E
*cluro ,
portanto,
quo o diagnostics d^s pleumos purulentosdove so revest ir de condigues quo garanfom ao
Hiiiico
anorma
deconducts adequada a cada ease*
Keeouhecida
a natureza puvulenta dodermme ,
o que ein genii $6 6 possivel depots ile umapunegao
exploradora,
importafazer a
diagnose buetenidogiea d< i pus* o que se eonsegue pelo exume microseopfe?o epel
&s culturns* Discututdn otratamento
dopleuriz purulento de
pnemimeticcm,
ek > quediz
Metier :«
Xous nmseiUons
< h1eommenvor par la thoracenthese
et(.Vattendre dVUe
la
guerison dans les cas oil Vexamcabacteviolo
-gique ilemtjnt.ro la presence exclusive du pnemmicuqiie, Get exa
-meu demands im leuips Fort
court , 24
a oO bourns,La culture est
mVessnire pour fitabUrquo
le pue.runocoquo est a l tdat depuretS: mais lexuvuett microseopiqneT qui ue demands (pie quelques
riq
minutes* suffit deja a
montrer
quil v a des pnuumocoques et faitsnnvenl recommit
re
la coexistence dVufcres microrganismes dans les cas d'infection mixtc* Onno
sanrait done rcprocher & COS re-cherelies
de In ire perdre untemps prtfeieux
* Elies dcimmdent pen ile temps, Eliessout relative meet
simples etfexistence
du mu-lade n’
est millement
on jeu,
puisque dansles
casd ^
pnnebementvequa satisfait
4 rant
plus turd la tlioiaux indications vitalew’acotomie*,
»r
(1^ Yucuation
) due a la ponctiouA
term
iliacar)expontanea
e sempreilova
sopdde
srr palliative*ernpregar
ijeri: sus ten tar
assempre qne for neccssario
—
e a pratica adoptada por Net ter
.
F;
.
P
1
*
*
(1)
-
NETTHR-
ib'd. p. 1043,—
§y
Paludismu
Que as tlivoraas formas tin malaria resultant da presemja no
sangne do mieroorganisnm deseoberto por Laveran uingueui mais
ii 1
hojo i> runs
testa .
A espeeificidndc do lietnatobio de Lareran so ostein lias seguintes onions tie prova :observado cm tndns os paizes pa lust res
. sempre
com os luesmosso exis to oin individuos afl'eetados de paludismo
,
nunea oin pessoas sans on portudoras de
nutras
niolestias ; 3A nosen dosenvolviinonto se ligai
—
! iutimameute a melanemitu lesaoif ea-racterlstiea do paludismo ; 4A a medicaeao quiuiea fax desppareeer
os parasitas do siingue cunuulo as maui I
estates
palustres; 5",
in*jectundmse poueo de s
dividuo iuoculado < >
0'
paludismo* K verdfide quo a. pa pel pathogenieo real
oeulagao de culluras puras no homem mi em auimaes e
repro
-* falta em rehnjiio ao parasita rmijuneto de provas apontado e suffieiento para especificidade
.
Facto
identico se passu.
par excmplo, eom o cholera-
morbuse a (ebre typhoide
,
em que aimla se nan poude obter,
pela iu-ocula(;ao e rcprodu
^
an experimental da molestia, a prova ultimada acguo pathogeniea dos respectivos microbios
,
mas osearacteres
tao especiaes de um e
outro
microorganismo,
o facto de se en-contrarem constantemente ,
uni so noscholcricos
* outro su nostvphicos
.
e nuncn em outros doentes,
constituem um conjuncto de*
V\ o parasita tern sido 2A
earn
etc
re>mJi
nas veins de um individuo iudenme de paludismo um
^augvio pallistre eontcmlo parasitas* determma
-
se no in-apjiareciuicidu dos accidentcs caractcristicos do earacteristica mais iniportaute do c cxclusivo de um microbio dado, a in
-*
dmjao typica cousecutiva da molcstia puludico
,
mas ogarantir a situ
1
k
i
.
* -h— I I A,
5
- r Lf*.+ * ~m p
V
3 8
provas sufficiente
,
siuao complete, eui abono daespecificidmle
morbigenioa do vihriSo do Koch e do bncillo do Ebertli,A presenfpi do
hematobio
de Laveran no sanguetern
, naperio dos elenumlos indispousavcis an diagnostico das
manifes
-taboos
palnstres. preponderant1!a mamfesta ;sua pesquiza, psvra os elicitos da diagnose durum?, prtmeiro do sen
curacter
[inilmgnommmio* e dcpois das diflienldades que naurare apresen ta o diagnostieo do paludisino*
0 facto predmnuuinte nn historia cliniua do paludismo 6 a
multiplicidude
das formas por quepdde
seapresentar .
a varinbi-lidade dos sens typos
,
send<> quo ate no mesmo (locale a uio-lestiu
pdde
so mniiilustar successivamente pur aspect ns varies. Apezar dissn,
[loreni, em nmitus casus e facil u diagnostico da malaria, porque o coninumi d quo a mulestin se demilune porsymptumas
rnmeteList icos ; mas nan e ossa, cm Lndo o case a regra,puis muito fVequenteuieute o diugnostieo apresenta difficulduties gnunles
.
*
neeessidade da
o a
O diagnostico das liiaui
testators
palustves.
principalmente edo onliuario, so bnseia em qualm eloiuontos: com as parLioularidades do nceesso palustre; do doonte ; 3", a tiunefae
^
Tio do batjo ; 4‘-
\ aquinine. U valor a dar a cada um desses elenieiitos, Kolada
monte ,
6
todo relnlivn ; juntos e do rombm;u;fto comoutros
sigtiaes se-eumlarios tern valor diagnostico iuoonteslaveL
No
typo
febril, o qiiedcsde
logo fere aatten
^
fio6
a suavnriabilidude, a sun instabilidnde extrema
.
Tomaudo para niinjui-ra(
;
a.u ainda u lypo mais rnmnmiii—
o intennittenie, ve-se que nema intermittcncia oararterisa a malaria, nmiu outriom sc arreditnu
.
iiem e peculiar a ella
.
A f'cbre intcnnittente malarien, com Hfeito apezar da sua periodicidadc caracteristica, pdde ser confundidacoin as febres intennitteutes symptomaticas da pvohemia
,
da lu-berculose
,
da hepatite suppumda,
das angioeholites e cholecystites,
das
suppurates
renues,
dos traumatismos do b<u;o (Verneuil
).
Na
hepatite
suppurada, os accessesapreseutam
ostres
estadios] ?, 2
%
nolticaoiu dos sacs do
o
typo
febril,
]irocedem ia
> *
»
y
r
-
-
r—
V 2 o ) J ? 5 “ ?
r
3 9
classic os do
aecesso paitislre,
e si a hepatite seprocessa
uummehectico
asaiialogias
tornam- se ainda mais
estreitas- apezar
datier no figado e da eseapulalgia.
Na tuberculose, as febres
intermit tentes
semostram
ou noperiodo eavitario
on no do formagfio dostuberculos
; naquelle,
odiagnustico
dif-ferencial
6 faeil, pelos siguaes evideotea da tuberculose nessa phase;ueste ,
mais delicado,pela
propria dilficuldade dodiagnostico
datubereulisagao
palmonar no sen primeiro periodo.
Na
angiocholitej
sabe-
se quoa
febre 6symptom
a capital,
equo na sua
auseneia
6 quasitinpossivel
o dtagnostico.
Eslafebre
reveste
urnaspecto
todoespecial
, d1oxide o sennorae
do febrehiiermiUente
hepatka
. e reprodux eiusua fdrnia
maiscompleta
o[uadro todo de urn accesso palustre earactemtico : calafrio violeuto
e prolongarloj
prostragao ,
eyanose. concentragao
efrequencia
do puisuj febre quopride
irate
4 1- ; snores, &
s vexes bastantepro
-fuse
s para molhar toda a roupa dodoente
;defervescencia
;apyrexia
; novoaccesso .
i
Oomo
eriteviodifferencial
outreestas febres intermit
elites,
umas palustres
, outras
nao,
nao fallando naverifleagao
do herna-tobio
deLaveran
, so teuios doua elementos
: ocaructer yespertino
dosaccesses intermitteiitos
nao palusfcres e ainefficacia
dos saesE oste um bom eameter
differencial ,
mas sobre sopride
confiar cm absoluto.
<le
quinine
nelles.O qual nao
apernis cm dons
tergos
dos cases,
na melhoros aceessos febris pulustres se
mostram
na primeira Nem semprehypothese
parte do
nychthemero ,
isto
espeoialmente para o paludismo agudo,
porque no paludismo ehrouico
,
alcm dos accesses dereineideucia terem
regularidurie,
fcanto no ponto ile vista da hora do din naoein quo apparecem
,
eomo no da suaevolugao , ha ainda
a consi-derar os
accesses
larvados,
que a nenlmma regra obeilecem, e a febresymptomatica -
quo tambemfoge
aoscaraeteres
dosaccesses
palnstres typieos ,
inclusive a acgSo dos s;ie^
dequinine
* Nacachexia palustre, entfio
,
os accesses perdem campletarnelite essecaracter
especialaos aceommettinieiitos
febris da malaria,
poissobrevem sempre de tarde
,
e comoutras
aggravates:estes
fiGCessoSj de ordinano
,
niloeedem
an snlphatode quinino ,
apre-sentam -
sesem
os estadios classieos, c naotrazem
a conrlixjuocaracteristiea
Aefficacia
dodospnhulismosaes deagadoquinina- —
anastumefaeniauiffesta ^
ao do baqo.
^
oes palust- res
curno
olemen
to dediagnostico
lemeerto
valor,
que serestringo
entretanto ,
attendendoa
que : V\ em
grande numero de cases de palftdismo,
agudo ou ohrunieo,intermittente
ou nan,
falha a ac$3o dos saesquinicos ,
bem quo o medicamento seja especifico ;2", u3
o
e na malariasdmente
quoo
quiniiiotem
ae^
fto effioaz,
porque & urn
excellence antitbenmeo
na febretyphoid
^
ondeacMui provaveliuente pot* sua ne
^
ao gennieula,
6 amedicamento
de eseolha na grippe e nas anginas
infeetuosas
aguilas uao ospe-eifit iiSj faz baixar a teniperatura em uina das
fi 5
rmas dafebre puerperal ,
etiilvess
que o
efleita
antithermieo ila poucas molestias,
liao se
pdde negar
tamhom quo :e pdde ser utilisada no
quo
se uaoalcance
uesl.es casesontras
moles tias jaconcordant em quo as formas mats cmnnums dos aeeesaos
larvados
palustres sao usconstituidas pelas
nevralgiys de toda a especie e dizem todos ainda qufc a pedra detoque
dp diagnostico e aadniiuistrii
^
ao da quinina ; ora,
estsi provado quo os sacs quinicostern
tunaaeg
&oevidentemente
util sobre asnevralgias ,
principal-mento
nn craneapas,
c em geniisobre
as neYroses hyperesthesicas,
independente
doelemento
paltulieo,
u que nao dere admiral!,
'liado
oeffeito
profundamente pevturbador domedicamento
sobre osystems nervoso ,
jd com doses ruedioeres,
mais ainda com as elevadas. Nao
6 poisdescabido dizer
que haerro
emdeclarar
que urna nevralgia ou
outra
110vrose 6 de fundo palusfcre 60porque se
modificou favoravel
mento
pela quinina. Lembremos
ainda
,
para,remate,
aac
<;
Sobenefica da
quinina em tuna dasfdrmas
em que clinicam
ente sepode dividir
0 aucesso da enxa-queca —
aforma congestiva
on por vaso- dilafca
5&o, Ora, 0 palu-l'
.
na
febre amarella.
Nn verdudc, si eeerto
quinina 6 impurUnite 0 util em nouieiuknieiile a malaria e a febre
typhoide
,a
sua
ac^
fio antithenniea e geral maior numero das molestiasfebrte ,
aindaa
effieaefe
que se obtem naquellas refcridas* E ainda mais.
Todos osautores
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