SÚM-443. DISPENSA DISCRIMINATÓRIA. PRESUNÇÃO. EMPREGADO PORTADOR DE DOENÇA GRAVE. ESTIGMA OU PRECONCEITO. DIREITO À REINTEGRAÇÃO - Res. 185/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012
Presume-se discriminatória a despedida de empregado portador do vírus HIV ou de outra doença grave que suscite estigma ou preconceito. Inválido o ato, o em-pregado tem direito à reintegração no emprego.
13.2.12. Estabilidade por acordo de vontade das partes TST Enunciado nº 355 - Estabilidade - Aviso DIREH - Eficácia
O aviso DIREH nº 2, de 12.12.1984, que concedia estabilidade aos empregados da CONAB, não tem eficácia, porque não aprovado pelo Ministério ao qual a empresa se subordina.
OJ-SDI1-41ESTABILIDADE. INSTRUMENTO NORMATIVO. VIGÊNCIA. EFICÁCIA. Inserida em 25.11.96
Preenchidos todos os pressupostos para a aquisição de estabilidade decorrente de acidente ou doença profissional, ainda durante a vigência do instrumento normativo, goza o empregado de estabilidade mesmo após o término da vigência deste.
CAPITULO 14 PRESCRIÇÃO
14.1. Conceito: A prescrição é uma limitação temporal ao exercício do direito de ação, pois este direito existe de forma abstrata. Quando o direito do indivíduo é ameaçado surge o direito e o interesse de agir, mas o ameaçado ou ofendido tem prazo para exercer esse direito.
CF Art. 7º
XXIX – ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;
14.1.1. prescrição quinquenal: Enquanto não houver extinção do contrato, só deve ser observada a prescrição quinquenal. A prescrição quinquenal nasce com o dano ou ameaça, ou seja, do dia do evento tem-se 5 anos para o ajuizamento da ação, desde que vigente o contrato de trabalho.
Assim, a data de ajuizamento da ação, pode-se buscar até 5 anos antes.
14.1.2. prescrição bienal: por mais que se tenha 5 anos para buscar o crédito, se o contrato se encerrar, só poderá reclamar até dois anos apor a extinção do pacto.
TST
SUM-308 PRESCRIÇÃO QUINQUENAL (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 204 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005
I. Respeitado o biênio subsequente à cessação contratual, a prescrição da ação trabalhista concerne às pretensões imediatamente anteriores a cinco anos, contados da data do ajuizamento da reclamação e, não, às anteriores ao qüinqüênio da data da extinção do contrato. (ex-OJ nº 204 da SBDI-1 - inserida em 08.11.2000)
II. A norma constitucional que ampliou o prazo de prescrição da ação trabalhista para 5 (cinco) anos é de aplicação imediata e não atinge pretensões já alcançadas pela prescrição bienal quando da promulgação da CF/1988. (ex-Súmula nº 308 - Res. 6/1992, DJ 05.11.1992).
SDI-1
OJ-83 AVISO PRÉVIO. INDENIZADO. PRESCRIÇÃO (inserida em 28.04.1997) A prescrição começa a fluir no final da data do término do aviso prévio. Art. 487, § 1º, CLT.
14.2. Prescrição Quanto ao FGTS
Regra geral, a prescrição do FGTS é trintenária ou trintenal, podendo ser buscados os últimos 30 anos de FGTS. Mas, como toda regra geral, há exceções, havendo casos de prescrição quinquenal e bienal.
TST
SUM-206 FGTS. INCIDÊNCIA SOBRE PARCELAS PRESCRITAS (nova redação) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 A prescrição da pretensão relativa às parcelas remuneratórias alcança o respectivo recolhimento da contribuição para o FGTS.
TST
SUM-362 FGTS. PRESCRIÇÃO (nova redação) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 É trintenária a prescrição do direito de reclamar contra o não-recolhimento da contribuição para o FGTS, observado o prazo de 2 (dois) anos após o término do contrato de trabalho.
14.3. Diferença entre prescrição e decadência:
A decadência é a perda do direito de ação pelo decurso do tempo e a prescrição é a perda do próprio direito pelo decurso do tempo.
A despeito de entendimentos divergentes nos Tribunais Regionais do Trabalho, o TST (e a FGV) entende que a prescrição não pode ser conhecida de ofício pelo Magistrado, sendo necessário que a parte argua.
14.4. Prescrição contra menor
Contra menor não corre prescrição. O prazo prescricional só começa a correr quando atingir a maioridade.
Logo, a menoridade impede a prescrição.
CLT
Art. 440. Contra os menores de dezoito anos não corre nenhum prazo de prescrição.
14.5. Interrupção da prescrição:
A interrupção de qualquer prazo faz com que ele zere e recomece a contagem.
TST
SUM-268 PRESCRIÇÃO. INTERRUPÇÃO. AÇÃO TRABALHISTA ARQUI-VADA (nova redação) - Res.
121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 A ação trabalhista, ainda que arquivada, interrompe a prescrição somente em relação aos pedidos idênticos.
14.6. Prescrição total e parcial
Tanto a prescrição total quanto a parcial são qüinqüenal, ou seja, de 5 anos.
TST
Súmula Nº 294 do TST PRESCRIÇÃO. ALTERAÇÃO CONTRATUAL. TRABALHADOR URBANO (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 Tratando-se de ação que envolva pedido de prestações sucessivas decorrente de alteração do pactuado, a prescrição é total, exceto quando o direito à parcela esteja também assegurado por preceito de lei.
SDI-1
OJ-175 COMISSÕES. ALTERAÇÃO OU SUPRESSÃO. PRESCRIÇÃO TOTAL (nova redação em decorrência da incorporação da Orientação Jurisprudencial nº 248 da SBDI-1) - DJ 22.11.2005 A supressão das comissões, ou a alteração quanto à forma ou ao percentual, em prejuízo do empregado, é suscetível de operar a prescrição total da ação, nos termos da Súmula nº 294 do TST, em virtude de cuidar-se de parcela não assegurada por preceito de lei.
TST
SUM-275 PRESCRIÇÃO. DESVIO DE FUNÇÃO E REENQUADRAMENTO (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 144 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005
I - Na ação que objetive corrigir desvio funcional, a prescrição só alcança as diferenças salariais vencidas no período de 5 (cinco) anos que precedeu o ajuizamento. (ex-Súmula nº 275 – alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003)
II - Em se tratando de pedido de reenquadramento, a prescrição é total, contada da data do enquadramento do empregado. (ex-OJ nº 144 da SBDI-1 - inserida em 27.11.1998)
TST
SUM-6 EQUIPARAÇÃO SALARIAL. ART. 461 DA CLT (incorporação das Súmulas nºs 22, 68, 111, 120, 135 e 274 e das Orientações Jurisprudenciais nºs 252, 298 e 328 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005
IX - Na ação de equiparação salarial, a prescrição é parcial e só alcança as diferenças salariais vencidas no período de 5 (cinco) anos que precedeu o ajuizamento. (ex-Súmula nº 274 - alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003).
TST
SUM-326 COMPLEMENTAÇÃO DOS PROVENTOS DE APOSENTADORIA. PARCELA NUNCA RECEBIDA.
PRESCRIÇÃO TOTAL (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 Tratando-se de pedido de complementação de aposentadoria oriunda de norma regulamentar e jamais paga ao ex-empregado, a prescrição aplicável é a total, começando a fluir o biênio a partir da aposentadoria.
CAPITULO 15
DIREITO COLETIVO DO TRABALHO
15.1. Unicidade Sindical (art. 8º inc. II CF/88): segundo esse princípio, não há possibilidade de criação de mais de uma organização sindical em qualquer grau – o que inclui as federações e confederações, representativas de categoria profissional ou econômica na mesma base eleitoral, que não poderá ser inferior à área de um município.
Esse princípio traduz-se na estruturação operação unitárias dos sindicatos, em sua prática, fruto de sua maturidade e não de sua imposição legal.
15.2. Criação e registro de sindicatos: não pode o Poder Executivo intervir ou interferir na formação, organização e estruturação dos sindicatos (art. 8º inc. I CF/88).
É pacífico no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que para o sindicato adquirir personalidade jurídica é necessário que seus estatutos sejam registrados em cartório de registro de títulos e outros documentos.
Para o Supremo Tribunal Federal (STF) a capacidade processual do sindicato para representar em juízo as categorias profissional ou econômica as quais se destinam, imprescindível o arquivamento de seus estatutos na Delegacia Regional do Trabalho.
15.3. Categoria: é o conjunto de pessoas que têm interesses individuais ou econômicos em comum, decorrentes de identidade, similitude ou conectividade de condições ligadas ao trabalho.
15.3.1. Categoria econômica (§ 1º art. 511): A solidariedade de interesses econômicos dos que empreendem atividades idênticas, similares ou conexas, constitui o vínculo social básico que se denomina categoria econômica.
15.3.2. Categoria profissional (§ 2º art. 511): A similitude de condições de vida oriunda da profissão ou trabalho em comum, em situação de emprego na mesma atividade econômica ou em atividades econômicas similares ou conexas, compõe a expressão social elementar compreendida como categoria profissional.
15.3.2. Categoria diferenciada (§ 3º art. 511): é a que se forma dos empregados que exerçam profissões ou funções diferenciadas por força de estatuto profissional especial ou em conseqüência de condições de vida singulares.
15.4. Enquadramento Sindical: o enquadramento sindical é realizado de acordo com a atividade preponderante da empresa, respeitadas as categorias diferenciadas. Segundo a Orientação Jurisprudencial 55 SDI-1 empregado integrante de categoria profissional diferenciada não tem o direito de haver de seu empregador vantagens previstas em instrumento coletivo no qual a empresa não foi representada por órgão de classe de sua categoria.
15.5. Entidades Sindicais de Grau Superior:
15.5.1. Federações (art. 534 CLT): podem ser constituídas desde que agrupem um mínimo de cinco sindicatos, representando a maioria absoluta de um grupo de atividades ou profissões idênticas, similares e conexas organizadas nos Estados-membros.
As federações não têm direito de representação das atividades ou profissões agrupadas, não podendo celebrar acordo e convenções coletivas e instaurar dissídios coletivos, com exceção nos casos quando as categorias não foram organizadas em sindicatos.
15.5.2. Confederações (art. 535): organizar-se-ão com o mínimo de três federações e terão sede na Capital da República, com base nacional.
As confederações não têm direito de representação das atividades ou profissões agrupadas, não podendo celebrar acordo e convenções coletivas e instaurar dissídios coletivos, com exceção nos casos quando as categorias não foram organizadas em sindicatos ou federações.
15.5.3. Centrais Sindicais: são órgão de cúpula, intercategorias, estando acima das confederações. As centrais sindicais coordenam os demais órgãos. As centrais sindicais não podem decretar greve, celebrar acordo ou convenção coletiva e não representam a categoria.
15.6. Funções do Sindicato: a) função de representação; b) função negocial; c) função econômica; d) função política; e) função assistencial.
a) função de representação: é a prerrogativa do sindicato de representar, perante as autoridades administrativas e judiciárias, os interesses da categoria.
b) função negocial: o sindicato participa das negociações coletivas que irão culminar com a concretização de normas coletivas (acordos ou convenções) a serem aplicadas à categoria.
c) função econômica: o art. 564 da CLT veda ao sindicato, direta ou indiretamente, o exercício da atividade econômica.
d) função política: o art. 521, d, mostra a proibição de o sindicato exercer qualquer atividade político-partidária.
e) função assistencial: a alínea c do art. 514 da CLT mostra que é dever do sindicato manter assistência judiciária aos associados, independentemente do salário que percebam.
15.7. Receitas do Sindicato: a) contribuição sindical; b) contribuição confederativa; c) contribuição assistencial.
a) contribuição sindical (art. 8º inc. IV CF/88): é obrigatória e tem natureza parafiscal. Corresponde a um dia de trabalho dos empregados e é debitado diretamente de seus salários no mês de março de cada ano. O recolhimento ao sindicato é recolhido no mês posterior ao desconto, ou seja, no mês de abril.
b) contribuição confederativa: não é obrigatória e não tem natureza tributária e é rateado entre os sindicatos, federações e confederações.
c) contribuição assistencial: é facultativa e devida pelos empregados para custear os benefícios conferidos pelos sindicatos aos seus representados.
d) mensalidade sindical: é paga somente pelos associados ao sindicato e tem caráter obrigatório.
15.8. Negociações Coletivas De Trabalho
15.8.1. Convenções Coletivas de Trabalho (CCT): a CCT tem em seus pólos subjetivos, necessariamente, entidades sindicais, representativas de empregados e empregadores, respectivamente. É pacto subscrito por sindicatos representativos de certa categoria profissional e sindicatos representativos da correspondente categoria econômica.
15.8.2. Acordos Coletivos de Trabalho (ACT): o ACT, ao revés, tem em um de seus pólos subjetivos empregadores não necessariamente representados pelo respectivo sindicato. As empresas, individualmente ou em grupo, podem subscrever, sozinhas, acordo coletivos com o correspondente sindicato representativo de seus empregados. A presença sindical somente é obrigatória quanto ao sindicato representativo dos trabalhadores vinculados à(s) empresa(s) que assina(m) o acordo coletivo de trabalho.
15.8.2. Vigência: estipula a CLT que a vigência dos diplomas autônomos trabalhistas por ela regulados iniciar-se-á 3 dias após o depósito do diploma na DRT, que, por sua vez, se dá em até 8 dias após sua assinatura (art. 614 § § 1º e 2º).
15.8.3. Duração: a lei trabalhista fixa não ser permitido estipular convenção ou acordo coletivo com duração superior a dois anos (art. 614 § 3º CLT). Na prática, porém tem demonstrado que as partes coletivas tendem, normalmente, a restringir essa duração a apenas um ano.
15.8.4. Efeitos das CCT e ACT nos contratos individuais: segundo jurisprudência dominante, os dispositivos dos diplomas negociados vigoram no prazo assinado a tais diplomas, não aderindo indefinidamente a eles (aderência limitada pelo prazo), à exceção do patamar salarial resultante de instrumentos coletivos fixadores de reajustes salariais.
15.8.5. Efeitos da Sentença Normativa nos contratos de trabalho (Enunciado 277 TST): as condições de trabalho alcançadas por força de sentença normativa vigoram no prazo assinado, não integrando de forma definitiva os contratos.
15.9. Direito de Greve
Oportunidade de exercício (art. 1º lei 7783/89): aos trabalhadores é que compete decidir sobre a oportunidade do exercício do direto de greve. Eles é que irão julgar qual o momento conveniente em que a greve deverá ser deflagrada.
A greve, contudo, não poderá ser deflagrada quando haja acordo, convenção coletiva ou sentença normativa em vigor (art. 14 lei 7783/89), a não ser que tenham sido modificadas as condições que vigiam.
15.9.1. Negociação coletiva
Antes de se deliberar sobre a greve, deverá haver negociação coletiva para a tentativa de solução do conflito coletivo. É a negociação coletiva uma fase antecedente necessária ao exercício do direto de greve. Frustrada a negociação coletiva, facultada será a paralisação coletiva do trabalho (§ 2º art. 114 CF/88).
15.9.2. Assembléia geral
A entidade sindical dos trabalhadores deverá convocar assembléia geral que irá definir reivindicações da categoria, deliberando sobre a paralisação coletiva.
15.9.3. Aviso prévio
O aviso prévio de greve deverá ser fornecido com antecedência mínima de 48 horas ao sindicato patronal ou aos empregadores (art. 3º lei 7783/89). Em caso de paralisação nos serviços essenciais, o sindicato profissional ou os trabalhadores deverão fazer a comunicação da paralisação aos empregadores e aos usuários com antecedência mínima de 72 horas (art. 13 lei 7783/89).
No caso de greve deflagrada em atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a paralisação, a prestação de serviços indispensáveis ao atendimento da comunidade.
CAPITULO 18
DIREITO INTERNACIONAL DO TRABALHO
18.1. OIT – Organização Internacional do Trabalho: associada à Liga das Nações, foi criada em 1919 através do Tratado de Versalhes. Hoje é uma agência especializada da ONU e reúne 171 países com sede em Genebra Suíça. Seus órgãos são:
a) Assembléia Geral: dela participam todos os membros com representantes dos governos, dos empregados e dos empregadores.
b) Conselho de Administração: tem funções administrativas e representantes dos principais países industrializados.
c) Repartição Internacional do Trabalho: tem a função de secretaria sob a coordenação de um diretor-geral.
18.2. Normas Internacionais 18.2.1. Tratados
Tratado é o acordo solene envolvendo dois ou mais Estados soberanos. Entre nós, a sistemática do tratado é a seguinte: o Presidente da República tem a competência privativa e indelegável para celebrar tratados, convenções e atos internacionais (art. 84, III, c/c parágrafo único CF/88), que ficam, entretanto, sujeitos a referendo do Congresso Nacional. Uma vez referendado, o tratado incorpora-se ao Direito Público interno, com a mesma força das demais leis .
18.2.2. Convenções
São normas editadas pela Assembléia Internacional da OIT, aprovadas pela maioria de dois terços dos presentes.
18.2.3. Recomendações
São as propostas que não alcançaram o quorum de dois terços e funciona como simples orientação.
18.2.4. Denúncia
É a declaração do Estado soberano indicando que não deseja mais continuar adotando determinada norma internacional. Os organismos internacionais procuram gerar o exercício do direito de denúncia, de modo a limitá-lo a determinados períodos ou a determinadas situações.
18.2.5. Declarações
Documentos com normas não obrigatórias, gerais, de conteúdo programático que se prestam para orientação dos Estados soberanos. Baseiam-se, normalmente, nos princípios de direito natural. Exemplo: Declaração Universal dos Direitos do Homem.