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e segurança

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Segurança nas aulas - o que fazer?

• Manter o alinhamento apropriado do corpo (joelhos relaxados e posição neutra da coluna).

• Levar uma garrafa de água para a borda da piscina a fim de manter-se hidratado.

• Em caso de atraso, aquecer-se adequadamente antes de juntar-se à aula. • O aluno deve informar quando precisar sair mais cedo da atividade física, dessa maneira o professor indicará o melhor momento de desaquecimento. Nunca deixar a aula no pico do trabalho aeróbico.

• Parar quando sentir desconforto ou dor, e informar ao professor. • Parar, alongar e massagear o músculo quando tiver cãibra. • Informar ao professor qualquer restrição médica surgida no momento. • Entrar na piscina de maneira segura, pela escada.

• Conhecer a profundidade e a temperatura antes de entrar na água. Segurança nas aulas - o que não fazer?

• Competir com outro aluno, não respeitando a sua individualidade. • Continuar o movimento se estiver sentindo dor na coluna. • Realizar a queda de maneira insegura, em exercícios com saltos. • Ficar por muito tempo segurando o material. Conscientize–os, de tempo em tempo, para soltar o material, evitando agravar tendinite.

• Hesitar em perguntar, em caso de dúvida. • Realizar a aula na ponta dos pés.

Medidas de prevenção na construção de piscinas e parques aquáticos • Avisos de profundidade.

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• Cuidados com escadas. • Piso antiderrapante.

• Evitar acúmulo de água no piso. • Escadas com corrimão.

• Bordas com proteção. • Acessos para saída fácil.

• Áreas de chuveiro para banho antes de entrar na piscina. Piscina

Sinalização e marcos de segurança

Acidentes são inevitáveis; mesmo com o melhor projeto de piscina e a me- lhor construção, eles ocorrem; entretanto, é dever do profissional aquático fazer o esforço para prevenir a ocorrência deles. “A falta de advertência é uma alegação freqüente em litígio com sanção”, portanto, sinalização e marcos na piscina são sem dúvida um dos métodos mais valiosos na prevenção de acidentes.

A inclusão de sinais de advertência, grandes e claramente legíveis, é uma forma econômica de reforçar práticas de segurança. Uma das regras de segurança mais importantes é a norma de “proibido mergulhar.”

A sinalização adicional é importante para indicar qualquer condição física temporária que possa ser causa de risco, como piso escorregadio.

Quando uma condição temporária torna-se um transtorno contínuo, ela deve ser reparada imediatamente.

Os marcos de segurança devem ser instalados durante a construção da nova piscina, e podem ser facilmente acrescentado às piscinas já existentes.

Certifique-se de incluir marcos que sejam permanentes (em cerâmicas ou tinta) e que indiquem a mudança de profundidade, inclinação em água profunda, degraus, bordas ou plataformas submersas e quaisquer mudanças inesperadas na superfície da piscina.

Os sinais de aviso transmitem mensagens específicas aos usuários. Há quatro deles:

Riscos comportamentais: correr, uso não autorizado além do horário

nor-mal, mergulhar ou saltar.

Perigos físicos: água turva, superfície do deque molhada e escorregadia,

cercas quebradas, água funda ou outros.

Perigos químicos: armazenamento de cloro e ácido líquidos, e localização

de substância de limpeza.

Riscos ambientais: linhas elétricas ou de energia, equipamentos de

comu-nicação ou outros elementos.

Dentre os principais fatores de risco em piscina de academia ou clínica, três tópicos mais importantes a considerar na prevenção de acidentes com clientes:

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Marcelo Barros

• a capacidade dos clientes para nadar; • a presença de qualquer contra-indicação;

• outra anormalidade médica que poderia predispor ao risco e o acom-panhamento correto da seção.

“Há dois aspectos nesse último ponto: primeiro, se o número de participantes é compatível com uma observação segura, e segundo, se a pessoa que está no papel de observador pode atuar como salva-vidas.” (BAUM, 2000.)

Os profissionais que trabalham em piscina de academia ou clínica devem estar atentos às condições de saúde do cliente através da verificação periódica do ates-tado médico.

Exame médico x condições físicas momentâneas

Apta: pessoa em bom estado de saúde física e mental, podendo participar das aulas, se liberada pelo seu médico.

Apta com restrições: é aquela que pode praticar quase todos os exercícios, mas com restrições por parte do seu médico. Exemplo: não pode saltar, nem pegar peso, não pode realizar exercícios em que tenha que rodar (alunos com labirintite) etc.

Inapta: não pode praticar qualquer tipo de exercício físico, a conselho do médico, deve ser encaminhada à fisioterapia.

Inapta temporária: é aquela pessoa que tem uma contra-indicação temporária, podendo posteriormente tornar-se apta. Por exemplo, teve uma luxação no ombro, pós-parto, cesariana, etc.

Obs.: É desaconselhável a aula para os alunos nas opções inaptas. Procedimentos de segurança e emergência em piscina de hidroterapia e hidroginástica

A segurança na água é vital. Dessa forma, devem ser seguidos certos pro-cedimentos. Para a segurança dos pacientes, os assistentes da área de banho têm de estar vestidos com roupas secas, de modo que possam fornecer a vestimenta e atender outras necessidades dos pacientes. Também, no caso de uma emergência, podem administrar prontamente a assistência.

Figura 29 e Figura 30 -treinamento de emergência 1 e 2

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“Uma rotina de emergência deve estar preparada e toda equipe precisa estar completamente ciente dela, além de es-tar habilitada ao uso dos equipamentos de ressuscitação e possuir habilidades de reanimação cardiopulmonar (RCP).” (CAMPION, 2000.)

Regras de segurança para equipe e alunos

• Não se deve substituir a habilidade de natação por tubos, objetos infláveis, colchões de ar ou suportes artificiais.

• Nunca permita que alguém entre na piscina sem a presença da equipe. • Evite longos períodos de imersão em água quente, banheiras quentes ou spas onde a temperatura da água afete a freqüência cardíaca e a respiração.

• As saídas de emergência devem estar marcadas de forma clara na área da piscina e nos vestiários.

• Um sistema de comunicação deve estar disponível nos vestiários. • Os equipamentos de emergência devem ser mantidos próximos à pis-cina e ser regulamente inspecionados.

• Mantenha uma lista de telefones dos usuários e uma combinação dos números dos armários para casos de emergência.

• Os meios de entrar na piscina, como escadas, rampas, devem ser apropriados para as habilidades dos alunos.

• Mantenha toda área da piscina e vestiários livres de excessos de água. • Forneça uma ventilação adequada nos vestiários.

• Evite choques elétricos através de eliminação de secadores de cabelo próximos de locais molhados, como os vestiários.

Dicas importantes para quem inicia um programa de hidroginástica

• Ter presença regular nas aulas, fazer exercícios pelo menos três vezes por semana.

• Sempre comunicar ao professor quaisquer anormalidades associadas ou não ao exercício.

• Não chegar atrasado para não pular etapas da aula, pois todas as etapas são importantes para atingir o seu objetivo e prevenir acidentes.

• Participar na aula de forma ativa, descontraída e com prazer. • Não fumar pelo menos uma hora antes da aula, pois esse hábito altera a pressão.

• “Não querer tirar o atraso em uma aula”, ter paciência, você levou meses para chegar ao estilo de vida atual, não pode recuperar tudo em uma aula. Procure uma adaptação gradativa ao exercício.

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Marcelo Barros

• Não se baseie no ritmo imposto pelo colega de turma, cada pessoa tem o seu próprio ritmo.

• Evite conversar durante os exercícios, concentre-se nos grupos mus-culares que estão sendo trabalhados.

• Respire de forma natural, não bloqueie nunca a respiração.

• Lembre-se de que os bons resultados das aulas estão associados à sua freqüência, interesse, controle alimentar, dedicação e zona ideal de treinamento.

• Respeitar e conhecer os seus limites.

• Usar chinelo para percorrer a distância até a piscina.

É possível que seguindo estas dicas, atinja-se o objetivo desejado com mais rapidez.

A prática regular de exercícios físicos, principalmente os aeróbicos, ajuda a prevenir e tratar doenças cardiovasculares degenerativas, tendo um efeito direto e in-dependente, controla o colesterol, a pressão arterial, além de contribuir significativa-mente no controle e combate à obesidade e em outros fatores de riscos secundários.

“As atividades físicas são muito bem vindas para mulheres no climatério (período de três a cinco anos antes e também depois da ocorrência da menopausa), contribuindo ainda para remodelar o corpo e readquirir os contornos femininos, afasta o fantasma da osteoporose.” (BENTO, 2004.)

Exercício e segurança

O exercício que apresenta os menores riscos e maiores resultados é o melhor exercício, visto que apresenta a melhor relação custo-benefício.

Dar especial atenção ao alinhamento da coluna vertebral durante os movi-mentos, evitando a acentuação demasiada de suas curvaturas naturais.

Figura 29 - Má postura sem alinhamento da coluna.

Prevenção

Apresentamos uma descrição de Marques (1999) para os principais itens de segurança e eficiência a serem checados durante a escolha de um exercício.

• Qual é o grupo muscular que está sendo utilizado? • Que tipo de trabalho está sendo utilizado?

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• Que propriedade do meio líquido está sendo utilizado? • Posso acrescentar mais sobrecarga? Como?

• Existe algum ponto de estresse articular? Por exemplo, hiperflexão, hipertensão ou desalinhamento articular?

• A região lombar está protegida?

• Consegue-se manter a temperatura corporal elevada?

• Para quem é indicado este exercício (iniciante, avançado etc)? Apesar de não haverem exercícios contra-indicados e sim pessoas contra- indicadas para determinados exercícios, alguns oferecem uma relação custo-bene-fício muito pobre e só deverão ser utilizados com muita supervisão e critério como na figura 29 (anterior), já que dificilmente serão executados da maneira adequada e/ou eficaz por sedentários ou iniciantes.

Alunos com hidrofobia

Se os alunos não estiverem à vontade no meio líquido os movimentos não podem ser executados perfeitamente. Identifique eventuais sinais de medo:

• olhos arregalados;

• respiração rápida e superficial; • face vermelha.

Essas pessoas vão precisar de um período de adaptação mais cuidadoso e, normalmente, se sentirão mais confortáveis exercitando-se perto das bordas, segu- rando na barra ou com o professor dentro d’água segurando sua mão.

Se a pessoa está disposta a entrar na piscina, inicie o programa com exercícios que possam ser realizados na vertical (em pé) em profundidade mais rasa.

Evite prescrever exercícios que requeiram submersão da cabeça ou exposição à água profunda.

A classificação do

esforço na água

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Classificação do esforço físico de acordo com a freqüência cardíaca Tabela 7 - Classificação do esforço físico de acordo com a freqüência cardíaca

INTENSIDADE FREQÜENCIA CARDÍACA

LEVE Até 100 bpm PASSANDO A MODERADO 101 a 120 bpm MODERADO 121 a 140 bpm PASSANDO A FORTE 141 a 160 bpm FORTE 161 a 175 bpm MÁXIMO Acima de 180 bpm

ESFORÇO PORCENTAGEM DE FORÇA

APLICADA LEVE Até 15% FRACO 16 a 35% MODERADO 26 a 55% FORTE 56 a 75% SUBMÁXIMO 76 a 95% MÁXIMO 100% Fonte: BONACHELA, 2001.

Tabela de percepção de esforço aplicado Tabela 8 - Percepção de esforço aplicado

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Esforço X Categoria do Aluno X Objetivo

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