CID-10: L00-L99
Taxas de mortalidade padronizadas por Doenças da pele e do tecido celular subcutâneo (por 100 000 habitantes), para o Total, por sexo – 2012
Fonte: INE, Estatísticas dos óbitos por causas de morte.
Em 2012, verificaram-se no país (Total) 89 mortes (todos de residentes no país) devido a Doenças da pele e do tecido celular subcutâneo (L00-L99). Por sexo, registaram-se 37 óbitos de homens e 52 de mulheres. Trata-se de um grupo de causas abran-gendo as idades a partir dos 35 anos, com maior expressão a partir dos 65 anos.
As mortes provocadas por estas causas represen-taram 0,1% da mortalidade no país, tanto em relação ao total de residentes como no referente aos homens e mulheres. Nas regiões do Minho-Lima, Baixo Mondego e Pinhal Litoral, 0,2% do total de mortes resultou destas causas, correspondendo ao valor mais elevado verificado no país. Nas restantes regiões registou-se o valor mais baixo, de 0,1%.
Verifica-se que o maior número de óbitos por este conjunto de causas se observou nas regiões da Grande Lisboa (21,3%) e do Grande Porto (12,4).
Por outro lado, a menor percentagem verificou-se nas regiões de Entre Douro e Vouga, Pinhal Interior Norte, Dão-Lafões, Pinhal Interior Sul, Serra da
Estrela, Beira Interior Norte, Beira Interior Sul, Alentejo Litoral e Alto Alentejo (1,1% em todas).
A relação de masculinidade destes óbitos, para o Total, foi de 71,2 óbitos masculinos por cada 100 femininos. O valor mais elevado deste indicador registou-se na região do Baixo Mondego (500,0) e o mais baixo nas regiões do Pinhal Litoral e do Oeste (33,3).
A idade média ao óbito em 2012, no país (Total), foi de 77,5 anos (75,6 para os homens e 79,0 para as mulheres). A idade média mais elevada foi observada nas regiões do Pinhal Interior Norte, Pinhal Interior Sul e Alto Alentejo (89,0) e a mais baixa registou-se na região do Baixo Mondego (64,2).
No país (Total), a taxa bruta de mortalidade devido a Doenças da pele e do tecido celular subcutâneo, em 2012, foi de 0,8 por 100 000 habitantes (0,7 para os homens e 0,9 para as mulheres). A taxa de mortalidade mais elevada foi atingida na região do
Minho-Lima (2,9). Por outro lado, a taxa de morta-lidade mais baixa foi registada nas regiões de Entre Douro e Vouga, Dão-Lafões e Algarve (0,4).
Para o Total, em 2012, a taxa de mortalidade pa-dronizada para todas as idades foi de 0,5 óbitos por 100 000 habitantes (0,5 para os homens e 0,4 para as mulheres). Os valores mais elevados foram re-gistados nas regiões do Minho-Lima e do Baixo Mondego (1,2) sendo que o valor mais elevado para os homens também se verificou na região do Baixo Mondego (2,1). Para as mulheres, o valor mais elevado foi observado na região do Minho-Lima (1,5).
A taxa de mortalidade padronizada para as idades de 65 e mais anos foi de 3,2 óbitos por 100 000 habitantes (3,2 para os homens e 3,2 para as mulheres).Os valores mais elevados registaram-se na região do Minho-Lima (7,5 para o total de resi-dentes), na região do Pinhal Interior Sul (11,9 para os homens) e na região do Alentejo Litoral (10,4 para as mulheres). Por sua vez, o valor mais baixo foi registado na região do Dão-Lafões (1,1). Por sexo, o valor mais baixo para os homens situou-se na região da Península de Setúbal (1,5), enquanto para as mulheres se posicionou na região do Algarve (1,4).
Para este conjunto de causas, a razão de mortali-dade padronizada mais elevada observou-se na região do Minho-Lima (280,5). Para os homens, o valor mais elevado foi observado na região do Pinhal Interior Sul (402,3) e para as mulheres, o maior valor foi registado na região do Minho-Lima (330,0). Por outro lado, o valor mais baixo (35,9) ocorreu na região do Dão-Lafões. No respeitante aos homens, os valores mais baixos verificaram-se nas regiões do Alentejo (58,0), Algarve (58,8) e do Oeste (74,3), enquanto, para as mulheres, se regis-taram nas regiões do Algarve e do Baixo Mondego (45,5 e 52,4, respetivamente).
Para o Total, no ano em análise, o número de anos potenciais de vida perdidos foi de 185 anos (105 para os homens e 80 para as mulheres). O valor mais elevado foi atingido na região do Baixo Mondego (53) e o mais baixo (3) na Região Autónoma da Madeira.
A taxa de anos potenciais de vida perdidos foi de 2,0 por 100 000 habitantes (2,4 para os homens e 1,7 para as mulheres). O valor mais elevado deste indicador observou-se na região do Alentejo Central (20,6), ao passo que o mais reduzido foi registado na Região Autónoma da Madeira (1,1).
Para o total, a taxa padronizada dos anos potenciais de vida perdidos, em 2012, foi de 1,7 anos por 100 000 habitantes (2,0 para os homens e 1,4 para as mulheres). O valor mais alto registou-se na região do Alentejo Central (17,9) e o mais baixo (1,0) na Região Autónoma da Madeira.
Em 2012, para o Total, o número médio de anos potenciais de vida perdidos foi de 11,6 anos (13,1 para os homens e 10,0 para as mulheres). O valor mais elevado foi atingido na região do Alentejo Central (27,5), enquanto o mais baixo ocorreu na Região Autónoma da Madeira (2,5).
42. Causa de morte: Doenças da pele e do tecido celular subcutâneo (CID-10: L00-L99) Dados e indicadores de mortalidade, Total, 2012
Causa de morte: Doenças da pele e do tecido celular subcutâneo (CID-10: L00-L99)
Total de óbitos (N.º) 89 37 52
Idade média à morte (N.º de anos) 77,5 75,6 79,0
Proporção de óbitos (% em relação ao total de óbitos pela causa para o Total) 0,1 0,1 0,1
Óbitos (N.º) com menos de 65 anos 12 7 5
Óbitos (N.º) com 65 e mais anos 77 30 47
Óbitos (N.º) com menos de 70 anos 16 8 8
Óbitos (N.º) com 75 e mais anos 63 24 39
Taxas de mortalidade padronizadas para todas as idades (por 100 000 habitantes) 0,5 0,5 0,4 Taxas de mortalidade padronizadas com menos de 65 anos (por 100 000 habitantes) 0,1 0,1 0,1 Taxas de mortalidade padronizadas com 65 e mais anos (por 100 000 habitantes) 3,2 3,2 3,2
Taxas brutas de mortalidade (por 100 000 habitantes) 0,8 0,7 0,9
Anos potenciais de vida perdidos (N.º) 185 105 80
Taxa de anos potenciais de vida perdidos (por 100 000 habitantes) 2,0 2,4 1,7 Número médio de anos potenciais de vida perdidos (N.º) 11,6 13,1 10,0 Taxas padronizadas de anos potenciais de vida perdidos (por 100 000 habitantes) 1,7 2,0 1,4