3.1 A FT Esqd CC DO EB COMO FORÇA DE INVESTIMENTO NO Atq 3.1.4 Emprego da FT Esqd CC em áreas humanizadas O emprego da FT Esqd CC do EB como força de investimento no Atq Coor é balizado pelo C 17-20, em seu Artigo III, Capítulo 9, Operações em Áreas Edifica-das. Este Artigo, embora não reconheça o termo “áreas humanizadas”, presente na DMT, é o principal referencial teórico nacional sobre o assunto e será considerado para efeito da pesquisa, com as devidas ressalvas. O C 17-20 apresenta que o combate em localidade tem as seguintes carate-rísticas: - observação limitada; - campos de tiro reduzidos; - dificuldades de controle e coordenação; - descentralização máxima, até os mais baixos escalões de comando; - dificuldade de localizar o inimigo (devido à pequena visibilidade e à amplia-ção e reflexão de som nas áreas edificadas); - dificuldade de comunicações; - predomínio do combate aproximado, estando os contendores separados, muitas vezes, apenas por um muro (ou parede); - dificuldade de apoio cerrado de artilharia e aéreo (por ser pequena a mar-gem de segurança, devido à proximidade do inimigo e às dificuldades de ob-servação e de comunicações); - emprego frequente do tiro à queima-roupa, mesmo para canhões de tiro tenso; - reduzida eficiência de tiro indireto; - maiores necessidades de limpeza e de segurança em todas as direções, devido à extrema compartimentação das áreas edificadas; - desenvolvimento do combate em três dimensões, frente, profundidade e al-tura; - frequência das ações noturnas, devido à dificuldade de atravessar áreas à FIGURA 6 - pontos vulneráveis de um CC luz do dia; - canalização do movimento das viaturas pelas ruas longitudinais; - plenitude dos obstáculos artificiais; - lentidão das operações; e - necessidade de controle de incêndio. Conforme a doutrina nacional, segundo o C 17-20, o Ataque em localidade é realizado em três fases (BRASIL, 2002, 9-8, grifo nosso): - isolamento da localidade; - conquista de uma área de apoio na periferia da localidade; e - progressão no interior da localidade. A fase do isolamento busca evitar que o Ini manobre ou receba reforços den-tro da localidade e a fase da conquista da área de apoio visa garantir uma área de partida para a fase da progressão no interior da localidade, bem como ter um ponto de posicionamento de tropas que apoiarão o esforço principal. O foco deste estudo estará na 3ª Fase – a progressão no interior da localidade, ou como também é co-nhecida, fase do investimento. A terceira fase ocorre quando as tropas progridem no interior da localidade efetivamente conquistando as áreas e construções dominadas pelo Ini, sendo consi-derada a fase mais crítica da operação. O manual C 17-20, traz orientação sobre como a FT deve agir durante esta fase (BRASIL, 2002, p. 9-10, grifo nosso): - Nesta fase as ações se descentralizam para os comandos subalternos até o escalão pelotão e, muitas vezes, grupo de combate ou similar. - A progressão é lenta e coberta pelo fogo. Se possível, o escalão de ataque evita progredir pelas ruas, porque são batidas pelos fogos inimigos. Sua progressão será feita através dos quintais ou dos quarteirões, através dos prédios, por brechas nas paredes, ou pelos telhados. - As ruas transversais, mesmo que não tenham sido designadas como li-nhas de controle,apresentam, às pequenas unidades, uma ocasião de re-ajustamento do dispositivo, antes de prosseguir para a conquista do quartei-rão seguinte. Asreservas devem progredir o mais à frente possível para maior segurança do escalão de ataque, não apenas nos flancos mas, tam-bém, à retaguarda, ocupando prédios já conquistados, para impedir a sua retomada pelo inimigo. - Esta fase oferece possibilidadede surpresa e de riscospara o atacante, não só pela existência de armas da defesa em locais imprevisíveis e difíceis de determinar, como também, pelo abundante emprego, por parte do defen-sor, de minas, armadilhas e demolições preparadas e ainda, pela utilização de vias de acesso subterrâneas, ao nível do solo, através dos andares dos prédios e, mesmo, pelos telhados. Nota-se nesse ponto que não há menção sobre a presença de MAC, e possí-veis TTP para serem utilizadas. Este manual também descreve orientações gerais sobre a limpeza da área edificada que ocorre junto ao investimento. O escalão de ataque limpa casa a casa, as localidades fortemente defendidas (BRASIL, 2002, 9-10) e caso as localidades estejam fracamente defendidas, serão definidos objetivos na orla posterior da locali-dade, sobre os quais as SU em 1º escalão avançarão continuamente, através da área edificada, relegando a limpeza a outras tropas que virão a retaguarda (BRASIL, 2002, 9-11). Portanto, considerando sucintamente dois tipos de investimento, siste-mático(casa a casa) e o seletivo, com a conquista de pontos estratégicos no interi-or da área urbana. O Caderno de instrução CI 17-11 Força-tarefa subunidade blindada (2005), outra importante fonte de consulta nacional sobre o assunto, apresenta o Artigo II -Operações em Áreas Edificadas, com orientações específicas quanto ao emprego da FT Esqd CC nessa situação. Embora não esteja publicado oficialmente, o CI 17-11 (2005) traz informações complementares ao CI 17-20 (2002), além de detalhamentos sobre o procedimento que deverá ocorrer na terceira fase do Atq à localidade, o Cmt FT SU Bld deve preparar um plano de ataque baseado nas informa-ções complementares obtidas por intermédio de habitantes, plantas, publica-ções diversas e reconhecimentos. Especial atenção deve ser dispensada às vias de acesso subterrâneas (esgoto, metrô, galerias), às passagens através de quintais e telhados e também aos itinerários que podem ser aber-tos através dos edifícios pelo fogo de canhões e morteiros (BRASIL, 2005, p. 200). Nessa fase, os “fuzileiros progredirão desembarcados para a conquista e lim-peza dos objetivos impostos” (BRASIL, 2005, p. 200), ressalta-se que o CI 17-11 (2005) destaca a necessidade de interação entre as tropas CC e Fuz, para que ocorra a proteção mútua, realizando movimentos por lanços, considerando todas as vias de acesso possíveis, como quintais, prédios, subsolo e até mesmo buracos na parede abertos pelos tiros dos CC. (BRASIL, 2005, p. 200). Embora esteja previsto no CI 17-11 (2005) que o Fuz Bld normalmente lidera a ação apoiado pelos meios da FT, para se aproximar e assaltar os objetivos, “Os carros de combate e VBTP devem ser empregados bem à frente e requerem prote-FIGURA 7 - Progressão do combinado CC-Fuz Fonte: Brasil (2005, p. 202) ção dos fuzileiros desembarcados contra emboscadas, armas anticarro, minas e ações inimigas a curtas distâncias (BRASIL, 2005, p. 200, grifo nosso). Outro papel do CC é agir para isolar um objetivo, fixando o Ini e/ou abrindo passagens de aces-so em edificações ou obstáculos (BRASIL, 2005, p. 200). A existência de ângulos mortos causados pelas limitações características dos carros de combate gera áreas onde os Fuz Bld devem estar atentos para evitar a atuação Ini (BRASIL, 2005, p. 200). O uso de munições explosivas (HEAT1e HESH2) é mais recomendado do que o uso das munições de energia cinética, Flecha ou Super Flecha, devido a seu me-lhor efeito sobre o alvo e maior segurança na operação. As munições de energia ci-nética possuem uma coifa que é ejetada durante o disparo e pode atingir os fuzilei-ros desembarcados que estiverem em posições desabrigadas a frente do CC (BRA-1 High Explosive Anti-Tank (HEAT) (Alto explosiva anticarro); Está munição é muito usada por diver-sos calibres de canhões de Vtr Bld ou AC. Se caracteriza por utilizar o efeito carga oca, possuindo efeito de penetração intermediário nas blindagens atuais. 2 High Explosive Squash Head (HESH) (Alto explosiva de cabeça esmagável) também conhecida como HEP; Esta munição tem baixo poder de penetração nas blindagens atuais; Seu princípio de funcionamento é deformar-se contra a blindagem e explodir gerando uma onda de choque que produza estilhaços dentro do alvo. Tem maior emprego contra tropa abrigada e contra Vtr e Bld le-ves. FIGURA 9 -Limitação de elevação do canhão do CC Fonte: Brasil (2005, p. 201) FIGURA 8 - Ângulo morto do CC Fonte: Brasil (2005, p. 200) SIL, 2005, p. 201). O CI 17-11 (2005) ressalta o papel das comunicações por todos meios, como algo importante para o desenvolvimento desta fase. Quanto a progressão das viaturas blindadas: deve ser, sempre que possível,aos pares, uma de cada lado da rua e en-costadas nos edifícios; cada viatura tem seu setor de tiro voltado para o lado oposto da rua e os Fuz Bld precedem os CC e VBTP para a devida pro-teção e valem-se de seu apoio de fogo (BRASIL, 2005, p. 201, grifo nosso). As viaturas blindadas devem reduzir o seu tempo de exposição realizando movimentos por lanços, parando sempre em posições abrigadas e mantendo sem-pre a busca de alvos, inclusive com seu equipamento de visão termal (BRASIL, 2005, p. 202). Para isso, as viaturas poderão utilizar os edifícios como cobertas quando: - os Fuz Bld tenham limpado o edifício antes que as Vtr Bld entrem; - os Cmt Vtr Bld realizem um reconhecimento para se certificarem que o piso suporta o peso, dando especial atenção à existência de garagens e po-rões; e - ocupe-se a posição de modo a ter facilidade de retraimento no caso de atu-ação do inimigo (BRASIL, 2005, p. 202). Esta fonte de consulta ressalta que o Cmt SU deve tomar medidas adicionais preventivas para minimizar o risco de fratricídio, bem como definir regras de engaja-mento claras, para atender aspectos civis ligados à operação (BRASIL, 2005, p. 202, grifo nosso). O C 17-11 (2005), traça inferências sobre a logística nessa fase do combate FIGURA 10 - Progressão das Vtr blindadas Fonte: Brasil (2005, p. 201) em localidade, ressaltando que “Devido à possibilidade de interrupção do fluxo de suprimento, a ATSU deve distribuir os itens aos Pel antes do final da conquista da área de apoio (2ª fase), quando ocorre maior descentralização das operações” (BRASIL, 2005, p. 202). E ainda, que devido à restrição de movimento natural das áreas humanizadas haverá menores deslocamentos e por consequência menor con-sumo de combustível (BRASIL, 2005, p. 202), no entanto, maior concon-sumo de muni-ção e necessidade de itens especiais, como equipamento específico para execumuni-ção de tiro em ambiente confinado, cargas de demolição, armamento anticarro, lança-chamas, fateixas, escadas, sacos de areia para a proteção de Vtr e pessoal, lâmi-nas para remoção de obstáculos e extintores de incêndio (BRASIL, 2005, p. 202). É ressaltado que os reconhecimentos devem buscar os mais diversos meios disponíveis nas cidades, para levantar as seguintes informações: - localização das melhores vias de acesso para a localidade e no seu interi-or; -sistema de galerias subterrâneas (metrô, esgotos, etc); -tipo de construções na Z Aç (tamanho, material empregado, etc); localiza-ção e natureza dos obstáculos; ações do inimigo; e -atitude da população civil (BRASIL, 2005, p. 198). Quanto à determinação de objetivos dentro das áreas urbanizadas, eles po-dem estar na orla anterior, quando servem como um ponto de apoio para o prosse-guimento das operações, no interior da localidade, quando se tratarem de pontos estratégicos que garantirão vantagem para as operações (BRASIL, 2005, p. 198) O comando e controle são fundamentais no emprego da FT Esqd CC em área humanizada e o C 17-11 (2005) ressalta isso nas orientações quanto ao esta-belecimento de linhas de controle, zonas de ação e limites. É necessário compreen-der que este tipo de combate possui a caraterística da descentralização das ações até os menores escalões. As linhas de controle devem ser marcadas sobre as ruas transversais ao mo-vimento da FT, podem substituir a marcação de objetivos intermediários e possuem caráter restritivo para evitar o fratricídio e melhor controlar a manobra (BRASIL, 2005, p. 199, grifo nosso). Devem-se traçar limites até o nível pelotão, atentando para que em zonas densamente construídas, as linhas limites devem passar pelas ruas, e nas zonas de construções espaçadas devem passar pelos quintais das construções (BRASIL, 2005, 1999, p. 199) pla-nejamento, pode-se dizer que uma subunidade recebe uma frente de 1 a 2 quartei-rões e um pelotão recebe a frente de 1 quarteirão” (BRASIL, 2005, p. 199). Podendo variar conforme o valor do inimigo e as demais características da área edificada (BRASIL, 2005, p. 199). A logística da FT deve estar preparada para este tipo de operação, principal-mente em três aspectos: o maior consumo de Sup Cl III e V; o apoio de saúde avan-çado para cobrir o maior número de baixas; e o grande número de baixas de Vtr Bld (BRASIL, 2002, p. 10-37). Tanto o C 17-20 quanto o C 17-11 não apresentam nenhuma solução pronta que a tropa deva seguir um formato específico para o combate em localidade. Os manuais ressaltam diversos pontos que devem ser considerados pelos comandan-tes de fração durante o planejamento de tal operação. Este posicionamento, atende a característica de flexibilidade que a operação em estudo demanda, porém, nota-se que não há informações sobre o enfrentamento de MAC. Observa-se que apesar de ambas as fontes já citadas, citarem as considerações civis, não prevêem medidas práticas para serem adotadas conforme o caso. Diversos estudos têm sido realizados para atualizar a doutrina nacional de emprego das tropas blindadas em áreas humanizadas. Mesmo não constando no rol das publicações doutrinárias do COTER, estas fontes apresentam considerações úteis às pequenas frações que integram a FT Esqd CC. Contudo, o estudo desta li-teratura, contribui com a montagem e a caracterização desta tropa quanto à sua doutrina de emprego. EICKHOFF (2006) afirma que o emprego de blindados em área edificada pos-sui como possibilidades, além de outros aspectos já citados no estudo, o efeito psi-cológico sobre a tropa Ini, e a capacidade de engajamento múltiplo de alvos. O autor indica que na FT Bld os fuzileiros “são os olhos e ouvidos, pois localizam e identifi-cam alvos para os CC engajarem” (EICKHOFF, 2006, p. 20). Indica ainda, que du-rante o deslocamento entre as edificações, deve-se manter as posições Ini obser-vadas ou sob fogo, e caso não seja possível, utilizar fumígeno(EICKHOFF, 2006, p. 22, grifo nosso). A utilização de medidas de controle como linhas de controle, posições de tiro e a identificação das casas com letras e números são considerações impor-tantes para o emprego da tropa (EICKHOFF, 2006, p. 23, grifo nosso). Outro aspecto observado é a adoção de posições de combate, que dever es-tar sempre em local desenfiado, podendo se deslocar rapidamente para uma posi-ção de tiro, com ou sem auxílio de elemento desembarcado e atentando para as ca-racterísticas de resistência do solo local (EICKHOFF, 2006, p. 24). FIGURA 11 - Exemplo de planejamento de posições de tiro para o investimento Fonte: Eickhof (2006, p. 23) FIGURA 12 - posição de desenfiamento Fonte: Eickhoff (2006, p. 24). As metralhadoras antiaéreas das VBC podem atingir os alvos que, por limita-ção de elevalimita-ção e depressão do Can 105mm, não sejam possíveis (EICKHOFF, 2005, p. 27 e 28). Nota-se que a VBC Leopard pode receber uma segunda Mtr AAe 7,62 mm na posição do Cmt CC, enquanto a VBC M-60 possuí uma Mtr AAe .50. CORADINI (2016, p. 25), analisa que a doutrina nacional sobre o assunto está baseada no “Manual de Campanha C 17-20, Forças-Tarefas Blindadas, no qual há maior ênfase aos óbices ao emprego de forças blindadas em áreas urbanas que às suas possibilidades”. Em seu artigo sobre o emprego de CC nas operações em áreas humanizadas destaca algumas possibilidades não descritas na doutrina já ci-tada. Os canhões do CC tem a possibilidade de engajar o Ini a distância e devido à grande quantidade de abrigos e esconderijos para a força oponente nesse cenário, o armamento principal dos CC poderá atingir essas posições com precisão, minimi-zando os efeitos colaterais (CORADINI, 2016, p. 28). O autor destaca ainda, a maior capacidade de busca de alvos gerada pelos equipamentos de visão noturna dos carros, além da continuidade do combate permi-tida por eles (CORADINI, 2016, p. 28). Na sua visão, a adaptação é um fator essen-cial para o sucesso desta operação, e considerando as limitações inerentes do em-prego do CC em área urbana, ressalta aspectos como a importância do apoio mútuo CC-Fuz, especialmente no quesito comunicações, a capacidade de combate com escotilhas fechadas e a importância da distribuição dos setores de observação (CO-RADINI, 2016, p. 31). CORADINI defende que as vulnerabilidades do CC são superadas por suas FIGURA 13 - Tomada de posição de tiro Fonte: Eickhoff (2005, p. 24). possibilidades no ambiente urbano, que sem negligenciar os fracassos já ocorridos neste tipo de emprego, deve-se buscar a adaptação da TTP, para que a força ter-restre não deixe de contar com o poder de fogo, a proteção blindada, a mobilidade e a ação de choque dos CC (2016, p. 32). A doutrina da FT Esqd CC do EB para atuar como força investimento no Atq Coor em área humanizada está calcada nos manuais e artigos supramencionados. Cabe ressaltar que tais conhecimentos descritos na doutrina foram apreendidos du-rante revisão de manuais estrangeiros e exercícios táticos realizados com restrições de movimentos, sem contudo, haver a experiência em combate do EB sobre o tema. Tal afirmação visa sugerir, que diante dessa realidade, há provável necessidade de atualização doutrinária sobre o tema. Em resumo, pode-se dizer que a doutrina nacional sobre o emprego da FT Esqd CC em áreas humanizadas tem as seguintes características: a) Ações descentralizadas até os mais baixos escalões; b) A progressão é lenta e coberta pelo fogo; c) Evita-se utilizar as ruas para progredir; d) Ruas transversais servem de posição de reorganização para continuar a progressão; e) Reservas mais à frente possível; f) Necessidade de proteção em todas as direções; g) Existência de emboscadas; h) Limitação dos Bld quanto a ângulos mortos para visão e pontaria; i) Necessidade de informações detalhadas e reconhecimento sobre a Área, Ini e sobre as considerações civis; j) Alto risco de fratricídio; k) Grande número de baixas de pessoal e de Vtr Bld; e l) Efeito psicológico sobre o Ini. Os aspectos relativos a maneabilidade da FT Esqd CC em localidade, pre-sentes nas fontes de consulta nacionais consultadas, podem ser resumidos em: a) Fuz desembarcados limparão os Obj. b) Necessidade de integração do combinado CC-Fuz. c) Considerar todas as vias de acesso possíveis (casas, prédios, subsolo, buracos nas paredes, etc..). desembar-cados. e) Uso de Mun de energia química é mais recomendado. f) Manter a posição Ini sob fogo ou observação. g) Utilização de fumígeno para a proteção. h) Mtr AAe para recobrir os ângulos mortos de visão e tiro dos CC. i) Capacidade dos Can 105mm e Mtr Coax atingirem alvo com precisão mini-mizado o dano colateral se utilizando Mun adequada. Quanto ao comando e controle: a) Importância das Com por todos os meios; b) Progressão das Vtr aos pares pelos lados da via em setores de tiro cruza-do; c) Fuz Bld precedem os CC e VBTP e são protegidos por seu fogo; d) Vtr Bld devem reduzir seu tempo de exposição ao fogo Ini; e) Vtr Bld ocupam prédios seguros como abrigos; f) Busca contínua de alvos por todos; g) Critérios diferenciados para escolha das medidas de coordenação e con-trole; h) Identificação de casas com letras e números; e i) Planejamento de posições de tiro para o CC durante o investimento. Os aspectos logísticos podem se resumir em: a) Necessidade de suprimento aumentado devido à possibilidade de inter-rupção do fluxo logístico durante a operação; b) Maior consumo de Sup Cl III e V; c) Necessidade de apoio de saúde avançado devido ao maior número de baixas; e d) Necessidade de equipamentos e munições especiais para este tipo de terreno. No documento A INFLUÊNCIA DO EMPREGO DE MÍSSEIS ANTICARRO NAS TÉCNICAS, TÁTICAS E PROCEDIMENTOS DA FORÇA-TAREFA ESQUADRÃO DE CARROS DE COMBATE EM OPERAÇÕES DESENVOLVIDAS EM ÁREAS HUMANIZADAS (páginas 46-56)