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4.3 Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Ação Ordinária nº 0077327-79.2016.4.01

0042044-33.2016.8.06.0001) e Valores, bens ou direitos

envolvidos A medida cautelar preparatória engloba: (i) Pecém I e II: suspensão por 120 dias de qualquer atividade de descarregamento pela correia transportadora; (ii) Estado do Ceará e SEMACE: suspensão da instalação de novas correias transportadoras até que seja comprovado, por meio de perícia, que os requisitos técnicos para controle dos danos ambientais são atingidos; (iii) BNDES: suspensão de qualquer repasse de recursos para aquisição de novas correias; e (iv) SEMACE: suspensão dos efeitos da Licença de Operação da Correia de Pecém por 120 dias, bem como todos os procedimentos de licenciamento ambiental de novas correias.

f. Principais fatos Ação ajuizada em razão de supostos problemas ambientais identificados pelo MPF na correia transportadora de Pecém. Proferida sentença que declarou a ilegitimidade ativa do MPF para ajuizar a ação e incompetência absoluta da justiça federal para julgar a demanda e, após, determinou a remessa dos autos à justiça estadual. Em 31 de julho de 2014, foi proferida sentença que manteve a decisão embargada que declarou a incompetência da justiça federal para julgar a causa e a ilegitimidade do MPF para ajuizar a ação. Em 4 de novembro de 2014, o MPF interpôs apelação contra a sentença com relação ao pedido em face do BNDES, alegando interesse da União em assegurar a adequada destinação de recursos. Foi proferido acórdão em 15 de dezembro de 2015, negando provimento ao recurso de apelação. Autos baixados para a 1ª instância e entregues à 1ª Vara Federal em 21 de março de 2016. Autos remetidos ao Juízo competente em 25 de julho de 2016, sendo atribuída nova numeração: 0042044-33.2016.8.06.0001. Autos conclusos. Em 31 de março de 2017, o processo permanece no mesmo status.

h. Chance de perda Possível

i. Análise do impacto em caso de

perda do processo Não há como mensurar o real impacto, em caso de perda, na situação financeira e patrimonial da Companhia, tendo em vista a natureza da causa. Sem prejuízo de tal fato, a Companhia entende ser o processo relevante por conta da complexidade e/ou relevância da matéria discutida.

Ação Civil Pública nº 0015129-13.2015.4.01.3700 (nova numeração: 0000531-11.2016.8.10.0119) a. Juízo 8ª Vara Federal da Seção Judicial do Maranhão / Vara Única de Santo Antônio

dos Lopes

b. Instância 1ª instância

c. Data de instauração 27/03/2015

d. Partes do Processo Autor: MPF e MPE

Rés: Eneva (Parnaíba) / Estado do Maranhão / ANEEL

e. Valores, bens ou direitos

envolvidos A ação civil pública engloba: (i) a realocação imediata dos moradores da Comunidade da Demanda em razão dos impactos ambientais e sociais causados pelo Complexo Parnaíba, (ii) a inclusão de novas famílias no programa, (iii) a conclusão do reassentamento em 180 dias, e (iv) a suspensão das licenças ambientais e dos contratos de energia em caso de descumprimento de tais pedidos.

g. Principais fatos Ação ajuizada em razão de supostos impactos ambientais e sociais no Complexo do Parnaíba, referentes aos moradores da Comunidade da Demanda. Em 14 de abril de 2015, a Companhia apresentou manifestação contra a liminar e, em 11 de maio de 2015, apresentou a contestação. Em 8 de junho de 2015, foi publicado despacho, no qual o juiz acolheu uma das proposições da Companhia e determinou a realização de audiência preliminar de conciliação, com o objetivo de alcançar um acordo com relação ao cronograma de implantação do reassentamento. Foi realizada audiência, na qual foram apresentados parecer técnico do MPF e auto de infração (nº 970/2015) com o mesmo objeto no valor de R$ 10 milhões, emitido pela SEMA. A audiência foi concluída em 2 de setembro de 2015, ocasião em que não houve conciliação. Foi proferida decisão declinando da competência e determinando a remessa dos autos para a Comarca de Santo Antônio dos Lopes, no Estado do Maranhão. Em 13 de janeiro de 2016, o MPF interpôs agravo de instrumento, no entanto, o juiz manteve a

4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

Ação Civil Pública nº 0015129-13.2015.4.01.3700 (nova numeração: 0000531-11.2016.8.10.0119)

decisão agravada. Autos remetidos ao Juízo competente em 11 de maio de 2016 com nova numeração: 0000531-11.2016.8.10.0119, na Vara Única de Santo Antonio dos Lopes, que designou audiência de conciliação para o dia 9 de março de 2017, a qual foi suspensa para manifestação das partes sobre a proposta de inclusão de novas famílias no programa de reassentamento.

h. Chance de perda Possível

i. Análise do impacto em caso

de perda do processo Não há como mensurar o real impacto, em caso de perda, na situação financeira e patrimonial da Companhia, tendo em vista a natureza da causa. Sem prejuízo de tal fato, a Companhia entende ser o processo relevante por conta da complexidade e/ou relevância da matéria discutida.

Ação Civil Pública nº 20676-97.2016.4.01.3700 a. Juízo 8ª Vara Federal da Seção Judicial do Maranhão

b. Instância 1ª instância

c. Data de instauração 24/06/2016

d. Partes do Processo Autor: MPF

Rés: Itaqui Geração de Energia S.A e IBAMA

e. Valores, bens ou direitos

envolvidos Taxa de emissão de efluentes atmosféricos da usina de Itaqui.

f. Principais fatos Ação Civil Pública ajuizada por suposta alteração indevida de licença ambiental promovida pelo IBAMA para burlar condicionantes de monitoramento dos efluentes atmosféricos gerados pela usina de Itaqui, gerando o aumento dos limites de poluentes. Pedidos: (i) antecipação de tutela para suspender os efeitos da ampliação dos limites de poluentes concedida pelo Ibama a Itaqui; (ii) antecipação de tutela para que Itaqui corrija o seu limite de poluentes emitidos, inclusive com instalação de equipamentos que auxiliem na redução; (iii) nulidade da alteração realizada pelo IBAMA; (iv) obrigação de fazer à Itaqui para que proceda às mudanças necessárias que reduzam o limite de poluentes emitidos; e (v) fixação de multa a ser aplicada ao IBAMA e Itaqui por descumprimento. Em 11 de julho de 2016, Itaqui protocolou sua manifestação sobre o pedido liminar do MPF. Proferida decisão que deferiu o pedido liminar do MPF para determinar a suspensão dos efeitos da ampliação dos limites de poluentes concedida pelo Ibama a Itaqui e que Itaqui proceda às mudanças necessárias para se adequar aos novos limites. Em 29 de novembro de 2016, o Ibama apresentou sua contestação. Em 08 de fevereiro de 2017, o Ibama apresentou petição, solicitando a dilação do prazo para análise do relatório de Itaqui por mais 15 dias. Contra a decisão que suspendeu os efeitos da ampliação dos limites de poluentes concedida pelo Ibama a Itaqui, esta interpôs agravo de instrumento, no qual foi proferida decisão que deferiu o pedido liminar e restabeleceu os efeitos da 1ª Retificação da Licença Operacional enquanto não são concluídas as análises de emissões pelo IBAMA. Em 25 de janeiro de 2017, foi protocolado pela Companhia relatório de emissões no Ibama.

Contra a decisão que deferiu o pedido liminar do MPF para determinar a suspensão dos efeitos da ampliação dos limites de poluentes concedida pelo Ibama a Itaqui, o MPF interpôs agravo de instrumento para determinar que Itaqui proceda às mudanças necessárias para se adequar aos novos limites. Agravo distribuído ao Des. Souza Prudente. Em 31 de março de 2017, o processo permanece no mesmo status.

g. Chance de perda Possível

h. Análise do impacto em caso de perda do processo

Não há como mensurar o real impacto, em caso de perda, na situação financeira e patrimonial da Companhia, tendo em vista a natureza da causa. Sem prejuízo de tal fato, a Companhia entende ser o processo relevante por conta da complexidade e/ou relevância da matéria discutida.

Procedimento Administrativo nº 02001.001641/2012-49

a. Juízo IBAMA/MA

b. Instância Processo Administrativo

4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes

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