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A Fé que Pode Abraçar o Martírio

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< Apocalipse 2:1-7 >

Para a maioria de nós, martírio não é uma palavra familiar, mas para aqueles que cresceram em uma cultura não cristã é ainda mais estranha. Certamente a palavra “martírio” não é uma palavra que encontramos freqüentemente em nossa vida diária; nos sentimos distantes e separados desta palavra, pois é muito surreal para nós imaginarmos o nosso verdadeiro martírio. Todavia, os capítulos 2 e 3 do Livro de Apocalipse falam sobre este martírio e das suas Palavras nós devemos estabelecer a fé no martírio em nossos corações – ou seja, a fé com a qual nós poderemos ser martirizados.

Os imperadores romanos eram os governantes absolutos do seu povo.Tendo o poder absoluto sob o seu domínio, eles podiam fazer qualquer coisa que seus corações desejassem. Tendo pago e ganho muitas guerras, o Império Romano subjugou muitas nações sob a sua lei, enriquecendo com os tributos pagos pelas nações conquistadas. Não tendo perdido nenhuma guerra, uma pequena nação cresceu para se tornar um dos maiores impérios do mundo. Apenas o céu era o limite do poder que o seu imperador recebeu, esse poder era tão grande que eles eventualmente eram adorados como deuses vivos pelo povo.

Não era incomum para os imperadores, por exemplo, construir estátuas com sua imagem e deixar que as pessoas ajoelhassem diante delas. Para os imperadores que se proclamavam deuses, a proliferação dos crentes em Jesus foi uma séria ameaça ao seu poder absoluto. Proibindo as

reuniões dos Cristãos, eles recorreram a políticas opressivas para perseguir os crentes, prendendo, encarcerando e, até mesmo, os executando pela sua fé. Para fugir deste cenário histórico que os Cristãos Primitivos desciam a lugares como as Catacumbas para escaparem da perseguição, e é essa perseguição que criou a base para que eles abraçassem o martírio para defenderem sua fé justa.

Foi assim que os mártires surgiram na época da Igreja Primitiva. Os santos daquela época, é claro, não eram martirizados simplesmente por se recusarem a reconhecer a autoridade dos imperadores. Eles reconheciam a sua autoridade terrena, mas não aceitavam mais aquela autoridade quando eram forçados a adorar um homem como deus e abandonar Jesus de seus corações, mesmo pagando o preço com suas próprias vidas. Os imperadores Romanos mandavam os Cristãos negarem a Jesus e a

adorá-los não simplesmente como imperadores, mas também como deuses. Sem poder e sem querer desistir diante dessas situações, os Cristãos Primitivos continuaram a enfrentar a perseguição e a ser martirizados para defenderem a sua fé, até que o Edito de Milão em 313 D.C. finalmente trouxe a eles a liberdade religiosa. Assim como estes pais na fé que viveram antes de nós, também preferiremos a morte justa do que abandonar a nossa fé.

A passagem acima sobre as sete igrejas da Ásia Menor não é apenas uma descrição das circunstâncias e situações daquele tempo, mas também é uma revelação sobre o que acontecerá no mundo. Nela é encontrada a revelação de que os servos de Deus e Seus santos serão martirizados para defender a sua fé. Assim como no tempo do Império Romano, virá um tempo em que um governante absoluto surgirá em uma versão moderna de imperador romano, sujeitando

a todos sob o seu reino tirânico, fazendo estátuas com a sua imagem, requerendo a todos que se ajoelhem diante delas e pedindo que seja adorado como um deus. Isso não está muito longe do nosso próprio tempo e, quando esta época chegar, muitos santos seguirão os passos dos crentes da Igreja Primitiva rumo ao martírio.

Nós devemos, portanto, guardar em nossos corações a Palavra de admoestação que nosso Senhor deu às sete igrejas na Ásia. Congratulando, encorajando e admoestando as sete igrejas na Ásia, Deus prometeu a elas que “aquele que vencer” irá “comer da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus”, e receber a “coroa da vida”, “o maná escondido”, “a estrela da manhã” e mais! É a promessa fiel de Deus para aqueles que vencerem através do seu martírio, que Ele dará todas as bênçãos eternas do Céu.

Como, então, os santos da Igreja Primitiva

puderam enfrentar o seu martírio? A primeira coisa que precisamos nos lembrar é que aqueles que foram martirizados eram os servos de Deus e Seus santos. Nem todos podem ser martirizados, mas apenas aqueles que crêem em Jesus como seu Salvador, que não desistirem durante a perseguição e que abraçarem a sua fé e confiarem no Senhor, poderão ser martirizados.

O Apóstolo João, a quem nós vemos aqui repreendendo a Igreja de Éfeso no seu exílio na ilha de Patmos, era o último apóstolo vivo entre os doze Apóstolos de Jesus. Todos os outros apóstolos foram martirizados, bem como outros santos. Falando historicamente, os santos das sete igrejas na Ásia eram apenas alguns entre os incontáveis cristãos que foram martirizados até 313 D.C. Fugindo da perseguição das autoridades romanas, eles literalmente foram para baixo, escavando cavernas para escapar do seu alcance e reunindo-se para adorar em

cemitérios conhecidos como Catacumbas – atravessando tudo isso e muito mais, eles nunca renunciaram a sua fé e abraçaram com vontade o seu martírio.

Os servos e santos das sete igrejas na Ásia, incluindo a Igreja de Éfeso, apesar de serem repreendidos por Deus aqui, também foram todos martirizados. O que os capacitou para serem martirizados foi a sua fé no Senhor. Todos eles criam que o Senhor era Deus, que Ele levou todos os seus pecados e que era o Pastor que os guiaria para o Reino Milenar e para o Novo Céu e Nova Terra. É essa fé e a convicção da esperança que permitiu que eles vencessem todo o seu medo e temor da morte pelo seu martírio.

Nós estamos vivendo agora no fim dos tempos. Não está muito longe o tempo em que o mundo será unido sob uma única autoridade e que um governante que terá poder absoluto surgirá. Este governante absoluto, como está escrito em

Apocalipse 13, irá ameaçar as vidas dos santos e pedirá que eles renunciem à sua fé. Mas nós, os santos do fim dos tempos, poderemos vencer suas ameaças e coerções e defender a nossa fé através do nosso martírio, porque nós temos a mesma fé que os santos da Igreja Primitiva tinham.

Nos versos 4-5, Deus repreendeu a Igreja de Éfeso,dizendo, “Tenho, porém, contra ti que

abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.” O que isso significa? Significa

que a Igreja de Éfeso tinha abandonado o evangelho da água e do Espírito. Todos os santos da Igreja Primitiva, incluindo aqueles da Igreja de Éfeso, criam no evangelho da água e do Espírito. É por isso que os discípulos de Jesus divulgavam e pregavam o evangelho da água e

do Espírito. Portanto, o evangelho que os santos receberam dos Apóstolos foi o evangelho completo, não o falso, criado por homens que só crê no sangue da Cruz.

Mas está dito aqui que os servos da Igreja de Éfeso abandonaram o seu primeiro amor, isso significa que eles tinham abandonado o evangelho da água e do Espírito em seu ministério da igreja. É por isso que o Senhor disse que removeria o candeeiro do seu lugar ao menos que a igreja se arrependesse. Remover o candeeiro de seu lugar significava remover a igreja, que, por conseguinte, significava que o Espírito Santo não poderia mais trabalhar na Igreja de Éfeso.

Para os servos da Igreja de Éfeso, retornar para o evangelho da água e do Espírito não era realmente algo difícil para se fazer, mas este era o menor dos seus problemas. O que os levou a ter problemas foi que, enquanto criam no evangelho

da água e do Espírito em seus corações, eles falharam explicitamente em pregar no que eles criam. Eles aceitaram em sua igreja todos aqueles que meramente confessavam Jesus como seu Senhor, mesmo se que não cressem no evangelho da água e do Espírito, quando na verdade confessar a fé no evangelho da água e do Espírito significava para os crentes estar preparado para o martírio.

Dessa forma, eles recebiam, em outras palavras, todos aqueles que vinham para a igreja, independentemente se aquela pessoa tinha ou não a fé em Deus e no Seu evangelho da água e do Espírito. Porque a entrada na igreja de Deus requeria muito sacrifício e porque os servos da Igreja de Éfeso estavam com medo que estes sacrifícios evitassem que pessoas entrassem na igreja, eles falharam em pregar a verdade absoluta em seus precisos termos.

onde não está a verdade, Deus disse que Ele removeria o candeeiro. Não por causa da falta de obras dos servos e santos da Igreja de Éfeso que Deus disse que removeria a igreja; pelo contrário, disse que não poderia continuar habitando na Igreja porque a verdade não podia mais ser encontrada ali.

É um requisito absoluto que a igreja de Deus siga o evangelho da água e do Espírito. Os servos e santos de Deus devem não somente crer no evangelho, mas também pregá-lo e ensiná-lo nos seus termos precisos e absolutos, pois apenas neste evangelho nós podemos encontrar o amor de Deus, Sua graça e todas as Suas benção para nós.

Em vez de pregar o evangelho, os servos da Igreja de Éfeso aceitaram em sua congregação aqueles que só criam no sangue na Cruz. Mas mesmo para um servo nascido de novo, para um santo ou para a igreja, crer mas não pregar o

evangelho da água e do Espírito, que levou todos os nossos pecados com o batismo de Jesus e Seu sangue na Cruz, tornará todas as obras do nosso Senhor inúteis.

Apesar de podermos faltar diante dos olhos de Deus, se crermos e pregarmos este evangelho, o Senhor poderá habitar e trabalhar em nós com o Espírito Santo. Mesmo se os servos de Deus ou os santos estiverem cheios de deficiências, o Senhor poderá ensiná-los e guiá-los através da Sua Palavra. Na igreja do evangelho da água e do Espírito o Espírito Santo é encontrado e a presença dEle significa que esta é santa.

Não pode haver santidade para os servos de Deus ou santos se eles não pregarem o evangelho da água e do Espírito. Eles podem dizer que não tem mais pecados, mas a santidade não pode ser encontrada onde o evangelho da água e do Espírito não é pregado.

Primitiva criam, o evangelho que proclama que o Senhor veio a terra para salvar a humanidade, tomando sobre si todos os pecados do mundo com o Seu batismo e levando todos eles com a Sua morte na Cruz. Ele levou todas as nossas fraquezas e deficiências com o Seu batismo. Deus levou todos os pecados das nossas fraquezas e deficiências, e se tornou o nosso eterno Pastor.

Tendo sido tão ricamente abençoado, como alguém pode trocar o Senhor por um imperador Romano e adorar um mero mortal como seu deus? Porque a graça de Deus foi tão grande e abundante, nem as promessas, nem as ameaças de um imperador Romano puderam fazer os santos negarem o amor de Deus e eles abraçaram com vontade e alegria o martírio para defenderem a sua fé. Eles desafiaram ambas as ameaças que buscavam coagi-los a renunciar a sua fé e os esforços para indicá-los a cargos

públicos a fim de convencê-los a abandonar sua fé por benefícios materiais. Nada podia fazê-los renunciar a sua fé e abandonar o seu Deus, e esta fé imortal foi o que permitiu que eles fossem martirizados.

Os corações dos mártires estavam cheios de agradecimentos pela graça e amor de Deus que havia libertado todos eles de seus pecados através do evangelho da água e do Espírito. Aqueles cuja fé não podia negar o amor de Deus, que tinha libertado para sempre todos eles de seus pecados, abraçaram o martírio sobre a apostasia. O tempo virá quando, assim como os imperadores romanos exigiram que os santos da Igreja Primitiva reconhecessem a sua santidade e os adorassem como deuses, nós também seremos coagidos a renunciar a nossa fé. Quando isso acontecer, devemos seguir os passos dos nossos ancestrais na fé e defender nossa fé com o martírio.

Apesar de sermos cheios de deficiências, Deus nos amou tanto que Ele levou todas as nossas deficiências e pecados sobre si. Inobstante sermos tão pequenos diante da Sua glória, ele nos aceitou em Seus braços. Ele não apenas nos abraçou, mas também resolveu todos os problemas do pecado e da destruição e nos tornou Seus filhos e Suas noivas para sempre. É por isso que nunca podemos negar a nossa fé Nele e devemos abraçar o martírio com vontade e alegria pelo Seu nome. O martírio é para defender o primeiro amor que Deus deu para nós. Não é um produto de emoções humanas, pelo contrário, vem da fé no fato de que Deus deu a todos as Suas bênçãos, não obstante as nossas deficiências e fraquezas. Não é pela nossa força de vontade que nós seremos martirizados, mas pela nossa fé na grandeza de Deus.

Existem, é claro, pessoas que morrem mártires pelo seu país ou ideologia. Estas pessoas têm

uma convicção inabalável que o que eles crêem é o certo e estão dispostos a perder a vida pelas suas causas. Mas e nós? Como podem os filhos de Deus que nasceram de novo da água e do Espírito através da fé em Jesus Cristo serem martirizados? Nós podemos ser martirizados porque estamos muito agradecidos pelo evangelho com o qual nosso Senhor nos amou e nos salvou. Porque Deus nos aceitou apesar de nossas inúmeras deficiências, porque Ele nos deu o Espírito Santo e porque Ele nos tornou Seu povo e nos abençoou para viver eternamente na Sua presença, nós nunca podemos abandoná-Lo.

Deus também nos prometeu o Novo Céu e a Nova Terra e por esta esperança nós não podemos abandonar a nossa fé. Não importa o que aconteça – mesmo se o Anticristo nos ameaçar e nos perseguir até a morte no fim dos tempos – nós nunca podemos negar nosso Senhor e Seu evangelho da água e do Espírito. Mesmo se

formos carregados aos pés do Anticristo para a morte, nunca poderemos renunciar a graça e amor de Deus que nos salvou. Como diz o ditado, “nem por cima dos nossos cadáveres” iremos negar o Senhor. Nós podemos ser coagidos a fazer outras coisas, mas há uma coisa que nunca iremos sucumbir: não deixaremos, nem renunciaremos o amor de Cristo que nos salvou.

Você pensa que o Anticristo teria misericórdia de nós porque temos deficiências? É claro que não! Ele não se importaria! Mas, nosso Senhor nos fez completos, levando sobre ele todos os nossos problemas e sendo julgado em nosso lugar, apesar de sermos tão fracos e deficientes. É por isso que não podemos deixar o amor da salvação de Deus, que nos libertou através do evangelho da água e do Espírito, nem abandonar a nossa fé no primeiro amor. Nada pode ser abandonado, ao menos que nós façamos isso em nossos corações.

Da mesma forma, se nós mantermos a nossa fé

em nossos corações, poderemos defender a nossa fé até o fim, não importa quantas ameaças, promessas ou coerção sejam usadas contra nós. Se reconhecermos em nosso coração o precioso amor de Deus por nós e se nos prendermos a esse amor até o fim, nós poderemos defender o evangelho até o fim dos dias. Para aqueles que andam na fé, o martírio não é difícil de abraçar.

Devemos pensar seriamente sobre a possibilidade do nosso próprio martírio. Ele não é apenas dor e sofrimento permanentes. Nossa carne é de tal forma que até mesmo o menor furo de uma agulha pode trazer dores insuportáveis. O martírio não é resistir a tais dores na carne. Pelo contrário, o martírio é desistir da nossa própria vida. Martírio não é sofrer meramente dores físicas, mas realmente perder a vida. Quando o Anticristo pedir que o adoremos como deus, nós iremos resistir até a nossa própria morte. Porque apenas o Senhor é o nosso Deus e só Ele merece

a nossa adoração, é cabível que sejamos martirizados para defender o Seu nome. Nós não podemos trocar esta fé por nada.

O Anticristo, que nega a Deus e pede para ser adorado como deus, realmente merece ser adorado? É claro que não! Apenas Deus tem o poder de criar o mundo e o universo. Só ele tem o poder sobre a vida e a morte, só Ele não tem defeitos, pecados e é completamente justo diante de toda a criação, e só ele tem o poder de tirar os pecados do mundo. E o Anticristo? A única coisa que o Anticristo tem é o poder mundano. É por isso que nós não podemos trocar o nosso Senhor por ele e é por isso que nunca podemos renunciar a nossa fé no Deus Todo-Poderoso.

Deus é o único que com certeza nos fará eternamente felizes. Ele irá ressuscitar aqueles que foram feitos sem pecados, pela crença em Jesus Cristo, em corpos glorificados e abrirá o portão do Reino Milenar e para o Novo Céu e

Nova Terra para eles. Mas aqueles que se prostrarem diante do Anticristo irão enfrentar a punição eterna e serão lançados no inferno com Satanás. Seria a coisa mais idiota a fazer se nós jogássemos fora a nossa felicidade eterna para apoiarmos o Anticristo com medo da dor e do sofrimento passageiros. Conhecendo esta verdade, aqueles que crêem no evangelho da água e do Espírito em seus corações irão resistir bravamente ao Anticristo, serão martirizados e receberão a felicidade eterna como recompensa pelo seu sacrifício.

Você e eu, nós seremos todos martirizados. Não cometa um erro: quando a era do cavalo negro terminar, a era do cavalo amarelo chegará e, então, o Anticristo surgirá e as pragas das sete trombetas se iniciarão. O Anticristo certamente surgirá, nós os cristãos certamente seremos martirizados e com a nossa ressurreição certamente seremos arrebatados, então

entraremos no Reino dos Mil anos. É por isso que nós teremos que estar dispostos a sermos martirizados quando o Anticristo nos perseguir e pedir a nossa morte.

Quo Vadis, um dos filmes clássicos, mostra

muitos cristãos que desistiram de suas vidas para defenderem a sua fé e cantavam louvores, mesmo quando eram mortos. O filme é uma ficção, mas o contexto histórico é todo verdadeiro – ou seja, muitos cristãos desistiram de suas vidas para defenderem a sua fé. Por que eles fizeram isso? Porque o que as autoridades romanas exigiam deles – negarem a Deus, adorarem outros deuses e abandonarem a sua fé – era algo que eles não podiam aceitar.

Se eles tivessem mudado o seu Deus, como exigido pelos imperadores romanos, teriam mudado tudo. O imperador teria se tornado seu deus, os teria subjugado sob a sua tirania e eles morreriam em batalha como sua marionete. Eles

não seriam libertos do pecado, nem poderiam entrar no Novo Céu e Nova Terra. É por isso que não podiam desistir da sua fé e deviam escolher encarar a morte certa com alegria e louvor. Eles podiam cantar louvores ao Senhor mesmo quando estavam morrendo, porque sua esperança era maior do que a dor da morte.

É absolutamente importante para nós defender o evangelho da água e do Espírito. Também é imperativo vivermos em esperança, crendo que além da nossa morte a vida eterna, nos espera um novo mundo cheio de alegria e glória.

Você já sofreu pelo Senhor? Você realmente já sofreu, não em razão das nossas fraquezas ou erros, mas por causa do Senhor? Se o nosso sofrimento é pelo Senhor, todas as nossas dores se tornarão em grande alegria. Como o Apóstolo Paulo expressava esta alegria, “Porque para mim

tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a

glória a ser revelada em nós” (Romanos 8:18).

Porque a alegria da glória que será revelada em nós será muito maior do que a dor do sofrimento pelo Senhor, todos os nossos sofrimentos presentes serão enterrados sob a grande alegria e felicidade da nossa fé.

Em outras palavras, os santos e os mártires da Igreja Primitiva podiam superar a sua dor e desistir das suas vidas pelo Senhor porque sabiam que a alegria que os aguardava era maior do que o seu sofrimento imediato. O seu martírio não era um produto da habilidade que eles tinha

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