• Nenhum resultado encontrado

1) Definição

a.

No âmbito da linha de financiamento CPR, será incentivada a inserção de

jovens nas associações de beneficiários. Nesse sentido, uma ação específica

voltada para os Jovens, intitulada Nossa Primeira Terra – NPT será

incentivada nos estados participantes.

b.

Esta ação específica voltada para os jovens é parte integrante dos Selos e será

executada em estrita observância das normas estabelecidas neste Manual de

Operações do CPR, em particular no que diz respeito às regras de

elegibilidade dos imóveis, dos beneficiários e dos projetos, aos procedimentos

para tramitação e análise das propostas de SAT e SIC’s, aos tetos e condições

de financiamento.

2) Objetivo geral

a.

Ampliar e fortalecer a presença dos e das jovens rurais no âmbito do PNCF,

mediante o acesso à terra.

3) Objetivos específicos

a.

contribuir para a inserção de mão-de-obra qualificada no meio rural;

b.

ampliar a oferta de Assistência Técnica e Extensão Rural para a agricultura

familiar com enfoque nas especificidades da juventude rural;

c.

criar ou ampliar a rede de agricultores e agricultoras experimentadores

voltados para a realização de intercâmbio de experiências inovadoras para a

agricultura familiar;

d.

ampliar as oportunidades de acesso à inovação tecnológica na agricultura

familiar; e

e.

estimular a implementação de projetos que contribuam com o fortalecimento

das associações de jovens trabalhadores rurais e/ou agricultores familiares.

4) Público

O selo Nossa Primeira Terra terá como público específico:

a. jovens rurais sem terra (assalariados permanentes ou temporários, diaristas

etc);

c. jovens oriundos de escolas agrotécnicas, dos Centros Familiares de Formação

por Alternância – CEFFA’s, e outras.

5) Critérios de elegibilidade

a.

Podem ser beneficiadas por este Selo as associações de jovens que, além das

condições de elegibilidades previstas no Manual de Operações, tenham no

mínimo 70% de membros com idade entre 18 (dezoito) anos (maioridade

civil) e 28 (vinte e oito) anos, podendo ter até 30% (trinta por cento) de

membros com idade de até 32 (trinta e dois) anos.

b.

Também podem ser beneficiados os grupos de jovens rurais, que se

organizarem a partir das associações de beneficiários e beneficiárias do PNCF,

que apresentarem projetos compatíveis com a Unidade Produtiva, voltados

para o fortalecimento do PNCF e com a finalidade de implementar projetos

comunitários e/ou produtivos, que contemplem as demandas específicas da

juventude rural

c.

Serão beneficiados pelo PNCF os jovens de 16 (dezesseis) anos e menos de 18

(dezoito), desde que devidamente emancipados, com averbação no cartório de

Registro Civil de Pessoas Naturais.

6) Participação dos estados

Os estados deverão incorporar no Plano Operacional Anual – POA, estratégias de

atuação que definam:

a.

a implementação do projeto e suas interfaces com as políticas públicas para a

juventude existentes ou a serem criadas pelo estado;

b.

as ações complementares de capacitação para a juventude rural que serão

implementadas;

c.

assegurar a articulação da UTE com as Escolas Agrotécnicas, Centro

Educacional Familiares de Formação por Alternância - CEFFA’s, ou

similares, bem como com as organizações da juventude rural existentes no

estado;

NOTA: Caberá à UTE e ao Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural

Sustentável, quando houver fundadas suspeitas, assegurar-se de que não estarão

sendo beneficiados jovens cujas famílias dispõem de recursos suficientes e não

necessitem de financiamento nestas condições para a aquisição do imóvel pretendido.

7) Capacitação da juventude rural

a.

Caberá ao MDA, por meio da SRA e intermédio do DCF, o estabelecimento

de convênios ou parcerias para que sejam implementados programas

específicos para a capacitação das beneficiárias, sendo estes convênios

estabelecidos entre o MDA e os órgãos estaduais executores do PNCF e:

i.

Universidades ou Escolas Agrotécnicas, CEFFA’s e similares;

ii.

ONG’s e cooperativas de Assistência Técnica e Extensão Rural;

iii.

Entidades Sindicais; e

iv.

outros movimentos sociais.

b.

Para o estabelecimento destes convênios, as entidades devem apresentar uma

proposta técnica, acompanhada de plano de trabalho, podendo ser

desenvolvida na área da qualificação profissional, na realização de cursos com

certificação, na capacitação das trabalhadoras rurais e/ou agriculturas

familiares para a formação de redes de cooperação técnica, na realização de

intercâmbios, em ações que priorizem as orientações teóricas e metodológicas

da educação do campo.

c.

Esta proposta pode também ser direcionada à sensibilização e formação de

Agentes de Capacitação, ATER, gestores, gestoras, técnicos e técnicas das

entidades parceiras da Rede de Apoio do PNCF em assuntos pertinentes às

demandas da juventude rural e a questão agrária.

II. PNCF-MULHER

1) Definição

a.

No âmbito da linha de financiamento CPR, será incentivada a inserção das

trabalhadoras rurais e agricultoras familiares nas associações. Nesse sentido,

uma ação específica será estruturada nos estados participantes, intitulada

“PNCF-Mulher”, com base na abordagem de gênero, tendo como objetivo a

ampliação, qualificação e fortalecimento da participação das trabalhadoras

rurais e agricultoras familiares tanto na gestão das associações bem como na

implementação dos projetos produtivos e/ou comunitários.

b.

Esta ação específica voltada às trabalhadoras rurais e agricultoras familiares

é parte integrante dos Selos e será executada em estrita observância das

normas estabelecidas neste Manual de Operações do CPR, em particular no

que diz respeito às regras de elegibilidade dos imóveis, dos beneficiários e

das beneficiárias, dos projetos, aos procedimentos para tramitação e análise

das propostas de SAT e SIC’s, aos tetos e condições de financiamento.

2) Objetivo geral

a.

Ampliar e fortalecer a presença das trabalhadoras rurais e agricultoras

familiares no âmbito do PNCF, mediante o acesso à terra.

3) Objetivos específicos

a.

contribuir para a qualificação da mão-de-obra no meio rural;

b.

qualificar as beneficiárias em gestão das associações e dos projetos

produtivos, comunitários e sociais, a partir das demandas das mulheres

rurais;

c.

ampliar da oferta de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural com

experiência de atuação em gênero para a agricultura familiar, considerando a

luta histórica das mulheres rurais;

d.

criar ou ampliar a rede de agricultores e agricultoras experimentadores

voltados para a realização de intercâmbio de experiências inovadoras para a

agricultura familiar;

e.

ampliar as oportunidades de acesso à inovação tecnológica na agricultura

familiar;

f.

estimular a implementação de projetos que contribuam com o fortalecimento

das associações de trabalhadoras rurais e/ou agricultoras familiares;

g.

criar ou ampliar a rede de agricultores e agricultoras experimentadores

voltados para a realização de intercâmbio de experiências inovadoras para a

h.

ampliar as oportunidades de acesso à inovação tecnológica na agricultura

familiar.

4) Público

O selo PNCF-Mulher terá como público específico:

a.

trabalhadoras rurais sem terra (assalariadas permanentes ou temporários, dia-

ristas etc);

b.

agricultoras familiares; e

c.

trabalhadoras jovens oriundos de Escolas Agrotécnicas, Centro Familiares de

Formação por Alternância – CEFFA’s e outras.

5) Critérios de elegibilidade

a.

Podem ser beneficiadas pelo Selo PNCF-Mulher as associações formadas

exclusivamente por trabalhadoras rurais que comprovem as condições de

elegibilidades previstas no Manual de Operações.

b.

Também podem ser beneficiados os grupos de trabalhadoras rurais e/ou

agricultoras familiares, que se organizarem a partir das associações de

beneficiários e beneficiárias do PNCF, e que apresentarem projetos

compatíveis com a Unidade Produtiva, voltados para o fortalecimento do

PNCF e com a finalidade de implementar projetos comunitários e/ou

produtivos, que contemplem as demandas específicas das mulheres.

6) Participação dos Estados

Os estados deverão incorporar no Plano Operacional Anual – POA, estratégias de

atuação que definam:

a. a implementação do projeto e suas interfaces com as Políticas Públicas para

as Mulheres existentes ou a serem criadas pelo estado;

b. as ações complementares de capacitação para as trabalhadoras rurais e/ou

agricultoras familiares que serão implementadas;

c. assegurar a articulação da UTE com as Escolas Agrotécnicas, CEFFA’s, ou

similares, bem como com as organizações das trabalhadoras rurais e/ou

agricultoras familiares existentes no estado;

NOTA:Caberá aos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e

da Agricultura Familiar, aos CMDRS, a UTE e ao Conselho Estadual de

Desenvolvimento Rural Sustentável, quando houver fundadas suspeitas,

assegurar-se de que não estarão sendo beneficiados trabalhadores e

trabalhadoras rurais negros cujas famílias dispõem de recursos suficientes e

não necessitem de financiamento nestas condições para a aquisição do

imóvel pretendido.

7) Capacitação dos trabalhadores e trabalhadoras rurais negros

a.

Caberá ao MDA, por intermédio do Departamento de Crédito Fundiário, o

estabelecimento de convênios ou parcerias para que sejam implementados

programas específicos para a capacitação dos beneficiários e das

beneficiárias. Estes convênios podem ser estabelecidos entre o MDA, os

órgãos estaduais executores do PNCF e:

i.

Universidades ou Escolas Agrotécnicas, CEFFA’s e similares;

ii.

ONG’s e cooperativas de Assistência Técnica e Extensão Rural;

iii.

Entidades Sindicais; e

iv.

outros movimentos sociais.

b.

Para o estabelecimento destes convênios, as entidades devem apresentar uma

proposta técnica, acompanhada de plano de trabalho. Esta proposta pode ser

desenvolvida na área da qualificação profissional, na realização de cursos

com certificação, na capacitação de jovens para a formação de redes de

cooperação técnica, na realização de intercâmbios, em ações que priorizem

as orientações teóricas e metodológicas da educação do campo.

c.

Esta proposta pode também ser direcionada à sensibilização e formação de

Agentes de Capacitação, ATER, gestores, gestoras, técnicos e técnicas das

entidades parceiras em assuntos pertinentes às demandas das trabalhadoras

rurais e/ou agricultoras familiares e a questão agrária.

III. TERRA NEGRA BRASIL

1) Definição

a. No âmbito da linha de financiamento CPR, será incentivada a inserção

de trabalhadores e trabalhadoras rurais negros nas associações. Nesse

sentido, uma ação específica será estruturada nos estados participantes,

intitulada “TERRA NEGRA BRASIL”, tendo como objetivo a ampliação,

qualificação e fortalecimento da participação dos trabalhadores e

trabalhadoras rurais negros na implementação dos projetos produtivos e/ou

comunitários.

b. Esta ação específica voltada aos trabalhadores e às trabalhadoras rurais

negros, não quilombola, é parte integrante dos Selos e será executada em

estrita observância das normas estabelecidas neste Manual de Operações do

CPR, em particular no que diz respeito às regras de elegibilidade dos

imóveis, dos beneficiários e das beneficiárias, dos projetos, aos

procedimentos para tramitação e análise das propostas de SAT e SIC’s, aos

tetos e condições de financiamento.

2) Objetivo Geral

a.

Ampliar e fortalecer a presença dos trabalhadores e trabalhadoras rurais e

agricultoras familiares negros no âmbito do PNCF, mediante o acesso à terra.

3) Objetivos Específicos

a.

contribuir para a qualificação da mão-de-obra no meio rural;

b.

qualificar os trabalhadores e trabalhadoras rurais negros, não quilombolas,

em gestão das associações e dos projetos produtivos, comunitários e sociais,

a partir das demandas do movimento negro rural;

c.

ampliar a oferta de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural com

experiência de atuação em raça e etnia para a agricultura familiar;

d.

criar ou ampliar a rede de agricultores e agricultoras experimentadores

voltados para a realização de intercâmbio de experiências inovadoras para a

agricultura familiar;

e.

ampliar as oportunidades de acesso à inovação tecnológica na agricultura

familiar; e

f.

estimular a implementação de projetos que contribuam com o fortalecimento

das associações de trabalhadores e trabalhadoras rurais negros.

4) Público

O selo TERRA NEGRA BRASIL terá como público específico:

a.

trabalhadores e trabalhadoras negros rurais, sem terra (assalariadas

permanentes ou temporários, diaristas etc);

b.

agricultores e agricultoras negros rurais;

c.

trabalhadores e trabalhadoras negros rurais, oriundos de Escolas

Agrotécnicas, Centro Familiares de Formação por Alternância – CEFFA’s e

outras; e

d.

as comunidades negras rurais, com associações legalmente constituídas.

5) Critérios de Elegibilidade

a.

Podem ser beneficiadas pelo Selo “TERRA NEGRA BRASIL” as associa-

ções formadas por trabalhadores e trabalhadoras rurais negros, estruturadas a

partir das demandas do movimento negro rural, que comprovem as condi-

ções de elegibilidades previstas no Manual de Operações.

6) Participação dos Estados

Os estados deverão incorporar no Plano Operacional Anual – POA, estratégias de

atuação que definam:

a. a implementação do projeto e suas interfaces com as Políticas Públicas para

a População Negra existentes ou a serem criadas pelo estado;

b. as ações complementares de capacitação para trabalhadores e trabalhadoras

rurais negros que serão implementadas; e

c. assegurar a articulação da UTE com as Escolas Agrotécnicas, CEFFA’s, ou

similares, bem como com as organizações das trabalhadoras rurais e/ou

agricultoras familiares existentes no estado.

NOTA: Caberá aos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais e da

Agricultura Familiar, aos CMDRS, a UTE e ao Conselho Estadual de

Desenvolvimento Rural Sustentável, quando houver fundadas suspeitas, assegurar-se

de que não estarão sendo beneficiados trabalhadores e trabalhadoras rurais negros cujas

famílias dispõem de recursos suficientes e não necessitem de financiamento nestas

condições para a aquisição do imóvel pretendido.

7) Capacitação das trabalhadorea rurais e/ou agricultoras familiares

programas específicos para a capacitação dos beneficiários e das beneficiárias

negros. Estes convênios podem ser estabelecidos entre o MDA, os órgãos

estaduais executores do PNCF e:

i. Universidades ou Escolas Agrotécnicas, CEFFA’s e similares;

ii. ONG’s e cooperativas de Assistência Técnica e Extensão Rural;

iii. Entidades Sindicais; e

iv. outros movimentos sociais.

b.

Para o estabelecimento destes convênios, as entidades devem apresentar

uma proposta técnica, acompanhada de plano de trabalho. Esta proposta pode

ser desenvolvida na área da qualificação profissional, na realização de cursos

com certificação, na capacitação de jovens para a formação de redes de

cooperação técnica, na realização de intercâmbios, em ações que priorizem as

orientações teóricas e metodológicas da educação do campo.

c.

Esta proposta pode também ser direcionada à sensibilização e formação

de Agentes de Capacitação, ATER, gestores, gestoras, técnicos e técnicas das

entidades parceiras em assuntos pertinentes às demandas dos trabalhadores e

trabalhadoras rurais negros e a questão agrária.

ANEXO 2.

TETOS MICRORREGIONAIS DE RECURSOS DISPONÍVEIS

POR FAMÍLIA

1) Os tetos de recursos disponíveis por beneficiário são definidos por micro-região,

segundo critérios técnicos que devem levar em conta o preço da terra na micro-

região, de forma a tornar viável a aquisição dos imóveis e o financiamento dos

investimentos comunitários necessários à estruturação das unidades produtivas.

Revisão dos tetos

2) Os tetos poderão ser alterados em função normas e de critérios técnicos a serem

definidos pelo DCF/SRA e que deverão levar em conta o mercado de terras, os

sistemas de produção e a matriz produtiva característicos da agricultura familiar

daquela micro-região.

3) Estas alterações deverão ser analisadas pelo DCF/SRA e, posteriormente,

submetidas ao Comitê Permanente do Fundo de Terras e da Reforma Agrária.

4) Para analisar as solicitações de revisão dos tetos, o DCF/SRA utilizará o Sistema

de Monitoramento do Mercado de Terras – SMMT, bem como outras informações

e estudos que julgar pertinentes, devendo sempre ser observadas as alterações

puramente conjunturais do mercado e evitados impactos negativos sobre o

mercado eventualmente provocados pelos próprios programas de acesso à terra.

IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Mu- nicípio Teto (R$) IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Mu- nicípio Teto (R$) IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Muni- cípio Teto (R$) IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Mu- nicípio Teto (R$) IBGE Nome da Microrre- gião Nome do Municí- pio Teto (R$)

ALAGOAS

2700102 Serrana do Sertão Ala- goano

Água Branca 25.000 2703700 Batalha Jaramataia 25.000 2702900 Arapiraca cianoGirau do Pon- 35.000 2702801 Mata Alagoana Flexeiras 35.000 2706901 Maceió Pilar 35.000

2701605

Serrana do Sertão Ala-

goano Canapi 25.000 2704401 Batalha Major Isidoro 25.000 2704104 Arapiraca

Lagoa da Ca-

noa 35.000 2703502 Mata Alagoana Jacuípe 35.000 2707701 Maceió Rio Largo 35.000

2703304 Serrana do Sertão Ala- goano

Inhapi 25.000 2705408 Batalha Monteirópolis 25.000 2704203 Arapiraca Limoeiro de

Anadia 35.000 2703809 Mata Alagoana

Joaquim Go- mes 35.000 2707909 Maceió Santa Luzia do Norte 35.000 2705002 Serrana do Sertão Ala- goano

Mata Grande 25.000 2705705 Batalha Olho d'Água das Flores 25.000 2708808 Arapiraca São Sebastião 35.000 2703908 Mata Alagoana Jundiá 35.000 2708907 Maceió Satuba 35.000

2706422

Serrana do Sertão Ala-

goano Pariconha 25.000 2706000 Batalha Olivença 25.000 2709103 Arapiraca Taquarana 35.000 2705101 Mata Alagoana

Matriz de Ca-

maragibe 35.000 2700201

São Miguel dos

Campos Anadia 35.000 2702405 Alagoana do Sertão do São Francis- co Delmiro Gou-

veia 25.000 2700805 Palmeira dos Índios Belém 35.000 2705903 Traipu GrandeOlho d'Água 35.000 2705200 Mata Alagoana Messias 35.000 2701001 São Miguel dos Campos Boca da Mata 35.000

2705804 Alagoana do Sertão do São Francis- co Olho d'Água do

Casado 25.000 2701209 Palmeira dos Índios Cacimbinhas 35.000 2708204 Traipu São Brás 35.000 2705507 Mata Alagoana Murici 35.000 2701407 São Miguel dos Campos Campo Alegre 35.000

2707107

Alagoana do Sertão do São Francis- co

Piranhas 25.000 2702553 Palmeira dos Índios Estrela de Ala-goas 35.000 2709202 Traipu Traipu 35.000 2705606 Mata Alagoana Novo Lino 35.000 2702306 São Miguel dos Campos Coruripe 35.000

2701803 Santana do Ipanema Carneiros 25.000 2703106 Palmeira dos Índios Igaci 35.000 2701902 QuilombosSerrana dos Chã Preta 35.000 2707305 Mata Alagoana Porto Calvo 35.000 2703759 São Miguel dos Campos Jequiá da Praia 35.000 2702504 Santana do

Ipanema Dois Riachos 25.000 2704906

Palmeira dos

Índios Mar Vermelho 35.000 2703007

Serrana dos

Quilombos Ibateguara 35.000 2708501 Mata Alagoana

São Luís do

Quitunde 35.000 2704005

São Miguel dos

Campos Junqueiro 35.000

2704609 Santana do Ipanema Maravilha 25.000 2704807 Palmeira dos Índios Maribondo 35.000 2707008 QuilombosSerrana dos Pindoba 35.000 2703601 Litoral Norte Alagoano Japaratinga 35.000 2707800 São Miguel dos Campos Roteiro 35.000 2706109 Santana do Ipanema Ouro Branco 25.000 2705309 Palmeira dos Índios Minador do Ne-grão 35.000 2708105 Serrana dos Quilombos Santana do Mundaú 35.000 2704500 Litoral Norte Alagoano Maragogi 35.000 2708600 São Miguel dos Campos São Miguel dos Campos 35.000 2706208 Santana do Ipanema Palestina 25.000 2706307 Palmeira dos Índios Palmeira dos Índios 35.000 2708303 Serrana dos Quilombos São José da Laje 35.000 2706505 Litoral Norte Alagoano Passo de Ca-maragibe 35.000 2709152 São Miguel dos Campos Teotônio Vilela 35.000 2706406 Santana do

Ipanema Pão de Açúcar 25.000 2706604

Palmeira dos

Índios Paulo Jacinto 35.000 2709301

Serrana dos Quilombos

União dos Pal-

mares 35.000 2707404

Litoral Norte Alagoano

Porto de Pe-

dras 35.000 2702702 Penedo Feliz Deserto 35.000

2707206 Santana do Ipanema Poço das Trin-cheiras 25.000 2707602 Palmeira dos Índios Quebrangulo 35.000 2709400 QuilombosSerrana dos Viçosa 35.000 2708709 Litoral Norte Alagoano São Miguel dos Milagres 35.000 2703205 Penedo Igreja Nova 35.000

2708006 Santana do Ipanema Santana do Ipanema 25.000 2709004 Palmeira dos Índios Tanque d'Arca 35.000 2700409 Mata Alagoa-na Atalaia 35.000 2700508 Maceió Barra de Santo Antônio 35.000 2706703 Penedo Penedo 35.000

2708402 Santana do Ipanema São José da Tapera 25.000 2700300 Arapiraca Arapiraca 35.000 2701100 naMata Alagoa- Branquinha 35.000 2700607 Maceió Barra de São Miguel 35.000 2706802 Penedo Piaçabuçu 35.000

2708956 Santana do Ipanema

Senador Rui

Palmeira 25.000 2701506 Arapiraca Campo Grande 35.000 2701308

Mata Alagoa-

na Cajueiro 35.000 2702207 Maceió Coqueiro Seco 35.000 2707503 Penedo

Porto Real do Co-

légio 35.000

2700706 Batalha Batalha 25.000 2702009 Arapiraca Coité do Nóia 35.000 2701357 Mata Alagoa-

na Campestre 35.000 2704302 Maceió Maceió 35.000

2700904 Batalha Belo Monte 25.000 2702355 Arapiraca Craíbas 35.000 2701704 Mata Alagoa-

na Capela 35.000 2704708 Maceió

Marechal Deo-

doro 35.000

2703403 Batalha Jacaré dos Ho-mens 25.000 2702603 Arapiraca Feira Grande 35.000 2702108 Mata Alagoa-na Colônia Leopol-dina 35.000 2706448 Maceió Paripueira 35.000

IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Mu- nicípio Teto (R$) IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Mu- nicípio Teto (R$) IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Muni- cípio Teto (R$) IBGE Nome da Mi- crorregião Nome do Mu- nicípio Teto (R$) IBGE Nome da Microrre- gião Nome do Municí- pio Teto (R$)

2902500 Barreiras Baianópolis 30.000 2921401 Jacobina Mirangaba 25.000 2922730 Serrinha Nova Fátima 25.000 2923506 Seabra Palmeiras 20.000 2925105 Vitória da Conquista Poções 25.000

2903201 Barreiras Barreiras 30.000 2921708 Jacobina Morro do Cha-péu 25.000 2924058 Serrinha Pé de Serra 25.000 2924306 Seabra Piatã 20.000 2933307 Vitória da Conquista Vitória da Con-quista 25.000

2907400 Barreiras Catolândia 30.000 2923357 Jacobina Ourolândia 25.000 2926103 Serrinha Retirolândia 25.000 2926707 Seabra Rio de Contas 20.000 2910404 Itapetinga Encruzilhada 25.000

2911105 Barreiras Formosa do Rio Preto 30.000 2924801 Jacobina Piritiba 25.000 2926301 Serrinha Riachão do Ja-cuípe 25.000 2929909 Seabra Seabra 20.000 2915809 Itapetinga Itambé 25.000

2919553 Barreiras Luís Eduardo Magalhães 30.000 2925253 Jacobina Ponto Novo 25.000 2928000 Serrinha Santaluz 25.000 2932804 Seabra Utinga 20.000 2916401 Itapetinga Itapetinga 25.000

2926202 Barreiras Riachão das

Neves 30.000 2925931 Jacobina Quixabeira 25.000 2928950 Serrinha São Domingos 25.000 2933406 Seabra Wagner 20.000 2916807 Itapetinga Itarantim 25.000

2928901 Barreiras São Desidério 30.000 2929370 Jacobina São José do Jacuípe 25.000 2930501 Serrinha Serrinha 25.000 2900603 Jequié Aiquara 25.000 2917102 Itapetinga Itororó 25.000

2901403 Cotegipe Angical 30.000 2929800 Jacobina Saúde 25.000 2931509 Serrinha Teofilândia 25.000 2901007 Jequié Amargosa 25.000 2919702 Itapetinga Macarani 25.000

2904407 Cotegipe Brejolândia 30.000 2930600 Jacobina Serrolândia 25.000 2933000 Serrinha Valente 25.000 2901957 Jequié Apuarema 25.000 2920007 Itapetinga Maiquinique 25.000

2909406 Cotegipe Cotegipe 30.000 2933109 Jacobina Várzea do

Poço 25.000 2900306 Alagoinhas Acajutiba 27.000 2904308 Jequié Brejões 25.000 2925402 Itapetinga Potiraguá 25.000

2909703 Cotegipe Cristópolis 30.000 2933158 Jacobina Várzea Nova 25.000 2900702 Alagoinhas Alagoinhas 27.000 2909505 Jequié Cravolândia 25.000 2926657 Itapetinga Ribeirão do Largo 25.000

2920452 Cotegipe Mansidão 30.000 2902609 Itaberaba Baixa Grande 25.000 2901908 Alagoinhas Aporá 27.000 2914208 Jequié Irajuba 25.000 2905404 Valença Cairu 25.000

2928406 Cotegipe Santa Rita de

Cássia 30.000 2903805 Itaberaba

Boa Vista do

Tupim 25.000 2902054 Alagoinhas Araças 27.000 2914307 Jequié Iramaia 25.000 2905800 Valença Camamu 25.000

2930907 Cotegipe Tabocas do Brejo Velho 30.000 2911907 Itaberaba Iaçu 25.000 2902203 Alagoinhas Aramari 27.000 2915106 Jequié Itagi 25.000 2913457 Valença Igrapiúna 25.000

2933455 Cotegipe Wanderley 30.000 2912608 Itaberaba Ibiquera 25.000 2909604 Alagoinhas Crisópolis 27.000 2916708 Jequié Itaquara 25.000 2917300 Valença Ituberá 25.000

2906105 Santa Maria da Vitória Canápolis 30.000 2914703 Itaberaba Itaberaba 25.000 2913705 Alagoinhas Inhambupe 27.000 2916906 Jequié Itiruçu 25.000 2920700 Valença Maraú 25.000

2908101 Santa Maria da Vitória Cocos 30.000 2919009 Itaberaba Lajedinho 25.000 2927002 Alagoinhas Rio Real 27.000 2917607 Jequié Jaguaquara 25.000 2922607 Valença Nilo Peçanha 25.000

2909109 Santa Maria da Vitória Coribe 30.000 2919603 Itaberaba Macajuba 25.000 2929701 Alagoinhas Sátiro Dias 27.000 2918001 Jequié Jequié 25.000 2924678 Valença Piraí do Norte 25.000

2909307 Santa Maria

da Vitória Correntina 30.000 2920106 Itaberaba Mairi 25.000 2907004 Entre Rios Cardeal da Silva 27.000 2918209 Jequié Jiquiriçá 25.000 2925758 Valença