ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DA PIMENTA-DO-REINO
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 36, DE 18 DE JULHO DE 2006.
Situação: Vigente
Publicado no Diário Oficial da União de 21/07/2006 , Seção 1 , Página 2
Ementa: Aprova os requisitos fitossanitários para a importação de sementes (Categoria 4, classe 3) de canola (Brassica napus) produzidas na República do Chile.
Histórico:
Os textos legais disponíveis no site são meramente informativos e destinados a consulta / pesquisa, sendo imprópria sua utilização em ações judiciais.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA A ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 36, DE 18 DE JULHO DE 2006.
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, do Anexo I, do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Portaria Ministerial nº 641, de 3 de outubro de 1995, no Decreto nº 885, de 31 de agosto de 2005, o disposto nos Capítulos I e II, do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal, aprovado pelo Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934, no art. 2º, da Portaria nº 127, de 15 de abril de 1997, no Capítulo VIII do Decreto nº 5.153, de 23 de julho de 2004, no Decreto nº 1.355, de 30 de dezembro de 1994, que aprova a Ata Final da Rodada do Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais, no que diz respeito ao Acordo de Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias - SPS, na Instrução Normativa nº 23, de 2 de agosto de 2004, na Instrução Normativa nº 6, de 16 de maio de 2005, e considerando ainda o resultado da Análise de Risco de Pragas e o que consta do Processo nº 21000.007619/2002-95, resolve:
Art. 1º Aprovar os requisitos fitossanitários para a importação de sementes (Categoria 4, classe 3) de canola (Brassica napus) produzidas na República do Chile.
Art. 2º Os envios das sementes especificadas no art. 1º deverão estar acompanhados de Certificado Fitossanitário - CF, emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF da República do Chile com as seguintes Declarações Adicionais - DAs:
I - DA5: o lugar de produção das sementes foi submetido à inspeção oficial durante o ciclo da cultura e não foi detectado o fungo Phyllosticta brassicae; ou DA15: o envio encontra-se livre do fungo Phyllosticta brassicae de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório;
II - DA7: as sementes foram produzidas em uma área reconhecida pela ONPF do Brasil como livre de Arabis Mosaic Virus e Tobacco Rattle Virus, de acordo com a NIMF nº 4 da FAO; ou DA15: o envio encontra-se livre de Arabis Mosaic Virus e Tobacco Rattle Virus, de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório;
III - DA5: o lugar de produção das sementes foi submetido à inspeção oficial durante o ciclo da cultura e não foram detectadas as plantas daninhas Cardaria draba, Euphorbia helioscopia, Hibiscus trionum, Hieracium pilosella, Imperata cylindrica, Senecio vulgaris, Setaria pumila e Sonchus arvensis; ou DA15: o envio encontra-se livre das plantas daninhas Cardaria draba, Euphorbia helioscopia, Hibiscus trionum, Hieracium pilosella, Imperata cylindrica, Senecio vulgaris, Setaria pumila e Sonchus arvensis, de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório;
IV - DA5: o lugar de produção das sementes foi submetido à inspeção oficial durante o ciclo da cultura e não foram detectadas as plantas daninhas Cirsium arvense, Cuscuta campestris, Cuscuta epithymum e Orobanche spp; ou DA7: as sementes foram produzidas em uma área reconhecida pela ONPF do Brasil como livre das plantas daninhas Cirsium arvense, Cuscuta campestris, Cuscuta epithymum e Orobanche spp., de acordo com a NIMF nº 4 da FAO; ou DA15: o envio encontra-se livre das plantas daninhas Cirsium arvense, Cuscuta campestris, Cuscuta epithymum e Orobanche spp., de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório;
V - DA2: o envio foi tratado com (especificar: produto, dose ou concentração, temperatura, tempo de exposição), para o controle do ácaro Acarus siro, sob supervisão oficial.
Art. 3º As partidas importadas de sementes especificadas no art. 1º serão inspecionadas no ponto de ingresso (Inspeção Fitossanitária - IF) e estarão sujeitas à coleta de amostras para análise fitossanitária em laboratórios oficiais credenciados ou análise quarentenária em estações de quarentena credenciadas.
§ 1º Em caso de coleta de amostras, os custos das análises quarentenária e fitossanitária, bem como os do envio das amostras, serão com ônus para os interessados.
§ 2º Em caso de coleta de amostras, o restante da partida ficará sob Quarentena Pós-Entrada (QPE) e depositária ao interessado, não podendo ser plantada até a conclusão das análises.
Art. 4º Caso seja detectada a presença de qualquer praga nas partidas importadas citadas no art. 1º, procedentes da República do Chile, deverão ser adotados os procedimentos constantes dos arts. 10 e 11 do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal aprovado pelo Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934.
Parágrafo único. Em caso de interceptações freqüentes de pragas quarentenárias, deverão ser suspensas as importações até a conclusão da revisão da Análise de Risco de Pragas.
Art. 5º A Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF da República do Chile deverá comunicar à ONPF do Brasil qualquer alteração na condição fitossanitária das regiões de produção das sementes de canola a serem exportadas ao Brasil.
Art. 6º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
GABRIEL ALVES MACIEL
Instrução Normativa Nº 39, DE 25 DE JULHO DE 2006 Situação: Vigente
Publicado no Diário Oficial da União de 27/07/2006 , Seção 1 , Página 41
Ementa: Aprova os requisitos fitossanitários para a importação de sementes de Daucus carota (cenoura) (Categoria 4, Classe 3) produzidas no Chile.
Histórico:
Revoga a Instrução Normativa nº 43 de 29/12/2005
Os textos legais disponíveis no site são meramente informativos e destinados a consulta / pesquisa, sendo imprópria sua utilização em ações judiciais.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, Anexo I, do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Portaria Ministerial nº 641, de 3 de outubro de 1995, no Decreto no 318, de 31 de outubro de 1991, o disposto nos Capítulos I e II, do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal, aprovado pelo Decreto no 24.114, de 12 de abril de 1934, no art. 2º, da Portaria no 127, de 16 de abril de 1997, no Decreto nº 1.355, de 30 de dezembro de 1994, que aprova a Ata Final da Rodada do Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais, no que diz respeito ao Acordo de Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias - SPS, na Instrução Normativa no 23, de 2 de agosto de 2004, na Instrução Normativa no 6, de 16 de maio de 2005, considerando ainda o resultado da Análise de Risco de Pragas e o que consta dos Processos nos 21044.001560/1998-78, 21000.007611/2002-29, 21000.011220/2003-90 e 21000.000614/2006-65, resolve:
Art. 1º. Aprovar os requisitos fitossanitários para a importação de sementes de Daucus carota (cenoura) (Categoria 4, Classe 3) produzidas no Chile.
Art. 2º. Os envios de sementes de cenoura, especificadas no art. 1o, deverão estar acompanhados de Certificado Fitossanitário - CF, emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária – ONPF do Chile, com as seguintes Declarações Adicionais - DAs:
I - DA15 - O envio encontra-se livre das plantas daninhas Cardaria draba, Euphorbia helioscopia, Hibiscus trionum, Senecio vulgaris e Setaria pumila, de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório; ou DA5 - O local de produção de sementes de cenoura foi submetido à inspeção oficial durante o ciclo da cultura e não foram detectadas as plantas daninhas Cardaria draba, Euphorbia helioscopia, Hibiscus trionum, Senecio vulgaris e Setaria pumila;
II - DA5 - O local de produção de sementes de cenoura foi submetido à inspeção oficial durante o ciclo da cultura e não foram detectadas as plantas daninhas Cirsium arvense, Cuscuta campestris e Orobanche spp.; ou DA7 - As sementes de cenoura foram produzidas em uma área reconhecida pela ONPF do Brasil como livre de Cirsium arvense, Cuscuta campestris e Orobanche spp., de acordo com a NIMF no 4 da FAO; ou DA15 - O envio encontra-se livre das plantas daninhas Cirsium arvense, Cuscuta campestris e Orobanche spp., de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório;
III - DA15 - O envio encontra-se livre do fungo Mycocentrospora acerina, de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório; ou DA7 - As sementes de cenoura foram produzidas em uma área reconhecida pela ONPF do Brasil como livre do fungo Mycocentrospora acerina, de acordo com a NIMF no 4 da FAO;
IV - DA2 - O envio foi tratado com químicos, indicando as formas dos tratamentos, as dosagens e os ingredientes ativos utilizados, sob supervisão oficial, tendo-se constatado a eficiência dos tratamentos para o inseto Systole albipennis; ou DA15 - O envio encontra-se livre do inseto Systole albipennis, de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório.
Art. 3º. As partidas importadas de sementes especificadas no art. 1o serão inspecionadas no ponto de ingresso (Inspeção Fitossanitária - IF) e estarão sujeitas à coleta das amostras para análise fitossanitária em laboratórios oficiais credenciados ou análise quarentenária em estações de quarentena credenciadas.
§ 1º. Em caso de coleta de amostras, os custos do envio das amostras e das análises quarentenária e fitossanitária serão com ônus para os interessados;
§ 2º. Em caso de coleta de amostras, o restante da partida ficará sob Quarentena Pós-Entrada (QPE) e depositária ao interessado, não podendo ser plantada até a conclusão das análises.
Art. 4º. Caso seja detectada a presença de qualquer praga nas partidas importadas, citadas no art. 1º e procedentes do Chile, deverão ser adotados os procedimentos constantes dos arts. 10 e 11 do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal, de 12 de abril de 1934.
Parágrafo único. Em caso de interceptações freqüentes de pragas quarentenárias, deverão ser suspensas as importações até a conclusão da revisão da Análise de Risco de Pragas.
Art. 5º. A Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF do Chile deverá comunicar à ONPF do Brasil qualquer alteração no status fitossanitário das regiões de produção das sementes de cenoura a serem exportadas ao Brasil.
Art. 6º. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º. Fica revogada a Instrução Normativa nº 43, de 29 de dezembro de 2005.
GABRIEL ALVES MACIEL
Instrução Normativa Nº 43, DE 15 DE AGOSTO DE 2006 Situação: Vigente
Publicado no Diário Oficial da União de 17/08/2006 , Seção 1 , Página 3
Ementa: Aprova os requisitos fitossanitários para importação de mudas in vitro (Categoria 4, Classe 1) de mirtilo (Vaccinnium ashei e Vaccinnium corymbosum), produzidas no Uruguai.
Histórico:
Os textos legais disponíveis no site são meramente informativos e destinados a consulta / pesquisa, sendo imprópria sua utilização em ações judiciais.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 43, DE 15 DE AGOSTO DE 2006.
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, SUBSTITUTO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, Anexo I, do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005; tendo em vista o disposto na Portaria Ministerial nº 641, de 3 de outubro de 1995, no Decreto nº 885, de 31 de agosto de 2005; nos Capítulos I e II, do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal, aprovado pelo Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934; nº art. 2º da Portaria nº 127, de 15 de abril de 1997; no Capítulo VIII, do Decreto nº 5.153, de 23 de julho de 2004; no Decreto nº 1.355, de 30 de dezembro de 1994, que aprova a Ata Final da Rodada do Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais, no que diz respeito ao Acordo de Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias - SPS; na Instrução Normativa nº 23, de 2 de agosto de 2004; na Instrução Normativa nº 6, de 16 de maio de 2005, e considerando ainda o resultado da Análise de Risco de Pragas, e o que consta dos Processos nºs 21000.009883/2005-14 e 21000.009886/2005-40, resolve:
Art. 1º - Aprovar os requisitos fitossanitários para importação de mudas in vitro (Categoria 4, Classe 1) de mirtilo (Vaccinnium ashei e Vaccinnium corymbosum), produzidas no Uruguai.
Parágrafo único. As mudas devem ter sido produzidas in vitro e comercializadas em meio de cultura estéril, em embalagens hermeticamente fechadas.
Art. 2º - As partidas de mudas especificadas no art. 1º - deverão estar acompanhadas de Certificado Fitossanitário - CF, emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF do Uruguai.
Art. 3º - As partidas de mudas importadas de que trata o art. 1º serão inspecionadas no ponto de ingresso (Inspeção Fitossanitária - IF) e estarão sujeitas à coleta de amostras para análise fitossanitária em laboratórios oficiais credenciados ou análise quarentenária em estações de quarentena credenciadas.
§ 1º - Ocorrendo coleta de amostras, os custos do envio das mesmas, bem como os das análises quarentenária e fitossanitária, serão de responsabilidade dos interessados.
§ 2º - O restante das partidas ficarão sob a guarda do interessado, que não poderá plantá-las até a conclusão das análises.
Art. 4º - Detectada a presença de qualquer praga nas partidas importadas citadas no art. 1o- procedentes do Uruguai, deverão ser adotados os procedimentos constantes dos arts. 10 e 11, do Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934.
Parágrafo único. Quando as interceptações de pragas quarentenárias forem freqüentes, as importações serão suspensas até a conclusão da revisão da Análise de Risco de Pragas.
Art. 5º - A Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF do Uruguai comunicará à ONPF do Brasil qualquer alteração na condição fitossanitária das regiões de produção das mudas de mirtilo a serem exportadas ao Brasil.
Art. 6º - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. NELMON OLIVEIRA DA COSTA
Instrução Normativa Nº 47, DE 05 DE SETEMBRO DE 2006 Situação: Vigente
Publicado no Diário Oficial da União de 18/09/2006 , Seção 1 , Página 10
Ementa: Aprova os requisitos fitossanitários para a importação de sementes e sementes em cápsulas de álamo (Populus deltoides) (Categoria 4, classe 3) produzidas nos Estados Unidos da América.
Histórico:
Os textos legais disponíveis no site são meramente informativos e destinados a consulta / pesquisa, sendo imprópria sua utilização em ações judiciais.
MINISTÉRIO D AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 47, DE 5 DE SETEMBRO DE 2006
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 9º, inciso II, e art. 42, do Anexo I, do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005; nos termos do disposto na Portaria Ministerial nº 641, de 3 de outubro de 1995, no Decreto Legislativo nº 885, de 30 de agosto de 2005; o disposto nos Capítulos I e II, do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal, aprovado pelo Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934; no art. 2ºda Portaria nº 127, de 15 de abril de 1997; no Capítulo VIII, do Decreto nº 5.153, de 23 de julho de 2004; no Decreto nº 1.355, de 30 de dezembro de 1994, que aprova a Ata Final da Rodada do Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais, no que diz respeito ao Acordo de Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias - SPS; na Instrução Normativa nº 23, de 2 de agosto de 2004; na Instrução Normativa nº 6, de 16 de maio de 2005, e considerando ainda o resultado da Análise de Risco de Pragas e o que consta dos Processos nº 21000.005184/2003-25 e nº 21034.001000/2004-41, resolve:
Art. 1º Aprovar os requisitos fitossanitários para a importação de sementes e sementes em cápsulas de álamo (Populus deltoides) (Categoria 4, classe 3) produzidas nos Estados Unidos da América.
Art. 2º Os envios de sementes e sementes em cápsulas, especificadas no art. 1º, deverão estar acompanhados de Certificado Fitossanitário - CF, emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF dos Estados Unidos da América.
Art. 3º Para o envio de sementes em cápsulas especificadas no art. 1º, deverão constar do Certificado Fitossanitário as seguintes Declarações Adicionais - DA's:
I - DA5 - O local de produção de sementes de álamo foi submetido à inspeção oficial durante a época de produção de sementes e não foram detectados os fungos Marssonina brunea, Marssonina castagnei, Marssonina populi, Marssonina occidentallis, Mycosphaerella populorum, Taphrina populina, Teichospora fulgurata, Trematosphaeria pertusa, Valsa nivea e Venturia populina; ou
II - DA15 - O envio encontra-se livre dos fungos Marssonina brunea, Marssonina castagnei, Marssonina populi, Marssonina occidentallis, Mycosphaerella populorum, Taphrina populina, Teichospora fulgurata, Trematosphaeria pertusa, Valsa nívea e Venturia populina, de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório.
Art. 4º As partidas importadas de sementes e sementes em cápsulas, especificadas no art. 1º, serão inspecionadas no ponto de ingresso (Inspeção Fitossanitária - IF) e estarão sujeitas à coleta de amostras para análise fitossanitária em laboratórios oficiais credenciados ou análise quarentenária em estações de quarentena credenciadas.
§ 1º Em caso de coleta de amostras, os custos do envio das amostras e das análises quarentenária e fitossanitária serão com ônus para os interessados;
§ 2º Em caso de coleta de amostras, o restante da partida ficará sob Quarentena Pós-Entrada (QPE) e depositária ao interessado, não podendo ser plantada até a conclusão das análises.
Art. 5º Caso seja detectada a presença de qualquer praga nas partidas importadas, citadas no art. 1º, procedentes dos Estados Unidos da América, deverão ser adotados os procedimentos constantes dos arts. 10 e 11, do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal, de 12 de abril de 1934.
Parágrafo único. Em caso de interceptações freqüentes de pragas quarentenárias, deverão ser suspensas as importações até a conclusão da revisão da Análise de Risco de Pragas.
Art. 6º A Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF dos Estados Unidos da América deverá comunicar à ONPF do Brasil qualquer alteração na condição fitossanitária das regiões de produção de sementes de álamo a serem exportadas ao
Brasil.
Art. 7º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. GABRIEL ALVES MACIEL
Instrução Normativa Nº 50, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006 Situação: Revogada
Publicado no Diário Oficial da União de 19/09/2006 , Seção 1 , Página 3
Ementa: Aprova os requisitos fitossanitários para importação de mudas (Categoria 4, Classe 1) de grama Paspalum vaginatum, produzidas nos Estados Unidos da América. Histórico:
Os textos legais disponíveis no site são meramente informativos e destinados a consulta / pesquisa, sendo imprópria sua utilização em ações judiciais.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 50, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006.
O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe conferem os arts. 9º e 42, Anexo I, do Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005; tendo em vista o disposto na Portaria Ministerial nº 641, de 3 de outubro de 1995, no Decreto nº 885, de 30 de agosto de 2005; o disposto nos Capítulos I e II, do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal, aprovado pelo Decreto nº 24.114, de 12 de abril de 1934; no art. 2º da Portaria nº 127, de 15 de abril de 1997; no Capítulo VIII, do Decreto nº 5.153, de 23 de julho de 2004; no Decreto nº 1.355, de 30 de dezembro de 1994, que aprova a Ata Final da Rodada do Uruguai de Negociações Comerciais Multilaterais, no que diz respeito ao Acordo de Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias - SPS; na Instrução Normativa nº 23, de 2 de agosto de 2004; na Instrução Normativa nº 6, de 16 de maio de 2005, e o que consta do Processo nº 21000.007646/2005-19, resolve:
Art. 1º. Aprovar os requisitos fitossanitários para importação de mudas (Categoria 4, Classe 1) de grama Paspalum vaginatum, produzidas nos Estados Unidos da América.
Parágrafo único. As mudas devem estar embaladas a vácuo em sacos plásticos.
Art. 2º Os envios de mudas de grama Paspalum vaginatum especificados no art. 1º deverão estar acompanhados de Certificado Fitossanitário - CF, emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF dos Estados Unidos da América, com o seguinte Requisito Fitossanitário - R e Declarações Adicionais - DA:
I - R11: As plantas devem estar livres de solo (terra);
II - DA15: o envio encontra-se livre dos fungos Balansia clavula, Balansia oryzae-sativae, Fusarium paspali, Neottiosporina paspali, Phaeosphaerella paspali e Stagonospora paspali de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório; ou DA5: o local de produção de mudas de grama Paspalum vaginatum foi submetido à inspeção oficial durante o ciclo da cultura e não foram detectados os fungos Balansia clavula, Balansia oryzae-sativae, Fusarium paspali, Neottiosporina paspali, Phaeosphaerella paspali e Stagonospora paspali;
III - DA15: o envio encontra-se livre dos nematóides Anguina pacificae, Belonolaimus longicaudatus e Meloidogyne chitwoodi, de acordo com o resultado da análise oficial de laboratório; ou DA5: o local de produção de mudas de grama Paspalum vaginatum foi submetido à inspeção oficial durante o ciclo da