE ESTÁGIO

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Trabalho realizado pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais (SP)

Curso: Licenciatura em Computação Disciplina: Caderno de Estágio

Versão: 2011

Reitor: Prof. Dr. Pe. Sérgio Ibanor Piva Vice-Reitor: Prof. Ms. Pe. Ronaldo Mazula Pró-Reitor Administrativo: Pe. Luiz Claudemir Botteon

Pró-Reitor de Extensão e Ação Comunitária: Prof. Ms. Pe. Ronaldo Mazula Pró-Reitor Acadêmico: Prof. Ms. Luís Cláudio de Almeida

Coordenador Geral de EAD: Prof. Ms. Artieres Estevão Romeiro

Coordenador do Curso de Licenciatura em Computação: Prof. Ms. Renato de Oliveira Violin

Coordenadora de Estágio: Profa. Terezinha Darli Nazar Bergamo Coordenador de Material Didático Mediacional: J. Alves

Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, a transmissão total ou parcial por qualquer forma e/ou qualquer meio (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação e distribuição na web), ou o arquivamento em qualquer sistema de banco de dados sem a permissão por escrito do autor e da Ação Educacional Claretiana.

Centro Universitário Claretiano Rua Dom Bosco, 466 - Bairro: Castelo

Batatais SP – CEP 14.300-000 [email protected]

Fone: (16) 3660-1777 – Fax: (16) 3660-1780 – 0800 941 0006 www.claretiano.edu.br

(5)

CADERNO DE ESTÁGIO

APRESENTAÇÃO ...7 INTRODUÇÃO ...9 ORIENTAÇÕES PARA ESTÁGIO

REGULAMENTO INTERNO DO SETOR DE ESTáGIO OBRIGATóRIO DOS CURSOS DO 1

CENTRO UNIVERSITáRIO CLARETIANO ...11 CONSIDERAÇõES GERAIS

2 ...13 O qUE É O ESTáGIO?

3 ...15 O qUE É ESTáGIO OBRIGATóRIO?

4 ...16 OBJETIVO GERAL

5 ...18 OBJETIVOS

6 ...18 A FORMAÇÃO DE UM PROFISSIONAL ÉTICO

7 ...20 CUMPRIMENTO DO ESTáGIO

8 ...24 EM qUE ESCOLA ESTAGIAR

9 ...25 CARGA HORáRIA DO ESTáGIO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO

10 ...25

FORMA DE ENTREGA

11 ...27 ASSINATURAS E CARIMBOS NA FICHA DE ESTáGIO E NO ATESTADO

12 ...28

MARCOS REGULATóRIOS

13 ...28 PERFIL DOS PROFESSORES PEB-II

14 ...29 ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DE RELATóRIOS DO ESTÁGIO

SUPERVISIONADO

PLANO GESTOR E ADMINISTRATIVO

15 ...35 UNIDADE ESCOLAR

16 ...36 ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA

17 ...36 ORgAnIzAçãO TéCnICO-ADMInISTRATIvA: OBSERvAçãO E REFLExãO

18 ...37

FILOSOFIA DA ESCOLA

19 ...38 PROCESSO E MOVIMENTO DA ESCOLA

20 ...38 DIAGNóSTICO

21 ...38 DESENVOLVIMENTO PEDAGóGICO DA ESCOLA

22 ...38

DIRETOR DA ESCOLA

23 ...38 DESCRIÇÃO DO PRÉDIO E INSTALAÇõES

24 ...39 OBJETIVOS E METAS DA ESCOLA

25 ...39 ATIvIDADES ExTRACLASSE (PROFESSORES)

26 ...39 SECRETARIA

27 ...39 CONCLUSÃO DO PLANO GESTOR

28 ... 40 RELATóRIO DE AuLA – ROTEIRO (OPTATIvO)

29 ... 40 CONCLUSÃO DOS RELATóRIOS EM SALA DE AULA

30 ... 42

DECLARAÇõES A SER ENTREGUES NO FINAL DO ESTáGIO

31 ... 42

AnExOS ... 45 BIBLIOGRAFIA ...76

(6)
(7)

1

Apresentação

A era da informação é um fato. Notamos que, a cada dia, o aluno procura se manter mais informado, atendendo às exigências de uma sociedade globalizada. Entretanto, ele precisa de ajuda para aprender e interpretar a enorme quantidade de informações que recebe diariamente.

Nesse sentido, o Estágio deve estar relacionado com a linha de formação profissional. A atividade de Estágio é o meio privile- giado de integração entre teoria e prática. Por isso, ele é um fator decisivo na formação profissional.

Essa atividade é uma oportunidade para o futuro profissional da Educação se preparar para enfrentar o desafio que o mercado de trabalho impõe . E conduzir os educandos a uma postura crítica diante da realidade da informação constitui um imperativo a todos os profissionais, especialmente para os da área educacional.

quando o estagiário se sente respeitado e percebe que seu aprendizado está progredindo em todos os sentidos (formação

CE

(8)

profissional, capacitações complementares, exercício da cidadania e trabalho em equipe), certamente ele estará seguro de que está realizando um bom Estágio. O estagiário está em processo de for- mação e, por isso, deve haver um profissional da sua área, para ajudá-lo em suas atividades.

Consideramos importante o ato de cuidar da criação de oportunidade de Estágios com muito critério, buscando caminhos que possam conduzir o aluno ao sucesso profissional, pois, como disse Fernando Sabino “Democracia é oportunizar a todos o mes- mo ponto de partida. quanto ao ponto de chegada, depende de cada um” (Disponível em: <http://www.pensador.info/autor/Fer- nando_Sabino>. Acesso em: 17 jun. 2010).

(9)

EA D Introdução

CE

A passagem do professor pela vida das crianças, pré-ado- lescentes e adolescentes é, sem dúvida, um marco inicial de uma formação cultural. De fato, é nesse período que se estabelece a base necessária para uma formação sólida, tanto para conviver em sociedade quanto para o mercado de trabalho. Uma formação educacional básica inadequada, posteriormente, pode contribuir para o fracasso escolar do estudante, colocando-o até mesmo em risco social. Daí a importância de se criar um ambiente estimulante e agradável para todos os que entram na escola.

Para tanto, é desejável formar uma equipe de professores que seja solidária e capacitada para introduzir as crianças no mun- do da escrita e da leitura, ajudando-as a incorporar essas práticas em suas vidas.

Os professores da Educação Básica são capazes de criar ex- periências de educação, ou seja, alternativas pedagógicas de valor incomparável, que poderão contribuir para a melhoria significativa de qualquer sistema educacional.

(10)

neste contexto enfatizar a flexibilidade, integrar os ele- mentos envolvidos no processo escolar, de modo que sejam ca- pazes de construir projetos inovadores e próprios, respeitando os eixos articuladores e norteadores da ação educativa se constituem no objetivo geral do estágio supervisionado.

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EA D Orientações para Estágio

CE

REGULAMENTO INTERNO DO SETOR DE ESTÁGIO 1. OBRIGATóRIO DOS CURSOS DO CENTRO UNIVERSI- TÁRIO CLARETIANO

Das atribuições e responsabilidades dos estagiários

Art. 14 – O Estágio se constitui de uma prática profissional orienta- da, vivenciada em situações de trabalho, sob a supervisão de do- centes.

Art. 15 – O estagiário assume obrigações para com a Instituição e o local de Estágio.

Art. 16 – Os estagiários atenderão aos objetivos da instituição a que estiverem subordinados, tendo como fundamento:

I O compromisso de estar atento à associação entre a teoria e a prática, inclusive mediante a capacitação em serviço.

II Aproveitamento da formação e experiências dos profissionais da instituição.

III Participar de programas de educação continuada, propostos pela instituição.

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IV Programar propostas que possam melhorar o desempenho dos atendidos da instituição.

V Programar períodos reservados a estudos e planejamento de atividades extraclasses.

vI Procurar, com seus próprios recursos, vagas para Estágio.

vII Apresentar, com frequência, relatórios das atividades que esti- ver desenvolvendo.

Parágrafo único – Ao término do Estágio, o estudante deverá apre- sentar relatório final, contendo as informações:

a) local de Estágio;

b) atividades desempenhadas:

c) dificuldades encontradas;

d) resultados das atividades desempenhadas;

e) conclusões.

Art. 17 – O relatório deverá ser datilografado ou digitado em papel tamanho ofício, contendo:

I Ficha de atividades:

a) nome do local de Estágio;

b) data;

c) hora;

d) atividades desenvolvidas;

e) assinatura do responsável.

II Índice dos relatórios.

III Desenvolvimento de relatórios.

Iv Anexos.

V Conclusões.

Art. 18 – O Relatório Final será aprovado se estiver de acordo com as normas estabelecidas pelo Supervisor de Estágio.

Art. 19 – Ao Relatório, será atribuído o conceito de 0,0 (zero) a 10,0 (dez) e aprovado o que receber conceito igual ou superior a 5,0 (cinco).

Art. 20 – Os aspectos comportamentais do aluno durante o Está- gio deverão constar no relatório final, assim como sua frequência, cumprindo o mínimo da carga horária, estabelecida pelo Curso de Graduação ou Bacharelado.

(13)

Art. 21 – O estagiário deverá cumprir rigorosamente o horário esta- belecido pela instituição que o recebeu, bem como estar disponível para cumprir os regulamentos e as normas do local.

I executar as tarefas previstas no programa básico;

II manter sigilo profissional sobre todo assunto ventilado durante o Estágio;

III vivenciar com cordialidade toda atividade que lhe for atribuída;

Iv zelar pelo patrimônio do local de Estágio;

Do período para a realização e duração do Estágio

Art. 22 – O Estágio Curricular obrigatório deverá ser realizado du- rante o período escolar, em horário não coincidente com as aulas, nas férias escolares, na época recomendada pela estrutura curri- cular.

Art. 23 – O aluno que comprovar exercer ocupação idêntica àquela a que se refere o curso poderá, em caso específico, consignar até 1/4 (um quarto) das horas devidas para efeito de Estágio.

Art. 24 – A duração do Estágio obrigatório para os cursos em funcio- namento obedecerá à legislação em vigor.

Art. 25 – O Estágio, independentemente do aspecto profissiona- lizante, direto e específico, poderá assumir a forma de extensão, mediante a participação do estudante em projetos de interesse social.

CONSIDERAÇÕES GERAIS 2.

É importante conhecer a legislação referente aos Estágios. A Portaria n. 1.002, de 29 de setembro de 1972, do Departamento Nacional de Mão de Obra do Ministério do Trabalho foi a primeira referência à eles.

no Decreto n. 87. 497, de 18 de agosto de 1982, Artigo 2º, lê-se:

Considera-se estágio curricular, para os efeitos deste Decreto, as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, propor- cionada ao estudante pela participação em situações reais da vida e trabalho de seu meio, sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob res- ponsabilidade e coordenação da Instituição de Ensino.

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na sequência, lê-se no Artigo 3°:

O estágio curricular, como procedimento didático-pedagógico, é atividade de competência da Instituição a quem cabe a decisão so- bre a matéria, e dele participam pessoas jurídicas de direito público e privado, oferecendo oportunidade e campos de estágio, outras formas de ajuda, e colaborando no processo educativo.

Conforme o Parecer CnE/CP 09/01, o Estágio é o momento de efetivar, sob a supervisão de um profissional experiente, um processo de ensino/aprendizagem, que se tornará concreto e au- tônomo quando da profissionalização deste estagiário:

O estágio curricular supervisionado é um momento de formação profissional do educando, seja pelo exercício direto in loco, seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades daquela área profissional, sob a responsabilidade de um profissio- nal já habilitado.

Parecer CNE/CP 21/2001

O Estágio não é uma atividade facultativa, e, sim, uma con- dição para obtenção da respectiva licença. Não se trata de uma atividade avulsa, que angaria recursos para a sobrevivência do estudante ou que se aproveite dele como mão de obra barata e disfarçada. Ele é necessário como um momento de preparação próxima em uma unidade de ensino.

Entre outros objetivos pode-se dizer que o estágio é a ferra- menta que reproduz a realidade a ser vivenciada após a licenciatu- ra, pois oferece ao futuro profissional o conhecimento e a realida- de da situação de trabalho que enfrentará.

Parecer CNE/CP 027/2001

O Conselho Pleno, em sua reunião de 2 de outubro de 2001, decidiu alterar a redação do item 3.6, alínea c, do Parecer CnE/CP 9/2001, aprovado em 8 de maio de 2001, nos seguintes termos:

c) no estágio curricular supervisionado a ser feito nas escolas de educação básica. O estágio obrigatório definido por lei deve ser vi- venciado durante o curso de formação e com tempo suficiente para abordar as diferentes dimensões da atuação profissional. Deve, de

(15)

acordo com o projeto pedagógico próprio, se desenvolver a partir do início da segunda metade do curso, reservando-se um período final para a docência compartilhada, sob a supervisão da escola de formação, preferencialmente na condição de assistente de profes- sores experientes. Para tanto, é preciso que exista um projeto de estágio planejado e avaliado conjuntamente pela escola de forma- ção inicial e as escolas campos de estágio, com objetivos e tarefas claras e que as duas instituições assumam responsabilidades e se auxiliem mutuamente, o que pressupõe relações formais entre ins- tituições de ensino e unidades dos sistemas de ensino. Esses “tem- pos na escola” devem ser diferentes segundo os objetivos de cada momento da formação. Sendo assim, o estágio não pode ficar sob a responsabilidade de um único professor da escola de formação, mas envolve necessariamente uma atuação coletiva dos formado- res.

A Lei n. 11.788/2008 dispõe que:

Art. 1° Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvi- do no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regu- lar em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.

§ 1° O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando.

Art. 2° O estágio poderá ser obrigatório ou não obrigatório, confor- me determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso.

§ 1° Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma.

O qUE é O ESTÁGIO?

3.

Segundo a Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008, o Está- gio é definido como:

O ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante. O estágio integra o itinerário formativo do educando e faz parte do projeto pedagógico do curso.

(16)

O qUE é ESTÁGIO OBRIGATóRIO?

4.

Segundo o §1º do Artigo 2º da Lei n. 11.788/2008, Estágio obrigatório “é o Estágio definido como pré-requisito no projeto pe- dagógico do curso para aprovação e obtenção do diploma”.

Benefícios do Estágio

O Estágio é uma atividade que traz uma série de benefícios:

Possibilita a aplicação prática dos conhecimentos teóri- 1) cos obtidos no Centro Universitário Claretiano;

motiva o estudo, pois percebe-se a finalidade de aplica- 2) ção do aprendizado e sentem-se suas possibilidades;

permite maior assimilação das matérias de estudo;

3)

facilita e antecipa a autodefinição face à futura profis- 4) são;

ameniza o impacto da passagem da vida estudantil para 5) a profissional;

possibilita perceber as próprias deficiências e buscar o 6) aprimoramento;

permite adquirir uma atitude de trabalho sistematizado, 7) desenvolvendo a consciência de produtividade;

propicia melhor relacionamento humano;

8)

incentiva a observação e a comunicação concisa de 9) ideias e experiências adquiridas por meio dos relatórios

que devem ser elaborados;

incentiva o exercício do senso crítico e estimula a criati- 10) vidade;

permite o conhecimento da filosofia, diretrizes, organi- 11) zação e funcionamento das empresas e instituições em

geral.

Direitos e responsabilidades do estagiário

Inicialmente, é importante denotar quais são os direitos dos estagiários. Observe-os a seguir:

(17)

Ser assegurado contra acidentes pessoais.

1)

Pedir ajuda sempre que surgirem dúvidas quanto ao 1) Estágio.

No termo de compromisso, deverão ser estabeleci- 2) das as atividades a serem desenvolvidas.

Ser orientado, acompanhado e avaliado durante todo 3) o Estágio.

Além disso, é necessário que você saiba, ainda, quais são as responsabilidades dos estagiários:

A cordialidade é um sinal de boa educação.

1)

Cumprimente as pessoas que atuam na instituição 4) concedente.

Vista-se com discrição.

5)

Seja prestativo e coloque-se à disposição do seu su- 6) pervisor de Estágio.

Ao falar com as pessoas, trate-as pelo nome.

7)

Saiba ouvir o que falam e, em caso de dúvida, per- 8) gunte e peça esclarecimentos.

Procure sugerir metodologias mais compatíveis com 9) o grupo que está seguindo, sem querer impô-las.

Cuide do material da instituição com responsabilida- 10) de.

Organize seus relatórios com cuidado e com atenção 11) à linguagem escrita.

quando criticado, procure rever suas ações e tirar 12) proveito dos ensinamentos.

Fale a mesma linguagem da instituição concedente, 13) evitando desacordos.

Verifique a qualidade de suas obrigações antes da 14) execução.

Erros são passíveis de correção. Corrija e busque a 15) melhor forma de se trabalhar.

(18)

OBJETIVO GERAL 5.

O objetivo geral do Estágio é enfatizar a flexibilidade neces- sária, integrando os elementos envolvidos no processo escolar, a fim de que se construam projetos inovadores e próprios, respei- tando-se os eixos articuladores, norteadores da ação educativa.

Além disso, tem por finalidade:

Reformular, em caráter experimental, o Estágio Supervisio- nado, por meio da realização do estagiário de uma observação acu- rada das diferentes realidades educacionais, bem como de propos- tas inovadoras capazes de promover o contato e o conhecimento dos métodos usados nas instituições de ensino que os recebem.

Promover uma atitude crítica, por parte do estagiário, diante da realidade observada, comparando todos os aspectos relevantes de seu desempenho.

Desenvolver reflexões criteriosas acerca das problemáticas evidenciadas no período de Estágio, acompanhando-se tais refle- xões de sugestões de estratégias capazes de promover, senão a solução imediata, pelo menos o enfrentamento correto das difi- culdades detectadas.

Estabelecer intercâmbio de informações entre os estagiá- rios, e destes com as unidades de ensino participantes do Estágio supervisionado.

OBJETIVOS 6.

Estágio

O Estágio chama a atenção do estagiário para o fato de que cada professor está integrado em contextos sociais, afetivos, histó- ricos e econômicos diferenciados, de suma importância para que ele possa mediar os processos de conhecimentos, o desenvolvi- mento de competências e a ética de respeito à diversidade huma-

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na, transformando a escola em um espaço cidadão.

A teoria pedagógica não é mera análise que retrata a realidade educacional, mas um guia para o educador se tornar consciente da responsabilidade da ação educativa, pela análise dos pressupostos ocultos de sua atividade (PIMEnTA, 1994 p. 101).

Nas escolas percebemos que é frequente a observação de aulas e sua análise não ultrapassarem os limites da sala de aula, os métodos e as técnicas ali empregadas e mesmo o relacionamento professor/aluno, sem que se explicitem os determinantes sociais dos agentes ali em ação – professor – aluno – da própria situa- ção aula e sem examinar os determinantes concentricamente mais amplos da aula.

Se quisermos pesquisar a atividade docente num processo de aprendizagem significativa, de modo integral, precisamos moti- var os estagiários a focar a ótica de que o homem é um ser que se realiza na relação com o contexto social; assim, ao mesmo tempo em que altera seu meio, ele modifica a si mesmo.

Cada época e cada professor têm seu próprio repertório de discursos, que funciona como um espelho que reflete seu cotidia- no na sala de aula.

A sala de aula é um espaço no qual os valores se exprimem e se confrontam num debate ético na diversidade humana, que leva à construção da cidadania, como condição essencial para a existência histórica e social da criança em formação.

É imprescindível que você conheça a escola, seus programas, seus projetos pedagógicos, suas atividades em sala de aula e os programas extraclasses (HTPC, reuniões de pais e mestres, entre outros).

Objetivos específicos

Propiciar a abertura das escolas de Educação Básica para

o Estágio.

Familiarizar o estagiário com o ambiente da unidade es-

colar em que vai trabalhar.

(20)

Identificar a função e as atribuições de todos os elemen-

tos envolvidos no processo educacional observado.

Registrar a realidade do estabelecimento observado em

todos os aspectos (físico, administrativo, pedagógico, hu- mano etc.).

A FORMAÇÃO DE UM PROFISSIONAL éTICO 7.

ética na educação

Contempla segundo o PCn (ética, 75)os itens:

identificação de situações em que a solidariedade se faz

necessária;

as formas de atuação solidária em situações cotidianas

(em casa, na escola, na comunidade local) e em situações especiais (calamidades públicas, por exemplo);

a resolução de problemas presentes na comunidade lo-

cal, por meio de variadas formas de ajuda mútua;

as providências corretas, como alguns procedimentos de

primeiros socorros, para problemas que necessitam de ajuda específica;

o conhecimento da possibilidade de uso dos serviços pú-

blicos existentes, como postos de saúde, corpo de bom- beiros e polícia, e formas de acesso a eles;

a sensibilidade e a disposição para ajudar as outras pesso-

as, quando isso for possível e desejável.

Nesse sentido, a ética pode ser resumida como um conjunto de valores morais aceitos e determinados pela sociedade, os quais devem ser seguidos e repetidamente reproduzidos. A cidadania, por exemplo, conota a ideia de uma participação consciente, vo- luntária na totalidade dos deveres e direitos cívicos, e é um dos termos que abrange o ato ético. Ela deve estar presente no dia a dia do ser humano e deve ser vivenciada durante todo o processo de ensino-aprendizagem do estagiário.

(21)

na construção da história, de sua cultura, a ética é algo que sempre procuramos identificar, sobretudo os indivíduos voltados à (re) conquista da dignidade; é algo que nenhuma instituição hu- mana foi capaz de levar os seres humanos a desenvolver em níveis suficientemente conscientes e de convicção em relação à finalida- de da presença humana no planeta, em diversas regiões e climas, elaborando, de maneira tão diferenciada, o seu modo de viver, de estar na Terra, de se relacionar, de aprender a aprender, de desen- volver relações afetivas, explicações para o mundo, enfim, de criar os seus próprios significados, a sua própria cultura.

nenhuma instituição social – política, religiosa, educacional – foi capaz de elaborar processos orientadores que levassem os in- divíduos à autonomia, à assunção de posturas éticas, morais, que partissem da convicção em seu próprio valor e no valor do outro, do seu direito de desenvolver as suas potencialidades, respeitan- do as potencialidades alheias como elementos enriquecedores e complementares.

No trabalho, interessa-nos conhecer e refletir sobre algumas posições de educadores, pesquisadores e filósofos da educação a respeito da ética nessa área, como meio de reorientar o nosso pró- prio rumo profissional, participando ativamente na reconstrução de novos caminhos para a identidade humana.

A ética voltada à reflexão crítica de preceitos morais funda- menta-se num conjunto de princípios historicamente produzidos, que buscam equilibrar teoria e ação, balizando as ações humanas, existindo como referência para as atitudes no convívio cotidiano.

Em relação à ética na educação e da educação, temos muito a refletir, analisar e reconstruir. Vivemos momentos de intensas mudanças de concepções de aprendizagem e de ser humano, de sociedade e de conhecimentos e, por isso, precisamos ter a consci- ência ética de mudar como profissionais, de assumir novas postu- ras e novas ideologias que coloquem o desenvolvimento humano no centro da ação educativa.

(22)

Aquino (1998) lembra que, no campo da ética profissional, o professor é um dos elementos que mais se afastou de sua identi- dade, da finalidade de seu trabalho. Assim, para o autor:

[...] em maior ou menor grau, acabamos tomando a figura dos “alu- nos-problema” como obstacularizadora ou impeditiva de nosso tra- balho, quando, a rigor, poderia/deveria funcionar como propulsora de nossa ação profissional, vetor ético da intervenção pedagógica e ocasião privilegiada de afirmação profissional e social do educador, bem como de (re)potencialização institucional do contexto escolar (AQuInO, 1998, p. 9).

A instituição, como formadora do ser humano e reprodutora das prioridades e necessidades da sociedade, tem função de cons- truir, no estagiário, mecanismos específicos da educação ética, que possibilitem a ele interagir pacificamente com outros e, portanto, construir-se como um cidadão ético.

A ética pedagógica de cada professor encontra-se em sua concepção teórica, muitas vezes, não muito clara nem mesmo para o próprio professor. A atuação do professor com seus alunos reflete os valores e as crenças que formam o “corpo teórico e me- todológico” que o orienta.

Dessa forma, são os objetivos, as crenças e os valores que comandam o trabalho com os alunos. Isso pode ser observado até na organização espacial da sala de aula.

Assim, por exemplo, se numa escola a arrumação das car- teiras é feita em fileiras que impossibilitam a interação entre os alunos, a crença que domina os professores é a de que cada aluno aprende individualmente, em contato com o conteúdo “passado”

pelo professor, que, em tese, é o detentor do conhecimento, dan- do ao estagiário uma visão tradicionalista de conduta.

Se, em outra escola, observamos as carteiras dispostas em grupo, favorecendo a interlocução entre os alunos e possibilitan- do trabalhos diversificados, percebemos o valor que o professor dá à construção coletiva de conhecimentos, entendendo que os alunos têm diferentes formas de construir conceitos, significados e valores.

(23)

Dessa forma, conhecer bem diferentes teorias é muito im- portante para que os estagiários reflitam sobre a sua prática ética e, se necessário, a redirecionem, procurando nas várias teorias os pontos convergentes e complementares.

Entretanto, a formação do educador estagiário não deve se realizar de forma fragmentada, no ato de educar, mas, sim, cons- truindo significados relativos à construção profissional.

Por isso, o estagiário deve discutir eticamente as teorias nas escolas à luz da prática pedagógica de cada um e do conjunto de professores, reconhecendo que todo conhecimento é provisório, exigindo constantes autoavaliações em suas formas de pensar e nas ações que pratica.

Formação do estagiário

Segundo Kenski (1999), a instituição formadora deve formu- lar uma proposta de Estágio voltada para a formação do futuro professor, que seja consciente de que sua prática envolverá um comportamento de observação, reflexão crítica e reorganização de suas ações, tendo em vista o que aprendeu teoricamente e o que acontece no dia a dia do profissional.

Essa característica coloca o estagiário próximo à postura de um pesquisador, não em uma postura acadêmica, mas como inves- tigador preocupado em aproveitar as atividades comuns de sala de aula e delas extrair respostas que orientem sua futura prática pedagógica com os alunos.

Outro ponto importante diz respeito à necessidade de tornar os estagiários conscientes de que suas práticas em salas de aula re- fletem não apenas o grau de aquisição teórica obtido, mas, entre outras coisas, a forma com que, como estagiários, foram marcados pela vivência escolar.

Independentemente do nível em que o estagiário for atuar, a preocupação com a reflexão sobre a concepção de ser professor

(24)

deve ser uma prática constante, ou seja, a preocupação com a prá- tica docente é imprescindível.

O Estágio, sem dúvida, traz uma série de benefícios para o profissional em formação, entre eles:

possibilita a aplicação prática dos conhecimentos teóri-

• cos;

facilita e antecipa a autodefinição diante da futura pro-

fissão;

possibilita perceber as próprias deficiências e buscar o

aprimoramento;

propicia melhor relacionamento humano;

permite o conhecimento da filosofia, diretrizes, organiza-

ção e funcionamento da Educação Básica.

Segundo Catão (1995, p. 45):

A falta de ética é um fenômeno mais profundo e mais amplo: pare- ce estar ligado a uma espécie de descompasso entre a estrutura da sociedade em que se vive e o tipo de relacionamento interpessoal em que se tende a viver. Sendo assim, a falta de ética é resultante das transformações sociais, mais aceleradas, hoje em dia, do que talvez em toda a história da humanidade.

CUMPRIMENTO DO ESTÁGIO 8.

Os alunos deverão cumprir o Estágio de Licenciatura em Computação à partir do 4º semestre do curso , depois de ter em mãos o ofício e convênio solicitados para a realização das ativida- des, fazendo valer o que está disposto nos Artigos 11, 12 e 13 da Resolução que acompanha os Pareceres 009/2001 CnE/CP, CnE/

CP 27/2001, CnE/CP n. 5/2005 e CnE/CP 3/2006, bem como a Lei n. 11.788/08.

É importante que você saiba que o ofício e o convênio serão enviados em duas vias pelo Claretiano, após o deferimento da au- toridade competente, uma das vias de cada documento deverá re- tornar para o Núcleo Geral de Estágio do Claretiano, sendo, então,

(25)

liberado para impressão o Termo de Compromisso de Estágio na Sala de Aula Virtual. Você pode solicitar o ofício e o convênio pela Sala de Aula Virtual, no ícone Secretaria/Tesouraria.

EM qUE ESCOLA ESTAGIAR 9.

Você poderá estagiar em escolas oficiais particulares ou pú- blicas (municipais, estaduais e federais), de Ensino Fundamental e/ou de Ensino Médio. O horário do Estágio fica a seu critério, ou seja, você poderá efetuá-lo de acordo com a sua disponibilidade, em um total máximo de seis horas diárias, isto é, não superior a 30 horas semanais.

A carga horária, a duração e a jornada de Estágio Curricular estão definidas no quadro “Carga Horária”, disposto a seguir.

CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO DE LICENCIATURA 10. EM COMPUTAÇÃO

Etapas do Estágio Supervisionado

O estágio supervisionado do curso de Licenciatura em Com- putação deverá ter no mínimo 400 horas, sendo realizado à partir do 4º semestre.

Segue Quadro 1 com número de semestres e respectivas cargas horárias:

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quadro 1 Carga Horária

SEMESTRE ÊNFASE TOTAL DE

HORAS DIVISÃO

Gestão de instituições escolares e não escolares.

Relatório de observação da dinâmica de funcionamento da organização escolar.

50

A orientação para análise do Plano Gestor encontra- se nos anexos.

Na ficha de estágio, a assinatura diária poderá ser do: secretario ou vice diretor ou coordenador pedagógico ou do próprio diretor.

Participação do estudante em projetos de interesse social que atinjam alunos da Educação Básica.

50

Os projetos de interesse social deverão ser desenvolvidos sempre em parceria com a escola escolhida para o estágio.

Sugestões de temas de trabalho no Anexo g.

140 horas +

10 horas de regência

Observação, participação e regência no Ensino Fundamental (do 6º ao 9º ano).

A assinatura diária do Ensino Fundamental e do Ensino Médio será de competência do professor regente.

Dê preferência às aulas de Informática.

140 horas

+

10 horas de regência

Observação, participação e regência no Ensino Médio

ATENÇÃO!

No 5º semestre, você poderá realizar até 50 horas de estágio no Ensino Fundamental Ciclo I.

O aluno que leciona poderá cumprir 100 horas em sua pró- pria sala de aula, devendo registrar o período na ficha de Estágio, sendo responsabilidade do coordenador assiná-la diariamente.

Deverão ser anexados no CD (ver item seguinte) o seu plano de

(27)

trabalho e os relatórios semanais, explicitando se conseguiu atin- gir os objetivos propostos. Caso não tenha cumprido, deve-se ex- plicar o porquê e o que pretende fazer para que o programa não fique defasado.

O aluno deverá fazer Estágio em todas as séries do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Em hipótese alguma, ele poderá deixar de cumprir 150 horas no Ensino Fundamental e 150 horas no Ensino Médio.

FORMA DE ENTREGA 11.

É importante que o aluno fique atento às formas de entrega do Estágio:

Os relatórios e as fichas deverão ser postados no Portfó-

lio semestralmente, seguindo a orientação do Quadro 1 Carga horária.

A ficha de Estágio pode ser encontrada no Material de

Apoio, na sua Sala de Aula Virtual.

Ao final do curso, as fichas, os atestados e o CD conten-

do todos os relatórios deverão ser encaminhados para os tutores.

O modelo de atestado encontra-se no final deste material

e deverá acompanhar a Ficha de Estágio, de acordo com seus respectivos períodos registrados.

A digitação deverá estar de acordo com as normas da

ABNT.

O aluno que não realizar o Estágio fica sem direito à cola-

ção de grau.

Os alunos que não cumprirem quaisquer das atividades

no semestre previsto serão automaticamente reprovados e deverão refazê-las no semestre posterior.

(28)

ASSINATURAS E CARIMBOS NA FICHA DE ESTÁ- 12. GIO E NO ATESTADO

A Ficha de Estágio e os atestados deverão ser assinados da seguinte forma:

Coluna de assinatura do responsável: diariamente.

a)

Diretor: assinatura e carimbo.

b)

Carimbo da escola em que estiver estagiando.

c)

No atestado: carimbo e assinatura do diretor, assim d) como carimbo da escola.

Caso as Fichas de Estágio e o atestado não estejam preen- chidos de acordo com as orientações dadas, ou estejam rasurados, eles serão devolvidos para que possam ser refeitos.

MARCOS REGULATóRIOS 13.

Licenças de qualquer natureza não se aplicam aos Estágios.

Nesses casos, o aluno cumprirá a carga horária posteriormente, pois deve-se lembrar que o Estágio é uma atividade obrigatória, de forma que o seu não cumprimento impossibilita o aluno de colar grau.

Os alunos graduados nos últimos dez anos poderão requerer dispensa de parte do Estágio, encaminhando para a instituição que os recebe os documentos que comprovem o seu cumprimento.

Esses documentos deverão ser analisados pela autoridade com- petente que irá deferi-los ou não, de acordo com a proposta em vigor.

O coordenador pedagógico também poderá registrar até 100 horas com assinatura diária do diretor, anexando no CD a sua proposta de trabalho para esse período.

(29)

DOCUMENTOS –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

Os documentos necessários para análise são: Fichas de Estágio, atestados, de- clarações, relatórios e histórico, podendo ser fotocópias. A documentação deve ser enviada para:

A/C Núcleo de Estágio Rua Dom Bosco, 466 Bairro: Castelo Cidade: Batatais/SP CEP 14300-000

––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

PERFIL DOS PROFESSORES PEB-II 14.

A Resolução SE n. 80/2009, publicada em 4 de janeiro de 2009, contribuiu para o avanço na construção da formação do professor de graduação. Contudo, grande parte dos professores ainda não conhece, na íntegra, essa resolução. Por isso, tomamos a iniciativa de transcrevê-la, contribuindo para uma mudança em seu comportamento como futuro professor, tornando-o bem in- formado e consciente de suas escolhas, o que certamente trará a você benefícios, proporcionando, inclusive, a melhoria da qualida- de das aulas.

Cultura geral e profissional

Uma cultura geral ampla favorece o desenvolvimento da sensibi- lidade, da imaginação, a possibilidade de produzir significados e interpretações do que se vive e de fazer conexões – o que, por sua vez, potencializa a qualidade da intervenção educativa.

Do modo como é entendida aqui, cultura geral inclui um amplo espectro de temáticas: familiaridade com as diferentes produções da cultura popular e erudita e da cultura de massas e atualização em relação às tendências de transformação do mundo contempo- râneo.

A cultura profissional, por sua vez, refere-se àquilo que é próprio da atuação do professor no exercício da docência. Fazem parte desse âmbito temas relativos às tendências da educação e do papel do professor no mundo atual.

É necessário, também, que os cursos de formação ofereçam condi- ções para que os futuros professores aprendam a usar tecnologias

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de informação e comunicação, cujo domínio é importante para a docência e para as demais dimensões da vida moderna.

Conhecimentos sobre crianças, jovens e adultos

A formação de professores deve assegurar o conhecimento dos aspectos físicos, cognitivos, afetivos e emocionais do desenvolvi- mento individual tanto de uma perspectiva científica quanto à re- lativa às representações culturais e às práticas sociais de diferentes grupos e classes sociais. Igualmente relevante é a compreensão das formas diversas pelas quais as diferentes culturas atribuem papéis sociais e características psíquicas a faixas etárias diversas.

A formação de professores deve assegurar a aquisição de conheci- mentos sobre o desenvolvimento humano e sobre a forma como diferentes culturas caracterizam as diferentes faixas etárias e sobre as representações sociais e culturais dos diferentes períodos: infân- cia, adolescência, juventude e vida adulta. Igualmente importante é o conhecimento sobre as peculiaridades dos alunos que apresen- tam necessidades educacionais especiais.

Para que possa compreender quem são seus alunos e identificar as necessidades de atenção, sejam relativas aos afetos e emoções, aos cuidados corporais, de nutrição e saúde, sejam relativas às apren- dizagens escolares e de socialização, o professor precisa conhecer aspectos psicológicos que lhe permitam atuar nos processos de aprendizagem e socialização; ter conhecimento do desenvolvimen- to físico e dos processos de crescimento, assim como dos processos de aprendizagem dos diferentes conteúdos escolares em diferentes momentos do desenvolvimento cognitivo, das experiências institu- cionais e do universo cultural e social em que seus alunos se inse- rem. São esses conhecimentos que o ajudarão a lidar com a diversi- dade dos alunos e a trabalhar na perspectiva da escola inclusiva.

É importante que, independentemente da etapa da escolaridade em que o futuro professor vai atuar, ele tenha uma visão global sobre esta temática, aprofundando seus conhecimentos sobre as especificidades da faixa etária e das práticas dos diferentes grupos sociais com a qual vai trabalhar.

Conhecimentos sobre a dimensão cultural, social, política e econômica da educação

Este âmbito, bastante amplo, refere-se a conhecimentos relativos à realidade social e política brasileira e a sua repercussão na educa- ção, ao papel social do professor, à discussão das leis relacionadas à infância, adolescência, educação e profissão, às questões da ética e da cidadania, às múltiplas expressões culturais e às questões de

(31)

poder associadas a todos esses temas.

Diz respeito, portanto, à necessária contextualização dos conteú- dos, assim como o tratamento dos Temas Transversais – questões sociais atuais que permeiam a prática educativa como ética, meio ambiente, saúde, pluralidade cultural, trabalho, consumo e outras – seguem o mesmo princípio: o compromisso da educação básica com a formação para a cidadania e buscam a mesma finalidade:

possibilitar aos alunos a construção de significados e a necessária aprendizagem de participação social.

Igualmente, políticas públicas da educação, dados estatísticos, qua- dro geral da situação da educação no país, relações da educação com o trabalho, relações entre escola e sociedade são informações essenciais para o conhecimento do sistema educativo e, ainda, a análise da escola como instituição – sua organização, relações in- ternas e externas – concepção de comunidade escolar, gestão esco- lar democrática, Conselho Escolar e projeto pedagógico da escola, entre outros.

Conteúdos das áreas de conhecimento que são objeto de ensino

Incluem-se aqui os conhecimentos das áreas que são objeto de en- sino em cada uma das diferentes etapas da educação básica. O do- mínio desses conhecimentos é condição essencial para a constru- ção das competências profissionais apresentadas nestas diretrizes.

Nos cursos de formação para a educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental é preciso incluir uma visão inovadora em relação ao tratamento dos conteúdos das áreas de conhecimento, dando a eles o destaque que merecem e superando abordagens infantilizadas de sua apropriação pelo professor.

Nos cursos de formação para as séries finais do Ensino Funda- mental e Ensino Médio, a inovação exigida para as licenciaturas é a identificação de procedimentos de seleção, organização e trata- mento dos conteúdos, de forma diferenciada daquelas utilizadas em cursos de bacharelado; nas licenciaturas, os conteúdos discipli- nares específicos da área são eixos articuladores do currículo, que devem relacionar grande parte do saber pedagógico necessário ao exercício profissional e estar constantemente referidos ao ensino da disciplina para as faixas etárias e as etapas correspondentes da Educação Básica.

Em ambas situações é importante ultrapassar os estritos limites disciplinares, oferecendo uma formação mais ampla na área de co- nhecimento, favorecendo o desenvolvimento de propostas de tra- balho interdisciplinar, na Educação Básica. São critérios de seleção

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de conteúdos, na formação de professores para a Educação Básica, as potencialidades que eles têm no sentido de ampliar:

a) a visão da própria área de conhecimento que o professor em formação deve construir;

b) o domínio de conceitos e de procedimentos que o professor em formação trabalhará com seus alunos da educação básica;

c) as conexões que ele deverá ser capaz de estabelecer entre conte- údos de sua área com as de outras áreas, possibilitando uma abor- dagem de contextos significativos.

São critérios de organização de conteúdos, as formas que possibi- litam:

a) ver cada objeto de estudo em articulação com outros objetos da mesma área ou da área afim;

b) romper com a concepção linear de organização dos temas, que impede o estabelecimento de relações, de analogias etc.

Dado que a formação de base, no contexto atual da educação bra- sileira, é muitas vezes insuficiente, será muitas vezes necessária a oferta de unidades curriculares de complementação e consolida- ção desses conhecimentos básicos. Isso não deve ser feito por meio de simples “aulas de revisão”, de modo simplificado e sem o devido aprofundamento.

Essa intervenção poderá ser concretizada por programas ou ações especiais, em módulos ou etapas a serem oferecidos aos professo- res em formação. As Diretrizes e os Parâmetros Curriculares Nacio- nais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ser usados como balizadores de um diagnóstico a ser, necessariamente, reali- zado logo no início da formação.

Convém destacar a necessidade de contemplar na formação de professores conteúdos que permitam analisar valores e atitudes.

Ou seja, não basta tratar conteúdos de natureza conceitual e/ou procedimental. É imprescindível que o futuro professor desenvolva a compreensão da natureza de questões sociais, dos debates atuais sobre elas, alcance clareza sobre seu posicionamento pessoal e co- nhecimento de como trabalhar com os alunos.

Conhecimento pedagógico

Este âmbito refere-se ao conhecimento de diferentes concepções sobre temas próprios da docência, tais como, currículo e desen- volvimento curricular, transposição didática, contrato didático, planejamento, organização de tempo e espaço, gestão de classe, interação grupal, criação, realização e avaliação das situações di-

(33)

dáticas, avaliação de aprendizagens dos alunos, consideração de suas especificidades, trabalho diversificado, relação professor-alu- no, análises de situações educativas e de ensino complexas, entre outros. São deste âmbito, também, as pesquisas dos processos de aprendizagem dos alunos e os procedimentos para produção do conhecimento pedagógico pelo professor.

Conhecimento advindo da experiência

O que está designado aqui como conhecimento advindo da expe- riência é, como o nome já diz, o conhecimento construído “na” e

“pela” experiência. na verdade, o que se pretende com este âmbito é dar destaque à natureza e à forma com que esse conhecimento é constituído pelo sujeito. É um tipo de conhecimento que não pode ser construído de outra forma senão na prática profissional e de modo algum pode ser substituído pelo conhecimento “sobre” esta prática. Saber – e aprender – um conceito ou uma teoria é muito diferente de saber – e aprender – a exercer um trabalho. Trata-se, portanto, de aprender a “ser” professor.

Perceber as diferentes dimensões do contexto, analisar como as situações se constituem e compreender como a atuação pode in- terferir nelas é um aprendizado permanente, na medida em que as questões são sempre singulares e novas respostas precisam ser construídas. A competência profissional do professor é, justamen- te, sua capacidade de criar soluções apropriadas a cada uma das diferentes situações complexas e singulares que enfrenta.

Assim, este âmbito de conhecimento está relacionado às práticas próprias da atividade de professor e às múltiplas competências que as compõem e deve ser valorizado em si mesmo.

Entretanto, é preciso deixar claro que o conhecimento experiencial pode ser enriquecido quando articulado a uma reflexão sistemáti- ca. Constrói-se, assim, em conexão com o conhecimento teórico, na medida em que é preciso usá-lo para refletir sobre a experiên- cia, interpretá-la, atribuir-lhe significado.

Conhecimentos para o desenvolvimento profissional

A definição dos conhecimentos exigidos para o desenvolvimento profissional origina-se na identificação dos requisitos impostos para a constituição das competências. Desse modo, além da forma- ção específica relacionada às diferentes etapas da Educação Básica, requer a sua inserção no debate contemporâneo mais amplo, que envolve tanto questões culturais, sociais, econômicas, como co- nhecimentos sobre o desenvolvimento humano e sobre a própria docência.

(34)
(35)

EA D Roteiro para a Elaboração

de Relatórios do Estágio Supervisionado

Inicie seus relatórios (do Plano gestor e da sala de aula) pela sua identificação:

Identificação do curso: Licenciatura em Computação.

Coordenação de Estágio: Profª Terezinha Darli Nazar Ber-

gamo.

Supervisor de Estágio:

nome do aluno(a):

Polo e ano:

É importante ressaltar que o supervisor de Estágio é aquele que assinará a sua Ficha como responsável pelo desenvolvimento do Estágio (diretor).

PLANO GESTOR E ADMINISTRATIVO 1.

Você deverá fazer a análise do Plano Gestor e Administrativo da escola em que estiver estagiando. Para isso, deverá levar em

CE

(36)

consideração o roteiro apresentado por essa coordenação. Nada impede, porém, que você vá além desse roteiro quando encontrar itens relevantes em seu trabalho.

Para facilitar o seu trabalho na elaboração dos relatórios, apresentamos um guia dos itens que deverão ser analisados no Plano Gestor e nas atividades da instituição em que você irá esta- giar.

UNIDADE ESCOLAR 2.

Identificação Nome:

a)

Endereço:

b) CEP:

c)

Telefone:

d) CGC:

e)

Horário de funcionamento (Educação Infantil, Ensino f) Fundamental e Ensino Médio).

ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA 3.

normas regimentais básicas (Anexo C, F e D).

a)

Análise do regimento escolar – medidas previstas de for- b) ma genérica no regimento, sobretudo as que se referem

aos deveres e direitos do aluno e do professor.

grade curricular (Educação Infantil, Ensino Fundamental c) e Ensino Médio).

Calendário escolar e demais eventos da escola.

d)

Análise de projetos propostos para o ano: ações para sua e) execução, período letivo por turno e série e projetos es-

peciais.

Em que consiste o plano gestor (Anexo D).

f)

(37)

A documentação exigida para análise deverá ser escaneada e anexada no CD, obedecendo à ordem do roteiro (se você não puder escanear, faça a análise de item por item).

ORgAnIzAçãO TéCnICO-ADMInISTRATIvA: OB- 4. SERVAÇÃO E REFLExÃO

A definição dos núcleos da organização técnico-administrati- va deverá ser relatada por meio de quantidade, não sendo neces- sário citar os nomes.

Núcleos

Direção:

a)

Diretor.

Vice-Diretor.

Técnico-pedagógico:

b)

Professor-coordenador.

Supervisor de Estágio.

Administrativo:

c)

Secretária de administração escolar.

Operacional:

d)

Inspetor de alunos.

Servente.

• Vigia.

Zelador.

Corpo docente:

e)

Professor.

Corpo discente:

f)

Alunos da escola.

(38)

FILOSOFIA DA ESCOLA 5.

A orientação para análise da filosofia da escola encontra-se no Anexo F.

PROCESSO E MOVIMENTO DA ESCOLA 6.

Em que realidade a escola está inserida?

a)

que escola “ideal” queremos para os nossos alunos?

b)

que tipo de cidadão queremos formar?

c)

Que tipo de intervenção poderemos fazer para aproxi- d) mar a realidade do ideal?

Formas de ingresso, classificação e reclassificação.

e)

Frequência e compensação de ausências

f) .

DIAGNóSTICO 7.

Aspectos que devem ser analisados:

Eficiência do processo de ensino-aprendizagem.

a)

Proposta pedagógica da escola.

b)

Administração e gestão financeira da escola.

c)

DESENVOLVIMENTO PEDAGóGICO DA ESCOLA 8.

Processo de avaliação.

a)

Recuperação.

b)

Reforço.

c)

Classes de aceleração.

d)

DIRETOR DA ESCOLA 9.

O papel do diretor.

a)

Programa de desenvolvimento do trabalho do diretor.

b)

As condições de trabalho.

c)

(39)

A sala do diretor.

d)

As propostas do diretor para a construção de uma escola e) democrática.

DESCRIÇÃO DO PRéDIO E INSTALAÇÕES 10.

Sala de aula.

a)

Salas ambiente.

b)

Salas de vídeo e TV.

c)

Sala de professores.

d)

Sala de reuniões.

e)

Biblioteca.

f)

Espaço para aulas de Educação Física.

g)

Conservação do prédio.

h)

Outros.

i)

OBJETIVOS E METAS DA ESCOLA 11.

Objetivo geral.

a)

Objetivos específicos.

b)

ATIvIDADES ExTRACLASSE (PROFESSORES) 12.

Hora da atividade.

a)

HTPC – organização de trabalho pedagógico coletivo, ex- b) plicitando o temário e o cronograma.

Reunião de pais e mestres.

c)

SECRETARIA 13.

Organização.

a)

Secretário:

b)

Atuação e análise de suas atribuições.

Escriturário:

c)

(40)

Serviços realizados na secretaria.

Análise de escrituração.

Livros existentes.

Incineração de documentos.

CONCLUSÃO DO PLANO GESTOR 14.

A conclusão deverá ser pessoal, apontando aquilo que o Pla- no gestor trouxe de benefício para sua vida profissional.

RELATóRIO DE AULA – ROTEIRO (OPTATIvO) 15.

O seu relatório deverá ser claro e abrangente. Se você acom- panha o mesmo professor, o qual desenvolve o mesmo conteú- do em todas as salas, com a mesma metodologia, relate-o apenas uma vez, como, por exemplo: 5ª A, 5ª B, 5ª C, 5ª D e 5ª E.

O roteiro apresentado é optativo. Caso você queira confec- cionar o relatório diferentemente deste apresentado, poderá fazê- lo. No entanto, toda aula assistida, participativa ou regida deverá ter um relatório.

Relatório de Observação ––––––––––––––––––––––––––––––

Data:...

Horário de entrada: ... Horário de saída: ...

Classe: ... Nº. de alunos: ... Idade média dos alunos:...

Nome do(a) professor(a): ...

1. Atividades desenvolvidas:

...

...

...

(41)

2. Comentários (relacionando teorias e práticas observadas):

...

...

––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

Relatório de Participação ––––––––––––––––––––––––––––––

Data:...

Horário de entrada: ... Horário de saída: ...

Classe: ... Nº. de alunos: ... Idade média dos alunos:...

Nome do(a) professor(a): ...

1. Atividades desenvolvidas pelo(a) professor:

...

...

...

2. Atividades desenvolvidas pelo(a) estagiário(a):

...

...

––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

Relatório de Regência –––––––––––––––––––––––––––––––––

Tema de regência:

1. Justificativa da escolha do tema:

2. Objetivos:

3. Metodologia:

4. Conteúdos:

5. Avaliação:

––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

(42)

CONCLUSÃO DOS RELATóRIOS EM SALA DE 16. AULA

A conclusão dos relatórios deverá ser pessoal. nela, você de- verá apontar o que o Estágio acrescentou para a sua vida profissio- nal em termos de ação dentro da sala de aula.

DECLARAÇÕES A SER ENTREGUES NO FINAL DO 17. ESTÁGIO

Você deverá entregar, devidamente preenchidos, juntamen- te com o CD, a Ficha de Estágio e o atestado. Não se esqueça de que todos os documentos deverão ser entregues até o final do cur- so, para efeito de colação de grau.

(43)

A T E S T A D O

Atesto para os devidos fins que o(a) aluno(a) ...

..., RG..., do curso de ...

..., compareceu a este Estabeleci- mento de Ensino, cumprindo um total de ... horas de Estágio Supervisionado, no período de ___/___/____ a ___/____/____.

_______________________________

Diretor(a)

(44)
(45)

EA D Anexos

Os anexos apresentados a seguir destinam-se à orientação dos procedimentos que devem ser adotados durante o Estágio Su- pervisionado.

Procuramos ser objetivos e práticos na apresentação desses conteúdos, buscando atender aos objetivos propostos pela LDB, bem como às normas internas do Claretiano de forma clara e pre- cisa.

ANExO A

Nível da Educação Básica, legalmente aceita para a realiza- ção de Estágios, incluindo todas as áreas que embasam ou envol- vem esses níveis.

CE

(46)

Níveis e modalidades de educação e ensino

A Lei n.º 9394/96,

Art. 21. Define a composição dos níveis escolares.

I – Educação Básica, formada pela Educação Infantil, Ensino Funda- mental e Ensino Médio.

Objetivo da Educação Básica:

Art. 22. – Organização da Educação Básica:

Arts. 23, 24, 25, 26, 27,28.

Da Educação Infantil: Art. 29, 30, 31.

Educação Infantil, que é a primeira etapa da Educação Bási- ca, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de 0 a 5 anos.

Educação Infantil

creches até três anos;

pré-escolas de quatro a cinco anos.

Ensino Fundamental

Arts.: 32, 33, 34 – Objetivo: a formação básica do cidadão.

Ensino Fundamental: de 1° ao 9° ano.

Ensino Médio

Arts.: 35, 36 – Etapa final da Educação Básica, com duração mínima de três anos.

Educação de Jovens e Adultos

Arts. 37, 38 – A educação de jovens e adultos é destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino Fun- damental e Médio na idade própria.

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