TENSÕES E DEFORMAÇÕES NO LASTRO FERROVIARIO UM ESTUDO EXPERIMENTAL
1. INTRODUCTION
The railroad understructure is com-posed of upper earthfill layers and ali the works under the ballast layer
The superestructure 1s composed 1n such a way it can be restored when the wear reaches a tolerance limit demanded by safety performance The main elements are. baflast, sleep-ers and rails, including, rn scme cases, underballast.
The group composed of understruc-ture and superstrucunderstruc-ture 1s called rall-road permanent way, and the group composed of rails and sleepers rs called track grid.
The grid is not fixed 1n the soil; it
waybe considered as partially imbedded in the ballast. This detail makes the general conditions of the grid, in both statical and dynamical aspects, be very different from the civil works con-ditions.
In fact, the railroad permanent
waymust be considered as a different
structured, because it is not anchored
in the soil and it is not delimited in
space.
Tendo em
vista
o acima exposto, pon-derações baseadas nos conhecimen-tos gerais da construção civil, nem sempre levam a conclusões ou previ-sões corretas.Após
o surgimento da ferrovia, foram ainda necessárias mui-tas decadas para que, através de ex-periências práticas, procedimentos empíricos e tentativas, se chegasse aos conhecimentos e a determmação dos tipos construtivos, que hoje consti-tuem patrimônio público.t 4o Brasil, não se tem notícia de nen-hum trabalho experimentei, que tra-te da detra-terminação das tra-tensões e de-formações sofridas pelos dormentes e pelo lastro sob as ações dos veículos ferroviarios. Desta forma, procurou -se estudar, em modelo físico e em escala natural, o comportamento de dormentes de
aço,
de madeira e de concreto pretendido monobloco, apoiados em lastro padrão, conforme modelos geométricos mais represen-tativos no mercado nacional, submeti-dosàs
acões de cargas estáticas e di-nâmicas.For this reason, procedures based on general knowledge of civil works do not alway.; reach correct conclusions or previsions. After the railroad begin-ning, severa! decades were ne-cessary so that practical trides and empírica! procedures reached the actual knowledge.
In· Brazil, there are no expenmental works which deal with stress-stram determ1nat1ons submitted by sleepers and ballast under railroad cars action.
The behavior of steel, timber and pre-stressed concrete sleepers supported in a standard ballast, according to national standard models, submitted to statical and dynamical load actions was studied by using a phy.;ical model in natural scale.
AVALIAÇÃO REGIONAL DA SUSCETIBILIDADE A
ESCORREGAMENTOS EM TALUDES DE CORTE- APLICAÇÃO NO PLANEJAMENTO DE OBRAS VIÁRIAS
RESUMO
P11ulin11 Sstti Riedel 7 José Edu11rdo Rodrigues 2
Juércio T11v11res de M11ttos 3
Normalmente, os estudos de condicionantes estruturais da estabilidade em taludes de corte são efetuados através de trabalhos de campo. onde os problemas existentes e as prev1sões de novas estabilidades são analisados caso a caso. Neste trabalho. analisa-se de forma regional o comportamento estrutural de uma área de 800 Km2 e efetua-se o modelo geométrico das descontinuidades geológicas, obtido com apoio de produtos de sensonamento remoto. Baseado neste modelo geométrico. são realizadas previsões da ocorrência de rupturas planares. em cunha. tombamentos e sulcos e/ou ravinamentos. as quais fornecem Importante subsídios a trabalhos de planejamento.
INTRODUÇÃO
As estruturas geológicas Introduzem fortes anisotrop1as no material rochoso e representam significativos planos de fraqueza que. quando orientados desfa-voravelmente com relação aos taludes. constituem-se nas superfícies poten-ciais de ruptura dos mes111os.
O levantamento das descontinuidades geológicas, como foliação, juntas e falhas e o estabelecimento do seu modelo geométrico muito auxiliam na compreensão das Instabilidades existentes e na previsão de futuros cortes de taludes, de forma a minimizar os problemas de instabilidades.
Para obras lineares. como ferrovias ou rodovias. faz-se necessáno o estabelecimento de modelos regionais. que satisfaçam a significativas extensões dos traçados propostos ou existentes Tendo em vista esta necessidade. o presente trabalho aborda a utilização de técmcas de Sensoriamento remoto, com~ subsídio ao estudo de instabilidades em taludes de corte, em projetos regionais.
CAPACIDADE DE CARGA DE GRUPOS DE ESTACAS ESCAVAÍ>AS DE PEQUENO DIÂMETRO
Paulo André B. Ávila Silva' José Carlos A. Cintra 1
1 Mestre. Professor ETF/SE - UNED/Lagarto
2 Livre-Docente. Prof. Associado USP/SC
RESUMO
Neste trabalho apresenta-se uma análise da capacidade de carga de grupos de estacas escavadas de pequeno diâmetro submetidos a um carregamento axial vertical, considerando-se a influência do número de estacas, da forma do grupo e do bloco de coroamento. Os dados foram obtidos através de seis provas de carga in situ realizadas no Campo Experimental de Fundações da USP/São Carlos. Foram ensaiadas duas estacas isoladas e quatro grupos de duas, três (linear), três (triangular) e quatro (quadrado) estacas. Todas as estacas eram escavadas com 0.25 m de diâmetro e 6.00 m de comprimento. Os resultados obtidos experimentalmente são comparados com aqueles calculados através da fórmula de eficiência SAYED & BAKER (1992) e alguns métodos para previsão da capacidade de carga de grupos de estacas.
1. INTRODUÇÃO
Os estudos do comportamento de grupos de estacas são escassos. A m:uoria dos trabalhos desenvolvidos é baseada em métodos empíricos que extrapolam os resultados a partir do comportamento da estaca isolada mas o comportamento de um grupo de estacas difere daquele desempenhado pela estaca isolada. Nos grupos de estacas ocorre superposição dos bulbos de pressão. como também, as estacas juntamente com solo contido entre elas pode agir como um bloco único. Desta forma o mecanismo de ruptura do grupo é diferente. A carga última do conjunto não é, por isso, um múltiplo inteiro da carga última da estaca isolada.
Com o objetivo de iniciar uma linha de pesquisa neste importante tema da engenharia de fundações. foram executados quatro grupos de estacas no Campo
Experimental da USP/SC Optou-se por estacas de
pequena capacidade de carga. do tipo broca, escavadas através de trado mecânico helicoidal. obtendo desta forma uma sensível redução nos custos. mas mantendo as vantagens dos ensaios em protótipo.
É frequente o emprego desse tipo de estaca como fundação de estruturas de pequeno porte na região centro-oeste do Estado de São Paulo.
Neste trabalho analisa-se a capacidade de carga do grupo. A distribuição de carga entre as estacas é abordada por SENNA JR. ( 1993) e o comportamento dos grupos quanto aos recalques por REZENDE (1996 ). A influência da colapsibilidade do solo na capacidade de carga do grupo é estudada por FERNANDES ( 1995).
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CAPACIDADE DE CARGA DE FUNDAÇÕES RASAS NA REGIÃO SUL DE MINAS
Cornélio Zampier Teixeira José Henrique Albiero David deCarvalho
SINOPSE
Prof. M. Se. DEGIUFLA
Prof. Dr. USP/EESC. UNESP-BAURU Prof. Dr. FEAGRI/UNICAMP
Um dos mais recentes campos experimentais de fundações implantados no Brasil é o da Universidade Federal de Lavras (UFLA). na região Sul de Minas, cuja finalidade é o estudo do comportamento de fundações rasas e profundas de pequena capacidade de carga.
Neste trabalho. são apresentados os resultados de 13 provas de carga rápidas (Fellenius.
1975) em placas de fundação com dimensões e formas variadas e em profundidades de 0.5 m a 6.0 m. Foi verificado que os métodos teóricos de previsão de carga mostram-se excessivamente arrojados e ainda pouco confiáveis devido à grande dispersão na relação qu.ca/q"·""'' enquanto que as previsões feitas em função do SPT pela fórmula empírica de MEYERHOF ( 1956) concordam bem com os valores observados. Com base nos resultados obtidos e na análise estatística de 11.175 informações de SPT da região Sul de Minas. os autores apresentam sugestões para estimativa de qu em fundações rasas. para SPT entre 4 e 10.
1. INTRODUÇÃO
Sapatas isoladas e/ou associação de sapatas com estacas-broca de pequeno diâmetro
constituem~se em solução muito comum para edificações de até 5 pavimentos na região Sul de Minas. Nestes projetos, as tensões admissíveis adotadas são calculadas com base nos resultados de SPT, exclusivamente.
Decidiu-se pela implantação de um campo experimental de fundações na UFLA a fim de testar o funcionamento de diversas teorias ou fórmulas de previsão de carga última em fundações rasas em solos residuais de gnaisses. utilizadas em construções de pequeno/
médio porte.
A CARACTERIZAÇÃO DO SUB-SOLO DA REGIÃO SUL DE MINAS ATRAVÉS DO SPT
Comélio Zampíer TEIXEIRA José Henrique ALBIERO
SINOPSE
Prof. Ms. C. DEG/UFLA
Prof Dr. EESC I USP-UNESP I BAURU
A discussão da prática regional de Fundações é um tema ausente dos painéis e sessões técnicas dos eventos ocorridos no Brasil desde o VII COBRAMSEF (1982), generalizando a impressão de que a Engenharia de Fundações possa ser comandada por processos de cálculo gerados pelos centros de pesquisa mais desenvolvidos, no pressuposto - verdadeiro, aliás - de possuir informações mais volumosas e confiáveis.
Com a interiorização do progresso científico e a verticalização das cidades de médio porte, estes processos vão sendo testados, nem sempre de modo muito favorável. Como solução para este hiato, deverá haver uma ampliação do interesse pela regionalização neste setor, buscando a criação e manutenção de banco de dados, implantação de campos experimentais de fundações e elaboração de modelos e formulações compatíveis com estas novas realidades. É com esta visão que os autores apresentam uma parte desse estudo envolvendo o Sul de Minas.