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gioimlos gordurosos e particular amt 1 aides

As cnuuadas segM unites sem a. miaima jilfcer&

cao

A

.

roiiMK Ktrimlns

, camnra ^

optima

*

<x cereforllo*

Todos ester orgies se achnrn era

eat

ado normal, pddondo

- se

em

alguns

casor

observar vesti

fries

de injeceSo arterial

.

Profiifrrrutft

' -

fa

Este organ previamenta endurecido

em

iimn solucilo de

brfrromato

de potassio

, ao

exame ±>

e

mostra a side do exiravasacGes sanguineas, da diiatacSo vascular

,

temlo sens vases ns parades mais espessas,

m

liulSio rjirliidiaun

. —

Endurecido ein timn solucfto de biebrnmato de potassio, guard;ido

no

alcool

absolute

c depois divirlido em enrtes differences pnra o

exame

micioseopico

,

o

bttlbo npresenifi i

I /

CMrtu eobre os corpus olivares

,

ao nivel do quarto ventricrtlo, cnmprehandendo

os

nucleus originarios dos

nervos

pneunaugaatrici e bypogdosgo

,

e mostrando nos ollins desnr

-mados, mnnerosaf, extravasac0es sungnineas que piO ge tornum mais visiveis, vasos calibroaos

roses

,

as raizes dos nerves., pneumogastrico e hypogloaso

offereeendo o

aspecto

de

uma

substancia granulosa

,

formada de globules oleoaos e corpu&culos fimiloides

,

e aiuda male cellulas airop

bin

das e em numero

diminuto

*

Cdrte praticado abaixo do calamus scriptorius apresen

-tando exactam eute a inesma cousa

.

*

an imcrnsco

-e inais

mune

-9+°

m4

r

t

k

33

M f r i t i U i i c^p m l t u h

entre

o 1/

e o

2/ par

cervical

,

demmiatra

a

suhstHncia parda

daspnlit.as anteriores cm vjn de dogenerescencm gTranalo

-

gnrdli

-rosa

,

CellitIas atrophia das e raises tiervnsas snffrando a mesitta

aUeracan

e ntt substaticia brauca dos rordues anteriores prolife

-racao

dos undoes ilitft cellulus da nevro«:lia

.

A aecciio transversal da medulla

k

Colorscao* avermelhadn na

porc

3

o

peripherica deste nervo

.

talvez

,

sejjmndo \V.

Ham

-mond

,

devidaa

imfcdbicSo

cadavenca : eis o

quanto se

'dfiseobre*

As v ttLs respir

atorias

npresenturn modificagoes seguintes: mucpsidaies accuutilladas nu$ ratines bronddcos e rubor dn

mucosa

que os revests hem como das

mucosas ,

qiie forr;

um

o interior do pbarvug'e e da

tractate .

Por irfso TroHiet e Feriol foram induzidos crdr qua os

lironcliios fossem n fonte tin baba esptitposa, pordtn samelhaute conjecture niiofoi comprovada pelu ausciiltaciio in vita

, visto como

aind i alg

umas

horns antes da morte se verifica n on encia

de

liqnidos

depositudns nos bronrhios ; devendo ser a baba

secretailn nos u

I

times nvunentos da vida

,

qtmntlo a asphyxia terminal estA preslea u terminar » periodo agrrmicu

.

Nervo mirumo

^

d rlco

Adnda

para apoiar

esta manRtfa de

ver

* a artalomia

cornps

-rrda demonstra que nos cUes snwpeitoa

e ahaitidna ,

pop uieilida

prevent!va

,

u rubor e a hypersecrecau das mucos.js tntrhio

bronchicas e pharyugrtea nilo existent, Ftira disto

nerroscopico ainda revela eopgrot£o liypostatica pnlmoimr

,

algrumus

vezes

nucleos de upoplexm circ

^

mscripta, emphysema

extensn

in

ter

-

vesicular* e as

v esses

4

o exauie

ruptura dos vesiculas pul

-moi iarcs em nf 'imis jifjntos, dando Ingresso ao ar no terido cel

-lular do mediastino

,

a

cr

&indo urn emphysema subcutaneo

,

Pupa

o

lado dos

ritis

Rvdoew desrreve Icsoes proprias da nephrite parftivhymulnsa

.

que s<j tem de particular,

axtensivaa a tndo o oryfto desde os lubuli a

serero

as cnmjiilas cortl

-cites e is pyramided ;

eon el u in do por isto peta existencia

de

um urdtnia find

,

A

qua

!se po.dem ftlbir inuitos

dos

aymptomas

que coucorrem no

quadro da

molestil .

^

Bstas

vistas de Ruduew tmo receberant comfirmaefio

parte de

outros

observadprea

,

vjsto como

ns

Iesoes dostubttli ufio sao constantes; acrescendo rouis qne a eTcvncao de temp

era

tufa.,

que observa nos tiliimos

momeutos

da molestia

* prova nfio

.

se

por

1

1

A

1

36

tratar

de acculentes ur6

micost porque

estes sio quasi serapre

acam pun

kudos de uiu

abaixamenfco

de teruperatura muito

apreeiaveL

Taes sao as lesdes

,

qne o extLine uecroscopico denuneia, is

quaes

poder

-

se

-

ia acresceutar as grr«imla$oes eucotitradas por Pasteur

,

os corpusculos descobertos pur Koch uo systema lym

-phatico a Da glandsla submaxillar e as vesical

as

ou lyssas tie Marochetti na ponta da Ungu&tque ainda nfvo forum

encont

&dfcs

por

tnuis nenhucn abservador, seguudo Cantani

.

A

accSo do virus rabido se muinfesta ern todos

apparel

bos nervosos. tine presidem & seusibilidade

,

como o demotunra a

hyperealhesia , photophobia , hyperacusticti

, etc ;

por ^

rn o

bill bo

6 o pouto de

predileccao

desse virus, Assirn achando~se ueste organ os tuicleos de origem dos nervos facial

,

Uypojflosfto

,

es

-pinhal, glosso

-

pharyng

^

Q

,

pnenraGgustrito, as

raanlfiastagCes

da raiva traduaem quasi

sernpre

uin desarraujo profundi) uas funccoes destes uervos

.

Outras vezes actuimdo de preferencia

sabre a medulla o virus rabido manifesto a sua ac

^

ao pela

pa

-ralysis,

que

determina

,

daudo logar a fdrma paralytica da raiva

,

ultimameiue tao bem estudada

.

V

hydrophobia —

**

Procuraudo interpretar o symptoms

admittem alguns auctores nao ser este

pheaomeno

dependent©

do

spas

mo pharyngeo ou do

spaamo

dos inusculos inspiradores

,

porim antes

determinado

pela id£a

,

vista, odor ou contacto da agua, circumstaucU esta, que

provoca

os spasmoa, impasibili

-tando

o doente de engulir, Nao se lrat&1 por coaseguinie

,

de um acta

physiologico

impossivel

por

causa da contractura

dolorosa

simplesmeute, masaim Jutaa accao

physiologica ,

associaudo

-

sc

como aconteee no espirro

,

a couvulsao dos

muscutos

itispiradores e a

occlusao

da bGcca pelo v&o do paladar

,

e

desafiada por uma

sensacio

qualquer

, pela idia d'

agua

unicamente

.

Ajontemos,

que 0

bulbo

tem um& acc&o notorm sabre a

elevacao (la temperature

, por

intermedia dos vaso

-

motores e

sabre a voz

^ por

meio do recurrantes.

^ s Ho 3

V

>

r

37

T rata 111 onto

STMMARIO :

BucMfldiclus dft policm sanitaria,

Trainmento preventive ;

^

fio. cornpressHO flc.

Cautevisacao pelu ferro em bnmi ;

siifts VAntagens e condfcoes de bom exito*

ratamtnto cu*

mfiuoT

Remedies secretes ; pictensos especiflcos anlim

-bidos.

Meditft

^

ao nim'cuiial

NH rnivu decJarurin 0 medico a6 ae p6d« vitler da madlcacRo symptomatica,

-

*Tentativa do

Pasteur sobre a cum da raiva jA decituadn.

Consagr&mos o presente capitulo no estudo do tratamento da raiva

,

consigtiaudo nelle as rnedidas adoptadas

pain

legisla

-cao de policm sanitaria dos differentea

paizes

c o n i 0 fira de obstar a

propagacao

da raoleatia

.

Dentre os meios

lembradoa

neste sentido cit&remos a foci

-nkeira obrigatoria

,

a col&ira corn 0 enderego e o nome do pro* prieLario do animal e finalmente outras medidas de maiar

rigor, cousistiudo no imposto sobre os caes 011 na matanca d'aquelles, dentre esses animaesque erram perdidos pelas ruas* Neste ultimo intuito

,

se mu yeram a1

gum

as Sociedades protectoras de animaes

,

assim corno algumas

municipal

idades

da

Europa

e da America

,

as quaes se occuparao era estudar os

meios mais proprios e menos

dolorosoa ,

para dar a morte os

caes eucontrados nas mas

, que

nao

fosserc

reclamados

pelos

donos no dm de um certo tempo

.

Estas medidas preventivas

tiem

sempre

sao seguidaa de

resultados

serios

,

attentas muitas circumstancias

,

sobre as

quaes

a vigilancia da

administracao

sanitaria nem

sempre

pdde se exercer de um modo satisfac

-t o r y* A despeito de taes d ifficuldades, ua Prussia as precaucoes adopt,adas

pelas

mimic!

pa

Iidades neste fim lagraram bous re

-sultados,

conforme testenuinham as estatisticas

confeccionadas

n’aquelle patz sobre o desenvolvimento da raiva nos

ultimos

annos

,

tendo succedido 0 raesmo em alguns outros paizes

.

Hoje a medida inais efficaz e mais segura seria, conforme

o

parecer

de Horsley

,

inserido no relatorio apresentado pela commissao iugleza no Governo Britannico

,

vaccinar pelo me

-

*

tkodo

pastoriano todos

os caes

.

i

»

\j

\ S (

"

403 V

38

Volvetido

ao estudo do tratamento

preventivo

da raiva,

passaremos

em

silencio

aobre a historia de certaa medicacGes

HID outrus tempos preconizadas contra a manifestaeau dos acci

-dents

rabidos , nuimittiudo igualinente

certas

praticas

su

-pers

ticiosas

, que

em uada adiautam o aaauinpto e

que

a lit*

toratnra tnedica a

pen

as

consorva

aiuda

corao curiosidades historical

0

tratarnemo preventivo da raiva

cousUte

em obstar tu situ a penetracao

ou

absorpcao do virus rabido

.

Para realizar este desideratum recommend am-se as la

-vagens

repetidas, a suecao immediata

,

a cotttpressiio feita sobre o membra affectado por tira

Uco

forte apertado aciraa da ferida on entre esta e

coracaot

de mod ) a iinpedir a absorpcao do virus,

que

seeiitnina coin o sangue

,

qua contmda a

correr

da

ferida .

Taes sau os meios prevent!vos,

que

devem ser aconselhados

antes que se

possa

canierizar a ferida, valioso reeurso

,

o rnais

eflicaz

e o ranis seguro de se obstar a peuetraciio do virus no organistno

,

runs

que

nera

sempre

pdde ser erapregado prompta

-ineute

.

N

'estes

casos

o ferro em braza sen\

preferido

como o agents cauterizante por sxeettencin, devenJo ser applicado na tem

-p e r a t u r e branca e de maueira a ganbur profundamente toda a

superficie

da ferida.

0 ferro em braza se avaninja a todos os deinais causiicos, que tem sido propostos neste dm

.

Assim a manteiga de antimotiio, o acido sulphurieo

,

o einplastro de Vienna

,

etc, sendo compostos avidos de agua uao tardam a absorver este

liquido ,

perdeudo no fun de algmn

tempo seo poder causttco

.

Deatruiudo

o virus in situ

,

antes

que

a

sua absorpcdo

se

effective ,

o ferro em braza, qnando ruauejado por milos idoneas

,

e um meio de valia extrema na propliylaxia da raiva, devendo

ser irmnediatameute

lembrado depois da rnordedura«

Aqui abrimos um

parenthesis

* para nos occuparmos do iraiamento curative da raiva declarada, abordaudo em seguida

I

|

\J

*

1

5 H o *

f

3y

ao estudo do tratat&eato

prophylatico

da tnuleatia polo

methodo

pastGriiiao*

Se pretendesseinos euumerar as

naedicaQSea

* desde lougea tempos

, aconselhadas

coutni a raiva

dBclarada

* teriamos

formado

urn longo

catalogs

a comocar por Celno

, que

cm

grandes piacina

|de

agua

fazia

megulliar

os

hydrophobos ,

ter

-rainando

peLa deacoberta

de

Pasteur ,

e tudo into sem

prove

!to

para

este

esfcudo .

Por iato

, apenaa

succinlaments

lambraremoe

esta

phannacop

£a

bizarra

e variada de pretenses esp

^

eilicos

, reraedioa

secretes,

verdadeiras

triagas

antirabidas, com que

a

eapecttlafSo charlafcanesca

pretendia

dammar

a evolucdo

lerrivel e fatal dessa molestia mysteriosa,

Debfiixo deste pouto de vista, merecetu meucao

hfetorica

a giesta dos

tiutureiros (

Genista tine toria),

preeonteada

eLitre

os caoipooe

^

es da Ukrauin cotno especifico atiti rabido

,

a oru.

zetta

( Genttana

cruciata

,

o Xanthium espinosum, o

velho

Cy?2oglossH7n^ empregado contra a

raiva

sd

por

ter«m am i s

follias a fdrma da [ingna do cao r mais um

sem

luitnero de

aubsi

&

uciafl

vegetaes e auiinaes,

que

seria

por dentals

longo

mencionar t

Os medicos

, que acreditavam que

o virus

rabido exercia

sua acciio aobre o systema

nervoso, preerremm

para uso

interno o opio em grande ddse

(Vaughan

e

Babington

) ; e em

injeccdes venosas Q opio e a

morphina

( Martelt Mag&ndie

,

Du*

puytren

a Booth)

.

A beltadonaf o hellebore e a niebtina foram iguolmente

prapostoa

com o mesmo fim

.

N o secnio N1VIII o marcurio attrahin a altenrao dos cll

-uicos no tratameuto da raiva*

Em entao opini£o

correate que

o

virus

rabido

produzia

uma on dims

viniculas

tio filete da lingua

(

Marochetti) ; o tra

-tamento

consistia

era

abril - as

e

para deatruir

o peqiifsno verrne

preductor

da

rtolestia ,

o mercurio era

appUpado

oomo an

-tbelmintico

.

An dry

, que

am 1779

public

?

va

suaa

Pwquizas

sobre a

raiva , preconiaava

o mercuric)

admmUtrado

larga

L

i

man r

V 1 5 1404 v

1 4o

tanto no

tratamento preventive

como no tratamento curativo

da hydrophobia declarada

,

Mais recent,emente

,

a datnrina

,

o c u r a r e e a electricidade furam

experiraentadas

contra os accidentes rabidos, sem resul* tado real e efficaz*

Sem pretendermos

,

eutretauto

,

concluir pela invalidade

de

todos os medicamentos propostos e empregados ontr^ora contra

a raivn, reeouhecemos

, qne ,

redunidos a uina medicacao pura*

meute

symptomatica ,

aos doentes nada de mellior convSra nestes casus do

que

as injeccoes de agun ligeiramenU salgadaf com o fim

Je

metigar

-

lhes a stide

,

e as injeccoes narcoticas,

principalmeote

de morphina,

para

combater os

spasmos

e atG mesrao para tranquil

I

isar os doentes

,

alliviaudo

-

os era

conse

-quencia

do s o m t i o, que sobrev

^

m

,

da profunda ngitac&o

, que

os ntorraenta

.

0

cholrali

sob a forma de clysteres

,

aiuda presta bous services, assim coino o chloroformio e o

nitrito

de amyla em

inbalacoes

* . ,

Os clysteres de bromureto de potassio foram igualmente propostose

empregados com

vantagem

por

Letellier*

A electricidade

,

a

pylocarpina ,

etc,, ainda sao citadas em algumas observacoes

, que

leruos

,

como medicacues de valor no tratamento da raiva

.

Ultimamente

Pasteur

intentou applicar o tratamento in

-tensive na oura da raiva

,

porctn os resultados obtidos ainda nao podem condnzir a tuna conclusao exacta sobre a efficacia do

methodo

antirabido

empregado

era laescasos*

Em

conclusao, nao existe remedio

algum

conhecido contra a

raiva declarada .

a

4

v

A

t

w

4

'

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