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Eletri idade proveniente de parques CSP no total de onsumo de eletri idade

A tabela anterior é reveladorada esperança quese depositanesta te nologia omo uma alter-

nativa viável aos ombustíveis fosseisbem omo uma feroz on orrente aos tradi ionaissistemas

Opresente apítulo pretendedara onhe er asdiferentes onguraçõespossíveisde sistemasfo-

tovoltai os: isolados, híbridoseligados àrede. Como men ionadoneste do umento, osprimeiros

sistemasaseremutilizadosforamosisolados. Comoaperfeiçoamentodate nologiaedepolíti as

adotadaspelas entidadesgovernamentais, omeçaramasurgirosprimeirossistemas one tadosà

redeesistemashíbridos.

2.6.1 O equipamento

Painel Solar Os módulos podem ser ligados em série ou em paralelo. Ligando em série, a

onexãoé realizada ligandoopólo positivode um módulo ao pólo negativodo seguinte e assim

su essivamente. A orrentetotaldo onjuntoéigualà orrentedeummódulo,porématensãodo

onjuntoéigualàsomadatensãode adaumdosmódulosdo onjunto:

I

total

= I

1

= I

2

= ... = I

n

V

total

= V

1

+ V

2

+ ... + V

n

Poroutro lado,naligaçãoem paralelo, aligação dosmódulos éefetuada ligandoopólopositivo

de um módulo om o positivo do módulo seguinte e a saída é feita ligandoo pólo positivo e o

negativodo último modo do onjunto emparalelo. A orrente totaldo onjunto éigual àsoma

das orrentesdetodososmódulosinterligadoseatensãodo onjuntoéigualàtensãode adaum

dosmódulosdo onjunto:

I

total

= I

1

+ I

2

+ ... + I

n

V

total

= V

1

= V

2

= ... = V

n

Onúmerodemódulosquepodem serligadosem adaumdosdoistiposestádependentedotipo

demóduloutilizadoedagamadetensãoqueoinversores olhidoparaosistemapermita.

Inversor Oinversorde orrente ontínuapara orrentealternadaéoequipamentoresponsável

por efetuar a onversão de, omo o nome indi a, de uma orrente ontínua para uma orrente

alternada omsin ronismode tensãoe frequên iaporformaa poder alimentarosequipamentos

(em asaamaiorpartedosnossoseletrodomésti ossãodotipoAC).Sãotambémne essáriospara

ligaruma instalaçãofotovoltai aàredeelétri a. Deseguida éapresentadoodiagrama deblo os

(b)Diagramablo osinversordedoisandares

Figura2.19: Diagramadeblo osdeinversorespara onexãoàrede

O onversorDC-DC queé apresentado na Figura 2.19bé utilizadoquando se pretendeelevaro

níveldetensãoforne idopelastring(oupainelindividual)fotovoltai o,podendoeste onversorser

retiradoquandonãoéne essáriaestafunção(2.19a).

Figura2.20: Exemplosdeinversoresexistentesnomer ado

Estrutura de Suporte São onstruidos em material resistente a ações do vento de até 140

km/heemmaterialresistenteà orrosão,tal omoaçogalvanizadoaquentee/oualumíniosendo

normalmenteunidos porintermédiodeparafusos ompor as,porformaaevitarefeitosdadegra-

daçãoporexposiçãoàintempérie.

2.6.2 Sistemasautónomos

Sistemasautónomossãosistemasdeproduçãoede onsumodeenergiaelétri asemligaçãoàrede

públi a. Ossistemasautónomos/isoladosforamoprimeiro ampodeoperaçãoe onómi adossis-

temasFV.É omumen ontrarestetipodesistemasondenãoseveri aaexistên iaalimentação

daenergiaporpartedarede(exemplodistosãoaszonasrurais). Este tipode sistemastêmjá, e

poderãodesempenharaindamaisnostempospróximosumpapelfundamental paraaintrodução

mundoexistemaproximadamentemaisde1,3 biliõesdesereshumanossem a essoaeletri idade.

Assituaçõesmais ríti assãonaÁfri asubsarianaregiãosituadaasuldoSara,enaÁsiasubde-

senvolvida-querepresentam95%dapopulaçãomundialqueaindavivenoes uro. Aremanes ente

população, segundoomesmo estudo,en ontra-se on entrada em áreasrurais. A apa idadede

armazenamento dos sistemas isoladosé bastante importante poisaenergia produzida que não é

ne essáriaduranteodiaéarmazenadaparaserutilizadanosperíodosemquenãoexisteprodução.

Estetipodesistemas temoseguinteprin ípiodefun ionamento: aproduçãoobtidapelosistema

fotovoltai o é utilizada para forne er energia à instalação a qual se en ontra ligada permitindo

ao utilizador  ar isolado da rede aso oseu onsumo seja inferior ao produzido pelo sistema

fotovoltai oe asoaenergia onsumidasejainferioràproduzidapodevendê-laaodistribuidorde

energia, aso não disponha de um sistema de armazenamento de energia (baterias). Durante a

ausên iadeproduçãodeenergiaouem asodeinsu iên ianageração,poderá onsumirex lusi-

vamente aenergiaforne idapelo distribuidordeenergia. Desta forma,a ontribuição daenergia

solarreduzos ustosdafaturaelétri aparaoproprietáriodosistema,enquantoqueaeletri idade

ex edente podeservendida àrede, ontribuindoassimparaoforne imentode energiaà omuni-

dadeondeseen ontrainserido. Oesquema seguinte,emdiagramade blo os, representaomodo

defun ionamentodeumsistemahíbrido.

Ossistemasligadosàredededistribuiçãosãomaissimplesemaisbaratosparaamesmapotên ia

, omparativamenteaossistemasisolados,pelofa todedispensarem asbateriasdea umuladores.

Osinversorespara ligação àredetêm ara terísti as espe i asao nívelda segurança,pois aso

hajauma quebradetensãoporpartedarede,oinversoréautomati amentedesligadoporforma

aevitarainjeção deenergianessas ir unstan ias.

Existem sistemas onetados àrede desde ospou os kW (mi ro geração) até a grandes sistemas

de produção, na ordem dos MW. Por este fa to, em ambiente domésti o terão de existir dois

ontadores de energia: o ontador de injeção na rede (produtor) e o ontador da re eção (do

onsumidor), omosepodeverpelaFigura2.23[12℄.

3.1 ANÁLISE ENERGÉTICA

NaUnião Europeia, Portugalé, depois daGré ia e daEspanha, opaís om maiorpoten ialde

aproveitamento de energiasolar. Com mais de 2300 horas/ano de insolação na Região Norte e

3000horas/anonaRegiãoSul[20℄,onossopaísdispõedeumasituaçãoprivilegiadaparaodesen-

volvimentodestetipodeenergia,quenãosetemnoentanto,veri ado. Porrazõesgeográ as,os

prin ipaispaísesprodutoresen ontram-selo alizadosemlatitudesmédiasealtas. Omaiorprodu-

tormundialéaAlemanha( om5,4GWpinstalados),seguidodaEspanha(3,3GWp),Japão( om

2GWp)eEstados Unidos(1,2GWp)[21℄. Apesardapresentemassi açãodestate nologia,são

diversasasadversidades/entravesque pesam nomomento deinvestirno se torfotovoltai o. Um

avultadoinvestimentoini ial,insu iên ia/faltadeadequabilidadedosin entivosquetêmvindoa

seratribuídos, arên iaderegulamentaçãoespe í aenormasdequalidadeapli adasaosinstala-

doreseaosequipamentossãoalgunsdos ontratemposen ontrados,oquenaturalmentedi ulta

odesenvolvimento de apli ações fotovoltai as no nosso país. Até nais da dé ada de 90 (1997)

não existiamregistos do númerode instalaçõesfotovoltai as existentes, porinexistên ia de uma

entidade om essa nalidade. Pela Figura 3.1, veri a-se que a implementação destes sistemas,

entre osanos de1992 e2004,sedestinavam quaseex lusivamenteàslo alidadesrurais(sistemas

domésti os),easistemasnãodomésti os,tais omosistemasdetele omuni ações,bombagemde

águaeiluminação[22℄ .

Figura3.1: Primeirasapli açõesdossistemas fotovoltai osemPortugal(1992-2004)

Éfa ilmente observávelum res entenúmerode sistemas one tadosàredede distribuição,bem

omooaumentodeapli açõesdestinadasàsistemasquerdomésti osquernãodomésti os. Estaé,

aliás,umatendên iaqueaindaseveri anosdiasdehoje: 52%dossistemasinstaladosen ontram-

seasso iadosaose tordomésti oe20%nose tordosserviços(sobretudonaáreadastele omuni-

ações).

Nose tordomésti o,ossistemasfotovoltai ossãobastanteúteis,poisdãooseu ontributoaosedi-

fí iosatravésdaalimentaçãodossistemasdeiluminaçãoedeventilação.Em1991oabaste imento

deenergiaprimáriadePortugaldependiadoexteriorem er ade88%esóopetróleo(totalmente

importado)representava er ade71%do onsumodeenergiaprimária. Aeletri idadedeorigem

hídri aeresíduosorestais(in luindoosresíduosvegetais)eramasduasúni asfontes deenergia

que se pretende reduzir drasti amente nos próximos anos [21℄. De fa to, esta é uma tendên ia

quese tem vindo a repetir ano após ano. Na Figura 3.2, aseguir apresentada, veri amos que

o onsumodeenergiaem Portugalsemantémhistori amente esistemati amentemuitoa ima da

médiaeuropeia,apenassendoultrapassadonospaísesapresentadospeloLuxemburgo.

Figura3.2: Dependên iaenergéti adospaísesdaUE (1998-2009)(adaptadode[23℄)

Dea ordo oma DiretivaComunitáriarelativa àprodução deenergiaelétri aapartir defontes

renováveis,aproduçãoem2010,deenergiaelétri aapartirdefontesrenováveisquenãoaenergia

eóli aeasmini-hídri asem Portugal,deveriatersidode1200MW. Ataxade res imentoanual

deste se tor (fotovoltai o) está presentemente situadaem 25%, oque representa que no ano de

2010,Portugal onseguiuuma ontribuiçãode er ade10MWp[24℄. Comopodemosobservarna

Figura3.3,atendên ia paraain orporaçãode energiasdefontes alternativastemaumentadode

AindanoseguimentodaDiretivaComunitária,atítuloindi ativo,Portugalapresentouo ompro-

missodeter omo meta noano de2010, 39%de energiaelétri aproduzidaapartirde fontesde

energiarenováveis,no ontextodo onsumobrutona ionaldeeletri idade. Apesardesetratarem

de objetivos muito ambi iosos, dados da REN relativos a2010 eviden iam que 34% da energia

produzidaemterritórioportuguês,éprovenientedePRE(produçãoderegimeespe ial)oqueére-

veladordoesforçoquetemvindoaserdesenvolvidoaoníveldaproduçãoenergéti a[24℄. Segundo

dadosretiradosde[27℄,Portugaltinha instalado,nonal de2009,102MWdepotên iainstalada

eminstalaçõesfotovoltai as.

3.1.1 Evoluçãodo númerode instalações em Portugal

AFigura 3.4,apresentada deseguida,revela onúmerode novosregistosporregiãodopaís, soli-

itadosaolongodosúltimos anos(2008a2011)desdeque[25℄foi riado paraoefeito. Osdados

relativosa2012nãoforamin luídos vistoque apenasseen ontramdisponíveisdadosatéaomês

PelaFiguraapresentada,éobservávelumaumento onsideráveldonúmerodeinstalaçõesregistadas

noprogramademi ro-geração riadopelogovernoportuguês. Oslo aisondeseregistouummaior

númerodeinstalaçõesforamBraga, Lisboa ePorto. Éde salientar quesãooslo ais ondeexiste

uma maior densidade popula ional (311

hab/km

2

, 773

hab/km

2

e743

hab/km

2

respetivamente)

e que se en ontram lo alizados junto ao litoral e são onsiderados os grandes entros/motores

AFigura3.5representaapotên iaa umuladainstaladaemsistemasdemi ro-geraçãofotovoltai a,

noperíododetempo ompreendidoentre 2008e2011,segundodadosforne idospor[25℄.

Figura3.5: Potên iainstaladaa umuladaeminstalaçõesdemi ro-geraçãofotovoltai a

Pela análise da Figura 3.5, os lo ais onde foram instalados um maiornúmero de instalaçõesfo-

tovoltai assituam-sejunto aomare nosgrandes entros urbanos. Apesar deseralgoexpe tável

devidoàmaiorindustrializaçãodestasregiõeseaumapopulaçãonumerosa,veja-se,atítuloexem-

pli ativo,aregiãodeBeja,umdoslo ais ommaioríndi edeexposiçãosolardonossopaíse om

umaáreasensivelmente250% maiorqueodistritodeBraga. Contudo,apresentaapenas 30%da

potên iainstaladaemsistemasdemi ro-geraçãofotovoltai a omparativamente omestazonado

país,oqueéreveladordodesaproveitamentodopoten ialenergéti odisponívelnonossoterritório.

Segundoosdadosdisponíveisem [25℄,en ontram-se registadas 19682unidades deinstalaçõesde

fotovoltai o ao abrigo da mi ro produção , perfazendo uma potên ia instalada em sistemas de

Veri a-seumaumento onsideráveldaenergia om origemfotovoltai aapartir de2007/2008o

que oin ide om oini io doprogramade mi ro geraçãode Portugal. Esta res ente integração

resultadoaumentodesistemasfotovoltai osligadosàredeelétri aemPortugal,queseapresenta

naFigura3.6.

Figura3.6: Potên ia omorigemnofotovoltai o onetadaàrede(adaptadode[24℄)

Também aquiseveri aumgrandeaumento anoapósano,oqueserevelaumbomindi adorda

re etividadequeestessistemasestãoaterbem omoa apa idadequearedetemparaaabsorver

3.2.1 Evoluçãodo usto da te nologiafotovoltai a

O ustodeinvestimento emsistemasfotovoltai osénormalmente expressoem ustoporwattde

pi o(¿/Wp). Emtermos históri os, o preçodos módulos fotovoltai os tem vindoa de res er a

umritmo onsiderável. ComosepodevernaFigura3.7, querepresentaa urvadepreço/volume

devendas,observa-sequeestatemumain linaçãofran amentedes endente,sofrendoopreçodos

módulosfotovoltai osumareduçãode20% adavezqueavolumedevendasdobraoseuvalor[26℄.

Estades idatemvindoasera entuada adavezmaisdevidoaoapare imentodenovaste nologias

quelevaàquedadepreçodassuasante essoras,oaperfeiçoamento daslinhasdeprodução edas

té ni asdefabri odestetipodete nologia,oapare imentode diversosfabri antesedoefeito da

natural on orrên iaaqueestáasso iadaessamultipli açãodeoferta.

Figura3.7: Evoluçãodo ustodemódulosfotovoltai os[26℄

Relativamenteàtendên iadospreçosdosdiferentes omponentesdesistemasfotovoltai os,éapre-

O ustodosistema ompletoen ontrava-se,àdatade2009,entre4e8USD/Wp(aproximadamente

3e7¿/Wp)[27℄. Veri ou-seumagrandediminuiçãonoespaçodeuma dé ada,oqueeviden ia

aevolução destate nologia. Embora o usto dosequipamentos de interfa e eregulaçãopossam

variarmuito, tal omoos ustosde instalação, emtermos médios, er ade 60%doinvestimento

totaléreferenteaospainéissolaresin luindo-se novalorremanes enteo ustodoequipamentode

regulação,de ontrolo,eletri açãoe ustosadministrativos.

3.2.2 Legislação etarifas emPortugal

Comopassar dos anos, foramdiversos osplanos propostospelo governo portuguêsporforma a

tornare onomi amente viável este tipode te nologiapara ospequenos produtores. De seguida

referem-sealguns omoosmaisimportantes paraoimpulsionardestate nologiaemPortugal.

ProgramaE4 AsaçõesemetasprevistasnoâmbitodoProgramaE4,ResoluçãodoConselho

deMinistros Nº154/2001,de 27/11,organizam-senum ontextode uma estratégiana ional que

passapelasfontesdeenergiarenovável(FER),porformaa onseguiratingir omsatisfaçãoosdesa-

osqueoPaíssepropsaatingir,nomeadamentenoqueserefereàdupli açãodadisponibilidade

depotên iaede energiaelétri ade origemrenovável,num períodode 10a 15anos. Dentro das

medidasprevistaspeloE4édedesta arona ionalinteressenoâmbitodate nologiafotovoltai a,a

importân iadaagilizaçãodoa essoein entivoaorápidodesenvolvimentodaproduçãodeenergia

elétri aapartirdasFER,apromoçãodasFER ompoten ialamédioprazo( omdestaquepara

aenergiafotovoltai a)eumaparti ularatençãoàmi ro-geraçãodeeletri idadeapartirdaenergia

tros,revogouaResoluçãodoConselhodeMinistrosNº154/2001,de19deOutubro,queaprovouo

ProgramaE4. Nestedo umento,oGovernoPortuguêsdeniuqueapolíti aenergéti aPortuguesa

assentavaem três eixos estratégi os, e num dosquais sedesta avaane essidade de assegurar a

segurançadoabaste imentoNa ionalefomentar umdesenvolvimentosustentável. Ameta de50

MWtraçadapelo E4paraaáreadaenergiafotovoltai a,foiampliadapara150MW.

DiplomasPubli ados Entreosdiplomasjápubli adosemPortugal omespe ialinteressepara

aproduçãodeenergiaelétri aapartirdasFER,e omespe ialinteressenoâmbitodeintervenção

dopresentedo umentoproduçãodeenergiaelétri aapartirdesistemasfotovoltai os,temosos

seguintesDe retosLeiePortariasmaissigni ativos.

De reto-Lei313/95de24 de Novembro Estabele enoâmbitodoSEI,oregimejurídi o do

exer í iodeatividadedeproduçãodeenergiaelétri aemaproveitamentoshidroelétri o,bem omo

daproduçãodeenergiaelétri aapartirdasFER.

De reto-lei Nº 168/99 de 18 de Maio: Revêo regime apli ável àatividade de produção

deenergia elétri a,noâmbitodo SistemaElétri o Independente (SEI), baseadonautilização de

re ursosrenováveis. A presente legislação estabele eu uma tarifa diferen iada paraa entrega de

energiaelétri anaredepúbli adedistribuição. Regulaaatividadedeproduçãodeenergiaelétri a

integradanostermosdoDe reto-Leinº182/95,de27deJulho.

De reto-LeiNº312/2001de10deDezembro Vemdenironovoregimedegestãoda apa-

idadedere eçãodeenergiaelétri anasredesdoSistemaElétri odeServiçoPúbli o,proveniente

de entrosele troprodutoresdoSistemaElétri oindependente.

De reto-LeiNº 339 - C/2001de 29 de Dezembro AtualizouoDe . LeiNº168/99de18

deMaio,quedeneoregimeapli ávelàremuneraçãodaprodução deenergiaelétri a,noâmbito

daproduçãoem regimeespe ialdoSistemaElétri oIndependente (SEI).

ATarifaverde,que onsideraumamais-valiaemfunçãodosbenefí iosambientaispropor ionados,

determinauma tarifa diferen iada positiva, noque respeita àremuneraçãodo kWh produzido a

partirdefontesrenováveisvendidoàredeelétri apúbli a.

De reto-Lei nº68/2002 de 25 de Março Regula oexer í io da atividade de produção de

aalgunsajustamentos naportaria Nº198/2001,de 13de Março,que riouaMedidadeApoio

aoAproveitamentodoPoten ialEnergéti oeRa ionalizaçãodeConsumos (MAPE),porsuavez

jáalteradapelaPortaria Nº1219-A/2001,de23deOutubro. É denidoumregimedein entivos

nan eirosnum ontextodeatribuiçãodesubsídiosreembolsáveiseafundoperdido, onsiderando

omo elegíveisos projetos relativosa entros de produção de energiaelétri a om utilização de

fontesrenováveis. Estamedida,inseridanoeixo2doProgramaOpera ionaldaE onomia(POE)

doQCAIII,esteveemvigornoperíodode2000a2006.

PortariaNº764/2002de 1Julho Estabele eostarifáriosapli áveisàsinstalaçõesdeprodu-

çãodeenergiaelétri aembaixatensão,li en iadasaoabrigodoDe .LeiNº68/2002.

De reto-Lei Nº 34/2011 de 8 de Março Paraa produção de energia elétri aapartir das

fontes de energia renováveis, existem em Portugal, quase que ex lusivamente dois me anismos,

sendoelesoregimejurídi o,que onsideraumaremuneraçãodiferen iadaporte nologiadasFER

e respetivo regime de exploração e as medidas de apoio ao investimento ini ial de projetos de

produçãodeenergiaapartirdasFER[25℄.

Emtermosdameta anteriormentereferidade150MW( onforme ResoluçãodoConselhodeMi-

nistrosNº63/2003),sobreoatualenquadramentolegalnoquerespeitaaopoten ialdeexpansão

na ionaldos investimentosna áreadaenergia fotovoltai a,pode-searmarque ade isãode au-

mentar ovalor em 300% em relaçãoao valor ini ial de 50 MW, revela uma atual perspetivade

res enteinteresseporpartedoGovernoPortuguês. Poroutrolado,emtermosdoenquadramento

destametanoquerespeita aresultadosdeestudos efetuadossobreo enárioenergéti ona ional,

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