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GRUPOS EXEMPLOS DE COMBINAÇÕES COM OS ELEMENTOS 6 – Amortização da Dívida

Codificação da Despesa Exemplo:

GRUPOS EXEMPLOS DE COMBINAÇÕES COM OS ELEMENTOS 6 – Amortização da Dívida

71 – Principal da Dívida Contratual Resgatado 72 – Principal da Dívida Mobiliária Resgatado

73 – Correção Monetária ou Cambial da Dívida Contratual Resgatada

1. (ESAF – Analista de Planejamento e Orça-mento – MPOG – 2008)

Com base no Manual Técnico do Orçamen-to – 2008, a despesa é classificada em duas categorias econômicas: despesas correntes e despesas de capital. Aponte a única opção incorreta no que diz respeito à Despesa. a) Classificam-se em despesas correntes

todas as despesas que não contribuem, diretamente, para a formação ou aqui-sição de um bem de capital.

b) Investimentos são despesas com o pla-nejamento e a execução de obras, inclu-sive com a aquisição de imóveis consi-derados necessários à realização destas últimas, e com a aquisição de instala-ções, equipamentos e material perma-nente.

c) Agrupam-se em amortização da dívida as despesas com o pagamento e/ou re-financiamento do principal e da atuali-zação monetária ou cambial da dívida pública interna ou externa.

d) São incluídas em inversões financeiras as despesas com a aquisição de imóveis ou bens de capital já em utilização. e) Classificam-se em despesas de capital

aquelas despesas que contribuem, dire-tamente, para a formação ou aquisição de um bem de capital, incluindo-se as despesas com o pagamento de juros e comissões de operações de crédito in-ternas.

2. (ESAF – Analista de Finanças e Controle – STN – 2013)

Entre as opções abaixo, indique a despesa que não corresponde à classificação das Despesas Correntes, segundo a classificação orçamentária brasileira.

a) Salário-família.

b) Serviços de consultoria.

c) Amortização da dívida pública interna. d) Juros e encargos da dívida pública

ex-terna.

e) Aquisição de material de consumo. 3. (ESAF – Auditor – TCE/GO – 2007)

A dotação orçamentária destinada a amor-tização da dívida pública externa classifica--se como: a) transferência corrente. b) transferência de capital. c) inversão financeira. d) despesa de custeio. e) investimento.

4. (ESAF – Analista Contábil-Financeiro – SE-FAZ/CE – 2007)

Despesas Correntes segundo a classifica-ção orçamentária brasileira são aquelas efetuadas para a manutenção dos serviços anteriormente criados na Administração Pública. Aponte a única despesa que não pertence a esse grupo.

a) Pessoal e encargos sociais.

b) Conservação e adaptação de bens imó-veis.

c) Subvenções sociais. d) Salário família.

e) Aquisição de instalações.

5. (ESAF – Procurador da Fazenda Nacional – 2012)

Suponha-se que a União pretenda adquirir o imóvel onde atualmente está instalada, mediante contrato de aluguel, a sede da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Nesse caso, a despesa pública será classifi-cada como:

a) despesa corrente, por destinada à ma-nutenção de serviço anteriormente criado.

b) transferência corrente, por destinada à manutenção de entidade de direito pú-blico.

c) investimento, por acarretar aumento patrimonial.

d) inversão financeira, por destinada à aquisição de imóvel.

e) transferência de capital, por implicar di-minuição da dívida pública.

6. (ESAF – AUFC – TCU – 2006)

Identifique a opção falsa com relação à clas-sificação da despesa pública segundo a na-tureza, contida na Portaria Interministerial n. 163, de 4 de maio de 2001, a ser obser-vada na execução orçamentária de todas as esferas de governo.

a) Categoria econômica.

b) Grupo de natureza da despesa. c) Elemento de despesa.

d) Modalidade de aplicação.

e) Desdobramento obrigatório do elemen-to de despesa.

7. (ESAF – AFC/STN – Contábil – Financeiro – 2005)

Segundo o que dispõe a Portaria Interminis-terial STN/SOF n° 163, de 04.05.2001, na lei orçamentária, a discriminação da despesa, quanto à natureza, deverá ser feita:

a) obrigatoriamente por sub-elemento de despesa.

b) somente por categoria econômica e grupo de despesa.

c) somente por categoria econômica. d) por categoria econômica e elemento de

despesa.

e) no mínimo por categoria econômica, grupo de natureza de despesa e modali-dade de aplicação.

8. (ESAF – Analista Administrativo – Contábil – DNIT – 2013)

Assinale a opção em que a operação carac-teriza-se por ser uma despesa orçamentária de capital e constitui-se em uma despesa efetiva para o ente público.

a) Aquisição de veículo para posterior do-ação.

b) Pagamento de juros da dívida contratu-al.

c) Baixa de bem móvel por ter se tornado inservível.

d) Aquisição de terreno para a construção de imóvel.

e) Transferências de capital.

9. (ESAF – AFC/CGU – Correição – 2006) Na classificação da despesa pública segun-do a natureza, no Brasil, um Grupo de Na-tureza da Despesa agrega os elementos de despesa com a mesma característica quanto ao objeto de gasto.

Identifique qual despesa não pertence a esse grupo.

a) Pessoal e encargos sociais. b) Investimentos.

c) Amortização de empréstimos. d) Inversões financeiras.

e) Juros e encargos da dívida.

10. (ESAF – Analista Contábil-Financeiro – SE-FAZ/CE – 2007)

Assinale a opção falsa em relação às ca-racterísticas da classificação econômica da despesa estabelecidas pela Lei n. 4.320/64 e Portaria STN/SOF n. 163/2001.

a) O primeiro dígito do código da natureza da despesa indica que a despesa é clas-sificada como corrente ou de capital. b) A origem dos recursos, em termos

tri-butários, está presente na classificação. c) A modalidade aplicação 40 significa que os recursos são destinados a transfe-rências para municípios.

d) A despesa de pessoal identifica-se na classificação econômica da despesa. e) A indicação de que os recursos são

des-tinados à aquisição de serviços identifi-ca-se pelo elemento de despesa. 11. (ESAF – Analista – Administração e

Finan-ças – SUSEP – 2010)

O administrador público federal, ao elabo-rar o orçamento nas modalidades de aplica-ção 30, 40, 50 e 90, está sinalizando para a sociedade que:

a) a estratégia na aplicação dos recursos prioriza a região onde se localiza a enti-dade, embora mediante transferência. b) a estratégia será entregar os recursos a

outra entidade pública da mesma esfe-ra de governo e que a aplicação ocorre-rá sob sua supervisão.

c) a estratégia, na realização da despesa, será transferir os recursos a estados, municípios e entidades privadas, bem como aplicar, ela mesma, parte destes. d) a entidade possui projetos e atividades

tanto da área fim quanto da área meio. e) os bens e serviços a serem adquiridos

serão utilizados pela própria entidade no desempenho de suas atividades. 12. (ESAF – Técnico de Nível Superior – ENAP/

MPOG – 2006)

A despesa pública brasileira pode ser classi-ficada segundo categorias econômicas, gru-pos de despesa e modalidades de aplicação. Identifique a única opção que não pertence aos grupos de natureza de despesa.

a) Pessoal e Encargos.

b) Juros e Encargos da Dívida Pública. c) Outras Despesas Correntes.

d) Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos.

e) Inversões Financeiras e Amortização da Dívida Pública.

13. (ESAF – APOFP – SEFAZ/SP – 2009)

Assinale a opção falsa a respeito da concei-tuação e classificação da despesa orçamen-tária brasileira.

a) A devolução de depósitos feitos em ga-rantia é uma despesa que transita pelo orçamento, embora sem afetar a situa-ção patrimonial líquida.

b) A despesa orçamentária nem sempre é uma despesa de caráter econômico, ou seja, não afeta a situação patrimonial lí-quida.

c) O consumo de um ativo do ente público pode não decorrer de uma despesa or-çamentária.

d) Na classificação econômica da despesa, utiliza-se complementarmente a mo-dalidade de aplicação para determinar se os recursos foram aplicados pela mesma esfera de governo ou se foram transferidos.

e) Na classificação econômica, os grupos de despesa têm a finalidade de agrupar as despesas que apresentam as mes-mas características em relação ao obje-to do gasobje-to.

14. (ESAF – Analista – Administração e Finan-ças – SUSEP – 2010)

A respeito dos dispêndios extraorçamentá-rios, também conhecidos como despesa ex-traorçamentária, é correto afirmar:

a) toda baixa no patrimônio não prevista na lei orçamentária é um dispêndio ex-traorçamentário.

b) a saída de recursos a título extraorça-mentário não se observa nas entidades da administração direta em razão de estarem submetidas à lei orçamentária anual.

c) os dispêndios, quando ocorrem, advêm de ingressos extraorçamentários do mesmo exercício.

d) os dispêndios extraorçamentários estão relacionados sempre com as operações da atividade fim da entidade.

e) não alteram a situação patrimonial lí-quida, visto que são oriundos de fatos contábeis permutativos.

CLASSIFICAÇÕES INSTITUCIONAL, FUNCIONAL