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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

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Academic year: 2021

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CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Anatomia Humana

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Ciências Biomédicas

SIGLA: ICBIM CH TOTAL TEÓRICA: 15 CH TOTAL PRÁTICA: 45 CH TOTAL: 60 Objetivo Geral:

Conhecer e identificar os diversos órgãos e estruturas dos Sistemas e Aparelhos do Corpo Humano. Correlacionar as possíveis alterações que ocorrem nos Sistemas e Aparelhos do Corpo Humano e suas conseqüências.

Estabelecer as inter-relações dos Sistemas e Aparelhos, entre si, de acordo com a forma, estrutura, localização e função.

Objetivos específicos:

Adquirir habilidades e competência para interpretar e discutir os aspectos anatômicos normais ocorrentes no corpo humano, assim como saber diferenciá-los daqueles anormais ou patológicos.

Conceitos gerais de Anatomia Humana; Generalidades do Aparelho Locomotor (Esquelético, Articular e Muscular); Generalidades do Sistema Respiratório; Generalidades do Sistema Digestório; Generalidades do Sistema Circulatório, Generalidades do Aparelho Urogenital (Sistema Urinário; Sistema Genital Masculino e Sistema Genital Feminino); Generalidades do Sistema Endócrino; Generalidades do Sistema Neural.

PROGRAMA DE ESTUDO TEÓRICO E PRÁTICO

INTRODUÇÃO À ANATOMIA HUMANA E CONCEITOS GERAIS: • Conceito de Anatomia

• Campos de Estudo da Anatomia

• Conceito de “Normal”, “Variação Anatômica”,” Anomalia“; e “Monstruosidade” • Fatores Gerais de Variação

• Constituição do Corpo Humano (Níveis estruturais básicos) • Tipos de Tecidos do Corpo Humano

• Posição de Descrição Anatômica – Posição Anatômica

• Divisão do Corpo Humano e Posições do Corpo (Pronação e Supinação) • Termos regionais

• Nomenclatura Anatômica; Epônimos; Nomina Anatômica e Abreviaturas • Termos que indicam posição e direção (correlacionar com os órgãos) • Cavidades do Corpo

• Regiões da Cavidade Abdominal

• Planos de Delimitação do Corpo Humano

• Eixos do Corpo Humano e Planos de Secção do Corpo Humano

• Princípios Gerais de Construção Corpórea (Plano Geral de Construção do Corpo) • Conceito de “Homologia” e “Analogia” em Anatomia.

INTRODUÇÃO AO APARELHO LOCOMOTOR: (Ossos, Articulações e Músculos)

FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR

EMENTA

PROGRAMA

OBJETIVOS

(2)

• Divisão do Esqueleto: Axial e Apendicular • Funções dos Ossos

• Formas e Tipos de Ossos (longos, curtos, planos, irregulares, pneumáticos, sesamóides, suturais e viscerais)

• Número de Ossos e suas variações

• Formação dos Ossos: Intramembranosa e Intracartilaginosa (Endocondral) • Estrutura dos Ossos (Propriedades Físicas): Substância Orgânica e Inorgânica • Osso compacto, Osso esponjoso e Díploe

• Partes de um Osso Longo: Epífise, Diáfise e Metáfise • Periósteo e Endósteo

• Cartilagem ou Lâmina Epifisária (Linha Epifisária)

• Crescimento Ósseo em Comprimento (Longitudinal) e em Espessura • Medula Óssea: Vermelha, Amarela e Cinzenta.

• Vascularização Óssea (Forames Nutrícios)

• Cartilagem: Hialina, Fibrosa (Fibrocartilagem) e Elástica • Fratura, Calo Ósseo e Sinostose

• Acidentes Ósseos: Saliências e Reentrâncias GENERALIDADES SOBRE ARTROLOGIA: • Conceito de Articulações ou Junturas

• Importância das Articulações • Classificação das Articulações

- Articulações por Continuidade: Articulações Fibrosas e Cartilaginosas - Articulações por Contigüidade: Sinoviais

• Articulações Fibrosas

- Suturas; Sindesmoses e Gonfoses. • Articulações Cartilaginosas

- Sincondroses: Temporária e Permanente - Sínfises

• Articulações Sinoviais

- Características das Articulações Sinoviais e de seus componentes

- Cavidade articular; cápsula articular, membrana sinovial, líquido sinovial (sinóvia); Cartilagem articular; Ligamentos, Discos, Meniscos, Lábios ou Orlas.

- Bolsas Sinoviais e Bainhas dos Tendões • Movimentos das Articulações Sinoviais - Deslizamento

- Movimentos angulares: flexão, extensão, adução e abdução, circundução - Rotação Medial e Lateral, Supinação e Pronação

- Elevação e Depressão; Inversão e Eversão; Protração e Retração • Classificação das Articulações Sinoviais

- Simples e Composta - Completa e Incompleta

GENERALIDADES SOBRE MIOLOGIA: • Conceito de Músculo

• Tipos de Músculos: m. Esquelético, m. Liso e m. Cardíaco

• Classificação dos Músculos Quanto ao Tipo de Controle: mm. voluntários e mm. involuntários • Envoltórios (elementos conectivos dos músculos): endomísio, perimísio e epimísio

• Morfologia Muscular: (partes componentes e formas) e partes componentes: ventre muscular, tendões e aponeuroses.

• Conceito de origem (ponto fixo) e inserção muscular (ponto móvel) • Formas dos músculos esqueléticos (disposição das fibras musculares)

(3)

quadrilátero)

- Músculos de Fibras Oblíquas (Peniformes): unipenado, bipenado e multipenado • Classificação dos Músculos Esqueléticos (Critérios):

- Quanto à forma, ação, localização, fixações, ação e forma e relações de tamanho. - Quanto ao número de tendões de origem: bíceps, tríceps e quadríceps

- Quanto ao número de tendões de inserção: bicaudado e policaudado - Quanto ao número de ventres musculares: digástrico e poligástrico • Classificação Funcional dos Músculos Esqueléticos:

- Mm. agonistas, antagonistas, sinergistas e fixadores • Número de músculos do corpo humano

• Órgãos anexos do sistema muscular:

- Fáscias, bolsas sinoviais, bainhas sinoviais e bainhas fibrosas dos tendões • Grupos musculares do corpo humano

• Unidade motora, ponto motor, placa motora e sarcômero • Tipos de Fibras Musculares: Tipo I e Tipo II

• Vascularização e Inervação Muscular.

• Anatomia dos principais grupos musculares do corpo hmano:

• MÚSCULOS DO ESQUELETO AXIAL (Cabeça, Pescoço e Tronco)

• MÚSCULOS DO ESQUELETO APENDICULAR (Membro Superior e inferior) ANATOMIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO:

• Conceito de Sistema Circulatório. • Tipos de Sistemas Circulatórios

• Conceito de Sistema Circulatório Sanguíneo • Conceito de Sistema Circulatório Linfático • Órgãos Hemopoiéticos

• Conceito de Sistema Circulatório “Fechado” • Anatomia Interna do Coração

• Anatomia Externa do Coração

• Sistema de Condução dos Estímulos Cardíacos • Irrigação e Drenagem Cardíaca

• Sístole e Diástole • Tipos de Circulação: - Circulação sistêmica, - Circulação pulmonar - Circulação fetal - Circulação colateral

• Anatomia dos vasos sangüíneos e suas características • Anatomia das artérias e sistema arterial

• Anatomia das veias e sistema venoso • Anastomoses

• Conceito e estrutura do Sistema Linfático ANATOMIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO: • Conceitos e Funções do Sistema Digestório

• Órgãos componentes do Canal Alimentar/Tracto Digestório • Órgãos acessórios (anexos) do Sistema Digestório

• Conceito e estrutura e funções dos Lábios e Bochechas • Boca: Vestíbulo e Cavidade Própria (conceito e limites) • Conceito, estrutura e funções dos Dentes, Língua e Palatos • Conceito, estrutura e funções das Glândulas Salivares • Conceito, estrutura e funções da Faringe

• Conceito, estrutura e funções do Esôfago • Conceito, estrutura e funções do Estômago

• Conceito, estrutura e funções do Intestino Delgado e Intestino Grosso • Conceito, estrutura e funções do ânus

(4)

• Conceito, estrutura e funções do Pâncreas ANATOMIA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO: • Conceito

• Generalidades • Vocalização

• Divisão e componentes • Nariz e Cavidade nasal • Seios paranasais • Laringe

• Faringe • Traquéia

• Brônquios: divisão e estrutura • Pulmões

• Hematose • Diafragma

• Mecânica Respiratória

• Classificação da Freqüência Respiratória ANATOMIA DO SISTEMA URINÁRIO: • Conceito e funções do Sistema Urinário • Órgãos componentes do Sistema Urinário • Conceito, estrutura e funções do Rim

• Conceito, estrutura e funções dos Cálices Renais e Pelve Renal • Conceito, estrutura e funções do Ureter

• Conceito, estrutura e funções da Bexiga

• Conceito, estrutura e funções da Uretra: masculina e feminina. ANATOMIA DO SISTEMA GENITAL MASCULINO: • Conceito de Reprodução

• Órgãos gametóforos e gametógenos do Sistema Genital Masculino • Conceito, estrutura e funções do Escroto

• Conceito, estrutura e funções do Testículo • Conceito, estrutura e funções do Epidídimo • Conceito, estrutura e funções do Ducto deferente • Conceito, estrutura e funções do Ducto ejaculatório • Conceito, estrutura e funções do Funículo Espermático • Conceito, estrutura e funções do Pênis

• Conceito, estrutura e funções da Vesícula Seminal • Conceito, estrutura e funções da Próstata

• Conceito, estrutura e funções da Glândula Bulbo-Uretral ANATOMIA DO SISTEMA GENITAL FEMININO: • Conceito e funções do Sistema Genital Feminino • Órgãos do Sistema Genital Feminino

• Conceito, estrutura e funções do Ovário • Conceito, estrutura e funções da Tuba uterina

• Conceito, estrutura, funções e modificações funcionais do Útero • Conceito, estrutura e funções da Vagina

• Conceito, estrutura e funções da Vulva • Conceito, estrutura e funções do Clitóris

• Conceito, estrutura e funções dos Lábios maiores e menores • Conceito, estrutura e funções do Vestíbulo da vagina • Conceito, estrutura e funções do Hímen

(5)

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA NEUROANATOMIA Anatomia do Sistema Neural

• Conceito geral e funcional do Sistema Neural • Divisão Embriológica do Sistema Neural

• Divisão Topográfica (Anatômica) do Sistema Neural • Divisão Fisiológica do Sistema Neural

• Conceitos:

- Substância branca e substância cinzenta - Córtex, Núcleo, Gânglio, Giro, Sulco

- Tractos, Fascículos, Lemnisco, Funículo e Nervo • Embriologia do Sistema Neural

. Parte central do SN:

- Anatomia Macroscópica da Medula Espinal - Anatomia Macroscópica do Tronco Encefálico - Anatomia Macroscópica do Cerebelo

- Anatomia Macroscópica do Cérebro: Diencéfalo e Telencéfalo - Núcleos e Ventrículos

- Meninges e Líquor e Vascularização do Sistema Neural . Parte Periférica do SN:

- Nervos Cranianos e Espinais - Gânglios e Terminações Neurais . Parte Autônoma do SN:

- Conceito e divisões: Simpático e Parassimpático

- Considerações anatômicas, fisiológicas e farmacológicas. ANATOMIA DAS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS

• Conceito, estrutura, localização e funções da Glândula Hipófise • Conceito, estrutura, localização e funções da Glândula Pineal • Conceito, estrutura, localização e funções da Glândula Tireóide • Conceito, estrutura, localização e funções da Glândula Paratireóide • Conceito, estrutura, localização e funções da Glândula Supra-renal • Conceito, estrutura, localização e funções do Pâncreas

• Conceito, estrutura, localização e funções dos testículos e ovários

VAN DE GRAAF, K M. Anatomia Humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003.

DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2002.

TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9. ed. Porto Alegre: Guanabara Koogan, 2002.

SOBOTA, J. (PUTZ, R., PABST. R.). Atlas de Anatomia Humana. 20. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Köogan. v.1 e 2, 2000.

MACHADO, A.B.M. Neuroanatomia Funcional. São Paulo: Atheneu, 1998. SPENCE, A. P. Anatomia Humana Básica. 2. ed. São Paulo: Manole, 1991.

MOORE, L.K., DALLEY, A.F. Anatomia orientada para clínica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.

KÖPF-MAIER, P. Atlas de Anatomia Humana de Wolf-Heidegger. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Köogan, 2000.

NETTER, FH. Atlas de anatomia humana. 4ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2008.

APROVAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

(6)

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

______________________________________ Instituto de Ciências Biomédicas

Marco Aurélio M. Rodrigues (Carimbo e assinatura do Diretor)

(7)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Atividades Complementares UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA:

CH TOTAL TEÓRICA: 0 CH TOTAL PRÁTICA: 200 CH TOTAL: 200

Participar de eventos de natureza social, cultural, artística, científica e tecnológica, tanto no âmbito das Ciências de modo geral quanto no âmbito de sua preparação ética, estética e humanística.

Eventos de natureza social, cultural, artística, científica e tecnológica, tanto no âmbito das Ciências de modo geral quanto no âmbito de sua preparação ética, estética e humanística.

O conteúdo programático do componente curricular, devido ao seu caráter eminentemente vivencial e, portanto, dinâmico, é definido segundo o evento de natureza social, cultural, artística, científica e tecnológica.

O componente curricular não apresenta referências bibliográficas definidas a priori, sendo as mesmas dependentes das áreas de pesquisa que o aluno acompanhar.

O componente curricular não apresenta referências bibliográficas definidas a priori, sendo as mesmas dependentes das áreas de pesquisa que o aluno acompanhar.

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Jimi Naoki Nakajima

(Carimbo e assinatura do Diretor)

FICHA DE COMPONENTE CURRICULAR

EMENTA

PROGRAMA

APROVAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

OBJETIVOS

(8)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Bioestatística

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Faculdade de Matemática SIGLA: FAMAT CH TOTAL TEÓRICA: 45 CH TOTAL PRÁTICA: 0 CH TOTAL: 45

Utilizar os fundamentos da estatística no domínio da aplicação e da análise em problemas da área de ciências biológicas, especialmente os de natureza experimental. Interpretar resultados de análise estatística de dados experimentais. Discutir resultados experimentais com base em estatística.

Conceitos Básicos. Distribuições de Freqüências e Gráficos. Medidas de Posição e de Dispersão. Noções sobre Correlação e Regressão Linear Simples. Noções de Probabilidades e de Distribuições de Probabilidade. Amostragem e Distribuições Amostrais. Intervalos de Confiança. Testes de Hipóteses.

NOÇÕES BÁSICAS Variáveis;

Apuração de dados População e amostra

DISTRIBUIÇÕES DE FREQUÊNCIAS E GRÁFICOS Diferentes tipos de distribuições de freqüências

Representações gráficas

MEDIDAS DE POSIÇÃO E DE DISPERSÃO Média aritmética, mediana e moda

Amplitude, variância, desvio padrão e coeficiente de variação

NOÇÕES SOBRE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR SIMPLES Coeficiente de correlação de Pearson;

Diagrama de Dispersão;

Reta de regressão (métodos dos mínimos quadrados)

NOÇÕES DE PROBABILIDADE E DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE Definição de probabilidade

União, interseção e complementação de probabilidade Probabilidade condicionada e independência de eventos Distribuição binomial e distribuição de Poisson

Distribuição normal

AMOSTRAGEM E DISTRIBUIÇÕES AMOSTRAIS Tipos de amostragem probabilisticas

Distribuição t -student Distribuição qui-quadrado Distribuição F

INTERVALOS DE CONFIANÇA Intervalo de confiança para média

EMENTA

PROGRAMA

OBJETIVOS

(9)

Intervalo de confiança para proporção TESTES DE HIPÓTESES

Testes de hipóteses para média e diferença entre médias; Teste de hipóteses para proporção e diferença entre proporções Teste de qui-quadrado para aderência e independência.

ACHCAR, J.A. Introdução à Estatística para Ciência e Tecnologia. São Carlos: ICMSC – USP, 1993.

BUNCHAFT, G., Kellner, S.R.O. Estatística Sem Mistérios. Petrópolis: Ed. Vozes, 1999, v1 - 3. TRIOLA, Mário F., Introdução à Estatística, São Paulo: LTC, 1999.

VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. Rio de Janeiro: Campus. 1997.

ARANGO, H. G. Bioestatística: Teórica e Computacional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001

BHATTACHAYYA, G., Johnson, R.A. Statistical Concepts and Methods. New York: John Willey & Sons, 1984.

BUSSAB, W. O.; Morettin, P. Estatístca Básica. São Paulo : Atual, 2002. COSTA NETO, P. L. de O. Estatística. São Paulo : Edgard Blücher, 2002. FREUD, J. E.; Simon, G. A. Estatística aplicada. Bookman, 2000, 403 p.

LEVINE, D. M.; Berenson, M. L.; Stephan, D. Estatística: teoria e aplicações (usando o Microsoft Excel em português). LTC editora, 2000, 812 p.

LOPES, P. A. Probabilidades e Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MORETTIN, L. G. Estatística Básica – Probabilidade. V. 1. São Paulo: Makron Books, 1999. MORETTIN, L. G. Estatística Básica – Inferência. V. 2. São Paulo: Makron Books, 1999 SPEIEGEL, M. R. Estatística. 3 Ed. São Paulo: Markon Books , 1993. 642 p.

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Faculdade de Matemática

Ednaldo Carvalho Guimarães (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

(10)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Biofísica

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Ciências Biomédicas

SIGLA: ICBIM CH TOTAL TEÓRICA: 30 CH TOTAL PRÁTICA: 30 CH TOTAL: 60

A Disciplina Biofísica tem por objetivos a compreensão de conceitos básicos e fundamentais, que forneçam ao estudante informações sobre a interdisciplinaridade e o amplo campo de aplicação da Biofísica na vida profissional e na pesquisa.

Biofísica de membranas. Comunicação celular. Contração muscular. Biofísica das Radiações. Métodos Biofísicos de estudo (Espectrofotometria, Cromatografia, Eletroforese).

01.Estrutura das membranas biológicas 02.Transporte de membranas

03.Biofísica dos canais iônicos

04.Potencial de repouso da membrana celular 05.Potencial de ação da membrana celular 06.Sinapses químicas e elétricas

07.Junção neuromuscular

08.Contração muscular: músculo estriado, cardíaco e liso 09.Mensageiros secundários: Ca2+ intracelular

10.Mensageiros secundários: IP3 , diacilglicerol e proteínas quinases 11.Radiações ionizantes e não ionizantes

12.Produção de raio X 13.Radiobiologia

14. Biossegurança e intrumentação laboratorial

15.Radiobiologia: efieitos e aplicações em ciências biológicas 16.Espectrofotometria de absorção e emissão

17.Cromatografia 18.Eletroforese

GARCIA, E.A.C. Biofísica. São Paulo: Editora Sarvier, 2002. HENEINE, I.F. Biofísica Básica. São Paulo: Editora Atheneu, 2010.

MOURÃO JÚNIOR,C,A., ABRAMOV,D.M. Curso de Biofísica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2009.

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

OBJETIVOS

(11)

LACAZ-VIEIRA, F., MALNIC, G. Biofísica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1982.

OKUNO, E. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harper e Row do Brasil. 1982.

GUYTON, A. C., HALL, JOHN E. Fundamentos de Guyton – Tratado de Fisiologia Médica. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

LEHNINGER, A et all Princípios de Bioquímica. 2 ed. Rio de Janeiro: Sarvieli, 1995. HOUSSAY, A. B;. et all Fisiologia Humana. 7 ed. São Paulo: Artmed, 2004.

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Ciências Biomédicas

Marco Aurélio M. Rodrigues (Carimbo e assinatura do Diretor)

(12)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Biologia Celular e Histologia UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:

Instituto de Ciências Biomédicas

SIGLA: ICBIM CH TOTAL TEÓRICA: 60 CH TOTAL PRÁTICA: 30 CH TOTAL: 90

Reconhecer ao Microscópio de luz e eletromicrografias organelas citoplasmáticas, células e tecidos; Relacionar a morfologia de células e tecidos com suas respectivas atividades funcionais; Descrever mecanismos histoquímicos e citoquímicos que ocorrem em diferentes tipos celulares e organelas; Estabelecer correlações entre diferentes compartimentos celulares e teciduais com a atividade funcional do organismo.

Estrutura geral da célula animal e vegetal. Métodos de estudo de células e tecidos. Trocas entre a célula e o meio. Armazenamento e transmissão da informação genética. Formação e armazenamento de energia. Processos de Síntese na Célula. Digestão intracelular. Citoesqueleto e movimentos celulares. Tecido epitelial de revestimento. Tecido conjuntivo pp.dito: Substância fundamental, fibras e fibroblasto. Tecido conjuntivo pp dito: macrófago e mastócito. Tecido conjuntivo pp. Dito: plasmócito. Tecido conjuntivo pp. Dito: células adiposa e histofisiologia. Tecido Cartilaginoso. Tecido ósseo e osteogênese. Tecido Muscular. Tecido Neural. Produção e manutenção laminário; Técnicas de microscopia óptica e eletrônica.

Estrutura geral da célula animal e vegetal; Métodos de estudo de células e tecidos; Trocas entre a célula e o meio;

Armazenamento e transmissão da informação genética; Formação e armazenamento de energia;

Processos de Síntese na Célula; Digestão intracelular;

Citoesqueleto e movimentos celulares; Tecido epitelial de revestimento;

Tecido conjuntivo pp.dito: Substância fundamental, fibras e fibroblasto; Tecido conjuntivo pp dito: macrófago e mastócito;

Tecido conjuntivo pp. Dito: plasmócito;

Tecido conjuntivo pp. Dito: células adiposa e histofisiologia; Tecido Cartilaginoso;

Tecido ósseo e osteogênes; Tecido Muscular Tecido Neural;

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

OBJETIVOS

(13)

DE ROBERTS, EDP & DE ROBERTS, EMF. Bases da Biologia celular e Molecular. 4 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

JUNQUEIRA, LC & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular, 8 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

COMARCK, DH Histologia, 9 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

JUNQUEIRA, LC & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

ROSS, MH & ROMRELL, LJ. Histologia, 2 ed, Rio de Janeiro, Panamericana, 1993.

ALBERTS et al. Fundamentos da Biologia celular. Porto Alegre: Armed, 2006.

DI FIORI, MSH, MANCINI, RE, DE ROBERTS, EDP. Novo atlas de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1984.

LEESON, ST & LESSON, CR. Atlas de Histologia. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Ciências Biomédicas

Marco Aurélio M. Rodrigues (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

(14)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Biologia do Desenvolvimento UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:

Instituto de Ciências Biomédicas

SIGLA: ICBIM CH TOTAL TEÓRICA: 15 CH TOTAL PRÁTICA: 15 CH TOTAL: 30

Reconhecer os tipos de ovos, tipos de segmentação e formação dos folhetos embrionários, em anfioxo, anfíbio e aves. Correlacionar os mecanismos pelos quais diferentes tecidos e órgãos, da espécie humana, se desenvolvem a partir de uma célula única, descrevendo as ocorrências essenciais desse desenvolvimento, bem como dos anexos embrionários.

Aparelhos Reprodutores: Feminino e Masculino. Gametogênese: espermatogênese e ovogênese. Fertilização. Segmentação do ovo ou zigoto até mórula em anfíoxo, anfíbio, aves e espécie humana. Blástula em anfioxo, anfíbio, aves e espécie humana. Formação dos folhetos embrionários: endoderma, mesoderma, ectoderma e notocorda em anfioxo e anfíbio. Formação dos folhetos embrionários em aves e espécie humana. Tipo de implantação. Primeiras diferenciações dos folhetos embrionários: endoderma e mesoderma na área embrionária e extra-embrionária. Primeiras diferenciações do ectoderma: neuroectoderma e ectoderma de revestimento. Fases da embriologia humana/ Morfologia externa do embrião: aspectos de cabeça, tronco e membros. Morfogênese da face. Anexos embrionários de aves e mamíferos superiores inclusive espécie humana sob os aspectos: morfológico, histofisiológico e destinos embrionários. Saco vitelino, alantóide e âmnio. Cório, placenta e cordão umbilical.

Noções Gerais sobre Aparelhos Reprodutores: Feminino e Masculino. Gametogênese: espermatogênese e ovogênese.

Fertilização

Clivagem do ovo; desenvolvimento do zigoto até mórula em anfíoxo, anfíbio, aves e espécie humana.

Blástula em anfioxo, anfíbio, aves e espécie humana.

Formação dos folhetos embrionários: endoderma, mesoderma, ectoderma e notocorda em anfioxo e anfíbio.

Formação dos folhetos embrionários em aves e espécie humana. Tipo de implantação.

Primeiras diferenciações dos folhetos embrionários: endoderma e mesoderma na área embrionária e extra-embrionária.

Primeiras diferenciações do ectoderma: neuroectoderma e ectoderma de revestimento. Fases da embriologia humana/ Morfologia externa do embrião: aspectos de cabeça, tronco e membros.

Morfogênese da face.

Anexos embrionários de aves e mamíferos superiores inclusive espécie humana sob os aspectos: morfológico, histofisiológico e destinos embrionários.

EMENTA

PROGRAMA

OBJETIVOS

(15)

Saco vitelino, alantóide e âmnio. Cório, placenta e cordão umbilical.

WOLPERT, L.; JESSEL, T.; LAWRENCE, P.; MEYEROWITZ, E. ; ROBERTSON, E. ; SMITH, J. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. 3ed., Artmed, Porto Alegre, 2008.

GILBERT, S.F. Developmental Biology, 9th ed. Sinauer, 2010

CARLSON, B.M. Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

GILBERT, S.F. Biologia do Desenvolvimento, 3 ed. São Paulo: Soc.Bras. De Genética, 1994. HOUILLON, C. Embriologia. São Paulo: Edgrard Blücher, 1977.

HUITNER, A.F. Comparative Embriology of the Vertebrates, Mac Millian Company.

JUNQUEIRA & ZAGO. Embriologia Médica e Comparada. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1982. LANGMAN, J. Embriologia Médica. 4 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1985.

MELO,R.A. Embriologia Comparada e Humana. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989.

MOORE, K.L. Embriologia Clínica. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

MOORE, K.L, PERSAUD, T.V.N. Embriologia Básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

MOORE, K.L, PERSAUD, T.V.N., KOHEI S. Atlas Colorido de Embriologia Clínica. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

ROMARIO DE ARAUJO MELLO. Embriologia comparada e humana. São Paulo: Atheneu Editora, 1989.

ALMEIDA, J.M.Embriologia Veterinária Comparada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Ciências Biomédicas

Marco Aurélio M. Rodrigues (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

(16)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Biologia e Cultura

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 0 CH TOTAL PRÁTICA: 60 CH TOTAL: 60

Identificar os conhecimentos básicos que integram a área de Biologia. Compreender como os conhecimentos científicos sobre a Biologia estabelecem relações com a cultura. Aplicar pesquisa sobre as apropriações dos conhecimentos biológicos pela sociedade. Discutir as relações entre o conhecimento científico e o conhecimento popular sobre Biologia e seus impactos na cultura.

Conhecimentos científicos sobre a Biologia e a relação com a cultura. Pesquisas em campo sobre as apropriações desses conhecimentos biológicos pela sociedade. Estudos sobre as concepções populares relacionadas à Biologia (etnobiologia). Relações entre o conhecimento científico e o conhecimento popular sobre a Biologia e seus impactos na cultura.

Conhecimentos científicos básicos que integram a área da Biologia. Multiplicidade de significados da cultura.

Os conhecimentos científicos dos campos da Zoologia, Ecologia, Botânica, Ciências Morfológicas, Microbiologia, Imunologia, Parasitologia, Evolução e Paleontologia estabelecem relações com a cultura.

Pesquisas em campo sobre as apropriações desses conhecimentos biológicos pela sociedade. Concepções populares relacionadas à Biologia (etnobiologia).

Relações entre o conhecimento científico e o conhecimento popular sobre a Biologia e seus impactos na cultura.

SELLES, S. E.; FERREIRA, M. S.; BARZANO, M. A. L.; SILVA, E. P. Q. Ensino de Biologia: histórias, saberes e práticas formativas. Uberlândia: EDUFU, 2009.

BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998.

DAYRREL, J. (orgs.) Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. p.73-76.

GUIMARÃES, L. B. Planejamentos de ensino entremeando Biologia e Cultura. Ensino em Re-Vista, v. 16, n. 1, p. 33-45, 2009.

KINOSHITA, L. S. Botânica no Ensino Básico: relato de uma experiência transformadora. São Carlos: Rima, 2006.

KORMODY, E. J. Ecologia Humana. São Paulo: Atheneu, 2002.

O Povo Brasileiro [DVD]. Dir. Isa Grinspum Ferraz. Documentário; 280 min.; color, 2000.

RIBEIRO, Berta; RIBEIRO, Darcy. (orgs.) Suma Etnológica Brasileira. vol. 1 - Etnobiologia. Petrópolis: Vozes, 1986.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

OBJETIVOS

(17)

Letras, 2000.

WORTMANN, M. L. C. Sobre a ciências que se aprende fora da escola e da academia. Jornal A Página. Portugal, ano 13, número 130, janeiro de 2004, p. 29. Disponível em: http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=2886. Acesso em 21/11/2011.

COSTA, M. V. A escola tem futuro? Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

COSTA, M. V. (Org.) Estudos culturais em educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura, cinema...Porto Alegre: UFRGS, 2000.

SILVEIRA, R. H. (Org.) Cultura, poder e educação: um debate sobre estudos culturais em educação. Canoas: ULBRA, 2005.

DUARTE, R. Cinema e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

GUIMARÃES, L. B. A natureza na arena cultural. Jornal A Página. Portugal, ano 15, nº 155, abril de 2006, p. 07. Disponível em: http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=4517. Acesso em: 21/11/2011.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Trad. por Tomaz Tadeu daa Silva e Guacira Lopes Louro. 7.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

ORTIZ, R. Um outro território: ensaios sobre a mundialização. São paulo: Olho D'água, 2003. SANTOS, L. H. S. (ORG.) Biologia dentro e fora da escola: meio ambiente, estudos culturais e outras questões. Porto Alegre: Mediação, 2000.

EUGENIO, F. Culturas Jovens: novos mapas do afeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

LATOUR, B.; WOLGAR, S. A vida de laboratório: a produção dos fatos científicos. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1997.

SILVA, T. T. Nunca fomos humanos: nos rastros do sujeito. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. KELLNER, D. A cultura da mídia. Bauru: EDUSC, 2001.

MATTELART, A. Diversidade Cultural e Mundialização. São Paulo: Parábola, 2005.

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____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Biologia

Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

(18)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Genética e Bioquímica

SIGLA: INGEB CH TOTAL TEÓRICA: 60 CH TOTAL PRÁTICA: 15 CH TOTAL: 75

Ao final do curso o aluno será capaz de compreender os conhecimentos fundamentais sobre estrutura e função dos principais constituintes moleculares da célula. Ter uma visão global dos princípios gerais da Bioquímica e da Biologia Celular e dessa forma compreender os mecanismos moleculares que regem a função celular normal bem como algumas alterações patológicas.

Fundamentos de bioquímica. Estrutura e função de biomoléculas. Princípios de enzimologia. Bioenergética e oxidações biológicas. Metabolismo dos carboidratos. Metabolismo dos lipídeos. Integração metabólica.

1. Fundamentos de Bioquímica 1.1. Biomoléculas

1.2. Água: Propriedades Físicas e Químicas 2. Estrutura e função de Biomoléculas 2.1. Aminoácidos e Peptídeos

2.2. Estrutura tridimensional de Proteínas

2.3. Mioglobina/Hemoglobina: Transporte de gases respiratórios e a manutenção do pH fisiológico 2.4. Proteínas Plasmáticas e seu uso no diagnóstico clínico

2.5. Lipídeos 2.6. Carboidratos

3. Princípios de enzimologia 3.1. Cinética Enzimática

3.2. Mecanismo de ação enzimática 3.3. Equação de Michaelis e Menten 3.4. Enzimas Alostéricas

3.5. Regulação da atividade enzimática 3.6. Inibição da atividade enzimática 3.7. Enzimas no diagnóstico clínico

3.8. Enzimas na biotecnologia e tecnologia de alimentos 4. Bioenergética e Oxidações Biológicas:

4.1. Princípios de Bioenergética

4.2. ATP como transportador de energia 4.3. Via Glicolítica

4.4. Ciclo do ácido cítrico 4.5. Fosforilação oxidativa 5. Metabolismo dos carboidratos 5.1. Metabolismos das monohexoses

EMENTA

PROGRAMA

OBJETIVOS

(19)

5.2. Via das Pentoses

5.3. 5.3 Metabolismo do glicogênio 5.4. 5.4. Gliconeogênese

5.5. 5.5. Regulação alostérica e hormonal do metabolismo dos carboidratos 5.6. 5.6.Distúrbios do metabolismo de carboidratos

6. Metabolismo dos Lipídeos

6.1. Transporte de lipídeos obtidos da dieta e sintetizados endogenamente 6.2. Mobilização das Gorduras Armazenadas e Oxidação dos ácidos graxos 6.3. Síntese de ácidos graxos

6.4. Ácidos graxos especializados: Prostaglandina e Compostos correlatos 6.5. Corpos cetônicos

6.6. Metabolismo do colesterol 6.7. Ácidos e Sais Biliares 7. Integração metabólica

7.1. Inter-relações metabólicas em diferentes situações fisiológicas e patológicas.

NELSON, D. L., COX, M. Princípios de bioquímica. 5ª ed. São Paulo: Editora Sarvier, 2006. 975 p.

UCHO, D. A. Química para as ciências da saúde: uma introdução à química geral, orgância e biológica. 2 ed.: Editora Manole Ltda, 1992.

MARZOCCO, A e BAYARDO B. TORRES. Bioquímica básica. 3ª ed: Editora Guanabara Koogan, 2007.

D. VOET, D., VOET, J., PRATT, C.W. Fundamentos de bioquímica. 1ªed: Editora ARTMED, 2000.

http://www.lbqp.unb.br/bioq/index_br.php http://bcs.whfreeman.com

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____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

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______________________________________ Instituto de Genética e Bioquímica

Sandra Morelli

(Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

(20)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Ciências e Mídias

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 0 CH TOTAL PRÁTICA: 60 CH TOTAL: 60

Identificar os conhecimentos básicos que integram a área de Ciências Naturais. Analisar como os conhecimentos sobre as Ciências Naturais (Química, Física, Biologia, Geologia e Astronomia) estão dispostos nas diferentes mídias, em objetos de aprendizagem e em espaços educativos diversos. Discutir como a veiculação dos conhecimentos científicos sobre a área das Ciências Naturais perpassa pelas diferentes mídias e por espaços educativos diversos (escolas, parques, shoppings, jardins botânicos, zoológicos, planetários, museus).

Conhecimentos sobre as Ciências Naturais divulgados em diferentes mídias. Conhecimentos sobre as Ciências Naturais veiculados em objetos de aprendizagem diversos. Conhecimentos sobre as Ciências Naturais presentes em espaços educativos diversos. Relações entre a veiculação desses conhecimentos em diferentes mídias e espaços com a sociedade.

Identificação dos conhecimentos científicos básicos que integram a área das Ciências Naturais. Definição e caracterização das diferentes mídias (escrita, falada e digital) e dos recursos didáticos (livros, atividades, jogos, revistas, objetos de aprendizagem).

Análise de como os conhecimentos científicos dos campos da Biologia, Química, Física, Geologia e Astronomia são veiculados nas diferentes mídias.

Análise de como os conhecimentos científicos dos campos da Biologia, Química, Física, Geologia e Astronomia são veiculados em diferentes recursos didáticos.

Análise de como os conhecimentos científicos dos campos da Biologia, Química, Física, Geologia e Astronomia são veiculados em diferentes espaços educativos (escolas, parques, shoppings, jardins botânicos, zoológicos, planetários, museus).

Mídia, conhecimento científico, saber escolar e sociedade.

Espaços educativos, conhecimento científico, saber escolar e sociedade.

ALMEIDA, Milton José. Imagens e Sons: A nova cultura oral. Cortez, São Paulo, 1994.

BACCEGA, M. A. Televisão na escola. Televisão e Escola: uma mediação possível? São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003.

DUARTE, Rosália. Cinema e educação. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2002.

FIALHO, N. N. Biologia e Química: jogos no ensino de química e Biologia. IBPEX editora, 2007. OSTROWER, N.; FROTTÉ, D. P. Botando a mão na mídia: um curso teórico-prático para educadores interessados em comunicação. Rio de Janeiro: CECIP, 2006.

ROSA, I. P.; LAPORTA, M. Z.; GOUVÊA, M. H. Humanizando o ensino de Ciências: com jogos e oficinas psicopedagógicas. São Paulo: Vetor, 2006.

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

OBJETIVOS

(21)

SIQUEIRA, D. C. O. Comunicação e Ciência: estudo de representações e outros pensamentos sobre mídias. Rio de Janeiro: Editora da UERJ, 2008.

WORTMANN, Maria Lucia (Org.) Ensaios em Estudos Culturais Edcuação e Ciência. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2007.

BOURDIEU, Pierre. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. BUCCI, Eugenio. Brasil em tempo de TV. São Paulo: Editora Boitempo, 2005.

FISCHER, R. M. B. Dispositivos pedagógicos da mídia: modos de educar na (e pela) mídia. Educação e Pesquisa, São Paulo, V. 28 p. 151-162 jan/jun 2002.

GIROUX, Henri. Jovens, diferenças e educação pós-moderna. In: Castells, Manuel et al. Novas Perspectivas Críticas em Educação. Trad. por Juan Acuna. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. cap. 4, 63-85..

PARENTE, A. (org.) Imagem Máquina. A era das tecnologias virtuais. São Paulo: Editora 34, 1999.

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____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

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______________________________________ Instituto de Biologia

Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

(22)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Corpo e Educação

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Faculdade de Educação SIGLA: FACED CH TOTAL TEÓRICA: 60 CH TOTAL PRÁTICA: 0 CH TOTAL: 60

Analisar diferentes concepções de corpo ao longo do processo histórico da humanidade.

Conhecer a teoria corporal de Wilhelm Reich e suas possíveis implicações na prática pedagógica.

Concepções de corpo em diferentes momentos históricos. A visão cartesiana de corpo e a conseqüente dicotomia corpo-mente. Teoria reichiana (no corpo está o registro da história vivida). A dimensão corporal do educador.

1. Diferentes concepções de corpo 1.1. O corpo e o processo de civilização

1.2. O corpo na sociedade industrial contemporânea

1.3. O corpo na visão dos cientistas somáticos: Freud, Piaget, Reich

1.4. O corpo na visão dos filósofos somáticos: Kierkegaard, Marx, Merleau-Ponty 2. Visão cartesiana e a dicotomia corpo-mente

3. No corpo está o registro da história vivida – teoria reichiana 3.1. Dimensão energética: base da vida

3.2. Bloqueios da energia corporal: processo de encouraçamento 3.3. Livre fluxo da energia corporal: processo de auto-regulação 4. Concepção de homem energético e a crítica à educação autoritária 5. A dimensão corporal do educador

REICH, Wilhelm (1936). A Revolução Sexual. Trad. Ary Blaustein, 7ª ed. Rio de Janeiro, Zahar, 1981.

GARCIA, Regina Leite (org). O corpo que fala dentro e fora da escola. RJ: DP&A, 2002.

GIROUX, H. e SIMON, R. A cultura popular como uma pedagogia de prazer e significado: descolonizando o corpo. IN: GIROUX, H. Cruzando as fronteiras do discurso educacional: novas políticas em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

ALBERTINI, P. Reich: história das idéias e formulações para a educação. São Paulo, Ágora, 1994. ASSMANN, Hugo. Paradigmas Educacionais e corporeidade. UNIMEP, 1995.

BELLINI, Luiza Marta. Afetividade e cognição: o conceito de auto-regulação como mediador da atividade humana em Wilhelm Reich e Jean Piaget. São Paulo, 1993. Tese (Doutorado). Instituto de Psicologia da USP.

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

OBJETIVOS

(23)

BRANDÃO, F. e Silva, J. P. Linguagem Encouraçada e Linguagem Desencouraçada. http://www.ax.apc.org/~jgco/orgoniza/artigos/ling-enc

CAPRA, Fritjof. O ponto de Mutação. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo, Cultrix, 1983. FRAGA, Alex Branco. Corpo, identidade e bom-mocismo. Belo Horizonte: Autêntica,2000 GIRARD, V. e CHALVIN, M. J. Um corpo para compreender e aprender. São Paulo: Loyola,1997 GIORDAN, André. As principais funções de regulação do corpo humano. IN: MORIN, Edgar. A religação dos saberes – o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

GONÇALVES, Maria Augusta Salin. Sentir, pensar, agir: corporeidade e educação. Campinas-SP, Papirus,1994

HANNA, Thomas. Corpos em revolta: a evolução-revolução do homem do século XX em direção à cultura somática do século XXI. Trad. Vicente Barreto. Rio de Janeiro, Mundo Musical, 1972. LIPP, Marilda (org). O stress do professor. Campinas: Papirus, 2002

LOWEN, A . O corpo em depressão: as bases biológicas da fé e da realidade. Trad. Ibanez de Carvalho Filho. São Paulo, Summus, 1983.

LOURO, Guacira Lopes.(org) O corpo educado: pedagogia da sexualidadeBelo Horizonte: Autêntica, 2001

MOTA, Maria Veranilda Soares . Princípios Reichianos Fundamentais para a Educação: bases para a formação do professor. Piracicaba, 1999. Tese de Doutorado. UNIMEP.

REICH, Wilhelm. . (1949) Análise de Caráter. Trad. Ricardo Amaral do Rego. São Paulo, Martins Fontes, 1995.

_________ . (1936)A Revolução Sexual. Trad. Ary Blaustein, 7ª ed. Rio de Janeiro, Zahar, 1981. _________ . (1942). A Função do Orgasmo: problemas econômicos sexuais da energia biológica. Trad. Maria da Glória Novak. 13ª ed. São Paulo, Brasiliense, 1987.

________ . (1952) O Assassinato de Cristo: Volume um de A peste emocional da humanidade. Trad. Carlos Ralph Lemos Viana e Cid Knipel Moreira (introdução e apêndice). 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

_________. (1950) Children of the Future: On the prevention of sexual pathology. Nova York, Farrar Straus and Giroux, 1984.

_________ . (1933) Psicologia de Massa do Fascismo. Trad. Maria da Graça M. Macedo. 2ª ed. São Paulo, Martins Fontes, 1988.

SANT`ANNA, D. B.(ORG) Políticas do Corpo.. São Paulo: Estação Liberdade, 1995

_________. O corpo entre antigas e novas referências. Caderno de Subjetividade. São Paulo, vol. 5, n. 2, 1997

SOARES, Carmem. (org) Corpo e história. São Paulo: Autores Associados,2001. _______ . Imagens da educação no corpo. São paulo: Autores Associados, 1998

ZOHAR, Danah. O Ser Quântico: uma visão revolucionária da natureza humana e da consciência, baseada na nova física. Trad. Maria Antonia Van Acker. Editora Best Seller, 1990.

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______________________________________ Faculdade de Educação

Mara Rúbia Alves Marques (Carimbo e assinatura do Diretor)

(24)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Didática Geral

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Faculdade de Educação SIGLA: FACED CH TOTAL TEÓRICA: 60 CH TOTAL PRÁTICA: 0 CH TOTAL: 60

Refletir sobre o papel sócio-político da educação e da escola e suas múltiplas relações. Analisar as principais concepções referentes à educação e à formação do educador. Compreender os elementos que constituem a organização do processo de ensino aprendizagem: planejamento, ensino, avaliação, seus significados e práticas.

Concepções de educação e teorias pedagógicas. A Didática e seus fundamentos históricos, filosóficos e sociológicos e as implicações no desenvolvimento do processo de ensino aprendizagem e na formação do educador. Relações fundamentais do processo de ensino: sujeito/objeto; teoria/prática; conteúdo/forma; ensino/aprendizagem; conhecimento/conhecer; sucesso/fracasso; professor/aluno; aluno/aluno. Transmissão e Transposição Didática. Procedimentos, recursos, técnicas de ensino. Avaliação educacional e prática avaliativa no contexto do sistema e da educação escolar. Formas de organização da prática educativa escolar e os desafios da realidade de nosso tempo para a atuação docente. Recursos didáticos, novas tecnologias e suas implicações no ensino.

Unidade 1: Formação e identidade do profissional da educação 1.1. Desenvolvimento histórico da profissão docente

1.2. Trajetória da formação docente no Brasil e o debate contemporâneo

Unidade 2: Educação e didática: as diferentes perspectivas de análise sobre a escola, o ensino e a aprendizagem.

2.1 As diferentes concepções de conhecimento, educação e didática e suas implicações na formação e atuação docente.

2.2 O papel da escola na atualidade.

2.3 Pressupostos teóricos, históricos, filosóficos e sociais da didática, da educação, da escola. Unidade 3. O processo de ensino e aprendizagem e seus elementos.

3.1. A Sala de Aula: espaço de construção e mobilização de saberes. 3.2. A ação docente no processo de ensino e aprendizagem.

3.3. Relações fundamentais do processo de ensino: sujeito/objeto; teoria/prática; conteúdo/forma; ensino/aprendizagem; conhecimento/conhecer; sucesso/fracasso; professor/aluno; aluno/aluno; transmissão e transposição Didática.

3.4. Planejamento e avaliação no processo de ensino: modalidades, níveis, limitações e possibilidades

3.5. Estratégias e métodos de ensino: as diferentes técnicas de ensino

3.6. A prática docente frente às novas tecnologias aplicadas no campo da educação: novas tecnologias e ambientes educativos

EMENTA

PROGRAMA

OBJETIVOS

(25)

ANDRÉ, Marli e OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales (orgs.). Alternativas no ensino da Didática. São Paulo: Papirus, 1997.

ANDRÉ, Marli (org). A Didática em questão. Rio de Janeiro: vozes, 1996.

FAZENDA, Ivani (org.). Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993. PIMENTA, S. G. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 1999.

PIMENTA, S. G. Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 1997.

FREITAS, Luis Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da Didática. Campinas :Papirus, 1995.

FREITAS, Luis Carlos (org). Avaliação: construindo o campo e a crítica. Florianópolis : Insular, 2002.

FREITAS, Luis Carlos (org.) Avaliação de escolas e universidades. Campinas, SP : Komedi, 2003. (Série avaliação: construindo o campo e a crítica)

HERNÁNDEZ, F. e VENTURA. M. A organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre : ArtMed, 1.998.

VEIGA, I, P, A. (Org.) Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 1996. VEIGA, I, P, A. (Org.) Repensando a Didática. 21 ed. rev. atual. Campinas: Papirus, 2.004.

COMÊNIO, José Amós. Didáctica Magna. Lisboa, Portugal: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

GIROUX, Henry. Escola crítica e política cultural. São Paulo: Cortez/AA. Associados, 1988, Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, nº 20.

LIBÂNEO, José C. Didática. São Paulo: Cortez, 1990.

MASETTO, Marcos T. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1997.

MALUSÁ, Silvana. E FELTRAN, Regina C. de S. (orgs.). A Prática da Docência Universitária. São Paulo: Factash, 2003.

SEVERINO, Antonio Joaquim. O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade: o saber como intencionalização da prática. In: FAZENDA, Ivani (org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 1995. p. 31-46.

VEIGA, Ilma P. A. A prática pedagógica do professor de didática. Campinas: Papirus, 1989. VEIGA, Ilma P (org.). Técnica de ensino: por que não? Campinas: Papirus, 1993

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______________________________________ Faculdade de Educação

Mara Rúbia Alves Marques (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

(26)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Divulgação científica UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:

Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 30 CH TOTAL PRÁTICA: 30 CH TOTAL: 60

Compreender as diferentes dimensões da divulgação científica. Discutir a atuação do biólogo em diferentes espaços não-formais de educação através da transposição didática do conhecimento científico.

O processo de produção e divulgação dos conhecimentos científicos. Panorama histórico e questões atuais relacionadas à divulgação científica no Brasil e no Mundo. Principais elementos do perfil do divulgador científico. Vantagens e limitações das diferentes mídias de divulgação científica. Introdução de conceitos e bases metodológicas para pesquisas sobre divulgação científica e percepção pública da Ciência. Elaboração de diferentes produções relacionadas às áreas de interesse dos alunos.

Diferentes conceituações para Divulgação Científica

Diferenças entre a divulgação científica na comunidade acadêmica e na sociedade. Veículos de divulgação científica para a sociedade.

Análise dos veículos de divulgação científica e comparação com veículos especializados. Perfil do divulgador científico.

Diferenças entre o jornalista científico e o pesquisador/divulgador científico. Etapas de produção de um material de divulgação científica para diferentes mídias. Divulgação científica na escola e em espaços não-formais de Educação.

Histórico e caracterização da divulgação científica e do ensino de ciências em espaços não- formais. Conceituação de espaços não-formais.

Espaços não-formais no Brasil e no exterior - Museus de ciências.

Transposição didática e ensino-aprendizagem no ensino de ciências em espaços não-formais. A Internet e espaços não formais e outros elementos de mostra diversos.

Visita técnica a espaço não formal de Educação.

Apresentação de um trabalho acadêmico para os pares e para a sociedade.

Compreensão pública da Ciência, papel dos pesquisadores na divulgação científica e financiamentos.

Relevância científica e social da divulgação do conhecimento científico.

GOUVÊA, G.; MARANDINO, M.; LEAL, M. C. (orgs). 2003. Educação e Museu: a construção social do caráter educativo dos museus de ciência. Rio de Janeiro: Access.

JENKINS, E. W. 1999. School science, citizenship and the public understanding of science. International Journal of Science Education, 21(7): 703-710.

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

OBJETIVOS

(27)

KREINZ, G.; PAVAN, C. 2000. Os Donos da Paisagem - Estudos sobre Divulgação Científica. Núcleo José Reis/ECA/USP, São Paulo.

KREINZ, G.; PAVAN, C. 2002. Ética e Divulgação Científica - Os Desafios no Novo Século. Núcleo José Reis/ECA/USP, São Paulo.

MARANDINO, M. 2001. Interfaces na Relação Museu-Escola. Florianópolis: Caderno Catarinense de Ensino de Física. v.8, n.1, p.85 - 100.

ALBAGLI, S. 1996. Divulgação científica: informação científica para a cidadania? Ci. Inf., Brasília, 25(3): 396-404.

BRITO, F.; FERREIRA, J. R.; MASSARANI, L. (coords.). 2005. Centros e Museus de Ciências do Brasil. Rio de Janeiro: ABCMC: UFRJ, Casa da Ciência: FIOCRUZ, Museu da Vida.

CRESTANA, S. (coord.); HAMBURGER, E. W.; SILVA, D.M. E MASCARENHAS, S. (orgs.). 2001. Educação para a Ciência: curso para treinamento em Centros e Museus de Ciência. São Paulo: Editora Livraria da Física.

CRESTANA, S., CASTRO, M.G., PEREIRA, G.R.M. (orgs.). 1998. Centros e Museus de Ciências - visões e experiências: subsídios para um Programa Nacional de Popularização da Ciência. São Paulo: Saraiva: Estação Ciência.

GASPAR, A. 1993. Museus e Centros de Ciências - Conceituação e Proposta de um referencial teórico. Tese de doutorado em didática, Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo.

MAURÍCIO, L. A. 1992. Centro de Ciências: origens e desenvolvimento - uma relação sobre seu papel e possibilidade dentro do contexto educacional. São Paulo: Instituto de Física/Faculdade de Educação, USP, Dissertação de Mestrado.

SABBATINI, M. 2003. Museus e Centros de ciência virtuais: uma nova fronteira para a cultura científica. Disponível em http://www.comciencia.br/reportagens/cultura/cultura14.shtml.

SOUSA, C. M.; MARQUES, N. P. e SILVEIRA, T. S. 2003. A Comunicação Pública da Ciência. Cabral Editora e Livraria Universitária, São Paulo.

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APROVAÇÃO

(28)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Ecologia de Comunidades e Ecossistemas UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:

Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 45 CH TOTAL PRÁTICA: 15 CH TOTAL: 60

Compreender a distribuição dos Biomas da Terra e suas relações com os fatores ambientais condicionantes.

Entender os principais processos funcionais no nível do Ecossistema: Fluxo de energia e matéria nos níveis biótico e abiótico.

Compreender as regras de organização das comunidades naturais: Padrões de riqueza e diversidade, interações, resiliência e sucessão ecológica.

Estudos teóricos sobre as interações vegetação-solo-clima, que determinam a distribuição dos diferentes biomas e ecossistemas no planeta. Estudos teóricos sobre os processos funcionais no nível dos ecossistemas naturais. Estudos teóricos e práticos sobre a estrutura das comunidades ecológicas: Padrões de diversidade; diferentes níveis de inerações bióticas; processos de resposta à perturbações naturais e sucessão ecológica

Teórico: Introdução à Ecologia de Comunidades e Ecossistemas; fatores condicionantes dos Biomas do planeta; Os processos ecológicos de manutenção dos ecossistemas: fluxos de energia e matéria nos componentes bióticos e abióticos do ecossistema; As regras de organização das comunidades nativas; Os padrões de diversidade de espécie, as interações bióticas; Resiliência e Dinâmica das comunidades. Sucessão Ecológica.

Prático: Reconhecer, em campo, os diferentes níveis de organização das comunidades naturais e as interações bióticas e abióticas. Reconhecer os principais componentes de manutenção de

ecossistemas naturais. Reconhecer os processos naturais de resiliência e sucessão ecológica

Begon, M.; Towsend, C.R. & Harper, J.L. 2006. Ecology - From Individuals to Ecossystem. Blackwell Publishing. 759 p.

Odum, E.P. & Barret, G.W. 2007. Fundamentos de Ecologia . 5ª Ed. Thomson. 612 p.

Periódicos, Dissertações e Tese em Ecologia de Comunidades e Ecossistemas.

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

OBJETIVOS

(29)

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Biologia

Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)

(30)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Ecologia de Populações UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:

Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 45 CH TOTAL PRÁTICA: 15 CH TOTAL: 60

Compreender a teoria ecológica de forma a discutir os aspectos populacionais empregando conceitos, métodos e análisesespecíficos da área.

Distribuição de populações no tempo e espaço. Estrutura, crescimento e regulação populacional. Efeitos de interações ecológicas sobre atributos das populações.

Definição de populações abertas e fechadas; Tipos e conceitos de Metapopulações; Agregações e grupos sociais;

Seleção de habitats e territorialidade; Dispersão e migrações;

Influência de parasitismo, predação, competição e mutualismo sobre tamanho e dinâmica populacional;

Métodos de estimativa populacional; Estruturas etárias;

Histórias de vida;

Influência de fatores abióticos na distribuição geográfica de populações animais e vegetais

BEGON, M.; HARPER, JL.; TOWSEND, C.R. Ecologia: De indivíduos a Ecossistemas. 2 ed.Porto Alegre: Artmed, 2007.

RICKLEFS, R.E. A Economia da Natureza. 6 ed. Rio Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

DEL-CLARO, Kleber & TOREZAN-SILINGARDI, Helena Maura. Ecologia das Interações Plantas-Animais. São Paulo: Technical Books, 2012.

CAIN, M.L.; BOWMAN, W.D.; HACKER, S.D. Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011.

KREBS, J.R. & DAVIES, N.B. Introdução à Ecologia Comportamental. São Paulo: Atheneu, 1996. TOWSEND, C.R.; BEGON, M.; HARPER, J.L. Fundamentos em Ecologia. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

DEL-CLARO, Kleber & TOREZAN-SILINGARDI, Helena Maura. Ecologia das Interações Plantas-Animais. São Paulo: Technical Books, 2012.

DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

OBJETIVOS

(31)

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Biologia

Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)

(32)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Ecologia Geral

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 45 CH TOTAL PRÁTICA: 15 CH TOTAL: 60

Caracterizar os principais padrões e processos ecológicos existentes nos diferentes biomas naturais, inclusive aqueles que envolvem interações entre o ambiente físico e biótico e os referentes à ação antrópica. Definir, compreender e sintetizar os aspectos ecológicos evolutivos ligados a organismos (histórias de vida e comportamento), populações, comunidades e ecossistemas. Caracterizar os padrões e processos ecológicos existentes nos diferentes biomas naturais. Explorar as interações entre o ambiente físico e biótico e os referentes à ação antrópica. Explorar os conceitos atuais de Biodiversidade.

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECOLOGIA CONDIÇÕES E RECURSOS ECOLÓGICOS ORGANISMOS POPULAÇÕES INTERAÇÕES COMUNIDADES ECOSSISTEMAS CONSERVAÇÃO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECOLOGIA História e níveis de organização.

CONDIÇÕES E RECURSOS ECOLÓGICOS

Características físicas do ambiente e condições gerais de clima Topografia e solos.

Biomas

ORGANISMOS

Distribuição dos organismos de acordo com condições, recursos e fatores históricos (biogeografia histórica).

Respostas dos organismos às variaçoes ambientais. POPULAÇÕES

Caracterização geral da estrutura, crescimento e regulação. INTERAÇÕES

interações positivas e negativas, e seus efeitos sobre organismos e populações COMUNIDADES

Caracterização geral da estrutura de comunidades Padrões de riqueza de espécies

Sucessão Ecológica ECOSSISTEMAS

EMENTA

PROGRAMA

OBJETIVOS

(33)

definição, fluxo de energia, cadeias tróficas e fluxo de matéria CONSERVAÇÃO

Biodiversidade, impactos antrópicos e biologia da conservação

BEGON, M.; HARPER, JL.; TOWSEND, C.R. Ecologia: De indivíduos a Ecossistemas. 2 ed.Porto Alegre: Artmed, 2007.

RICKLEFS, R.E. A Economia da Natureza. 6 ed. Rio Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

DEL-CLARO, Kleber & TOREZAN-SILINGARDI, Helena Maura. Ecologia das Interações Plantas-Animais. São Paulo: Technical Books, 2012.

CAIN, M.L.; BOWMAN, W.D.; HACKER, S.D. Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011. PIANKA, E.R. Evolutionary ecology. 4 ed. New York : Harper & Row, 1987

RIDLEY, M. Evolução. 3. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2006

ROCHA, C. F. D. et al. Biologia da Conservação: Essências. Ribeirão Preto: Rima, 2006. GOTELLI, N.J. Ecologia. Londrina: Editora Planta, 2007.

PRIMACK, R.B. & RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina: Editora Planta, 2001

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Biologia

Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

(34)

CÓDIGO: COMPONENTE CURRICULAR: Educação Ambiental UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:

Instituto de Biologia SIGLA: INBIO CH TOTAL TEÓRICA: 45 CH TOTAL PRÁTICA: 15 CH TOTAL: 60

Compreender conceitos teóricos/metodológicos sobre as diferentes abordagens da Educação Ambiental. Discutir os problemas ambientais como questões centrais para a compreensão do mundo contemporâneo. Entender a crise sócio-ambiental e suas repercussões na sociedade, nas esferas política, econômica, social e cultural. Avaliar os principais eventos mundiais, as organizações governamentais e as organizações da sociedade civil ancoradas na proposição de ações preservacionistas e conservacionistas. Criar projetos de Educação Ambiental no contexto escolar e em espaços não formais de Educação. Analisar as relações da Educação Ambiental e as diversas mídias (escrita, falada e digital). Estruturar projetos de Educação Ambiental no âmbito da pesquisa, do ensino e da extensão.

Conceitos teóricos/metodológicos sobre as diferentes abordagens da Educação Ambiental. Problemas ambientais como questões centrais para a copreensão do mundo contemporâneo. Crise sócio-ambiental e suas repercussões na sociedade, nas esferas política, econômica, social e cultural. Eventos mundiais, as organizações governamentais e as organizações da sociedade civil ancoradas na proposição de ações preservacionistas e conservacionistas. Projetos de Educação Ambiental desenvolvidos no âmbito escolar e em espaços não formais de Educação. Educação Ambiental e mídias. Projetos de Educação Ambietal no âmbito da pesquisa, do ensino e da extensão.

Os problemas ambientais como questões centrais para a copreensão do mundo contemporâneo. A crise sócio-ambiental e suas repercussões na sociedade, nas esferas política, econômica, rural e urbana.

Principais eventos mundiais, as organizações governamentais e as organizações da sociedade civil ancoradas na proposição de ações preservacionistas e conservacionistas.

Conceitos teóricos sobre as diferentes pressupostos de Educação Ambiental.

Projetos de Educação Ambiental desenvolvidos no contexto escolar e em espaços não formais de Educação.

Relações da Educação Ambiental e as diversas mídias (escrita, falada e digital). Projetos de Educação Ambietal no âmbito da pesquisa, do ensino e da extensão.

BARONI, E. C.; AMORIM, Antonio Carlos. O que pode ser tão natural? Ensino de Biologia: histórias, saberes e práticas formativas. Uberlândia: EDUFU, 2009.

BRASÍLIA, Ministério do Meio Ambiente. Secretaria Executiva. Diretoria de Educação Ambiental. Encontros e caminhos: formação de educadoras (es) ambientais e coletivos educadores, 2005.

EMENTA

PROGRAMA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

OBJETIVOS

(35)

BRÜGGER, Paula. Educação ou adestramento ambiental? Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2004.

CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. 4ª ed.

MEYER, M.A.A. Educação Ambiental: uma proposta pedagógica. Em Aberto. v.10, nº 49, jan/mar. Brasília, 1991.

REIGOTA. M. Meio ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 1998.

WORTMANN, Maria Lucia (Org.) Ensaios em Estudos Culturais Educação e Ciência. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2007.

Ab'Sáber, Aziz Nacib. Escritos ecológicos. São Paulo: Lazuli Editora, 2006.

CASCINO, Fábio. Educação Ambiental: princípios, histórias, formação de professores. São Paulo: SENAC, 1999.

GUIMARÃES, Leandro Belinaso et. al. Tecendo subjetividades em educação e meio ambiente. Florianópolis: UFSC, 2003.

LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Trajetórias e fundamentos da educação ambiental. São Paulo: Cortez, 2004.

TOZONI-REIS, Marilia F. C. “A construção coletiva do conhecimento e a pesquisa-ação participativa: compromissos e desafios”. Pesquisa em educação ambiental. v.. 2; n.2; julho/dezembro 2007. (p.89-107).

Uberlândia, ____ /____ / 2012

____________________________________ Profª Drª Lúcia Fátima Estevinho Guido Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas

Uberlândia, ____ /____ / 2012

______________________________________ Instituto de Biologia

Jimi Naoki Nakajima (Carimbo e assinatura do Diretor)

APROVAÇÃO

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