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Folhas de exercícios

No documento Bons Pensamentos - Bons Sentimentos (páginas 41-44)

Para crianças mais velhas, um

diário de pensamentos e sentimentos

oferece uma estrutura para registrar Pensamentos "Quentes" e ligá-los às reações emocio­ nais. Se o monitoramento doméstico não é possví el, então os

Ftnsamentos "Quen­

tes"

possibilitam uma maneira de identificar, durante uma sessão clínica, os pensamentos comuns que a criança pode ter sobre si mesma, o que faz e o seu futuro. Os diários e os exercícios estruturados podem ser úteis para algumas

crian

ças, enquanto outras preferirão uma abordagem mais flexível. Encorajar a

crian

ça a fazer seu diário no próprio computador, enviar pensamentos "quen­ tes" para o clínico, fazer o

"download

da sua cabeça" em um gravador ou sim­ plesmente "apanhar" o pensamento ocasional quando ele ocorre são outras pos­ sibilidades.

Para as crianças mais novas, está incluída uma série de

Balões de Ftnsamen­

to

relacionada à triade cognitiva.

As

crianças são solicitadas a dese

nhar

um qua­ dro ou a escrever alguns dos pensamentos bons ou desagradáveis que têm sobre si mesmas - os pensamentos bons sobre o que fazem ou os preocupantes sobre o

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futuro. Novamente, os balões podem ser adaptados para abordar temas impor­

tantes identificados pelo clínico. Se as crianças pequenas acham difícil verbalizar

seus pensamentos, pode-se pedir aos pais sugestões de pensamentos que elas poderiam ter.

Para

as

crian

ças que

parecem

vivenciar uma dificuldade persistente para acessar seus pensamentos, pode ser útil o O

Que Eles Estão Pensando?

Pedimos que elas sugiram o que dois personagens d

iferen

tes em um quadro podem estar pensando, ou que criem duas ou três sugestões sobre que pensamentos um personagem pode ter. Isso é uma maneira de avaliar se a criança é capaz de identificar e verbalizar

cognições, e de introouzir a idéia de descrever pensamentos.

Resumo

As

distorções cognitivas são introduzidas como erros de pensamento que enviesam a maneira pela qual os eventos são percebidos. Elas fazem com que os eventos positivos sejam negligenciados, ou a sua importância, minirnizada. São descritos seis tipos principais de erros às crianças e aos adolescentes. Os "derrotistas" são aqueles que focalizam os eventos negativos, desconsiderando os positivos (abs­ tração seletiva, desqualificação do positivo). "Explodir tudo" destaca como a im­ portância vinculada aos eventos negativos é exagerada (pensamento dicotômico, magnificação, supergeneralização). "Prever o fracasso" explica como se espera que aconteçam coisas ruins (inferência arbitrária) . "Sentir o pensamento" de­ monstra como as emoções dominam e obscurecem o pensamento (raciocínio emo­ cional), enquanto ''preparar-se para o fracasso" destaca como são freqüentemen­ te estabelecidos padrões inatingíveis (expectativas irrealistas) . Finalmente, o "cul­ pe-me" identifica como a responsabilidade pelos eventos negativos que aconte­

cem é assumida automaticamente (personalização).

Identificação dos tipos de distorçães cognitivos .

Monitoromento do pensomento e identificoção dos distorçães cognitivas comuns.

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Identificando Erros de Ftnsamento

é projetado para ajudar a criança a capturar os pensamentos negativos e a identificar os tipos comuns de distorções cognitivas

que ela faz. Novamente, o processo para alcançar isso pode ser adaptado para cada criança e, se não forem possíveis as tarefas fora da sessão, podem ser reali­ zadas como parte da sessão clínica. A idéia de escala é introduzida, e a criança é encorajada a identificar e a classificar a extensão na qual acredita nos seus pensa­

mentos negativos. O diário é completado no dia seguinte, quando os pensamen­ tos são reexaminados, os erros de pensamento, identificados, e a sua crença no pensamento, classificada novamente. A utilização de classificações começa a de­

safiar o pensamento dicotômico de muitos jovens e permite demonstrar que as crenças podem mudar com o tempo.

Que Erros de Pensamento Você Comete?

é uma avaliação breve das distorções identificadas.

É

uma forma rápida de o jovem avaliar que tipos de distorções cognitivas ele faz e quais são os mais comuns.

Resumo

o

jovem é introduzido em um processo de co

nfere

ncia e verificação dos pensa­ mentos negativos. Isso é projetado para assegurar que ele procurou todas as evi­ dências e que seus pensamentos são equilibrados e não distorcidos. O processo envolve passos concretos de co

nfere

ncia das evidências que apóiam e das que desaprovam os pensamentos, obtendo a perspe

ctiva

de outra pessoa e conferin­ do os erros de pensamento. Isso leva ao passo final da reestruturação cognitiva, em que, com base em todas as evidências, o jovem identifica um pensamento alternativo e mais equilibrado.

• Avolioo;;õo cognitivo.

Verificoo;;õo de pensamentos.

• Reestrutvroo;;õo cognitivo.

• Pensomento equilibrado.

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Procurando Evidências

é projetado para ajudar a criança a familiarizar-se com o processo de conferência de pensamentos. Os pensamentos são identificados e, depois, avaliados para determinar as evidências que os apóiam, aquelas que os desaprovam, o que outras pessoas d

iriam

, o que a criança diria a outras pessoas se tivessem esse pensamento e se

ela

está fazendo quaisquer erros de pensamen­ to. Classificar a força da crença antes e depois da verificação é uma maneira objetiva de demonstrar que os pensamentos automáticos negativos podem se tomar menos problemáticos se forem desafiados.

O

Pensamento Equilibrado

leva o processo de desafio do pensamento ao

estágio final da reestruturação cognitiva. Com base em todas as evidências, o

jovem identifica um pensamento menos enviesado e mais equilibrado.

Resumo

Os conceitos das crenças centrais são introduzidos, sendo utilizada seta descen­ dente da técnica "E daí?" para identificá-los.

É

descrito um processo para testar as crenças centrais procurando ativamente por evidências que as neguem. A no­ ção de que as crenças centrais são fortes e resistentes aos desafios é introduzida, e defende-se a necessidade de discutir e falar com outra pessoa.

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• Identificação dos crenças centrais.

• Desafiar e testar as crenças centreis.

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