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O formato FBK, consiste num formato de união automática de pontos. Este formato trabalha com base em códigos numéricos unindo todos os pontos com o mesmo número

23 (tabela 1). Para se dar inicio à importação do ficheiro no formato FBK, clica-se em import

survey data (figura 20).

Figura 20 - Importação FBK

Em seguida, na janela de importação, cria-se uma base de trabalho, (figura 21), que consiste na criação de um ficheiro primário (sem informação) apenas com o nome geral do trabalho, uma vez que de seguida se podem adicionar vários nomes para os desenhos adicionados.

Figura 21 - Importação FBK

Continuando o processo, seleciona-se o ficheiro FBK pretendido, que pressupõe a recolha dos pontos obtidos em campo (figura 22).

Figura 22 - Importação FBK

Assim, selecionado o ficheiro pretendido (FBK) cria-se um network, que consiste numa rede de pontos para cada ficheiro inserido dentro do ficheiro primário (todos os ficheiros inseridos no database necessitam de um network diferente para não haver conflitos entre desenhos inseridos), figura 23.

Figura 23 - Importação FBK

Após estes passos obtém-se um desenho de linhas em bloco do local onde incidiu o levantamento. Assim para se começar a trabalhar sob o desenho deve-se editar o bloco (explode) para se poder começar a trabalhar sobre o mesmo.

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Capítulo IV

Trabalhos Realizados

1 - Levantamento de Áreas, AGIM (Sanfins)

Este trabalho, solicitado pela AGIM (Associação para a Gestão, Inovação e Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga), no âmbito das bolsas de terrenos para plantação de Mirtilo. O trabalho foi desenvolvido em três fases, na primeira fase foi feito o reconhecimento do terreno, de modo a se saber as extremas e que equipamento seria mais adequado para o levantamento, em seguida realizou-se o levantamento das áreas, na terceira fase foi executada todo o trabalho de gabinete.

1.1 – Objetivos do trabalho

Com este trabalho pretende-se obter a medição da área dos dois terrenos. De modo a obter as áreas exatas dos mesmos e auxiliar trabalhos posteriores para obtenção do número de plantas por terreno, sistema de rega necessário, entre outros pormenores relativos à plantação.

1.2 – Metodologia para a realização do trabalho

1.2.1 – Trabalho de campo

Começou-se por fazer um reconhecimento da zona onde seria realizado o levantamento, de forma a saber a área onde iria incidir o levantamento, assim como o equipamento mais adequado à realização do levantamento.

Como os terrenos se encontravam desflorestados, utilizou-se o GPS Trimble R8, recorrendo à metodologia enunciada no capítulo III.1.2 para dar início ao trabalho. O levantamento de pormenor decorreu ao longo de um dia.

Figura 25 - Terrenos

1.2.2 – Trabalho de gabinete

Terminado o trabalho de campo, deu-se início ao trabalho de gabinete com a transferência de dados em formato FBK do GPS, para o computador.

O tratamento de dados fez-se no programa AutoCad 2013. Ao importar os dados em FBK (capítulo III.2.2) obtém-se um desenho de linhas (figura 26).

27 De seguida, edita-se o bloco comando explode e obtém-se o desenho com as linhas nos respetivos layers (figura 27).

Figura 27 - Explode FBK

Após a obtenção do desenho de linhas, inserem-se os pontos obtidos em campo. Para isso, no separador toolspace, no icon network do desenho, clica-se no botão do lado direito e seleciona-se points, insert into drawing (figura 28) para por fim se obter os pontos levantados em campo.

Assim, como mostra a figura 29, os pontos obtidos juntamente com o desenho de linhas formam os limites do terreno.

Figura 29 - Pontos do desenho

A partir do desenho anterior, com recurso a anotações obtidas em campo (largura de caminhos, posicionamento de edifícios,…), conclui-se o desenho do levantamento de pormenor.

Como podemos verificar na figura 30 é possível visualizar os limites do terreno e os caminhos de acesso.

29 Seguidamente calcula-se a área do terreno, para isso, utiliza-se o polígono que delimita o terreno e no separador parcels, clica-se me creat parcels obtendo-se a área do polígono (figura 31).

Figura 31 - Área

No separador toolspace, cria-se um novo network para o terreno número dois, repetindo- se todos os procedimentos ateriores.

Figura 32 - Terreno 2 área

A figura 32, ilustra a planta final do terreno número dois onde se pode visualizar o levantamento de pormenor (taludes, limites e caminhos de acesso) assim como a área e perímetro.

2 - Implantação, Muro de Suporte (Talhadas)

Este trabalho, solicitado pela Junta de Freguesia de Talhadas, desenvolveu-se em duas fases. Na primeira fase, fez-se o reconhecimento do terreno juntamento com o levantamento e na segunda fase executou-se todo o trabalho de gabinete.

2.1 – Objetivos do trabalho

Este trabalho tem como objetivo realizar um alinhamento e posterior piquetagem de pontos em terreno para a construção de um muro de suporte para o caminho municipal.

Figura 33 - Foto Alinhamento

2.2 – Metodologia para a realização do trabalho

2.2.1 – Trabalho de campo

Este trabalho foi realizado com o aparelho GPS onde foram levantados os objetos relevantes da área em estudo. Para a criação do trabalho e respetivo levantamento foi utilizada a metodologia descrita no capítulo III.1.2.

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2.2.2 – Trabalho de gabinete

Após o trabalho de campo finalizado, dá-se início ao trabalho de gabinete. Primeiramente importam-se os dados FBK para o Autocad utilizando a metodologia descrita no capítulo III.2.2, obtendo-se o desenho de linhas em bloco do levantamento (figura 35).

Figura 35 - Desenho FBK

Posteriormente, edita-se o bloco (explode), obtendo-se o desenho com as linhas nos respetivos layers (figura 36).

Em seguida, inserem-se os pontos obtidos em campo. Para isso, no separador tollspace, seleciona-se o network criado, e clica-se em insert into drawing (figura 37) para se obter os pontos recolhidos em campo.

Figura 37 - Inserir pontos

Assim, como ilustra a figura 38, os pontos obtidos juntamente com o desenho de linhas formam a área de trabalho simultaneamente com os restantes objetos.

33 A partir do desenho anterior, conclui-se o desenho do levantamento de pormenor. Como podemos verificar na figura 39 é possível visualizar os limites do terreno, os taludes, o caminho municipal e os restantes objetes.

Figura 39 - Desenho final

Posteriormente, desenha-se o alinhamento do muro (recorrendo-se ao comando poline). Inserem-se os pontos (equidistante de 2.5 metros) sob o alinhamento do muro e cria-se um grupo de pontos apenas para os respetivos pontos. Mais tarde, os pontos servirão para a piquetagem como se pode ver figura 40.

No separador points, clica-se em add table, e seleciona-se o grupo de ponto recém-criado como podemos verificar na figura 41.

Figura 41 - Tabela de pontos

Com este procedimento, obtém-se uma tabela (figura 42) com as coordenadas dos pontos do alinhamento, que posteriormente serão inseridas no GPS para implantação.

Figura 42 - Tabela de Pontos de Implantação

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3 - Requalificação da Rua Constantino (Pessegueiro)

Este trabalho, compreende duas fases. A primeira realizada em campo, onde foi realizado o reconhecimento do terreno assim como o levantamento topográfico. A segunda fase, realidade em gabinete, fazendo-se o estudo para a requalificação da Rua Constantino (via representada a vermelho na figura 43).

3.1 – Objetivos do trabalho

Com a realização deste trabalho pretendesse fazer o estudo do melhor traçado para a requalificação do troço da rua Constantino, que se encontra de momento em terra batida. A rua Constantino, encontra-se “separada” por um troço com 216 metros de terra batida. Este trabalho, tem como objetivo fazer um estudo para unir ambas as partes pavimentadas desta rua.

3.2 – Metodologia para a realização do trabalho

3.2.1 – Trabalho de campo

Deu-se início ao trabalho com o reconhecimento da zona de trabalho, de forma a saber onde iria incidir o levantamento.

Em seguida, fez-se uma lista de códigos (tabela1) que seriam necessários ao levamento de forma a reconhecer o que iria ser levantado.

Para este trabalho, utilizou-se o GPS Trimble R8 para coordenar dois pontos (ponto1 M -19320.4892, P 116315.0604, Z 129.61; ponto2 M -19343.6360, P 116311.0060, Z 132.263) que serão utilizados para georreferenciar o trabalho.

Com a estação total Sokkia 2030R3, e com os dois pontos coordenados com o GPS foi dado início ao levantamento de pormenor procedendo como descrito no capítulo III.1.1. O levantamento de pormenor decorreu ao longo de dois dias. Sendo que, no primeiro dia realizou-se o reconhecimento do terreno, fez-se a lista de códigos e deu-se início ao levantamento de pormenor. No segundo dia finalizou-se o levantamento começado no dia anterior.

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3.2.2 – Trabalho de gabinete

Após o trabalho de campo finalizado, dá-se início ao trabalho de gabinete. Começa-se por importar os dados FBK para o Autocad utilizando a metodologia descrita no capítulo III.2.2, obtendo-se o desenho de linhas em bloco do levantamento (figura 45).

Figura 45 - Desenho FBK

Em seguida, edita-se o desenho (explode) e adicionam-se os pontos levantados em terreno ao desenho. Para tal, no separador toolsapce, no icon network do trabalho elaborado, clicando-se com o botão do lado direito, seleciona-se poinst, insert into drawing (figura 46).

Assim, obtêm-se os pontos recolhidos em campo juntamente com o desenho de linhas (figura 47).

Figura 47 - Desenho com pontos

Posteriormente, dá-se início ao desenho técnico. Uma vez que pontos inseridos em formato FKB, a maior parte das linhas do desenho já se encontram desenhadas. Contudo, é necessário corrigir algumas linhas e desenhar alguns objetos levantados unicamente com pontos.

Após, correções devidas no desenho, obtém-se a planta de pormenor finalizada (figura 48), como se pode ver no anexo 3, folha 1.

39 Com o desenho terminado, deu-se início à parte da modelação digital do terreno. Primeiro cria-se um grupo de pontos para as curvas de nível, excluindo-se alguns pontos (figura 49) sem relevância para a construção das curvas de nível (árvores, postes elétricos, de telefone, entre outros).

Figura 49 - Exclusão de Pontos

Desenhou-se uma linha limite pelos pontos exteriores da área levantada, limite este, coincidente com fronteira das curvas de nível (figura 50).

Posteriormente, gerou-se uma superfície de referência do terreno. Esta superfície, vai ter como referencia todas as cotas dos pontos do terreno, pertencentes ao grupo anteriormente criado. Para isso, no separador toolspace, clica-se em surface e gera-se uma nova superfície (figura 51).

Figura 51 - Criação de Superfície

Abre-se a surface recém-criada, nas definições, em point groups e adicionamos o grupo de pontos criado anteriormente (figura 52). Seguidamente, nas definições de boundaries adicionamos o limite anteriormente criado (figura 53) este limite é representado pela imagem da figura 50.

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Figura 53 - Inserir Limite

Deste modo obteve-se as curvas de nível criadas pelo programa, apenas com base nas cotas dos pontos que foram inseridos. Em seguida, deve-se ter em atenção a morfologia do terreno e modelar (corrigir se necessário) as curvas de nível. Pois, de outra forma as curvas de nível podem não acompanhar os taludes ou a própria via estaria muito irregular. Neste trabalho, não foi necessário modelar (moldar as curvas de nível ao terreno) pois as curvas foram criadas conforme a morfologia do terreno (figura 54). No anexo 3, folha 1 está ilustrado o resultado final da planta topográfica com as respetivas curvas de nível.

Após as curvas de nível criadas, inseriu-se um alinhamento que representa o eixo central da via, como se pode ver no anexo 3, folha 2 na planta de projeto.

Figura 55 - Alinhamento do Centro da Via

Com o alinhamento e a superfície do terreno, criou-se um perfil longitudinal. Este perfil consiste num corte longitudinal do terreno pelo alinhamento, onde se pode ter uma perceção do relevo do terreno por onde passa o alinhamento.

Na elaboração do perfil insere-se o alinhamento criado e a superfície que se quer representar (figura 56).

43 Em seguida inserem-se os pentes (tabelas auxiliares dos perfis, onde surgem as cotas do terreno, calculo de volumes entre outros) do perfil longitudinal (figura 57).

Figura 57 - Adicionar os Pentes

Após a obtenção do perfil longitudinal, criou-se a rasante (perfil da plataforma da estrada pela superfície do terreno). A rasante atua no cálculo de cotas entre a rasante e a superfície do terreno, desta forma clica-se no icon profile, e vai-se a creat profile by layout (figura 58).

Selecionou-se o layout criado (perfil longitudinal) e passou-se à fase de desenho da rasante (figura 59).

Figura 59 - Desenho da Rasante

Assim, como ilustra a figura 60 e a folha 3 do anexo 4, obtém-se a rasante (linha vermelha). Com a rasante e com a superfície do terreno (linha verde), vão ser calculados as cotas de trabalho, que advém da diferença entre a cota da rasante com a cota da superfície.

45 Seguidamente, cria-se o perfil tipo. Este, consiste num perfil transversal com todos os elementos da via que vai ser contruída, para isso clica-se no icon corridors, creat

assembly.

Neste trabalho foram criados dois perfis tipo, pois no início do troço existe um muro, o qual não pode ser mexido, dai ter de se criar um perfil com um talude a 90º.

Com a assembly (linha do eixo da via) criada, inseriu-se os elementos da via, pavimento, valeta e taludes, clicando-se em tool palette e escolhemos os que melhor se adequam ao trabalho, assim obtemos dois perfis tipo (figura 61) (anexo 3, folha 4).

Figura 61 - Perfil Tipo

Com os perfis tipos criados, têm-se todos os objetos necessários pra a criação do corredor. No corredor, inserem-se os objetos anteriormente criados (alinhamento do centro da via, rasante e perfis tipo), estes objetos serve para o dimensionamento do corredor, desta forma clica-se em corridor, creat corridor.

Nas definições do corredor inseriu-se uma surface correspondente ao corredor e adicionou-se ainda um code de datum, com isto o autocad gera uma superfície do corredor.

Como foram criados dois perfis tipo, no separador parameters das propriedades do corredor, insere-se os perfis nos troços adequados como exemplificado o troço onde foi inserido o perfil com os taludes a 90º na figura 61.

Figura 62 - Parâmetros do Corredor

Em seguida, criou-se um sample lines group de 25 em 25 metros, este grupo de linhas (figura 63), consiste num corte transversal equidistante pelo alinhamento. Alinhamento este por onde se geram os perfis transversais finais.

Figura 63 - Sample Lines

Para finalizar, realiza-se o cálculo de volumes, clicou-se em sections, compute materials, selecionando-se o alinhamento do centro da via e as sample lines anteriormente criadas e

47 vai-se selecionar as duas superfícies. Adiciona-se a superfície do terreno e a do eixo da via (figura 64), com isto o Autocad calcula as diferenças de nível entre os dois.

Figura 64 - Compute Materials

Como resultado final, obtêm-se um conjunto de perfis transversais onde aparece os cálculos de volumes assim como, o local por onde passa o perfil tipo. Para tal volta-se ao

icon sections, clica-se em creat multiple section views, insere-se os pentes dos cálculos de volumes (figura 65) e clica-se em creat section views.

Obtém-se um conjunto de perfis transversais, de 25 em 25 metros tal como as sample

lines, estes perfis consistem em cortes transversais do terreno e do corredor da via pelas

sample lines.

Figura 66 - Perfis Transversais

Os perfis transversais, contêm informação relativa ao desenho da localização do perfil tipo em relação ao terreno (ao centro). A tabela do lado esquerdo é referente às áreas e aos volumes de escavação e de aterro, a tabela inferior tem informação relativa às cotas do terreno, de projeto (perfil tipo) e de trabalho. A tabela do lado direito dá-nos informação referente ao alinhamento em causa, número do perfil e quilometragem (figura 67). Podendo-se ver todos os perfis na folha 5 do anexo 3.

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4 - Levantamento, Áreas de Expropriação (Sanfins)

Este trabalho foi executado em duas etapas: Uma de campo, onde se realizou o levantamento da área na qual incidiu o estudo, e onde se realizou o trabalho de gabinete com o desenho da planta de pormenor e posterior cálculo das áreas.

4.1 – Objetivos do trabalho

Com este trabalho, pretende-se fazer o cálculo de áreas de expropriação, de um troço do caminho municipal 1381 que liga o lugar de Sanfins a Irijó, com o intuito de saber a viabilidade para o alargamento desse mesmo troço.

4.2 – Metodologia para a realização do trabalho

4.2.1 – Trabalho de campo

Este trabalho foi realizado com o aparelho GPS. Foram levantados os objetos relevantes da área em estudo para a criação do trabalho e respetivo levantamento.

Utilizou-se a metodologia descrita no capítulo III.1.2.

Figura 69 - Área de estudo

4.2.2 – Trabalho de gabinete

Após o trabalho de campo finalizado, dá-se início ao trabalho de gabinete. Começa-se por importar os dados FBK para o Autocad utilizando a metodologia descrita no capítulo III.2.2, obtendo-se o desenho de linhas do levantamento (figura 70).

51 Em seguida, edita-se o desenho (explode) e adicionam-se os pontos levantados em terreno ao desenho. Para tal, no separador toolsapce, no icon network do trabalho elaborado, clicando-se com o botão do lado direito, seleciona-se poinst, insert into drawing (figura 71).

Figura 71 - Inserção de Pontos

Obtendo-se assim os pontos obtidos juntamente com o desenho de linhas formam a área de trabalho simultaneamente com os restantes objetos. (figura 72).

Com os pontos e linhas conclui-se o desenho de pormenor com os elementos recolhidos em campo (figura 73).

Figura 73 - Planta de Pormenor

Inseriu-se um alinhamento que representa o eixo central da via proposta (figura 74).

53 Uma vez só ser necessário medir as áreas de expropriação dos terrenos, adicionam-se dois

offsets do centro da via, com as medidas da estrada e valeta proposta (figura 75), uma vez não ser necessário criar um perfil tipo.

Figura 75 - Offset do Alinhamento

Obtém-se o desenho com as linhas de limite da via, como se pode ver na figura 76 as linhas a verde consistem no limites da nova via proposta, a partir das quais se vai calcular as áreas de expropriação.

Em seguida, calcula-se a área dos polígonos definidos entre os limites do terreno e da estrada. Para isso, no icon parcels, clicando-se em create parcel from objects, seleciona- se o polígono.

Figura 77 - Criação de Parcelas

Assim, cria-se uma tabela indo novamente a parcels, add tables, add area. Nas propriedades define-se os pentes (campos) que iram parecer na tabela (figura 78).

55 Por fim obtém-se uma tabela das parcelas com a respetiva área, perímetro, e nome do proprietário. Com estes dados é possível saber as áreas de expropriação dos dois terrenos, tendo uma noção dos custos para dar início à obra de alargamento da via.

Figura 79 - Tabela Final de Áreas

5 - Requalificação do Troço Pessegueiro – Ermida

Este trabalho desenvolveu-se em duas fases, uma realizada em campo onde foi feito o levantamento topográfico e na fase seguinte em gabinete, fazendo-se o estudo para o alargamento da via (via representada a vermelho na figura 80).

Figura 80 - Troço Ermida-Pessegueiro

5.1 – Objetivos do trabalho

Com este trabalho pretendesse fazer o estudo para alargar um troço de 802 metros que liga o local de Feira Nova à Ermida.

Após a construção a mini-hídrica da Ermida e a reconstrução da via que ficou submersa, ficou em falta o alargamento de um troço de 802 metros da estrada municipal 569 que liga á estrada nacional 328.

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5.2 – Metodologia para a realização do trabalho

5.2.1 – Trabalho de campo

Começou por se fazer um reconhecimento da zona onde seria realizado o levantamento de forma a saber a área onde iria incidir o levantamento.

Para este trabalho utilizou-se um GPS Trimble R8 e uma estação total Sokkia 2030R3. O início do levantamento foi realizado com o GPS, marcando-se dois pontos os quais seriam utilizados para a georreferenciação em ETRS89 do trabalho. Com estes dois pontos marcados com pregos de sinalização utilizou-se o ponto1 de coordenadas M -19172.1483, P- 115937.6079 e Z- 88.837 para estacionar a estação total, e orientou-se ou ponto2 também este com coordenadas conhecidas M -19152.2106, P- 115799.4581 e Z- 80.118. Após o processo de georreferenciação iniciou-se o levantamento de pormenor.

No levantamento de pormenor, levantaram-se todos os objetos relevantes, limites da

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