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Etapas do planejamento

No documento Planejamento de Experimentos em Animais (páginas 24-44)

Condu¸c˜ao do Experimento

Etapas do planejamento

1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;

2 Area e unidade experimental;´

3 O n´umero de repeti¸c˜oes;

4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida;

5 O delineamento experimental;

Planejamento de Experimentos em Animais

Exerc´ıcios

Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos

Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais

Etapas do planejamento

Condu¸c˜ao do Experimento

Etapas do planejamento

1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;

2 Area e unidade experimental;´

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1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;

2 Area e unidade experimental;´

3 O n´umero de repeti¸c˜oes;

4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida;

5 O delineamento experimental;

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1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;

2 Area e unidade experimental;´

3 O n´umero de repeti¸c˜oes;

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Condu¸c˜ao do Experimento

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1 Os tratamentos que ser˜ao comparados;

2 Area e unidade experimental;´

3 O n´umero de repeti¸c˜oes;

4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida;

5 O delineamento experimental;

Exemplo 1

Considere um experimento cujo objetivo ´e verificar se a adminis-tra¸c˜ao de ra´ızes e tub´erculos, como suplementa¸c˜ao de inverno na alimenta¸c˜ao de vacas em lacta¸c˜ao, aumenta a produ¸c˜ao de leite.

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Condu¸c˜ao do Experimento

Uma das formas de planejar esse experimento seria:

1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de

suple-mentos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.

2 Area e unidade experimental: Na fazenda escola UEL sendo´

a unidade experimental uma vaca.

3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).

4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os

va-lores das produ¸c˜oes (kg) de leite ser˜ao medidas numa balan¸ca.

5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao

acaso.

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Condu¸c˜ao do Experimento

Uma das formas de planejar esse experimento seria:

1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de

suple-mentos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.

2 Area e unidade experimental: Na fazenda escola UEL sendo´

a unidade experimental uma vaca.

5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao

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Condu¸c˜ao do Experimento

Uma das formas de planejar esse experimento seria:

1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de

suple-mentos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.

2 Area e unidade experimental: Na fazenda escola UEL sendo´

a unidade experimental uma vaca.

3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).

4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os

va-lores das produ¸c˜oes (kg) de leite ser˜ao medidas numa balan¸ca.

5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao

acaso.

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Condu¸c˜ao do Experimento

Uma das formas de planejar esse experimento seria:

1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de

suple-mentos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.

2 Area e unidade experimental: Na fazenda escola UEL sendo´

a unidade experimental uma vaca.

3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).

4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os

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Condu¸c˜ao do Experimento

Uma das formas de planejar esse experimento seria:

1 Os tratamentos que ser˜ao comparados: trˆes tipos de

suple-mentos (araruta, mandioca, batata doce) e uma testemunha, sendo um total de 4 tratamentos.

2 Area e unidade experimental: Na fazenda escola UEL sendo´

a unidade experimental uma vaca.

3 O n´umero de repeti¸c˜oes: 6 repeti¸c˜oes (24 animais).

4 A vari´avel em an´alise e forma como ser´a medida: Os

va-lores das produ¸c˜oes (kg) de leite ser˜ao medidas numa balan¸ca.

5 O delineamento experimental: delineamento inteiramente ao

acaso.

Para se definir o tipo de suplemento que ser´a dado a cada animal, realiza-se umsorteioenumerando cada um dos 24 animais (parcelas) que participar˜ao do estudo (1 a 24) e, em seguida, colocam-se os tratamentos em uma sequˆencia, como a dada a seguir:

S1S2S3S4S5S6 A1A2A3A4A5A6 M1M2M3M4M5M6 B1B2B3B4B5B6

A partir da´ı, sorteia-se a aloca¸c˜ao do tipo de suplemento a cada animal. Suponha a seguinte sequˆencia de n´umeros aleat´orios:

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Croqui

Assim, ter´ıamos a seguinte configura¸c˜ao do experimento:

Animais 1 2 3 4 5 6 Tratamentos S5 A6 B4 M6 B2 M1 Animais 7 8 9 10 11 12 Tratamentos M4 M3 M5 B3 B1 B6 Animais 13 14 15 16 17 18 Tratamentos S6 S4 A2 A3 A4 B5 Animais 19 20 21 22 23 24 Tratamentos A5 M2 A1 S3 S2 S1 23 / 26

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Condu¸c˜ao do Experimento

Condu¸c˜ao do Experimento

N˜ao se deve permitir que uma t´ecnica experimental inadequada ou imperfeita seja a respons´avel principal pelotamanho do erro experimental.

Fazer a marca¸c˜ao adequada das unidades experimentais. Com

animais, h´a m´etodos padronizados de marca¸c˜ao, assim, o ´unico cuidado ´e manter a anota¸c˜ao do c´odigo utilizado.

Uma falha bastante comum ´e a aplica¸c˜ao n˜ao uniforme dos tratamentos em todas as repeti¸c˜oes.

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Condu¸c˜ao do Experimento

Condu¸c˜ao do Experimento

N˜ao se deve permitir que uma t´ecnica experimental inadequada ou imperfeita seja a respons´avel principal pelotamanho do erro experimental.

Deve-se pesar o material, calibrar o equipamento ou tirar as medidas necess´arias, com om´aximo de precis˜ao poss´ıvel.

Fazer a marca¸c˜ao adequada das unidades experimentais. Com

animais, h´a m´etodos padronizados de marca¸c˜ao, assim, o ´unico cuidado ´e manter a anota¸c˜ao do c´odigo utilizado.

Uma falha bastante comum ´e a aplica¸c˜ao n˜ao uniforme dos tratamentos em todas as repeti¸c˜oes.

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Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento

Condu¸c˜ao do Experimento

Condu¸c˜ao do Experimento

N˜ao se deve permitir que uma t´ecnica experimental inadequada ou imperfeita seja a respons´avel principal pelotamanho do erro experimental.

Deve-se pesar o material, calibrar o equipamento ou tirar as medidas necess´arias, com om´aximo de precis˜ao poss´ıvel.

Fazer a marca¸c˜ao adequada das unidades experimentais. Com

animais, h´a m´etodos padronizados de marca¸c˜ao, assim, o ´unico cuidado ´e manter a anota¸c˜ao do c´odigo utilizado.

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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos

Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento

Condu¸c˜ao do Experimento

Condu¸c˜ao do Experimento

N˜ao se deve permitir que uma t´ecnica experimental inadequada ou imperfeita seja a respons´avel principal pelotamanho do erro experimental.

Deve-se pesar o material, calibrar o equipamento ou tirar as medidas necess´arias, com om´aximo de precis˜ao poss´ıvel.

Fazer a marca¸c˜ao adequada das unidades experimentais. Com

animais, h´a m´etodos padronizados de marca¸c˜ao, assim, o ´unico cuidado ´e manter a anota¸c˜ao do c´odigo utilizado.

Uma falha bastante comum ´e a aplica¸c˜ao n˜ao uniforme dos tratamentos em todas as repeti¸c˜oes.

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Introdu¸c˜ao Conceitos B´asicos

Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento

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Exemplos

1 Quando n˜ao se cuida dalimpeza do equipamentoutilizado

para fornecer ra¸c˜oes aos animais, podem ocorrer diferen¸cas que n˜ao s˜ao devidas `as ra¸c˜oes e sim, `a quantidade de ra¸c˜ao que cada animal recebeu.

3 Em experimentos comanimais eventualmente copr´ofagos, se

n˜ao houver um monitoramente constante, os resultados obtidos podem ser influenciados por esse h´abito dos animais.

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Princ´ıpios b´asicos da experimenta¸c˜ao Delineamentos experimentais Etapas do planejamento

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Exemplos

1 Quando n˜ao se cuida dalimpeza do equipamentoutilizado

para fornecer ra¸c˜oes aos animais, podem ocorrer diferen¸cas que n˜ao s˜ao devidas `as ra¸c˜oes e sim, `a quantidade de ra¸c˜ao que cada animal recebeu.

2 Se mais de uma pessoaest´a aplicando os tratamentos, deve-se cuidar para que as varia¸c˜oes entre elas n˜ao sejam confundidas com varia¸c˜oes entre tratamentos.

3 Em experimentos comanimais eventualmente copr´ofagos, se

n˜ao houver um monitoramente constante, os resultados obtidos podem ser influenciados por esse h´abito dos animais.

Exemplos

1 Quando n˜ao se cuida dalimpeza do equipamentoutilizado

para fornecer ra¸c˜oes aos animais, podem ocorrer diferen¸cas que n˜ao s˜ao devidas `as ra¸c˜oes e sim, `a quantidade de ra¸c˜ao que cada animal recebeu.

2 Se mais de uma pessoaest´a aplicando os tratamentos, deve-se cuidar para que as varia¸c˜oes entre elas n˜ao sejam confundidas com varia¸c˜oes entre tratamentos.

3 Em experimentos comanimais eventualmente copr´ofagos, se

n˜ao houver um monitoramente constante, os resultados obtidos podem ser influenciados por esse h´abito dos animais.

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Exerc´ıcios

Exerc´ıcio 1

Um pesquisador tem o objetivo de comparar 5 linhagens de aves em rela¸c˜ao ao peso (kg) aos 63 dias de idade. Para realiza¸c˜ao do experimento, deve-se utilizar dez aves na unidade experimental e 5 repeti¸c˜oes para cada tratamento, totalizando 250 aves. Conside-rando que as condi¸c˜oes experimentais s˜ao homogˆeneas, ou seja, o experimento ser´a realizado em um delineamento inteiramente casu-alizado, pede-se:

a) quantas unidades experimentais (parcelas) h´a nesse

experi-mento?

b) encontre um poss´ıvel croqui para o experimento.

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