As luzes da cabana estão baixas quando o pau de Victor provoca meu núcleo, esfregando meu clitóris e entrando e saindo da minha entrada. Não consigo ouvir nada além de sua voz, sua respiração, os tapas do chicote ainda ecoando nos meus ouvidos.
— Por favor — Imploro. Minha voz falhando com necessidade, querendo-o mais fundo, querendo mais.
— Eu disse a você, gatinha, onde te foderia, e não será nesta boceta apertada e quente.
Minha garganta seca enquanto tento engolir. Acompanho tudo desde o último fim de semana. Enquanto Victor me deixou nervosa em nossa primeira vez na cabana, tudo desde então foi como ele prometeu. São minhas fantasias realizadas na vida real. Durante a última semana, depois do nosso encontro com a Dra. Kizer, tivemos tempo para falar um com
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o outro. Fomos honestos e dissemos coisas que deveriam ser ditas há muito tempo. Mais do que isso, esses novos papéis deram ao nosso casamento algo que nunca tivemos: total confiança e liberdade.
Liberdade para ser aberto um com o outro com nossos corpos e nossos corações. Liberdade para dar o tipo de confiança e submissão necessários para permitir que uma pessoa faça o que Victor fez e faz comigo. Meus pulsos são atados à mesa de escravidão, em vez de estar deitada, meus tornozelos também estão atados, presos em uma corrente curta que tem um gancho preso aos meus pulsos. Estou de joelhos e ombros com a minha bochecha contra a mesa e minha bunda no ar. Eu não poderia endireitar minhas pernas nem se quisesse.
Seus dedos entram e saem de mim. Cada vez que ele tira, tremo com a perda. Não apenas isso, mas cada vez que ele tira, fica mais perto do meu buraco apertado. Estou com medo, mas pela evidência nos dedos do meu marido, também estou excitada.
— Você confia em mim, gatinha?
— Sim, senhor. — Minha resposta me dá a força para deixá-lo continuar. Embora não possa acreditar que isso acontecerá depois de anos de protesto, estou igualmente excitada. Isto é o que ele queria desde que nos casamos, mas, pela primeira vez, é também o que eu quero.
Tremo como a combinação de gel frio com a minha essência enquanto Victor lubrifica meu buraco apertado.
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— Quando você se acostumar com isso — ele explica — Não precisaremos mais do gel. Você estará sempre muito molhada. Mas agora, quero facilitar. Não quero te machucar.
Suas palavras parecem irônicas, já que ele apenas acabou de açoitar minha bunda e coxas. Ao contrário de uma palmatória, o açoitamento tem uma variedade de peças de couro, suas pontas são como chicotes afiados quando abrasam minha pele. Embora nunca cortassem, parecia que cortavam.
Cada golpe não era somente um, mas vinte açoites, avermelhando minha bunda e coxas. No entanto, entendo o que Vic quer dizer. Entendo a diferença entre dor intencional por prazer e dor por dano. Meu marido escolheu o açoite para limpar a minha mente, para me preparar, e focar nele, onde pertence.
Funcionou. Não só por causa da dor, mas porque confio que ele saiba o quanto posso tomar. Porque confio, também obedecerei e me submeterei. Agora, a minha mente está clara. Nada mais existe além das paredes dessa cabana.
Choramingo quando seu dedo penetra no meu buraco apertado.
— Gatinha, ouça a minha voz.
Eu ouço. Minha mente vai para um espaço onde estou em abismo profundo.
— Sim Senhor.
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O açoitamento deixou minha bunda e coxas formigando enquanto construía o meu desejo. Anseio por alívio. Respiro fundo, fecho meus olhos, e concentro-me em seus movimentos, a maneira como o dedo entra e sai da minha bunda e a maneira como a outra mão trabalha no meu clitóris. Ele conhece meu corpo melhor que eu. Assim como o castigo, ele sabe exatamente o quanto posso tomar.
Mais e mais alto, ele dedilha até que meus dedos do pé enrolam.
— Ainda não.
Prendo a respiração quando a ponta de seu pau pressiona contra mim.
— Relaxe e deixarei você gozar.
Aprendi o que quer dizer. Ele está realmente dizendo que se eu não relaxar, ele não me deixará gozar. E por mais que eu queira agora, quero um orgasmo. Na última semana, tivemos mais sexo do que nos últimos dois anos. Isso me deixou dolorida e devassa. Cada vez me mostra como isso pode ser bom, me fazendo desejar mais do que apenas Vic pode fazer.
Não há mais autossatisfação após uma leitura erótica. Estou autorizada a ler os romances, mas o Senhor quer que eu leia em voz alta. Se pensava que eles eram sexy lendo sozinha, não tinha ideia do que seria ler enquanto ele brinca com minha pele, me deixando quente e incomodada.
— Quem é seu dono, gatinha? A quem você pertence? — Você, Senhor.
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— E o que você quer? — Seu pau empurra mais forte, aplicando mais pressão.
Empurro de volta em direção a ele, tanto quanto posso em minhas amarras. — Gozar. Por favor, Senhor, foda minha bunda e me deixe gozar.
Ele me disse antes que não foderia minha bunda até que eu implorasse. Nunca pensei que iria, mas implorei. Faria qualquer coisa por ele.
Respiro fundo e cerro meus punhos quando ele mergulha para frente, tomando minha bunda, tornando-a dele. Lágrimas vazam pela a mesa enquanto ele se move; estocada após estocada, o fogo dentro de mim queima até que o ritmo é certo, e meu corpo aceita a invasão. Seu calor cobre minha pele recém-punida. Meus pensamentos são monopolizados pela queima de seu pau na minha bunda e prazer de seus dedos no meu clitóris.
Eu fico mais alta e mais apertada, perdida no som de sua respiração até ver explosões de luz, e me desfazer. Momentos depois, Victor me enche com a sua semente até que transbordo.
Ele puxa e beija minhas partes mais íntimas. Em seguida, desata as correntes e minhas pernas relaxam. Quando ele me vira, sua expressão me tira o fôlego. Tanto amor e adoração. Ele alisa meu cabelo, colocando atrás da minha orelha, e beija suavemente meus lábios.
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Estou cansada demais para falar. Em vez disso, sorrio e aceno. Ele tem razão.
Eu sou.
Isto pode parecer não convencional para os outros. Eu não estou certa se posso dizer a Jenn o que fazemos. Ela já sabe que a minha atitude mudou. É impossível esconder meu sorriso satisfeito quando menciono seu nome.