1.1 A distribuição estabelece a ligação entre os locais de produção e os locais de consumo, colocando à disposição dos consumido- res os bens de que necessitam contribuindo, deste modo, para o maior bem-estar das populações.
1.2 Transporte, armazenagem e comércio.
2.1 Os retalhistas são comerciantes que vendem diretamente ao con- sumidor produtos à unidade, enquanto os grossistas vendem pro- dutos em grande quantidade aos retalhistas ou a outros grossistas.
2.2 Circuitos curtos, circuitos longos e circuitos ultracurtos.
2.3 Não, pois nos circuitos ultracurtos não há intervenção de nenhum destes intermediários, sendo o produto distribuído pelo produtor diretamente ao consumidor e nos circuitos curtos apenas inter- vêm os retalhistas, que fazem circular o produto desde o produtor até ao consumidor.
este último obtém o direito de vender a marca do franchisador, mediante uma contrapartida monetária.
2.5 As lojas de comércio tradicional são lojas de pequena dimen- são, localizadas nas zonas residenciais, enquanto supermer- cados e hipermercados são lojas de média e grande dimen- são que disponibilizam uma grande variedade de artigos (com maior relevância nos hipermercados) funcionando em regime de livre serviço. Os supermercados localizam-se, normalmen- te, nas zonas residenciais, enquanto os hipermecados optam pelas periferias dos centros urbanos ou pelos grandes centros comerciais.
3. (A) Circuito curto; (B) Cricuito longo; (C) Circuito ultracurto;
(D) Circuito ultracurto.
4.1 (A) Falsa; (B) Verdadeira; (C) Falsa; (D) Falsa.
4.2 (A) No comércio integrado os intervenientes atuam conjuntamen- te, de forma a terem maior capacidade negocial.
(C) As lojas discount caracterizam-se pelos preços baixos, apos- tando nos produtos de marca própria ou marca branca, apresen- tando pouca variedade de produtos e não tendo grande preocu- pação com a sua apresentação.
(D) Para além da dimensão como fator distintivo (os hipermer- cados apresentam uma dimensão superior aos supermercados, dado possuirem uma maior área de exposição de produtos), o número de artigos expostos é também superior nos hipermer- cados, havendo nestes maior variedade de produtos e de mar- cas.
5.1 Centro comercial é uma estratégia de comercialização assente num grande espaço comercial preenchido por muitas lojas de variados ramos do comércio, desde o vestuário, às livrarias, pas- sando pelos supermercados, cinemas e restauração, entre ou- tros.
5.2 A possibilidade de encontrar no mesmo espaço diversos tipos de bens para as suas necessidades, ter estacionamento, disfrutar de um espaço agradável (climatização, decoração), etc.
6.1 Venda direta e venda à distância.
6.2 Venda direta é a venda do produto diretamente ao consumidor, em que há contacto pessoal entre o cliente e o distribuidor. Pode ser realizada em loja, no mercado, na feira, etc.
7.1 A troca direta consiste na troca de produto por produto, enquan- to que a troca indireta consiste na troca de produto por moeda.
7.2 A moeda é aceite por todos como meio de pagamento, enquan- to que o produto só era aceite por quem dele precisasse. Outra vantagem resulta da possibilidade de fazer trocas em qualquer parte pois é fácil transportar a moeda. A divisibilidade da moeda (moedas de valores diversos) permitiu efetuar trocas de bens de diferentes valores com facilidade, enquanto que na troca direta era uma dificuldade: os intervenientes na troca teriam de dividir os produtos em partes e encontrar equivalências de valor entre os bens.
7.3 A moeda ao ser aceite por todos como intermediária nas trocas contribuiu para o aumento destas, possibilitando aos consumido- res o acesso a mais e variados bens, o que se traduziu na melhoria da sua qualidade de vida.
8.2 O processo de desmaterialização da moeda consiste na perda de conteúdo físico da moeda: da moeda metálica em metal precioso, à moeda de papel e à introdução da moeda escritural é um pro- cesso em que a moeda foi perdendo conteúdo material. A atual moeda escritural, designada por moeda eletrónica ou informáti- ca, é o exemplo mais significativo desse processo.
8.3 A moeda escritural consiste na circulação dos depósitos à ordem, utilizando-se para o efeito diversos instrumentos como o che- que, a ordem de transferência, os cartões de débito ou crédito. Esta forma de moeda é totalmente desmaterializada, ou seja, não tem qualquer suporte físico, pois a movimentação dos depósitos traduz-se em registos a débito ou a crédito nas contas bancárias dos intervenientes na troca. Como estes registos são feitos, atual- mente, por via informática, a moeda escritural também é chama- da de moeda eletrónica ou informática.
9. a) Moeda representativa.
b) A moeda era convertível e circulava com base na confiança que o público tinha nos bancos, já que a quantidade de moeda em circula- ção era superior à quantidade de ouro e prata existente nos bancos.
c) Moeda- mercadoria.
d) A moeda deixou de ser convertível em ouro e prata e o Estado impõe a sua circulação e aceitação.
e) Moeda escritural, hoje designada por moeda eletrónica ou in formática.
10.1 A – Unidade de valor B – Meio de pagamento C – Reserva de valor
D – Unidade de valor e meio de pagamento
10.2 Não, apenas constituem instrumentos de movimentação dos de- pósitos bancários (moeda escritural).
11.1 Inflação significa uma subida generalizada e contínua dos preços dos bens.
11.2 Inflação pelo excesso de procura – quando existe uma maior pro- cura de bens relativamente à quantidade que deles é oferecida no mercado, os preços sobem.
Inflação pelo aumento dos custos – verificando-se uma subida dos custos de produção dos bens (matérias-primas, energia, salários, en- tre outros), os preços de venda ao consumidor também vão aumentar, de forma a permitir o lucro do empresário.
11.3 Numa situação de inflação é necessário entregar mais moeda para comprar a mesma quantidade de bens, o que mostra que a moe- da se depreciou, ou seja, perdeu valor aquisitivo. Da mesma forma se pode dizer que com a mesma quantidade de moeda se compra menor quantidade de bens (por exemplo, há três anos com 5 euros podia-se comprar um bilhete de cinema; hoje não é suficiente).
12. (C) e (D).
13.1 O índice de preços no consumidor corresponde à variação do ca- baz de compras entre dois anos e traduz a medida de inflação.
13.2 O valor do IPC significa que os preços em 2011 aumentaram 3,6% relativamente a 2010.
14.1 A taxa de variação média de inflação exprime a variação dos pre- ços num determinado período de tempo, por exemplo um ano,
SOLUÇÕES
sendo calculada, neste caso, através da média aritmética das doze taxas homólogas do ano.
A taxa de variação homóloga de inflação compara o preço do ca- baz de compras (IPC) num mês com o preço do cabaz no mesmo mês do ano anterior (março de 2O12 e março de 2O11). A variação do preço do cabaz no período homólogo exprime a variação dos preços.
14.2 Em 2011, a inflação (taxa de variação média) foi de 3,7%, o que re- presentou um acréscimo comparativamente a 2010, ano em que a inflação média se situou nos 1,4%. Em termos de inflação homóloga, verificou-se um ligeiro decréscimo da inflação no final de 2011 (3,6% em dezembro, contra 4% em novembro).
14.3 Os principais fatores que contribuíram para a subida dos preços foram a subida dos preços dos bens energéticos e o aumento do IVA de 21 para 23%. A subida dos preços da energia (associada ao aumento dos preços do petróleo) representou um agravamento dos custos de produção que as empresas fizeram repercutir no preço dos bens, gerando um aumento dos mesmos. A subida da taxa do IVA também representou uma subida dos preços finais dos bens a ela sujeitos, pois ao preço do bem é acrescentado o valor da taxa a pagar pelo consumidor.
15. No país A, o nível de vida da população baixou, pois o aumento dos preços não foi compensado pelo aumento dos salários, já que estes se mantiveram relativamente ao ano anterior.
No país B, verificou-se uma melhoria do nível de vida, mesmo não havendo aumento dos salários, devido à descida do nível geral dos preços, o que representou um aumento do poder de compra.