CID-10: C18-C21
Taxas de mortalidade padronizadas por Tumor maligno do cólon, reto e ânus (por 100 000 habitantes), para o Total, por sexo– 2012
Fonte: INE, Estatísticas dos óbitos por causas de morte.
valores mais elevados observaram-se nas regiões do Pinhal Interior Sul, de Entre Douro e Vouga e da Lezíria do Tejo, com valores acima de 186. Ao invés, a relação de masculinidade mais baixa observou-se na região do Dão-Lafões (107,8).
Para o Total, no ano em análise, a idade média ao óbito foi de 74,1 anos (73,5 para os homens e 75,0 anos para as mulheres). A idade média ao óbito mais elevada foi observada na região do Baixo Alentejo (76,5) seguindo-se as regiões do Alto Alentejo (76,3) e do Dão Lafões (76,0). A mais baixa, de 69,5 anos, foi registada na Região Autónoma dos Açores.
No país (Total), a taxa bruta de mortalidade devido a Tumores malignos do cólon, reto e ânus, em 2012, foi de 36,3 óbitos por 100 000 habitantes (44,7 para os homens e 28,6 para as mulheres). Observando--se a distribuição espacial dos óbitos motivados por estas causas, verifica-se que os valores mais elevados foram registados na região da Serra da Estrela (72,1 para o total de residentes nesta região, 89,2 para os homens e 57,0 para as mulheres). Na região da Beira Interior Norte também se registou uma taxa elevada (68,4 para o total de residentes nesta região, 80,4 para os homens e 57,5 para as mulheres).
Em 2012, verificaram-se no país ( Total) 3 813 mortes (3 806 óbitos de residentes e 7 de não residentes) devido a Tumores malignos do cólon, reto e ânus (C18-C21). Por sexo, registaram-se 2 240 óbitos de homens e 1 573 de mulheres. No ano em análise, não se registaram óbitos para as idades entre os 0 e os 14 anos Verifica-se ainda que o número de mortes foi mais elevado a partir dos 45 anos de idade.
As mortes provocadas por estas causas represen-taram 3,5 % da mortalidade no país, observando-se um maior peso na mortalidade para os homens (4,1%). Para as mulheres, este conjunto de causas constituiu 3,0% do total de mortes.
Verifica-se que cerca de 20% dos óbitos por estas causas se observaram na região da Grande Lisboa.
Por outro lado, as menores percentagens de óbitos registaram-se nas regiões do Pinhal Interior Sul (0,6%) e da Serra da Estrela (0,8%).
A relação de masculinidade dos óbitos, para o Total, em 2012, foi de 142,4 óbitos masculinos por cada 100 femininos. Este indicador, no ano em análise, foi sempre superior a 100, indiciando uma sobre-mortalidade para os homens nestas doenças. Os
No ano em análise, para o Total, a taxa de morta-lidade padronizada para todas as idades foi de 21,4 óbitos por 100 000 habitantes (30,0 para os homens e 15,1 para as mulheres). As taxas mais elevadas foram registadas na região da Serra da Estrela (32,9 para o total de residentes, 39,9 para os homens e 29,0 para as mulheres).
A taxa de mortalidade padronizada para as idades inferiores a 65 anos foi de 7,5 óbitos por 100 000 habitantes, ao passo que, para as idades a partir dos 65 e mais anos foi de 133,8. Para este grupo etário os valores mais elevados foram observados na região da Serra da Estrela, com 211,6 óbitos por 100 000 habitantes (296,7 para os homens e 158,0 para as mulheres). Os valores mais baixos foram obtidos na Região Autónoma da Madeira (84,3 para o total de residentes e 43,8 para as mulheres).
As razões de mortalidade padronizada mais elevadas em 2012 registaram-se na região da Serra da Estrela (141,0 para o total de residentes, 140,1 para os homens e 142,3 para as mulheres). Os valores mais baixos observaram-se na Região Autónoma da Madeira (79,3 para total de residen-tes) e nas regiões do Dão-Lafões (79,8 para os homens) e do Pinhal Interior Sul (76,7 para as mulheres).
Para o Total, no ano em análise, o número de anos potenciais de vida perdidos por estas doenças foi de 11 723 anos (6 713 para os homens e 5 010 para as mulheres). As regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto obtiveram o maior número de anos potenciais de vida perdidos (2 130 e 1 403, respe-tivamente).
A taxa de anos potenciais de vida perdidos, para o Total, em 2012, foi de 129,6 por 100 000 habitantes (151,7 para os homens e 108,4 para as mulheres).
Os valores mais elevados observaram-se nas regiões do Pinhal Interior Sul (281,1) e da Cova da Beira (257,3). Os valores mais baixos foram regis-tados nas regiões do Tâmega (80,5) e do Cávado (91,5).
Para o Total, em 2012, a taxa padronizada dos anos potenciais de vida perdidos foi de 109,7 anos por 100 000 habitantes (131,5 para os homens e 90,4 para as mulheres). Os valores mais baixos regista-ram-se nas regiões do Tâmega (75,4) do Pinhal Litoral (81,7), ao passo que a taxa mais elevada foi observada na região do Pinhal Interior Sul (242,3).
O número médio de anos potenciais de vida perdidos por estas causas de morte, para o Total, em 2012, foi de 10,0 (9,2 para os homens e 11,3 anos para as mulheres). O valor mais elevado deste indicador verificou-se na região do Pinhal Interior Sul (16,5) e o mais reduzido na região do Pinhal Litoral (6,4).
8. Causa de morte: Tumor maligno do cólon, reto e ânus (CID-10: C18-C21) Dados e indicadores de mortalidade, Total, 2012 Causa de morte: Tumor maligno do cólon, reto e ânus (CID-10: C18-C21)
Total de óbitos (N.º) 3 813 2 240 1 573
Idade média à morte (N.º de anos) 74,1 73,5 75,0
Proporção de óbitos (% em relação ao total de óbitos pela causa para o Total) 3,5 4,1 3,0
Óbitos (N.º) com menos de 65 anos 776 461 315
Óbitos (N.º) com 65 e mais anos 3 037 1 779 1 258
Óbitos (N.º) com menos de 70 anos 1 171 727 444
Óbitos (N.º) com 75 e mais anos 2 154 1 191 963
Taxas de mortalidade padronizadas para todas as idades (por 100 000 habitantes) 21,4 30,0 15,1 Taxas de mortalidade padronizadas com menos de 65 anos (por 100 000 habitantes) 7,5 9,4 5,9 Taxas de mortalidade padronizadas com 65 e mais anos (por 100 000 habitantes) 133,8 196,8 90,1
Taxas brutas de mortalidade (por 100 000 habitantes) 36,3 44,7 28,6
Anos potenciais de vida perdidos (N.º) 11 723 6 713 5 010
Taxa de anos potenciais de vida perdidos (por 100 000 habitantes) 129,6 151,7 108,4
Número médio de anos potenciais de vida perdidos (N.º) 10,0 9,2 11,3
Taxas padronizadas de anos potenciais de vida perdidos (por 100 000 habitantes) 109,7 131,5 90,4