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C- library functions – funções da biblioteca C.
São funções que foram incorporadas à linguagem C que servem como subprogramas para executar tarefas comuns, que podem ser acessados por outros programas C. (O-81)
CAB – abreviação de “cabinet” (gabinete).
Um tipo de arquivo normal do Windows que con- tém partes de um ou mais arquivos, usualmente comprimidos. Projetado para instalar aplicativos de vários disquetes, ocupando apenas um disquete.
(W-62)
Cabinet – gabinete.
Pequena caixa que abriga todos os dispositivos eletrônicos e mecânicos de uma impressora. (R-49)
Cable – cabo.
(1) Conjunto de fios condutores envolvidos em uma proteção comum dispostos de modo a permitir a fácil identificação de cada fio. (V-139)
(2) Conjunto de fios dentro de um tubo protetor blindado, usado para conectar dispositivos peri-
féricos ao computador. Material utilizado para fazer ligações entre dispositivos, estações, dis- tribuidores, repetidores, enfim todo tipo de ligação física. Existem vários tipos de cabos, a saber, fiber optic cable, coax cable, twinax cable, copper cable
etc. (U-628)
Cabling – cabeamento (de fibras).
Conjunto de fibras óticas (com núcleo e reves- timento) coladas umas às outras nas extremidades e polidas, circundadas por um tubo protetor em metal ou PVC, geralmente flexível. Se o arranjo das fibras for coerente, isto é, a relação entre cada uma delas no ponto onde a luz for a mesma que no ponto em que a luz emerge, então torna-se possível a transmissão de imagem. (G-402)
Cache – armazenamento intermediário de pro-
visão.
Um armazenamento intermediário (buffer) de alta
velocidade que é continuamente atualizado através de recepção contínua de dados da memória prin- cipal. Tem a função básica de reduzir o tempo de acesso. (V-164)
Cache buffer
Tipo de memória intermediária, definida pelo usuário da rede, onde são armazenados blocos de dados para processamento. (U-667).
Cache controller – controladora de cache.
Uma controladora de disco rígido que possui seu próprio cache de memória. O cache de memória
guarda instruções de programa e dados utilizados com frequência num chip de RAM, onde o computador os acessa com muito mais velocidade do que se estivessem no disco rígido. (A-78)
Cache flush – fluxo de cache.
Fluxo de dados a ser armazenado temporariamente.
(R-160)
Cache functions – funções disponíveis. (M-29) Cache memory – cache de memória (arma-
zenamento intermediário de provisão); memória oculta.
(1) Tipo de memória utilizada nos sistemas de alto
rendimento e que se encontra inserida entre o processador e a memória propriamente dita. A memória de “armazenamento intermediário de pro- visão” tem como objetivo reduzir a discrepância da acessibilidade apresentada por esse tipo de uni- dades, e funciona retendo pequenas regiões que transformam o conteúdo da memória de armaze- namento intermediário de provisão; corresponde estreitamente ao conjunto de trabalho de um sistema de armazenamento de página. (T-44) (2) Memória auxiliar, aceleradora da memória prin- cipal. (V-672)
Cache miss – perda de cache.
Perda de dados armazenados temporariamente.
(R-160)
Cache refill – preenchimento de cache.
Preenchimento da área de armazenamento tem- porário. (R-160)
Cache thrashing – descarte de cache.
Descarte de informações contidas na área de arma- zenamento temporário. (R-160)
Cacheless – sem armazenador (cache).
Sistema que não tem memória que armazena dados mais rapidamente; computador que se encontra desprovido de circuitos aceleradores, que melho- ram o desempenho total do computador. (J-514)
Caching
Processo no qual um computador servidor de ar- quivos armazena aqueles que são mais comumente usados em sua memória principal, visando melho- rar o desempenho e velocidade do sistema. (U-620)
Caching controller – controladora de cache.
Unidade controladora do dispositivo de armaze- namento intermediário de provisão. (Ver: Cache controller). (H-104)
CAD (Computer Aided Design) – Projeto Assis-
tido por Computador.
(1) Uma das mais utilizadas aplicações gráficas por computador. Aumenta consideravelmente a pro- dutividade dos desenhistas industriais. Os bene- fícios que o sistema CAD oferece para trabalhar com dados gráficos são bem superiores aos dos Editores de Texto tradicionais ou do VISICALC, devido a uma maior flexibilidade, com um elevado acréscimo na qualidade final.
(2) Conjunto de técnicas utilizadas para a criação de dados que descrevem o objeto a projetar, da
manipulação desses dados em modo convencional a fim de chegar a uma forma acabada de projeto e, paralelamente, da geração das informações neces- sárias à sua fabricação.
(3) Técnica em que o computador é utilizado como auxílio para o desenvolvimento de um projeto. Esse auxílio tanto pode ser por meio de cálculos matemáticos para montagem de protótipo como através de desenvolvimento de espectros de protótipo visualmente em tela. (T-21)
CAD package – conjunto de programas de CAD.
Conjunto formado pela documentação de pro- gramas, e pelos programas propriamente ditos, destinados ao CAD SYSTEM. (J-90)
CAD program – programa de CAD.
Seqüência completa de instruções do sistema CAD necessária para resolver um problema. (J-87)
Cadmium – cádmio.
Elemento azul-acinzentado, utilizado em ligas metálicas e como absorvedor de nêutrons de reator nuclear. (V- 297)
CAE
(1) Computer Auxiliary Education (Educação Auxiliada por Computador) – Um sistema educa- cional que utiliza o computador como ferramenta auxiliar.
(2) Computer Aided Editing (Edição Assistida por Computador) – Aplicação do computador na edição de material bibliográfico.
(3) Computer Aided Engineering (Engenharia Auxiliada por Computador) – É um tipo de apli- cação que permite ao usuário realizar testes e análises de engenharia sobre projetos criados no computador. Em alguns casos, recursos como os testes lógicos que são habitualmente associados aos programas de CAE existem também nos programas de CAD; portanto, a distinção entre CAE e CAD não é muito nítida. (G-403)
CAI (Computer Aided Instruction) – IAC (Ins-
trução de Auxílio com Computador).
Uma das primeiras novas aplicações do micro- computador. O computador é usado para ensinar ao estudante pelo treino e prática, ou de outra atividade interativa. (H-217)
Calculate – calcular.
Método com o qual o computador determina algo por meio de cálculos. (V-724)
Calculation machine – máquina de cálculo.
Dispositivo mecânico do computador que executa cálculos matemáticos elementares. (V-701)
Calculator – calculador, calculadora.
(1) Um dispositivo que realiza operações arit- méticas básicas por meio de informações (dados e instruções) que lhes são fornecidas diretamente ou por meio de cartões perfurados.
(2) Um computador. (T-12)
Calculator-type function – função tipo calcu-
ladora. (J-534)
CALL (command) – “chamar”.
Comando que permite a um arquivo de grupo
(batch) carregar e executar um segundo arquivo de
lote e então retornar para executar as instruções restantes do arquivo de lote principal. (U-716)
Call – chamada.
Em programação, uma instrução para transferir a execução de um programa para uma sub-rotina fe- chada especificada. Quando a sub-rotina chega ao fim, a execução do programa retorna ao comando seguinte à instrução de chamada. (V-136)
Callable Services Library (CSL) – Biblioteca de
Serviços Solicitáveis.
Rotinas de bibliotecas que podem ser acessadas facilmente por um programa. (V-320)
Calling – chamado; chamada.
(1) Para transferir o controle de um computador digital, temporariamente, do programa-fonte para uma rotina, o qual é referenciado na seqüência lógica do problema com a função de realizar uma operação necessária.
(2) Em comunicação, é um procedimento no qual um grupo efetua o início de uma ligação com outro.
(H-266)
Calling indicator – indicador de chamada.
Circuito do modem que indica uma ligação de outro equipamento. (R-377)
Calling program – programa de chamada (soli-
citador).
Um arranjo de instruções e dados (constituindo um programa ou seu pseudoprograma) necessário para chamar uma determinada sub-rotina. (S-432)
CALLOC (Core ALLOCation) – “alocação de
memória”.
Comando em C para reservar espaço na memória para o processamento. (Q-72)
Callout table – tabela de saída. (V-464). CAM (Computer Aided Manufacturing) –
Fabricação Assistida por Computador.
(1) Conjunto de técnicas que integram várias sub- técnicas que podem ser utilizadas no controle de computadores ou no controle de processos de diversas técnicas de fabricação. A fabricação assistida por computador implica a integração de todos os aspectos de sistemas de industrialização dentro da fábrica, ou seja, o emprego de técnicas de informática, não só para o controle de processos, mas também para aspectos tais como o pedido automático de materiais, o planejamento de sua utilização, planos de fabricação, controle de in- ventário etc.
(2) Modo de produção que recorre ao projeto assistido por computador, à fabricação assistida por computador e à gestão automatizada da produção.
(T-77)
(3) Aplicação gráfica por computador (projetos, cálculos matemáticos, protótipos etc.). (J-521)
Camera – câmara.
Dispositivo de adaptação de imagem, geralmente fotográfico, com sistema óptico, para exposição de material sensível à luz para reproduzir a imagem captada. (V-349).
CANCEL – cancelar.
(1) Palavra reservada em COBOL.
(2) Comando utilizado para encerrar um proce- dimento e devolver o controle e comando do com- putador ao teclado. (V-121).
Cancel button – botão de cancelamento; botão
Cancelar.
Em interfaces gráficas, uma opção de caixa de diálogo utilizada para cancelar um comando e retornar ao documento ativo. (G-555)
Cancel switch – chave de cancelamento. (I-309) Cancellation – cancelamento. (H-742)
Canned program – programa enlatado.
Termo que define o software disponível comer- cialmente, que se presta a uma determinada apli- cação. (D-301)
Canon
Empresa norte-americana produtora de linha ele- trônica. (A-41)
Canonical boolean expression – expressão
booleana canônica.
Modelo de um banco de dados que é independente do hardware ou software disponível. (M-89)
Capability – capacidade.
O número de palavras, sílabas, caracteres ou bytes que podem ser contidos ou armazenados num dispositivo de memória. Em regra, utiliza-se para definir a dimensão da memória principal ou dos suportes externos de armazenagem ou dos registros internos. (A-46)
Capacitance – (ISO) capacitância.
Uma grandeza escalar característica de um con- junto de condutores dielétricos associados, com a função de armazenar energia quando esse conjunto é submetido à ação de um campo elétrico. (H-261)
Capacitor – capacitor, condensador.
Dispositivo elétrico constituído de dois discos condutores separados entre si por um material dielétrico. Armazena carga elétrica num espaço reduzido. (H-102).
Capacity – capacidade.
Quantidade de informações que um computador, ou outro equipamento, consegue processar ou armazenar. (U-28)
Capacity planner – planejador de capacidade.
Pessoa responsável pela criação do estado de um sistema que trabalha em plena capacidade, total- mente otimizado. (V-521)
Caps Lock key – tecla Caps Lock.
Tecla de dois estados que, quando ativa, faz com que o teclado fique travado no modo de maiúsculas (caixa alta). (U-31)
Capstan – rolo transportador, eixo. (I-307) Capture – capturar.
(1) Comando utilizado em redes NetWare para redirecionar a saída paralela de um equipamento que utilize uma impressora local para uma im- pressora remota. Processo de transferência dos dados recebidos para um arquivo em disco ou fita.
(U-140)
(2) Tirar os dados de uma posição da tela. (R-312)
Capture pattern – padrão de captura.
Modo pelo qual se grava em disco uma imagem gráfica correspondente ao conteúdo atual da tela.
(C-98)
Carbon ribbon – fita carbônica.
Uma fita usada nas impressoras de impacto.
(H-362) Card – cartão.
(1) Um meio de armazenamento de informação processável em máquina. Uma peça de papel ge- ralmente retangular com 7 3/8 polegadas de com- primento por 3 1/4 polegadas de largura. Muito utilizável nas décadas de 50 e 60.
(2) - Uma unidade interna conectável, servindo de base aos componentes de circuitos integrados a partir da década de 70. (V-184)
Card cage – porta-cartão.
Local para colocar cartões de placas de circuitos. Geralmente, fornece espaço para cabos, conec- tores, fios, etc. (T-141)
Card deck – lote de cartões.
Conjunto de cartões perfurados. (V-317)
Card desk – jogo de cartões, conjunto de cartões. (E-563)
Card file – arquivo de cartões.
Conjunto ordenado de cartões perfurados que contém informações homogêneas e afins, devida- mente classificadas por um campo determinado para esta finalidade. (G-410)
Card hopper – alimentador de cartões.
Dispositivo que retém cartões perfurados, colo- cando-os na leitora de cartões. Atualmente fora de uso. (J-351)
Card image – imagem de cartão.
Parte de memória que contém uma representação exata da informação em um cartão. (J-356)
Card punch – perfuradora de cartões.
Dispositivo periférico usado para registrar infor- mações por meio de perfurações em cartões.
(V-317)
Card punch limit – limite de perfuradora de
cartões.
Estabelece uma configuração de tempo e espaço para que a perfuradora execute. (J-353)
Card reader – leitora de cartão.
(1) Mecanismo que lê informações perfuradas em um cartão.
(2) Dispositivos de entrada de informações que con- siste de um alimentador, um setor de leitura e um
circuito de transmissão dessas informações para a memória, discos, fitas magnéticas etc. (V-100)
Card sorter – classificador de cartões.
Um dispositivo que deposita cartões perfurados em escaninhos selecionados de acordo com a chave de classificação e as perfurações nos cartões. (V-97)
Card system – sistema de cartão.
Sistema de processamento de dados que utiliza cartões perfurados como elemento de entrada e/ou saída de informações. Tem como unidades peri- féricas, exclusivamente, leitoras/perfuradoras de cartões e impressoras; necessita de memórias auxi- liares de grande capacidade de armazenamento.
(S-216)
Cardboard – placa.
Estrutura em que são montadas placas de circuito impresso. Possuem bordos para interconexão com equipamentos que a recebem. (J-285)
Caret – circunflexo.
O símbolo (^), normalmente encontrado na parte superior da tecla 6 do teclado do computador. (P-79)
Carriage – carro transportador.
Dispositivo de qualquer equipamento de impressão que movimenta o papel e regula todas as funções de alimentação como salto, espacejamento hori- zontal e ejeção do papel. (R-329)
Carriage return – retorno de carro.
(1) Caractere de controle que especifica um retorno no carro de impressão (no caso de uma impres- sora). (V-698)
(2) Caractere de controle que faz o computador ou impressora retornarem ao início da linha atual.
(U-57)
Carriage return code – código de retrocesso de
carro.
Um código que fornece à máquina de escrever ou impressora, ou a um outro dispositivo similar um requisito para o retrocesso do carro à posição inicial. (G-320)
Carrier – portadora.
Freqüência contínua suscetível de ser modulada e ser portadora das informações. (Ver: Carrier wave)
(T-333)
Carrier detection – detecção de portadora.
Determina o estabelecimento de comunicação, em alguns casos, entre dois modems. (R-365)
Carrier wave – onda portadora.
A freqüência básica ou taxa de repetição de pulso de um sinal que não transporta nenhuma infor- mação, até que seja modulada por outro sinal pre- viamente modulado. Uma portadora pode ter am- plitude, fase ou freqüência modulada. Ex.: numa típica linha de armazenamento de retardo de mer- cúrio de um computador digital, a onda trans- portadora sonora de 8 megaciclos/segundo é mo- dulada para 1 megaciclo/segundo. A média não é constante. (H-278)
Carry – transporte, transferência.
Um sinal ou dígito produzido na soma de dois ou mais algarismos quando o total for igual ou maior que a base do sistema de notação em que os alga- rismos são representados. (V-102).
Carry digit – dígito de transporte.
Dígito gerado quando a soma ou o produto numa determinada posição excede ao maior número que pode ser representado naquela posição, e que é transferido para ser adicionado à posição de ordem superior. (D-94)
Carry flag – sinalizador de transporte.
Sinalizador binário colocado pelo processador como resultado de uma operação aritmética ou lógica quando o resultado da operação excede a capacidade física do acumulador. O sinalizador “vai-um” é utilizado como indicador de estouro para refletir uma condição de erro. (R-291)
Carry out – executar.
Palavra freqüentemente encontrada em textos téc- nicos de informática. (G-550)
Carry-lookahead – transporte para frente.
Método utilizado em somadores em paralelo e multibits, pelo qual um elemento individual do somador pode detectar quando uma etapa do somador que o precede imediatamente está a ponto de gerar um transporte como resultado da soma dos bits seguintes menos significativos nos somandos. A lógica necessária para produzir o sinal de “transporte para frente” adota a forma de circuito integrado. (S-272)
Cartridge – cartucho.
(1) Dispositivo de leitura/gravação de dados que pode ter meios removíveis de armazenamento secundário. (U-484)
(2) Um invólucro contendo um rolo de fita mag- nética, a qual armazena informações. (Ver: Car- tridge type disk). (V-175).
Cartridge type disk – cartucho.
Invólucro, receptáculo hermeticamente fechado, e geralmente de plástico, no qual se conservam as fitas magnéticas como meio de proteção contra a aderência de partículas estranhas, que durante o processamento das fitas poderiam provocar erros ou anomalias de leituras. (V-697)
Cascade – cascata.
Comando para visualizar janelas em forma de cascata. (G-563)
Cascading look-up – consulta em cascata.
Um modo de consulta, na qual duas ou mais janelas se superpõem na tela, de modo que seja possível observar as linhas de títulos das janelas ocultas.
(H-631)
Cascading menu – menu em cascata.
Objeto de interface gráfica que, por meio de um clique com o mouse em uma determinada opção, apresenta um novo menu localizado ao lado e abaixo dessa posição, com opções relacionadas com a primeira. (R-395)
Cascading update – atualização por cascata.
Somente os níveis envolvidos naquela cascata serão atualizados, aumentando assim a velocidade de atualização. (A-11)
CASE (Common Application Service Elements) – Elementos Comuns de Serviço de Aplicação.
Em comunicação de dados e tratando-se de inter- conexão de sistemas abertos, são os elementos de serviço num determinado nível de aplicação, con- siderados como de uso geral para todas as enti- dades de aplicação. (D-430)
Case – caixa, estojo, invólucro, gabinete.
(1) Recipiente no qual são guardados objetos dis- tintos. (H-109)
(2) Em computadores, compartimento metálico que contém a placa-mãe, os adaptadores e todas os componentes internos.
Case sensitivity – distinção entre maiúsculas e
minúsculas.
Característica que, quando habilitada, permite diferenciar caracteres maiúsculos de minúsculos.
(R-182)
Case-by-case – caso por caso.
Forma de análise individual de um problema.
(A-45)
Case-by-case basis – base de caso por caso.
Base aplicada à forma específica de trabalho. (Ver Case-by-case). (A-45)
Cassette – cassete (fita cassete).
(1) Um invólucro contendo rolo de fita magnética. (2) Tipo de fita magnética utilizada para arma- zenamento de informações.
(3) Termo francês adotado na línguas espanhola e portuguesa. Normalmente é um dispositivo inter- cambiável de registro de dados. (V-144).
Cast
Operador unário cast (força a mudança de um tipo
de dado). (D-507)
Cast coated – papel tipo couché.
Papel caracterizado por uma superfície altamente polida, semelhante a um espelho, com suavidade excepcional. (W-67)
CAT (Computer Aided Testing) – Teste Assistido
por Computador.
Aplicação dos computadores ao controle de técnicas de verificações analógicas ou digitais para avaliar a qualidade dos componentes e dos pro- dutos. A prova (teste) assistida por computador é utilizada para testar se as partes dos componentes submontados e sistemas completos se encontram dentro de tolerâncias específicas e se também têm o rendimento específico esperado. É necessário que se note que esse rendimento pode requerer que a unidade ou sistema opere sob condições extre- mas, que não ocorreriam em operação ou uso nor- mal. Os parâmetros (critérios de prova) para os testes assistidos por computador derivam, com freqüência, do projeto assistido por computador.
(H-262)
Cat 5 (Category 5) – Categoria 5.
Padrão de cabo Categoria 5. (Ver: Category 5 cable standard). (W-100)
Catalog – catálogo; catalogar.
(1) Um diretório de localização de arquivos e bibliotecas.
(2) Em OS, uma coleção de índices de conjuntos de dados utilizados por um programa de controle para localizar um volume contido em um conjunto de dados
(3) Em DPPX, um conjunto de dados contendo informações que descrevem o próprio conjunto de dados, outros catálogos e o armazenamento de
acesso direto designado para o conjunto de dados e catálogos.
(4) (ISO) – incluir informações sobre um arquivo ou uma biblioteca num catálogo.
(5) Incluir a identificação do volume de um conjunto de dados no catálogo.
(6) Em VSE, entrar com uma fase ou módulo em uma das bibliotecas do sistema. (T-81)
(7) Documento que relaciona, de forma metódica, pessoas, coisas ou itens de uma coleção, loca- lizando-os. (V-339)
Catastrophic hardware error – erro de hardware
catastrófico.
Erros que comprometem a continuação da exe- cução de um sistema, tais como cabos rompidos, placas mal conectadas etc. (I-330)
Category – categoria.
Em DCPX, uma partição definida para usuário de disco, criada por uma configuração mapeada de bits num conjunto. (D-391)
Category 5 (Cat 5) – Categoria 5.
Padrão de cabo Categoria 5. (Ver: Category 5 cable standard). (W-100)