3 MODELOS PARA PREVISÃO DA VIDA À FADIGA DE COMPONENTES METÁ LICOS
5.3 Iniciação e propagação das microtrincas nas barras
No modelo de previsão da vida à fadiga desenvolvido nesta pesquisa foram considerados os mesmos parâmetros geométricos de três referências das quais foram utilizados os dados experimentais para comparação. A vida à fadiga obtida, para cada uma das geometrias, apresentou os seguintes resultados: a Barra 1, uma maior vida à fadiga, para todas ∆σ. As Barras 02 e 03 apresentaram uma vida à fadiga relativamente semelhante dentre da dispersão observada. As microtrincas por fadiga,
Figura 45 – Concentração de tensões nas barras (a) Barra 1
(b)Barra 2
(c)Barra 3
Fonte: autoria própria.
da mesma forma, se iniciaram e propagaram no modelo também de formas diferentes em consequência das diferentes geometrias e dos valores de tensão aplicados.
vura(ZHENG; ABEL, 1999). Visto que a relação ̺/H da Barra 2 é menor do que a Barra 1 o resultado do modelo se mostrou condizente com a literatura.
Para a Barra 3 foi identificado a presença de múltiplas microtrincas a partir de 300 MPa, iniciadas a partir de grãos da superfície e subsuperfície. Era esperado que uma múltipla iniciação ocorresse para ∆σ menores que os verificados para a Barra 1 e 02, pelo fato desta barra apresentar a menor relação ̺/H dentre as três. Acredita-se que esse comportamento se deva ao seu acentuado raio da base da nervura (̺) em relação às demais, pois observou-se que para ∆σ menores que 300 MPa a iniciação se deu sempre a partir de uma pequena região junto à base da nervura em virtude de uma elevada concentração de tensões, comportamento que se manteve também para maiores valores de tensão.
Uma das simulações para a Barra 3, para uma ∆σ de 380 MPa, está apresentada na Figura 47. As microtrincas se iniciaram a partir de grãos da subsuperfície (Figura 47a) devido a elevada concentração de tensões. Nas etapas seguintes do modelo, em virtude do campo de tensões essas microtrincas se propagaram até a superfície (Figura 47b) e posteriormente em direção ao centro da barra (Figura 47c). Para a Barra 3 as microtrincas surgiram de forma mais esparsa nos grãos em relação às Barras 01 e 02, e foram coalescendo devido à concentração de tensões. No entanto, apesar de mais de uma microtrinca apresentar um comportamento de propagação, uma se tornou dominante e se propagou até a falha (Figura 47d), comportamento verificado para todas as simulações realizadas à baixos ciclos.
Os resultados verificados no modelo com relação as características de iniciação e propagação de microtrincas estão de acordo com a literatura. Zheng e Abel (1998) e Rocha et al. (2016), por meio de observações experimentais em superfícies fraturadas de barras TR verificaram que, para altos valores de concentração de tensões, múltiplas microtrincas se iniciam na base da nervura e se propagam em direção ao centro da barra. Zheng e Abel (1998) também verificaram que, para maiores concentrações de tensão na base da nervura, o período para a iniciação de microtrincas é reduzido, retornando uma menor vida à fadiga, resultado também obtido na aplicação do modelo.
6 CONCLUSÕES
Esta pesquisa teve como objetivo inicial realizar uma revisão dos modelos frequen- temente utilizados para a previsão da vida à fadiga de componentes metálicos. Dentre os modelos revisados, foi aplicado o modelo de iniciação de Tanaka e Mura (1981) para prever a vida à fadiga de barras de aço TR sujeitas a altos ciclos de fadiga, por meio de um modelo micromecânico 2D estocástico. Esse modelo considerou aspectos da microestrutura, como tamanho e orientação dos grãos das barras. Aspectos da geometria também foram considerados, onde três geometrias encontradas na literatura foram modeladas.
O modelo apresentou resultados condizentes com a literatura com relação à característica de concentração de tensões na base da nervura. Uma menor relação
̺/H resultou em maiores valores de tensão junto à superfície e subsuperfície do raio da
nervura da barra. O modelo também retornou uma menor vida à fadiga para as barras com menores valores de ̺/H, conforme verificado em resultados experimentais.
Com relação à iniciação e propagação das microtrincas, para a geometria onde a transição entre a nervura e a superfície da barra ocorreu de forma mais acentuada, a iniciação ocorreu sempre a partir de uma mesma região. Para transições mais suaves, foi possível observar que as microtrincas se iniciaram a partir de diferentes locais e pertencentes a uma região maior. Esses resultados são semelhantes aos relatados na literatura, onde as microtrincas tendem a se iniciar em locais de maior concentração de tensões.
De forma geral, para as três geometrias analisadas, para menores valores de ∆σ, a falha por fadiga ocorreu devido a iniciação e propagação de uma única microtrinca dominante, iniciada a partir de grãos da superfície da barra. Para maiores valores de ∆σ, múltiplas microtrincas se iniciaram em grãos da superfície e subsuperfície, onde foi observado que uma microtrinca tornava-se dominante e se propagava até a falha. Essas características, quanto à influência dos valores de ∆σ nos tamanhos e locais de onde se iniciam as microtrincas, também são verificados experimentalmente.
Para cada uma das geometrias analisadas foi definido um valor de limite de fadiga, valor de ∆σ abaixo do qual não se iniciaram microtrincas no modelo. Para valores de ∆σ próximos ao limite de fadiga foi encontrada uma maior dispersão no número de ciclos, para todas as geometrias. Esse resultado era esperado, pois no regime de altos ciclos, a microestrutura exerce um papel representativo e, portanto, a consideração de diferentes estruturas de grãos resultou em maior dispersão.
Para valores de ∆σ acima do limite de fadiga, os números de ciclos ficaram dentro da dispersão experimental, porém com valores mais conservativos, isto é, uma menor vida à fadiga. Nesta pesquisa não foi considerada a fase de propagação estável da trinca, fase da vida à fadiga que exerce considerável influência para a fadiga no regime
de baixos ciclos, quando altos valores de tensão estão presentes. Acredita-se que a não consideração dos ciclos correspondentes a este regime tenha exercido influência nos resultados.
Desta forma, pode-se concluir que o modelo micromecânico 2D desenvolvido obtêm melhores resultados para altos ciclos de fadiga, onde menores valores de ∆σ estão presentes. Um resultado coerente, visto que, conforme relatado na literatura, é justamente no regime de altos ciclos que aspectos da microestrura exercem maior influência. Portanto, tendo o modelo considerado aspectos da microestrutura, como tamanho e orientação dos grãos, o modelo se mostrou válido para prever a vida à fadiga de barras de aço TR sujeitas à altos ciclos. Para baixos ciclos, são necessários maiores estudos para avaliar a sua aplicação em conjunto com demais modelos de previsão que considerem o período de propagação estável da trinca. São necessários ainda, que demais aspectos que exercem influência na vida à fadiga das barras TR, como tensões residuais e rugosidade da superfície, que não foram abordados na presente pesquisa, sejam considerados em estudos futuros.
Apesar da estrutura dos grãos de austenita serem frequentemente utilizados para modelar a microestrutura de aços martensíticos, também é necessário estudos para incluir a orientação preferencial dos cristais de martensita para modelar as bandas deslizantes. Este modelo também pode ser estendido para prever a vida à fadiga de barras LQ e TF, considerando as suas características de microestrutura. A consideração da anisotropia dos grãos também pode vir a trazer melhores resultados para o modelo.
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