- T
v
.*
D I S S E R T A Q A O
CADEIRA DE CLINIC A PROPEDEUTICA
PROPOS rgOES
7/rj sobrt aida uma das cadciras da Factfldatfc
THESE
AP&ESENTADA A
Faciaia da ffieiicina a ia Pbariacia do 1 da Janeiro
F.M i ? m: >VEMRRO DE
& PBRANTE ELLA SLNTENTAJ iA A i HE JANEIRO DE iB$6
rno
Dr
,Joss Flacido Barbosa da Silva
Mitin rf it1*'.I/ZAMJ i
SEN DO APPROVAD A PLENAMENTE
F
I O D E/
A N E I R OTyp* LEU2I N G E R
—
Tua do Ouvidor jr & 361896
*
y 2 oU 53 v /
FACD 1 DADE DE MEDICINE E BE PHARMACIA DO RIO DE JANEIRO
DIRECTOR
DR
. ALRINO RODRIGUES DE ALVAREKGA iVICE
-
DIRECTORDr, FRANCISCO DE
CASTRO
SECRETARIO
Dr
. ANTONIO DEMELLO MUNIZ MAIA
LENTES CATHEDRATICOS
J>i s.\
Pliyd":i in. 1. ...
,Tono Mfirtin1’ TVFxnlrn •-I i ri
llilmini Un>l
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HHi*:i in IEL'.
KFrrivini iloa Simto*
JuJoKnir-
.
ITnicjuim'i dp Kivllunpi/.Hi(r'.
rifcdiuiimi i i . i q **•*•*#+«—
*H> i*» UN l l f t t o m m k l i"t mini i' ’-
i M J|i t i v n.i n*i*dmjin tlii'urTi-n r p i n[Em.
liJuntnlu ('tinput I'mvi^t--r f c+l d-a a d i a-a a m i ••« »*a a e sI M a aa ia iBr a a
•
'l i im i n i n r p m r n f e i i i i n l c i f f i a i.J i w o P fu tI n I U
-
1 ir i a l I n i PUy-
ii-1 nuin o IX]N.'TTUIMIIM1I'lmrtmtrolii^in n lutu do fiinnulnr
Antonin TSTUIIN TfKflm a a a a a4a a at b f4 i i p H4i j r i a aa i a i a a
T V l l r o P i'V f r l n u o I|I PAIIndianrirnrekn
1'J i l J i u i’i i n l i n l y t E i J i
-
t o s c i r i i l t r j f l n.ITonriqiie F^LCUHIUII di Hmwn I.I
-
JH'-
A r i n t o m l n n i T i t j: I n i r
^l r i i
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n i j i.
i r.n l nAugi^t-i tnnit PiK'i LL' EIH1a L l k j«j,..|i^l k i a a a--I B I i J l^i.a.r M i i i i T i i a r f l a r i r a
i>|H T H I i > r i f i|u i r i‘t l K i v Marco* Uemim riivjiJkianti *-H
in 'dim.
Antonio Aii
^iiriid ito Azcvedu SKIVC- , l a i.i i a a a r-r i r-r i i i
A l l n t o N i i;i f i l l
-
i n i. ^ |>J L T P I>d i^Fi:L H.i’yprlcutfi ili> Sniiai FIVEUHIa a aaB a aa a aa a a a-iaa a a f f a a * + +«*!»*-»-* + * n ar i a u i. A!I.h i n K i r d r i i g i m a i t i> U v t t i g i i
^i Tlll' 'i 'I'UlTOIllllH.
Lnir. (In Cniiliu Fi'l.j'i Junior
AfirnHiiljn 'li> S' ii.-'ii Limn. . M i 'd i r i n n l
.
'L'i i llTvplp(tfi o niffoloyin.
T t f l i i j n i n i r.n A nt o n I n J J L HOCIDI 1‘m i nM '-I B1I1 I Ia a a a n a a l a a i B i u a n i r T i r a i
Cwrlw Jn Va*coitftitlp-* H1 i j o^r l n o^m l o hMortu I I H m H k m r i, .TnSo dii A'ni-fn l .utiu i- ('A.4IH a-I a n aa iria a I'liuim ctnir^lr* — 2*mdtdtifi
.fwTo Pi/dVm Gakixom-'t-h n i r i i i m u i.i J i i.j j. >.-»-»- a a-J Ia aA L B.- 1P T i l i l i i' i 'IITJII.IL'.J-'J
.
1 Mlplulii-'riEplilcii,Frandfuo dp Cnutro.. I 1 4 . 1 i a i-1>1 1 i inm m*+-p-|t->-t14+§+»-i'» I B lI I 4 1 4 J l h l l.1 I I h i l i'i i prn|K*d'.
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utti'»,'-n r Adnl|il:n ill* |tn]lM~pi lifl'(’ii'i ?... H I n l n i e i r u r
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I*u n t o l m. KliI- JUnritllto IIEI Immu I.Viollin ' Iini.ii ohtftolricii n tryuccoki^im,
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f'I i i l i i’i i o p l a l u i l m o l c
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+r ta aa a a a a a H|,i m
Tos& Beukio iW Aluvti *L+» f r l lu l r n i K i n'l li i'J h
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2* f i l c M m n,['l l u l n i pyvi'UFritrim * d p n i c d t H i n i n p n i's w i J 'i i c <.;i i l'” T c i x i'i n i a a..aB i-ia a a ar a a a a a a a.i-a-a a a a a k a a i l l fadM
Ckndido UumUi Rikpln
-
i l M I l B i a i im i U J O.l i h 'x- i r B B B L B.....ap i lara i ll a r a a a <'IEHIPU pp'Umti-.-.i.Kunn i.1v Amini'3L- CliuTi
- .
i Liudhn—
J* rmkdiTiLENTES SUESTITUTOS
Dr?.:
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—
4Pi'ryfJn•"I d-ia a a a a a a a a-B.«t i i l a r a i a n a f i i M f^-t i a i i r a ia a a ah aa,,.a*H m*d a aa aa iaf i i n-l i i r r m n i m a iB»4-1 1I i1 ipmrad*
(•iraniim
-
MiH|> lErff JJjmr^lsn r J*iiaE A l i t^Jt i n d a-iaiar.T ia a aa i r aa a aiB I+1 d h l l i a aa aia a-.f c»..a i-ai t i r m aa a a a P4||.a f e dI r a«aa i a
Silm Srtllt
1“ ScrvHi' .
.
. Diil*1: hi" l.i'fi - n h i^d^n i l.m/. ItiLrii'n tliS i.I L/.l Fii|ll‘>
6* Si" a a i B B B i aa a a i H i O i i i r a i a B)J h i..>I d d d i r a i i m a a i a t|..,E I IB B B i f i u i f k f e+a da d- I'Trin'iski do S':i
-
i'.iuii|‘ i|u>(ia S p r.-'i n*«** 1kmlintlkuiitii:i
-
I-
d pVftlEiiilnrti n v-
'j*.VILH'IHU'CIIU-I Fi’miPif-
“ it«i7* Secyin. iVrmmki AIVPH Pt'ii'irn,
Aniyu-tii dr > ii:rn llrimdm*
!"> r t o c
^f i ni-d a*ka a a a a a g a*a aaa
—
a..a.-|r i f e t a f f-.j--a r r i-rr r m i a i a i a a H ia a a I m i i d v i" S|n|(j(.*( * I N J-J V:I.Rt* GoCfnO di*iiijnhij Xiiiki- 1'rti’fm dii i iiulm.
I t1 fife'c
^3n.+„ B r a B i a a a a a a i a|-+|+f w w-a a a aa aB J.l ia a.i F.u i r *iii i'**i t i C l i n i r T. Kiuki.
M n r J
.
* F i]j i|.
F i l m V <..a a aI dI-•• ai«J Ja a
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t h U l.. a I H4*-»-M a a fennaaa ai.J>a,i'B r t a f e i t i a i i i iJ V. A Faiculdride Apptov?k uem rc
^rova a iDplnldestriiiuu).^ ms (lie
-
-.*^
Uc lh" %&t a j-
rc c u i,idL4
r
g
DISSERTAgAO
THESP: J. J* ft. S. 1
r
E' crmsit subiila o
nos se
tratu
a bacteriologia, Verdade seja que s6
agoravae comecjando com mais pujamja a vida scientifica do Brazil
,
mas ainda
assim
j& se podiater
andado mais ein tal via, poisnao
temos
rjuefazer
materia nova.
Nao mentimos, de
certo
, aflSrmandovalor das doutrinas mieiobianas on
apreesquecidos de que
^
o.
I ns apadrinhamessa alnosmasua negaqaologica e essecom a logicamesmo
e obom sensebom senso,
recalcitrantes jd de muito
tempo
cederam diante dos factos.
E qual foi a grande nova,
qual a verdade que iislo soJfreu combate ern nome da logica e do bomsen
so ? N;i faItu deargument
os soli-
dos
,
em frente de um facto que destoa das no<;
oes costumeiras,
e esse o argumento mais a mao, cm verdade denunciador de ca
-
rencia d’elles, Ainda bem que d'esta vez se poude responder :
«
E
+ absurdo* mas< 5
verdade ».
Outros nem a esses
argument
os se iipegam ;negnm
so pornegar
, ou
porque e mais commodo. Outros,
emflm,
nao desmentemas verdades provadas
,
creem ; mas nao applieani a doutrina nem com ella contain, considerando-
a upeuas como uma cousa lxmitaque os sabios
inventaram
para adornar a litteratura tnedica.
Mas a doutriim que, depots do cliristianismo, mais tern do
-
minado o mundo, ha de afinal veneer todas ossas tardias resisten
-
eias. A bacteriologia venceu, c ficard veneedora para sempre
.
As applicagoes da bacteriologia ao diagnostics
,
eis uma das faces da nova doutrina que mais seduz e desafia o estudo.
Foipor isso que resolvemos escrever e reunir algmis dados a esse respeito
.
pnuco etiso, u desprezo
ate ,
com quooutre
e que
que entre 110s se nega o
nflo se Ihes trilmta o devido
K
3*~*4
f
-Iv
\ J lx > \ 5 ^ ^
?•
-
JF*
4
4
Quizeramos a proven
tar
um trabalho Dials pessoal,
qua tivesseft originalidad© do estudoa
particularea
feitosentre
n6
$}mas
dissonos
inliibiram , primeiro ,
aimpossibilidade
absolute, em quo se acha oestudante
bvazileiro de praticartrabalhos bacteriologicos
a miagua
com
pieta , como nos achamosf
do installa^
oesapropriadas
que Liao estao ao
alcance
de tmloe ; e emsegundo
logar a faltado
tempo
, qne nol otirou
quasi todp a molestm. econtinueneias ,
a que lifto pudemos fugir
,
impediram-
iios do rCtardar aimprbmento
desta formalidade.
?
i
'
M
*
M HI
# 1
\ j
tasidade do diagnostico bacteriologico na clinica
Os tivi1Killioff mcmomvcis do
Pasteur
franquearain aifediciua
um novu campo de
ostmlos
, vasto e femmlo, quo tem siili> pro-veitosameute
desbravudo cum tolento
e com afiuco.I
)e lactos nanpparencia
simples
nnsceram concep<;oes de todo novas, que pro- duziraui verdadeira revnlugilo naseiencia
niedica.Doscobertus os seres mieroscopicos, provada a
causa para ellbito cutre elles e nlgmmis molestins
esse respeito cada \ ez so estonderain e
aprofundaram
ponto quo nan liouve remedio depois sinfro abrir na
etiologia
das molestias7 respeitando a U<K;5< >vada
do coniayhurt vfvttm,
da infee§ao,Nasceu
assiin a baderiologin.
que vein vindo esludada at4
nossos dins pelos eerebros
niais
pnjautes e jjor mHos uiuito habeis.
r
* relagao de
.
as pesquizas a mnis,
a tal11m novo capitulo
a evideneia pro*
Depois dos
tvabalhos
dePasteur
da nova doutriuada
escola
franceza, origein vieram ns est-udos daescola
allenuR As pes-
quizas admiraveis de
Robert Koch
sobre os micro-orgamsmos pa- thogenicosdilataram
uiuito «> dnminio dos eonheeimeutos baeterio- logicos, at6 ent
5.o ainda limitado. Permittimlo nisolar
com pre-
cisao do seio de associagoes bai
-
terianas eerio numero de iudivi-
dualidades
bcm detenuinadas,tnmaudo
possivel esttidar os cara-
cteres partieulares dellas e lazcl-
as
reagir experimentalmente sobreo animal, o
methodo de Koch
foi o ponto de partida de desco- bertas da niaissubida
importaneia.
u
E assim Koch o sens discipulos, cm rapida sticeessfro de
t
V
A
6
pcsquizas, eonseguirain isolar e mltivar os germens da tuhemilosc
,
do typho
,
da diphteria,
do cholera,
etc.
Com os
progresses
da seiencia nosta ordem do cstudos,
as-
seutuda cm bases innlmlaveis a etiologia das molestias infectuosas
,
coutribuiram aiuda OP trahalhos bacteridogicos para a descohcrta de meios capazes de destruir os germens fora do rorpo luimnno : d’alii nasoeu urn methodo radonal dc prophylnxin
contra
as mo-
lestias contagiosas
*E como si isso tudo aiuda nJio ba&tasse para orgulho do espirito humano
,
ltestes ultimostempos
os bacteriologos tern se oceupado cm resolver o problemn de aleaiice pratico tfto conside-
ravel da cum do homem docntc. Ahi estu a serotherapia do Behring
-
Roux, a mais belta eouquista da scioncia medico moderua,padWin imperecivel do quanto 6 eapaz a lmeteriologia
,
iuicio deuina trai\sformacfio completa na therapeutiea
.
Esins applLeagues esseneialmente praticas da doutriua miero
-
biaua
,
a extensile dos trabalhos simplesuiente de laboratorio noterrene
de ac^
fto efticaz c proveitosa no homem.
emistitue urn esti-
mulo
e urn console para todos. Porque ,
do facto, ja se foi o tempo dos espiritos par demais simplicistas c enthusiastas qiieveduziam quasi toda a pathologia a fiiue
^
Slo microbio. Descobrirniicrobios
,
eultivnr microbios, inocular microbins, dcscrever comcomprimento
,
forma,
largura ;cor e disposition das columns ; fuucqoes binlngicas, fune
^
oes toxicas—
tudo isso constitlie a base dotaes
csludos, mas n£i«» ileve ser o nnieo escopo dos experimentadores : no eombiuar as notjoes theu-
ricas, as pesquizas do laboratorio, com o cxercicio cliuien 6 quo devc
ester
todo o empenho.
Tomando os ronheeimontos bactoriolngicoa no [ionto em quo lioje
estao
, e feite a resalva daspartes
aiuda em litigio e emes -
tudo. desde logo esta sc nos impoudo nm facto de grande mouta :
a prove!tar esses conliecimentos para o diagnostico dinico
das
mo-
lestias microbianas
.
E no emtauto esse e o
ponto
em quo tulvez teuha liavido rnaior reluctancia para a aoccite^
To.
i
mumeia os sens cameteres todos
In t *
V lohua
fM 1'
7 fl
-
A' seiniologm physica traditional uSo so tardaa muitu em ajimtar
,
par improseindivel,
a sciuiologia ehimica (analyse das uri-
naa
,
p, ex.
,daudo Talar
bio- chiinico
da cellala
hepatica),
elioje
nmgaem
de boa sopdde furhtr
nonocrescitno
da semto-
mierobiattfi* K digamos atnda mats
,
& daque devcmps espemr i> concurso niais cificnz para a logia que
ehamarauos
bactori
el oglu
clinica
artunlmenk*.Embora
a doutrinamiorobmna tonlta raodlficado
quasi toda apathologist ,
nem par issn.
j;i o dissemos.
se va uvaucjar que tudo reduz hoje em dm n microbio* Deve-
se terinuito em
montequo a .infedgao so emparelh
^
tm genese dnsmolestias ,
comos
outros
processes patimgeuiens : dystrophias elemeutares
priiniiivas,
imagoes
nervosns
e perturbagoos nutritiv&s (Bouchard) .
‘
^
se
-
0 microbib, ou por si
, on
por sens productos,
nao 6 mais <lo quo uinacausa,
come o Trim o alcool,
omereurio
, a inanigao,
etc.—
verdade
seja quecausa
maisdo que
as <rutra'spreeminent
©,
mere© da sun nntureza viva, do aim poder de dillasuo, das suns
Na genese das molesti&s
,
ha. sempre o acausa morhida ,
e o factor reagentsentra a causa e u
eflfeitu
ha de permeio o com suns funegoes proprias,
suasreaches
parti*autonumia
physiol
ogica. E 6 esso ofactor
a seiquer a mum
morbigenictf
seja o traumatismo,
M
j
multi|
das
propriedades.
factor
agentenismo humane vivo ;
terreno organic
iq eukres,
suaem
muita coni,aquer o parasita, o
microhm
*.
t>
orga -
jtido
1
I uui
interptetagSo
racioiml da doutrina microbialiaconvenee -
nos de que
nas
uuneepgoes novas nadaha
desubversive
para aordem de cousafi traditionalmen
te
estabelecida em. seiencta.
papel
domedico continfia
a ser o mesmb,
ttpentts gtiuidesconheci -
mentos
e &eilidades
Ihe advieram da descoberta de tuna causapathogeuica primordial ,
palpuvcl,
yisivel csusceptive
I de experien-
cias
eobservances
,l)e$te
xnodo
doencarar
ascousas
vesulbun dous factos :quo nRo nos ilrvemus
arreceiar
da sorte das velhas noQoes clinicas,
que
cnntinuaiu
coin todo o souvalor ,
como verdades que sao ;*
0
f
m-
1
Tig
i
i - '
3
29
,
arantagem
do pesquizav ossa causavisivel
e palpavelJam
firaar
a diagnose ou a axiliar os otitros processes de oxattio.
Quanto ao diagnostico
, portuuto
*claro eshl
que todos os ou-
tvos pruCfiBsos de exame cHpicn
,
de ordomphysiea ,
mi do ordemchiniira
,
continuum de pe ao lado dellos <5 quo sc colleen esse dtttt'o—
a pesqitizji do pumsita,E uao so diga que si os
outros
processor de exameclinic
opersistent
, 6 iuutil mats este, A seiemiu— -
o Horn seuso supremo,na phrase de Zakharme
,
liaopdde
esfctv emeontradie
^
ao coni obom sense
comnouun ,
que de umalmiltidSo do dados ,
noparticular
dodiagnostic
^
so admitte os que sao necessaries,
e detormina im-
perioso que so recorra
sdmonte
aos method
os indispensaveis*Peis
a pesquizn b&cteriotogiea esta jusla men( e
nestes
*
4
eases*
0 professor Zakhurinc
,
deMoscow
, em urna obra memornvefmodelo
iniinitavel
de uma li^
fio olhiiua completn,
(1) trataudo- se
de um doente de
catarrho
gastro*>- intestmal ehrouieo
comlithiase
para pur de
parte
a idea de tuberculosis,
recorreu,
coraoao exame
microscopieo
3 e assim se exprime ;( 2
) «J
it tivea con&tittrigau
debil
e i\extrema
magreza.
do'
biliar,
devhu
ensej o
denotar
quedoente e assim
tambem
a erupgSo depitt
/riashvevsit
-olor quea prestmIa (aziam de&coufmr de uma alFeegiio
syphilitica
ou tuber-
culosa*
Deveis estar Iembrados
de que as iuformagues relerentespues do
doente
naila disserain emfavor
<IEI sna provenieneia de Limafaniilin
detiiberciiloBOs ,
nem autorisaraiu a Suspeitn do*:
Em relagfto
aodoente ,
osdados colhidos
uao upper quesite
estivesse ftfBactitdo de tuberculosa ou quo dlz respeito JUIS intestines e nos rius—
organsnos
quaes* noiheadamerite,
sc poderkdesetmfiar
daexistencia
de tuberculose da urma|,T
duii
&uto
nlium in
dido
p e t m i U m descolirir, confiimtadi
-
aos
syphilis
hereditaria deiximtni sdo
syphilis
*do doente
umn obsorvntpLo escrupuWa
das
fezesos novo dhtS da siia estnda na
cliniea ,
ne-
>
r
dessa suepeita;
e(
»
G-Oexii. 1893*
Z A K H A K I N E Lifons Qlini$i i e t i sin- h$ tnalaftks abdominal^ ; vers. fiEin-
L