Ação Ordinária n° 56457-18.2013.4.01.3400
a. Juízo 22ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal
b. Instância 2ª instância
c. Data de instauração 02/10/2013
d. Partes do Processo Autora: Pecém II Geração de Energia S.A.
Réu: Agência Nacional de Energia Elétrica (“ANEEL”) e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (“CCEE”)
e. Valores, bens ou direitos
envolvidos R$84.747.581,15 (em 31 de março de 2017)
Declaração de operação comercial de Pecém II e recebimento da receita fixa referente aos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (“CCEARs”) firmados no âmbito do 7º Leilão para Compra de Energia Elétrica de Novos Empreendimentos de Geração.
f. Principais fatos
Publicada sentença de procedência, em 11 de novembro de 2014, determinando que a ANEEL e CCEE passassem a efetuar o pagamento das receitas fixas previstas no CCEAR, em favor da Autora, inclusive as vencidas, desde 1º de julho de 2013, sem a contrapartida de adquirir lastro. A tutela antecipada restou confirmada em 2ª instância. Em 17 de dezembro de 2014, 7 de janeiro de 2015 e 26 de março de 2015, foram interpostas apelações pela Autora, ANEEL e pela CCEE, respectivamente. Em 7 de outubro de 2015, foram protocoladas as contrarrazões da Autora às apelações da CCEE e ANEEL, distribuídas ao Des. Souza Prudente. Aguarda-se o julgamento. Em 31 de março de 2017, o processo permanece no mesmo status.
g. Chance de perda Remota.
h. Análise do impacto em caso
de perda do processo Em caso de perda do processo, a Autora não receberia o valor a título de receita fixa no período de 1º de julho de 2013 a 18 de outubro de 2013, no valor de R$84.747.581,15
Ação Ordinária n° 0000184-82.2014.4.01.3400 a. Juízo 15ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal
b. Instância 2ª instância
c. Data de instauração 07/01/2014
d. Partes do Processo Autoras: Itaqui Geração de Energia S.A. e Porto do Pecém Geração de Energia S.A. (“Porto Pecém”)
Ré: Agência Nacional de Energia Elétrica (“ANEEL”) e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (“CCEE”)
e. Valores, bens ou direitos
envolvidos R$1.205.419,49 (Valor da causa indicado pelo autor atualizado até 31 de março de 2017). Trata-se de ação ordinária com pedido de antecipação de tutela a fim de que a ANEEL se abstenha de calcular a indisponibilidade das usinas autoras com base nas horas (evitando, consequentemente, que as demandantes tenham que suportar qualquer obrigação de pagar, ou de receber receitas com desconto, com base em cálculo das indisponibilidades permitidas à base horária), garantindo- lhes a aferição em linha com o disposto na Resolução 169 da ANEEL (“ADOMP”). Além disso, as autoras objetivam (i) a declaração da ilegalidade da forma de contabilização da indisponibilidade das usinas autoras à base horária (ou qualquer outra senão aquela prevista na Resolução nº 169/2005 da ANEEL); (ii) o reconhecimento da correção da apuração levando-se em conta a média dos últimos 60 meses; e (iii) a condenação da ANEEL a para determinar à CCEE que promova os cálculos das indisponibilidades com base na média dos últimos 60 meses, inclusive de forma retroativa.
f. Principais fatos
Em 11 de agosto de 2014, foi proferida sentença que julgou a ação parcialmente procedente para determinar que a ANEEL se abstenha de calcular a indisponibilidade das usinas autoras com base horária, com reflexo nas receitas e cobranças daí decorrentes, aplicando-se a média móvel dos últimos 60 meses, nos termos do artigo 5º, parágrafo único, III, da resolução 169/2005. Em 1º de
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
setembro de 2014, as Autoras interpuseram apelação contra a decisão para reformar parcialmente a sentença de modo a condenar a ANEEL a determinar a CCEE que promova os cálculos das indisponibilidades com base na média dos últimos 60 meses, inclusive de forma retroativa e em 9 de outubro de 2014, a ANEEL interpôs apelação pretendendo a reforma integral da sentença para que a ação seja julgada improcedente. Em 13 de novembro de 2014, houve remessa dos autos ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região onde ambas as apelações foram distribuídas por prevenção ao Des. Daniel Paes Ribeiro e aguardam julgamento. Em 31 de março de 2017, o processo permanece no mesmo status.
g. Chance de perda Remota
h. Análise do impacto em
caso de perda do processo Caso haja decisão desfavorável, a CCEE calculará o valor de ressarcimento por indisponibilidades considerando dois critérios: a) a média móvel dos últimos 60 meses; e b) apuração horária das indisponibilidades. Assim, realizado tal cálculo, as Autoras deverão efetuar o pagamento da diferença de ressarcimento apurado entre essas duas metodologias, observado que as Autoras já realizaram o pagamento do ressarcimento com base na média móvel dos 60 meses. Na referida fase em que se encontra processo, não é possível apurar com precisão quais os valores envolvidos, e, por conseguinte o valor a ser desembolsado em caso de decisão desfavorável, poderá ser significativamente superior ao valor da causa acima exposto.
Dessa forma, não é possível apurar de forma precisa o eventual impacto financeiro que o mesmo possa ter sobre a situação financeira da Companhia, no caso de decisão desfavorável. Sem prejuízo de tal fato, a Companhia entende ser o processo relevante por conta da complexidade e/ou relevância da matéria discutida.
Não obstante, considerando que o caso foi pacificado no âmbito administrativo/regulatório no sentido de reconhecer o direito dos empreendimentos vencedores do leilão de 2007 ao cálculo do ressarcimento pela média móvel dos 60 meses, e não conforme a base horária, é remota a chance de devolução do valor de ressarcimento.
Ação Ordinária n° 0043145-38.2014.4.01.3400 a. Juízo 7ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal
b. Instância 2ª instância
c. Data de instauração 24/06/2014
d. Partes do Processo Autoras: Pecém II Geração de Energia S.A (“Pecém II”); Parnaíba I Geração de Energia S.A. (“Parnaíba I”); e Parnaíba III Geração de Energia S.A. (“Parnaíba III”)
Ré: Agência Nacional de Energia Elétrica (“ANEEL”)
e. Valores, bens ou direitos
envolvidos R$1.224.134,31 (Valor da causa atualizado até 31 março de 2017).
Trata-se de ação ordinária com pedido de antecipação de tutela a fim de que a ANEEL se abstenha de calcular a indisponibilidade das usinas autoras com base nas horas (evitando, consequentemente, que as demandantes tenham que suportar qualquer obrigação de pagar, ou de receber receitas com desconto, com base em cálculo das indisponibilidades permitidas à base horária), garantindo-lhes a aferição em linha com o disposto na Resolução 169 da Aneel (“ADOMP”). Além disso, as autoras objetivam (i) a declaração da ilegalidade da forma de contabilização da indisponibilidade das usinas autoras à base horária (ou qualquer outra senão aquela prevista na Resolução nº 169/2005 da ANEEL); (ii) o reconhecimento da correção da apuração levando-se em conta a média dos últimos 60 meses; e (iii) a condenação da ANEEL para determinar à CCEE que promova os cálculos das indisponibilidades com base na média dos últimos 60 meses, inclusive de forma retroativa.
f. Principais fatos
Em 9 de setembro de 2014, foi proferida sentença que julgou procedente a demanda, bem como concedeu a antecipação de tutela requerida pelas Autoras. Em 3 de outubro de 2014, a ANEEL interpôs apelação. Em 31 de agosto de 2015, contrarrazões das Autoras à apelação da ANEEL foram apresentadas (Relator: Kassio Nunes Marques). Aguarda-se o julgamento da apelação. Em 31 de março de 2017, o processo permanece no mesmo status.
g. Chance de perda Remota