s / . YW ic . lv
66
lombares , anorexia , insomnia ,
etc.
),
eimpedindo
algumasve/.es
que
arnolestia progrida cm sua marc
ha ; o doente nessascondones
aptesenta entaoum estado
geralmelhor
e a nutricao mats
activa .
Kstc estado, porem, e ternpo-rario e a marcha da alieccao
, que parecia
detida,segue
o seu curso
.
Ojaborandi nao nos parece
pois,
um meio seguro no trararoentodo
mal de Bright.
Na
anasarca
a frigor#com albuminuria ,
na albumi-nuria symptomatica de ulfeccoes
febris
(pneumonia,
rheu-matisino
articularagudo , febre ttphbide ,
etc,) apilocarpina con
segue fazer desapparecer a albumin .! das urinas.
AssimAlb
. Robin
cita oito observaedes emque
, com lima, duas e tres aJministracdes do jaborandi obteve emeo curas etres
melhoras .
0 jaborandi actua
evidentemente
nesse caso,
dimi-nuindo a congestao renal
.
Nas hydropisias de causa renal assim como na anuriaa
pilocarpina tern dado resultados favorave
is ; neste ultimo caso.
principalmente,
emque
o doentc acha-
se yotado a morte,
e.ste medicamentopode
ser de grande recurso pda sua energica actividade sudo-ral
, alii
viando o estadocongestive
dos rins e dandq deste modo tempo a que a nephrite agudapossa
completar a sua marcha regressiva.
Druel
'
Bull.
med. sept .
1882) estudando asappHcacdes
da
pilocarpina
nas molestias dos rins, diz que cl!a temas
Seguintes
propriedndes :desembaracar
os rins deum
excesso de trabalho nos casos de nephrite
,
creandouma
via de derivacao
para
os materiaesque
se dimmam porestes
orgaos ; provocar
o desapparecimento dosliquidos
que infiltram nao sdmente otecido
cellular sub-
cutaneo,
porem ainda nquelles que engorgitam os pulmoes e muilas
vezes a pleura e
o
pericardio;
cmfim, diminuira
albu-mina ou mesmo fazd
-
a desapparecer das urinas.
A sudacao e a
a pilocarpina provoca sendo, como se sabe
,
parecem
indkal- a
em toJas as hydropisias.
I
11 vil *»]>!siik* <le Driven
,
citriliiirusalivacao
que tSo energicas.
I
67
E ,
dc facto,
estemcdicamento
tom dado rcsultodos cm certos desses casos.
Assim, cm um caso deanasarca sym
-ptomatica de
uma pericardite
chronica; a appltcacdo dapilocarpina
foi seguida do bom resultado (Leyden
, inmed
.
journal, 1877
). Nao
devemos,
porom,empregar
estemcdicamento nas
hydropisias symptomalicas Jo lesoes
valvnlares, assim conn
11a degenera^ o
do myocardo,
visto como sera de lira ctfeito
perig
JSO porsua accao
paresiante sobre ocoracao .
\
k.
t
—
Existem obser-vances
decura
de uremia Jos brighticos e de eclampsiadas mullieres gravidas pela pilocarpina
.
Fehling ( Des in-jections sous cutanees de pilocarpine dans Peclampsie et
1'uremie
,
Paris medical,
5 jiiin1879
),
refcre dous casosde eclampsia puerperal cm que a
pilocarpina parcceu
cx-tremamcnle favoraveK Bidder, Prochouwick e outros com
-partilham essa opitiiao
.
neira uma cclamptica c professor Goldtammer
.
como
Fehling,
die pensa que essa serias vantagens : as injeccues daapparecer
os ataques eclampticos.
Prochowuick (de Hambourg) obteve
verdadeiro
sue-cesso com
oemprego
da pilocarpina cm douscasos
de eclampsia puerperal e o seu enthusiasmo foi lal que elle prefereao
emprego do chtoroformio.
Por seu lado,
James
Murphy (American Jour, of Obst.
, 188J ) retere dous casos que fallam cm favor da pilocarpina,PRJMEIRO CASO
.
Nove accesses no primeiro dia
.
Nodia administra
-
se a pilocarpina nagrammas
.
A enulher,
que cstava gravida de den a luzuma
crianea viva,urina durante i 5 dias
,
e a mulher salvou-
se,SEGUNDO CASO
. —
Mulher cm estado comatoso.
Aceliloiite
*
uremicoM.E
.
Bceghehold tratou destama
-duas uremicas
no
service do no hospital Bethamia,
Berlin^
emedicacao apresenta pilocarpina lizeram des
-a
Mulher
victima
de eclampsiagrave . —
segundo e no tereeiro dose de dous centi
-sete mezes
,
A albumina persistio na
Admi
-r
\V
. YV ^
2v68
nistracao de pilocarpina (
dous centigrammas
de seis emscis horas)
.
Amulher pare
limacrianca
morta e acura
dii
-
seNa.
eclampsia, portanto,
a pilocarpina parece gozar de\
lima efficacia incontestavel
,
sobretudo nos individuos com edemagencratisado .
Quando cxisteurn
estado comatosoprofundo
, durante o intervallo dos
aceessos, p
6de -
se fazervoltar o uso das
faculdades
intellectuaes mais prompta-mente com injeccao de nitrato de
pilocarpina,
doque
com qualquer outra meio
.
(Journ.
de med.
de Bruxelles,
1884
).
Sanger julga,
entretanto,
este modo de tratamentoperigoso na eclampsia
, porque
ocoma
nao permitte aaccao
reflexa da degluticao da saliva, c as mucosidadesaccumuladas na bocca do doente podem
suffocal -
a.
Sem-mola ( Les injections hyp
.
de piloc.
dans 1‘uremie scarla-tineuse
,
Revista clinicatherapeutica , Napoles ,
1882), mcn
-ciona as vantagens da
pilocarpina
na uremia renal.
Leven cita
um
caso de nephrite parenchymatosa com uremia cm uma moca de quntorzeannos
curada pelas injeccdes de nitrato de pilocarpina.
Entre os partidarios desse methodo de tratamento,
Bidcr pretende que essemedicamento actiia descongestionando os centros nervosos
,
enja hypothermia seria a
causa
dos accidentes e eliini-nando pelos diversos emunctorios do organismo os mate
-riaes utilisados por este e que
,
ahi retidos,
poderiamactuar
como veneno .
Tem
-
se feito ensaios rclativosao
tratamentoem um doente de olyiirlii
.
da polyuria pela
pilocarpina
;polyuria azoturica
,
Huchar,
depois de ter recorrido aos meiosaconselhados
em taescasos
(belladona,
iodureto e bromuretode potassio
,
valeriana,
opio, etc.
),
empregou a pilocarpina(1 centigramm’a por dia) durante um mez e obteve a cura
.
Um outro doente de polyuria simples curou
-
se gracasao
mesmo
tratamento.
Em
sua these ( Quelqties considerations sur la polyurie et son traitement par la pilocarpine,
Paris,
F882)Ducroux
ass1m
69
refere sete observacoes de polyuricos tratatos pelasi injet'
-coes
tie niirato tiepilocarpina
tigrammas durante qnatro ou cinco dias. Em
opposicao
aestes
casos
tap lisongciros existcm outros cmquc
o em-prego
dapilocarpina nao
foiseguido
de bomrcsifitado .
Sera
urn recurso
deque pod
eretnos lancar rationo
trata-mento d'
esse .
syndromaclinico ,
nao ocoflsidcrando , porem ,
de grande elficacia
.
na ddse dc i a 2
cen-\
utMvicnetloM ill versa
* . — Nos casos
dearccnicismo ,
saiurnismo e mercurwlismo
tem sido cm pregada a pilocar-pina alim de iavorecer a eliminacao dessas
substancias toxicas
;—
esseeraprego parece -
nos racional,Porem
trata-se
de
saber se realmcnte 0 chumbo, o arsenico
e o mer-curio eliminani
- se
pela pelle ou pdas gland ulas salt wires.
Para o arsenico
,
assimcomo para o
mercurio, nao
pa-rece haver duvida ; 0 arsenico elimina
-
se,como
se sabe7pelo figado
;
ora,
a pilocarpina,como
o demonsrrou <>professor
Vulpian,
augmenta ascore
?ao biliar .
Alb
.
Robin cm 11m caso dc cachexiasat
itmin
a,
comquatro sudacoes
cotisecutlvas
e espacadas peloJaborandl,
recon heceu manifesramente na
primeira
a presenca do chumbo (por meto Jo acidosulphydrico
) ; 11a segunda sudacao encontrou tncrios,
c na terceira e quarta nemtra
^
Seos.
assim e realmente,
devemos acreditar quc a pilocar-pina
possa
scr deutil
indicacao na intoxicacao pelo chumbo.
Mas
,
attendendo a sens eifeitos dgprtmentes e oestado
decachexia
a que e redtizido cedo o individno intoxicado pelo chumbo,
acreditamosque
a pilocarpina nao seja devaotagem e
que
pelocontrario
deve ser coatra- indicada
* iO Dr
.
Purjesz18BO.1 teve a idea, baseando
-
sc nae da
pilocarpina
sobre aas
injeccoeshypodermicas
desta—
em um caso de envenenamento por aquella
.
Tratava- se
Evivenenamento pela olropinft*
(