APROVAÇÃO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OBJETIVOS
____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
______________________________________ Instituto de Biologia
Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Introdução à Programação usando PYTHON UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Faculdade de Computação SIGLA: FACOM CH TOTAL TEÓRICA: 60 CH TOTAL PRÁTICA: 0 CH TOTAL: 60
Compreender os conceitos básicos de programação de computadores. Utilizar a computação como uma ferramenta relevante no desenvolvimento de suas pesquisas ou trabalhos. Utilizar a linguagem Python - uma linguagem de fácil aprendizagem e frequentemente utilizada em diversas áreas da biologia, com por exemplo a bioinformática.
Introdução aos algoritmos e programação. Introdução ao Python. Variáveis. Comandos. Expressões. Funções. Comandos condicionais e de repetição. Laços. Iterações. Funções. Comunicação com o exterior. Estruturas de dados. Modularidade e pacotes. Exemplos na área de biologia.
1. Introdução à programação de computadores e à linguagem Python 2. Variáveis
Dados; valores; Tipos e Atribuição. 3. Bases da Programação
Comandos; Programas; CondiçõeS; Iterações; Funções; Operações e composição; Avaliação de expressão.
4. Comunicação externa Output; Input; Arquivos. 5. Execução de programas Interpretador e compilador. 6. Cadeias de caracteres (Strings) Valores e manipulação de strings. 7. Ramificação e decisões
Execução condicional; Condições e expressões booleanas; Operadores lógicos; Execução alternativa e condições aninhadas.
8. Coleções
Tipos de dados de coleções; Métodos; Operadores; Funções em listas e dicionários. 9. Estruturas de dados aninhadas
Identificando, copiando e modificando estruturas aninhadas 10. Repetições
Os laços for e while; Função Map. 11. Exceções
Mecanismo geral; Exceções intrínsecas do Python; Criando e definindo exceções. 12. Funções
Passagem de argumento por nome; Definindo valores padrões e função como parâmetro. 13. Módulos e pacotes em Pyhton
FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR
EMENTA
PROGRAMA
OBJETIVOS
15. Scripting
Usando o ambiente do sistema (Módulos os e sys); Rodando programas; Análise sintática; Busca de padrões.
M. LUTZ, D. ASCHER. Aprendendo Python. Tradução de João Tortello. Porto Alegre, Bookman, 2007.
K. SCHUERER, C MAUFRAIS, C. LETONDAL, E. DEVEAUD, M-A PETIT. Introduction to Programming Using Python (Programming Course for Biologist at the Pasteur Institute) . Pasteur Institute, 2008
Uberlândia, ____ /____ / 2012
____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
Uberlândia, ____ /____ / 2012
______________________________________ Faculdade de Computação
Ilmério Reis da Silva (Carimbo e assinatura do Diretor)
APROVAÇÃO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR:
Leitura Instrumental em Língua Inglesa à distância I UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Letras e Lingüística
SIGLA: ILEEL CH TOTAL TEÓRICA: 60 CH TOTAL PRÁTICA: 0 CH TOTAL: 60
Desenvolver a habilidade de leitura de textos de diversos gêneros escritos em Língua Inglesa; Desenvolver estratégias de leitura para a compreensão geral de um texto em Língua Inglesa; Desenvolver estratégias de leitura para a identificação de informações específicas no texto; Identificar os elementos léxico-gramaticais e suas funções no texto.
Leitura como processo psicolingüístico; Conscientização sobre o processo de leitura em Língua Inglesa; Estratégias de leitura em Língua Inglesa; Leitura crítica; Compreensão dos elementos léxico-gramaticais e sua organização no texto.
Este curso compõe o projeto interinstitucional INGREDE que se caracteriza como um projeto de ensino e pesquisa sobre aprendizagem de inglês instrumental em ambiente virtual, via Internet, desenvolvido por um consórcio de dez universidades federais. Este curso é aberto para alunos de todos os cursos de graduação da UFU. Conforme Portaria nº 4059 de 10 de dezembro de 2004 (em anexo), das 60h da disciplina, 8h são presenciais que correspondem à primeira aula para a
distribuição de material e apresentação do curso e para a prova escrita (ao final do semestre). Reconhecimento de gêneros e tipologia textuais.
O uso do dicionário; Skimming / Scanning;
Informações não verbais (convenções gráficas, lay-out, gráficos, ilustrações); Predição;
Análise do título e levantamento de hipóteses e expectativas a respeito do texto; Referência contextual;
Utilização do conhecimento de mundo para encontrar significado das palavras: localização do texto, focalização, etc.;
Distinção de idéias principais de secundárias; Interpretação do texto;
Coesão / Coerência;
Análise e reconhecimento de palavras cognatas, repetidas, palavras-chaves e frases-chaves; Análise de palavras desconhecidas através do uso da inferência;
Formação de palavras: sufixos e prefixos;
Análise e reconhecimento das classes gramaticais; Marcadores discursivos;
Estrutura retórica do texto; Partes do discurso;
Tempos verbais;
FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR
EMENTA
PROGRAMA
OBJETIVOS
Resumo.
AEBERSOLD, J.A.& FIELD, M.L. From reader to reading teacher. Cambridge: CUP, 1997. CELANI, M. A. A.; DEYES, A. F.; HOLMES J. L.; SCOTT, M. R. ESP in Brazil – 25 years of evolution and reflection. Campinas, SP: Marcado de Letras; São Paulo: EDUC, 2005. 416 p. COSTE, D. " Leitura e competência comunicativa". In: COSTE, D. et alli. O texto: leitura & escrita. Campinas: Pontes, 1997.
DIAS, R. Reading critically in English. 3a ed. Belo Horizonte: UFMG, 2002. 231 p.
DUDLEY-EVANS, T. & ST. JOHN, M. J. Developments in ESP – A multi-disciplinary approach. Cambridge: Cambridge University Press, 1998. 301p.
EVARISTO, S. et alli. Inglês instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora.
FIORI SOUZA, A. G. et alli. Leitura Instrumental em Língua Inglesa. Londrina: Planográfica, 2003.
JEFFRIES, L & MIKULECKY, B. S. Basic Reading Power. Nova York: Addison Wesley Longman, 1997.
OLIVEIRA, N. A. Para ler em inglês . desenvolvimento da habilidade de leitura. Belo Horizonte: O Lutador, s.d.
TOTIS, V. Língua Inglesa: leitura. São Paulo: Cortez Editora, 1995
MINHOZ, R. Inglês Instrumental: Estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo, 2003. Módulo 2. MUNHOZ, R. Inglês Instrumental: Estratégias de leitura. São Paulo: Textonovo, 2003. Módulo 1. GUANDALIM, E. O. Técnicas de leitura em inglês: ESP. English for Specific Purposes: estágio1. São Paulo: Textonovo, 2002.
Uberlândia, ____ /____ / 2012
____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
Uberlândia, ____ /____ / 2012
______________________________________ Instituto de Letras e Lingüística
Maria Inês Vasconcelos Felice (Carimbo e assinatura do Diretor)
APROVAÇÃO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Língua Brasileira de Sinais - Libras I UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Faculdade de Educação SIGLA: FACED CH TOTAL TEÓRICA: 30 CH TOTAL PRÁTICA: 30 CH TOTAL: 60 Geral:
Compreender os principais aspectos da Língua Brasileira de Sinais – Libras, língua oficial da comunidade surda brasileira, contribuindo para a inclusão educacionais dos alunos surdos.
Específicos:
Utilizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) em contextos escolares e não escolares.
Reconhecer a importância, utilização e organização gramatical da Libras nos processos educacionais dos surdos;
Compreender os fundamentos da educação de surdos;
Estabelecer a comparação entre Libras e Língua Portuguesa, buscando semelhanças e diferenças; Utilizar metodologias de ensino destinadas à educação de alunos surdos, tendo a Libras como elemento de comunicação, ensino e aprendizagem.
Conceito de Libras. Fundamentos históricos da educação de surdos. Legislação específica. Aspectos Lingüísticos da Libras.
1– A Língua Brasileira de Sinais e a constituição dos sujeitos surdos. História das línguas de sinais.
As línguas de sinais como instrumentos de comunicação, ensino e avaliação da aprendizagem em contexto educacional dos sujeitos surdos;
A língua de sinais na constituição da identidade e cultura surdas
2 – Legislação específica: a Lei nº 10.436, de 24/04/2002 e o Decreto nº 5.626, de 22/12/2005. 3 – Introdução a Libras:
Características da língua, seu uso e variações regionais.
Noções básicas da Libras: configurações de mão, movimento, locação, orientação da mão, expressões não-manuais, números; expressões socioculturais positivas: cumprimento,
agradecimento, desculpas, expressões socioculturais negativas: desagrado, verbos e pronomes, noções de tempo e de horas.
4 – Prática introdutória em Libras:
Diálogo e conversação com frases simples Expressão viso-espacial.
BARBOZA, H. H. e MELLO, A.C.P. T. O surdo, este desconhecido. Rio de Janeiro, Folha Carioca, 1997.
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002.
FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR
EMENTA
PROGRAMA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OBJETIVOS
Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
FELIPE, Tanya. LIBRAS em contexto: curso básico (livro do estudante). 2.ed. ver. MEC/SEESP/FNDE. Vol I e II. Kit: livro e fitas de vídeo.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Org. Liv Sovik, tradução de Adelaide La G. Resende. (et al). Belo Horizonte: Editora UFMG; Brasília: Representação da UNESCO no Brasil, 2003.
HALL, Stuart. A Centralidade da Cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. In Revista Educação e Realidade: Cultura, mídia e educação. V 22, no. 3, jul-dez 1992.
LUNARDI, Márcia Lise. Cartografando os Estudos Surdos: currículo e relação de poder.IN. SKLIAR, Carlos. Surdez: Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1997.
QUADROS, R. M. de & KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: Estudos lingüísticos. Porto Alegre. Artes Médicas. 2004.
REIS, Flaviane. Professor Surdo: A política e a poética da transgressão pedagógica. Dissertação (Mestrado em Educação e Processos Inclusivos). Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2006.
SACKS, Oliver. Vendo vozes. Uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1990. SKLIAR, Carlos (org). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Texto: A localização política da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre, Mediação, 1999.
SKLIAR, Carlos B. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Editora Mediação. Porto Alegre.1998.
ELLIOT, A J. A linguagem da criança. Rio de janeiro: Zahar, 1982.
LODI, Ana C B (org.); et al. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002. SITES: CEFET/SC - NEPES http://hendrix.sj.cefetsc.edu.br/%7Enepes/ FENEIS http://www.feneis.org.br/page/index.asp GES www.ges.ced.ufsc.br DICIONÁRIO DE LIBRAS www.dicionariolibras.com.br Uberlândia, ____ /____ / 2012 ____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
Uberlândia, ____ /____ / 2012
______________________________________ Faculdade de Educação
Mara Rúbia Alves Marques (Carimbo e assinatura do Diretor)
APROVAÇÃO
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Matemática
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Faculdade de Matemática SIGLA: FAMAT CH TOTAL TEÓRICA: 45 CH TOTAL PRÁTICA: 0 CH TOTAL: 45
Dominar os conceitos básicos de matemática elementar, possibilitando o aluno tanto a resolver problemas específicos relativos a disciplinas do curso quanto a aplicar a matemática em situações relacionadas à área biológica. Utilizar funções para resolver problemas relacionados à área biológica; calcular limites e aplicá-los na resolução de problemas relacionados à área biológica; calcular derivadas, interpretá-las geometricamente e aplicá-las no estudo das funções e na resolução de problemas de otimização relacionados à área biológica.
Relações e funções; Limites; Derivadas
RELAÇÕES E FUNÇÕES 1.1. O conceito de função.
1.2. Funções reais de uma variável real: domínios máximos, raízes, crescimento e decrescimento, pontos de máximo e mínimo, estudo do sinal.
1.3. Principais funções elementares e propriedades: função constante, função afim, função quadrática, função polinomial, função racional, função potência, função exponencial, função logarítmica, funções seno e cosseno.
1.4. Aplicações de funções nas Ciências Biológicas 2 LIMITES
2.1. Sucessões.
2.2. Convergência de sucessões. 2.3. Limites de funções.
2.4. Limites nos extremos do domínio. 2.5. Operações com limites.
2.6. Formas indeterminadas. 2.7. Continuidade de uma função.
2.8. Emprego de limites no estudo de funções. 2.9. Aplicações de limites nas Ciências Biológicas 3 DERIVADAS
3.1. O conceito de derivada.
3.2. Técnicas de derivação: função constante, função potência, função logarítmica, função seno e cosseno, propriedades operatórias, função composta, função exponencial, função inversa. 3.3. Interpretação geométrica da derivada.
3.4. Derivadas sucessivas.
3.5. Aplicações de derivadas no estudo de funções: crescimento e decrescimento de funções, concavidade e ponto de inflexão, determinação de pontos de máximo e mínimo através da segunda derivada.
FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR
EMENTA
PROGRAMA
OBJETIVOS
BATSCHELET, E. Introdução à Matemática para Biocientistas. Editora Interciência: Rio de Janeiro. Editora da Universidade de São Paulo: São Paulo, 1978.
MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. O. & HAZZAN, S. Cálculo: funções de uma ou várias variáveis. Editora Saraiva: São Paulo, 2003.
STEWART, J. Cálculo (2 volumes). 4 ed. Editora Pioneira – Thomson Learning: São Paulo, 2001.
AGUIAR, A. F. A.; XAVIER, A. F. S. & RODRIGUES, J. E. M. Cálculo para Ciências Médicas e Biológicas. Editora Harbra: São Paulo, 1988.
IEZZI, G. & MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 1. Atual Editora: São Paulo, 2004.
IEZZI, G.; MURAKAMI, C. & MACHADO, N. J. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 8. Atual Editora: São Paulo, 1993.
IEZZI, G.; DOLCE, O. & MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 2. Atual Editora: São Paulo, 2004.
Uberlândia, ____ /____ / 2012
____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
Uberlândia, ____ /____ / 2012
______________________________________ Faculdade de Matemática
Ednaldo Carvalho Guimarães (Carimbo e assinatura do Diretor)
APROVAÇÃO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Metazoários 2
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 30 CH TOTAL PRÁTICA: 30 CH TOTAL: 60
Reconhecer a diversidade de táxons e morfológica de Annelida, Echiura, Panarthropoda, Cycloneuralia, Chaetognatha e Lophophorata. Caracterizar os diferentes táxons quanto biologia (morfologia, fisiologia, modo de vida, reprodução e desenvolvimento) em um contexto evolutivo, funcional e adaptativo aos seus diversos ambientes e discutir a filogenia dos táxons.
Morfologia e biologia de Annelida, Echiura, Panarthopoda, Cycloneuralia, Chaetognatha e Lophoforata. Diversidade, filogenia e evolução. Diferenciação morfológica dos táxons.
1. Biologia, morfologia, diversidade, sistemática e filogenia de: Annelida: Polychaeta e Clitellata (Oligochaeta e Hirudinomorpha); Panarthropoda (Plano-básico e filogenia);
Panarthopoda: Onycophora, Tardigrada e Arthropoda- caracterísitcas gerais Arthopoda: Chelicerata (Pycnogonida, Xyphosura e Arachida)
Arthropoda: Mandibulata (Hexapoda, Myriapoda e Crustacea)
Hexapoda: Entognatha e Insecta: plano-básico, filogenia, morfologia interna e externa comparada, ontogenia e classificação dos Insecta;
Myriapoda: Chilopoda, Diplopoda, Symphila e Pauropoda;
Crustacea. Cephalocarida, Branchiopoda, Maxillopoda, Remipedia, Malacostraca. 2. Grupos menores de protostômios. Noções básicas e posição filogenética de:
Cycloneuralia: Gastrotricha, Nematoda, Nematomorpha, Priapulida, Lorifera e Kynorhyncha Lophophorata: Bryozoa, Brachiopoda e Phoronida
Chaetognata
BRUSCA, R.C. & GARY, J. Invertebrados. Sinauer Associatis, Inc. Publishers, Sauderland, Massachusetts, 2002, 875p.
HICKMAN, C. P., ROBERTS, L.S.& LARSON, A. Princípios Integrados de Zoologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004, 816 p.
RIBEIRO-COSTA, C.; MOREIRA DA ROCHA, R. (Coords.). Invertebrados. Manual de aulas práticas. Série Manual de aulas Práticas, Ribeirão Preto: Holos Editora, 2002
RUPPERT, E.; Fox, R.S. & BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados. Uma Abordagem Funcionalevolutiva. 7ed. Editora Roca, 2005.
FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR
EMENTA
PROGRAMA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
OBJETIVOS
AMARAL, A.C.Z; RIZZO, A. E.; ARRUDA, E.P. Manual de Identificação de Invertebrados Marinhos da Região Sudeste-Sul do Brasil. volume 1. Sâo Paulo: Edusp, 2006, 287p.
COSTA, C. (ed). Insetos Imaturos. Metamorfose e Identificação. Holos Editora., 2006.
FUJIHARA, R. T.; FORTI, L.C.; ALMEIDA, M.C.; BALDIN, E.L. Insetos de importância econômica: guia ilustrado para identificação de famílias. Botucatu: Editora FEPAP. 391 p. 2011. GRIMALDI, D.; ENGEL, M.S. Evolution of insects. New York: Cambridgi University Press. 755p. 2005.
GULLAN, P.J. & CRANSTON, P. S Os insetos. Um resumo de entomologia. Editora Roca, 2007. MARCUSSI, S. ARANTES, E.C. & SOARES, A.M. Escopiões. São Paulo: FUNPEC-Editora. 2011. 140p.
NILSEN, C. Animal Evolution. Interrelationship of the living Phyla. Second Edition. New York. Oxford Univeristy Press. 2001, 562p.
Uberlândia, ____ /____ / 2012
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Uberlândia, ____ /____ / 2012
______________________________________ Instituto de Biologia
Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Metazoários 3
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 30 CH TOTAL PRÁTICA: 30 CH TOTAL: 60
Reconhecer a diversidade e as inter-relações filogenéticas dos Equinodermos, Pterobrânquios, Enteropneustos, Urocordados, Cefalocordados,Mixiniformes, Petromizontiformes, Condríctios, Actinopterígios, Coelacanthiformes, Dipnóis e Lissanfíbios e caracterizar suas adaptações ecológicas, morfológicas e fisiológicas.
Sistemática, Anatomia, Ecologia, Comportamento e Fisiologia dos Equinodermos, Pterobrânquios, Enteropneustos, Urocordados, Cefalocordados, Mixiniformes,
Petromizontiformes, Condríctios, Actinopterígios, Coelacanthiformes, Dipnóis e Lissanfíbios. Métodos de diferenciação morfológica dos taxa.
DIVERSIDADE, SISTEMÁTICA, MORFOLOGIA, FISIOLOGIA, COMPORTAMENTO, ECOLOGIA:
Equinodermata (Crinoidea, Ophiuroidea, Asteroidea, Echinoidea, Holothuroidea,Concentricycloidea)
Hemicordata(Pterobranchia e Enteropneusta) Urocordata e Cefalocordata
Mixiniformes e Petromizontiformes
Condrichthyes (Holocephalii, Elasmobranchii-tubarões e raias)
Osteichthyes :Actinopterigii (Chondrostei, Neopterigii-Grupos representativos de Teleostei) Osteichthyes: Sarcopterigii (Coelacanthiformes, Dipnoi)
Lissanfibia (Caudata, Gymnophiona e Anura)
AMARAL, A. C. Z.; RIZZO, A. E. & ARRUDA, E. P. Manual de identificação dos invertebrados marinhos da região sudeste-sul do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2005.
AMORIM, D.S. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos, 2002. BRUSCA, R. C. & BRUSCA, C. G.. Invertebrados. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. COSTA, C.S.R. & DA ROCHA, R. M. (ORGS.). Invertebrados: manual de aulas práticas. 2 ed. Ribeirão Preto: Holos, 2006.
KARDONG, K.V. Vertebrados: anatomia comparada, função e evoluçao. 5 ed. Rio de Janeiro: Ed. Roca, 2011.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L.S. & LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
HILDEBRAND, M. & GOSLOW, M. Análise da estrutura dos vertebrados. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR
EMENTA
PROGRAMA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OBJETIVOS
2003.
POUGH, F.H.; HEISER, J.B. & MCFARLAND, W.N. A vida dos vertebrados. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
RUPERT, E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional- evolutiva. 7 ed. São Paulo: Editora Roca, 2005.
FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva. Soc. Bras. Genética/CNPq, 1992.
HELFMAN, G.S.; B.B. COLLETTE; D.E.FACEY & B.W.BOWEN. The diverstiy of fishes: biology, evolution and ecology. 2 ed. Blackwell Publishing, 2009.
NIELSEN, C. Animal evolution, interrelationship of the living phyla. Oxford: Oxford University Press, 2001.
SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. São Paulo: Santos Livraria Editora, 1999.
SZPILMAN, M. Tubarões no Brasil: Guia prático de identificação.Rio de Janeiro: Aqualittera, 2004.
VITT, J. & J.CALDWELL. Herpetology: an introductory biology of amphibias and reptiles. 3 ed. Acadmic Press, 2008.
Uberlândia, ____ /____ / 2012
____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
Uberlândia, ____ /____ / 2012
______________________________________ Instituto de Biologia
Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)
APROVAÇÃO
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Metazoários 4
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 30 CH TOTAL PRÁTICA: 30 CH TOTAL: 60
Compreender a diversidade e a unidade dos Amniota (Testudinata, Lepidosauria, Crocodylia, Aves e Mammalia) em um contexto evolutivo. Discutir a filogenia e classificação desses táxons. Reconhecer os diferentes grupos quanto à morfologia externa e interna e biologia (história natural, comportamento, fisiologia e ecologia) em um contexto evolutivo, funcional e adaptativo aos seus diversos ambientes e microambientes.
Origem e filogenia das principais linhagens de vertebrados amniotas (Testudinata, Lepidosauria, Crocodylia, Aves e Mammalia). Morfologia e biologia (história natural, comportamento, fisiologia e ecologia). Diversidade, classificação e evolução. Anatomia dos Amniota: forma e função dos diferentes sistemas. Métodos de distinção dos taxa em campo e laboratório.
Introdução aos Amniota: origem, irradiação e filogenia. TESTUDINATA
Origem, evolução, diversidade e sistemática.
Morfologia externa e interna e biologia (história natural, comportamento, fisiologia e ecologia) LEPIDOSAURIA
Origem, evolução, diversidade e sistemática
Morfologia externa e interna e biologia (história natural, comportamento, fisiologia e ecologia) CROCODYLIA
Origem, evolução, diversidade e sistemática
Morfologia externa e interna e biologia (história natural, comportamento, fisiologia e ecologia) AVES
Origem, evolução, diversidade e sistemática
Morfologia externa e interna e biologia (história natural, comportamento, fisiologia e ecologia) MAMMALIA
Origem, evolução, diversidade e sistemática
Morfologia externa e interna e biologia (história natural, comportamento, fisiologia e ecologia)
HICKMAN JR., C.P., LARSON, A. & ROBERTS, L.S. Princípios Integrados de Zoologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 872p.
HILDEBRAND, M. & GOSLOW,G. Análise da estrutura dos vertebrados. 2 ed. São Paulo: Atheneu Editora, 2006, 635p.
HÖFLING, E., OLIVEIRA, A.M.S., RODRIGUES, M.T., TRAJANO, E., ROCHA, P.L.B. Chordata: manual para um curso prático. São Paulo: EDUSP, 1995, 242p.
FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR
EMENTA
PROGRAMA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OBJETIVOS
SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal- adaptação e meio ambiente. 5 ed. São Paulo: Editora Livraria Santos, 1996. 600p.
KARDONG, K. V. Vertebrados: Anatomia comparada, função e evolução. 5ed. São Paulo: Ed. Roca, 2011, 913p.
KEMP, T. S. The origin and evolution of mammals. Local: Oxford University Press, 2005, 331p. KUKENTHAL, W; MATHES, E.; RENNER, M. Guia de trabalhos práticos de Zoologia. Coimbra: Ed. Atlântica, 1969, 472p.
MARQUES, O.A.V., ETEROVIC, A., SAZIMA, I. Serpentes da Mata Atlântica: guia ilustrado para a Serra do Mar. Ribeirão Preto: Holos, 2001, 184p.
ORR, R.T. Biologia dos vertebrados. 5 ed. São Paulo: Roca, 1986, 508p. POUGH, F.H. et al. Herpetology. 3th ed. Local: Prentice Hall, 2004.
RANDAL, D.; BURGGREN, W,; FRENCH, K. Fisiologia animal: mecanismos e adaptações. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, 729p.
REIS, N. R. et al. (orgs.) Mamíferos do Brasil: guia de identificação. Rio de Janeiro: Technical Books, 2010, 557p.
REIS, N. R. et al (eds.). Mamíferos do Brasil. Londrina: Nelio R. dos Reis, 2006, 437 p. REIS, N.R. et al. Morcegos do Brasil. Londrina: Nélio R. dos Reis, 2007, 253p.
ROMER, A. S.; PARSONS, T. S. Anatomia comparada dos vertebrados. 5 ed. São Paulo: Atheneu, 1985, 559p.
SICK, H. Ornitologia brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. STORER, T. I. et al. Zoologia Geral. São Paulo: Nacional, 1991.
VAUGHAN, T. A., RYAN, J. M. & CZAPLEWSKI, N. Mammalogy. 4 ed. Local: Harcourt College Publishers,1999.
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Uberlândia, ____ /____ / 2012
______________________________________ Instituto de Biologia
Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)
APROVAÇÃO
CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Metodologia do Ensino UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 60 CH TOTAL PRÁTICA: 0 CH TOTAL: 60
Aprofundar o estudo das teorias da aprendizagem que fundamentam o ensino de Ciências Naturais. Compreender o histórico do ensino de Ciências Naturais no Brasil. Conhecer as tendências teórico- metodológicas contemporâneas para o ensino de Ciências e Biologia, por meio de discussão e análise de novos paradigmas educacionais e sua implicação na epistemologia pessoal dos professores. Discutir os aspectos metodológicos e as modalidades didáticas que envolvem a docência na escola básica, seja no contexto escolar ou extra escolar. Compreender as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade e suas implicações na construção das propostas educacionais. Conhecer diferentes propostas de ensino de Ciências e Biologia, analisando currículos, textos didáticos e materiais de ensino. Discutir as relações do livro didático de Ciências e Biologia no ensino-aprendizagem. Exemplificar experiências de ensino de Ciências e Biologia bem sucedidas para ampla discussão dos aspectos teórico-metodológicos que contribuem para o desenvolvimento efetivo de uma proposta de ensino. Investigar a prática docente pelo professor em exercício. Discutir sobre instrumentos de avaliação de propostas de ensino.
Teorias da aprendizagem e sua fundamentação histórica e filosófica aplicada ao ensino de Ciências e Biologia. Histórico do ensino de Ciências Naturais no Brasil. Aspectos epistemológicos e