• Nenhum resultado encontrado

6.3 Medida da dose absorvida e perfil de dose em TCFC

6.4.5 Limiar de Baixo contraste

A detectabilidade de baixo contraste tem uma importância significaticativa para avaliação de tomógrafos convencionais. Contudo, para tomógrafos de feixe cônico (TCFC), esta avaliação tem uma importância pouco relevante, pois não foram projetados para oferecer boa detectabilidade em baixo contraste devido ao fato que nesta modalidade de exame odontológico as estruturas se interesse, maxila e mandíbula, apresentam elevado contraste fruto da presença de quantidade óssea significativa.

A detectabilidade de baixo contraste é influenciada principalmente pelo nível de ruído na imagem (34). E o nível de ruído em tomografia de feixe cônico está também associado

diretamente ao tamanho do FOV. Logo, imagens geradas com FOV pequenos tendem a possibilitar boa resolução de baixo contraste.

No presente estudo, o resultado da avaliação de detctabilidade de baixo contraste se expressa em termos do menor diâmetro observável para um dado contraste, contraste entre o selante a base de silicone e a base ou fundo de PMMA.

Embora os tomógrafos de feixe cônico não tenham como objetivo fornecer elevada detectabilidade em baixo contraste. Em nossos resultados, Tabelas 5.41 a 5.46, pode ser verificado a possibilidade de visualização de pequenas dimensões em baixo contraste comparável com tomografia convencional cujas tolerâncias são: objetos de 3,5 mm com máximo de 3% de contraste (34).

Verificamos a possibilidade de visualição de objetos de 1,0 mm de diâmetro para o caso particular do tomógrafo Kodak 9000, Tabelas 5.43 a 5.46, que possui FOV pequeno.

6.4.6 Avaliação de dimensões físicas

A exatidão e confiabilidade de medidas lineares e angulares tem relevância clínica no planejamento de implantes.

As imagens geradas nos tomógrafos de feixe cônico (TCFC) possuem voxels isotrópicos possibilitanto elevado grau de exatidão nas medições de dimensões físicas lineares e angulares. O elevado nível de ruído, causado pela radiação espalhada que nos tomógrafos de feixe cônico, tem intensidade significativa devido às dimensões do feixe de radiação, contribui para reduzir a exatidão e confiabilidade das medições de dimensões físicas.

Exitem inúmeros estudos avaliando a exatidão e confiabilidade de medições de dimensões lineares utilizando modelos anatômicos ou referências metálicas fixadas em simuladores plásticos ou peças anatômicas (69,72,75,76). Contudo, estes modelos não servem para avaliação dos diversos modelos de TCFC existentes no mercado com diferentes tamanhos de FOV. Neste presente estudo, optamos por desenhar e construir o simulador de controle de qualidade que possui rebaixos na base de PMMA com diâmetros e profundidades conhecidas podendo ser utilizado em qualquer modelo de TCFC.

O protocolo espanhol de controle de qualidade em radiodiagnóstico (34) não estabelece uma tolerância para medidas de dimensões lineares, e recomenda a adoção da tolerância especificada pelo fabricante. As recomendações da Agência de Proteção a Saúde do Reino Unido (59,60) estabelecem uma tolerância de ±0,5 mm para a imagem reconstruída.

As medidas realizadas com nosso simulador de controle de qualidade, Tabelas 5.47 a 5.50, demonstram um grau de exatidão aceitável comparando com a tolerância estabelecida nas recomendações do Reino Unido (59,60) de ±0,5 mm. Não encontramos nas especificações técnicas dos equipamentos avaliados valores para tolerâncias recomendadas.

Estas avaliações são sensíveis à capacidade do avaliador em localizar com a ferramenta de medida disponibilizada pelos softwares as posições corretas de medida. Logo esta tolerância ±0,5 mm nos parece muito restritiva.

7 CONCLUSÕES

Mostramos a viabilidade da utilização das câmaras de ionização tipo lápis para medidas de PKL em equipamentos de radiografia panorâmica e, a partir desta determinação, calcular o valor do PKA. A obtenção da dose efetiva, a partir dos valores de PKA determinados com medidas realizadas com uso das câmaras lápis, é rápida e pouco trabalhosa. A importância da utilização destas câmaras na atualidade tem forte componente econômico, pois estas câmaras têm sido consideradas ultrapassadas à medida que a tecnologia dos detectores avança e feixes mais largos são disponibilizados nos TCMD.

Esperávamos doses efetivas mais baixas para os equipamentos que incorporam tecnologia digital. Contudo, nossos resultados mostram um quadro diferente. Os valores de dose efetiva para as técnicas utilizadas nos equipamentos com receptor de imagem digital, CCD, são da mesma ordem de magnitude que os valores de dose efetiva obtidos para equipamentos cujo receptor de imagem é o filme radiográfico.

A partir destes resultados, podemos concluir que o processo de otimização da técnica radiológica, doses mais baixas sem comprometimento da qualidade de imagem e do resultado diagnóstico, pode ser iniciado pelo próprio fabricante não estabelecendo protocolos de exames em fábrica. A existência de protocolos pré-estabelecidos induzem o usuário a sua utilização sem críticas e sem realização da otimização da técnica. Estes protocolos deveriam ser inseridos no equipamento no momento da realização dos testes de aceite da máquina na presença dos profissionais que serão os operadores e responsáveis pelo diagnóstico.

Também, concluímos que a obtenção de imagem panorâmica através de aquisição tridimensional para posterior reconstrução via software, a um custo de dose efetiva de até 20 vezes superior, não é uma opção justificável. Esta opção, entretanto, é plenamente justificada para os casos em que a aquisição tridimensional, a imagem tomográfica, é necessária.

A substituição de equipamentos de radiografia panorâmica por equipamentos de tomografia computadorizada de feixe cônico, TCFC, que possibilitam a aquisição da imagem panorâmica através de reconstrução digital, é uma contradição aos princípios da proteção radiológica.

A avaliação dos perfis de distribuição de dose em profundidade para os três diferentes tomógrafos demonstram claramente as diferenças esperadas, para um mesmo equipamento, relacionadas à tensão no tubo, ao mAs e ao tamanho do FOV. Contudo, os resultados mostram que a tensão elevada não conduz a perfis de distribuição com valores mais elevados quando

comparados com outra exposição que utiliza tensão mais baixa. Dentre os equipamentos avaliados, apenas variação no valor do mAs foi mais significativa.

Quanto aos aspectos do controle de qualidade nossas conclusões para os parâmetros avaliados são as seguintes:

a) Parâmetros associados ao gerador de raios X: os geradores avaliados funcionam com parâmetros de geração da radiação (kV, tempo, CSR, filtração e forma de onda) em pleno atendimento as recomendações dos fabricantes e a legislação nacional;

b) Obtenção de escala de Hounsfield para TCFC: a obtenção de uma escala de Hounsfield para TCFC é viável com a utilização do simulador de controle de qualidade sendo, útil para estabelecimento de uma linha de base para avaliações futuras. Contudo, a escala deve ser obtida para cada modelo de tomógrafo individualmente, não havendo uma escala única que sirva para os diversos modelos de TCFC;

c) Nível de ruído, exatidão e uniformidade do número de TC: o nível de ruído mantem uma relação inversa com tamanho do voxel, ou seja, aumenta com a redução do tamanho do voxel. A uniformidade e a exatidão não atendem as tolerâncias normalmente adotadas para tomografia médica devido à forte dependência do número de TC com a área e com a posição dentro da imagem; d) Visualização de detalhes em alto contraste: a visualização, avaliada com o

simulador de controle de qualidade, de detalhes em alto contraste não correspondeu às afirmativas dos fabricantes. As dimensões dos objetos visualizados foram superiores ao tamanho do voxel utilizado na aquisição das imagens;

e) Limiar de baixo contraste: a definição de baixo contraste apresentou níveis comparáveis com as tolerâncias adotadas em tomografia médica;

f) Avaliação de dimensões físicas: a exatidão na avaliação de dimensões lineares e angulares apresentou-se, de modo geral, satisfatória, atendendo as especificações dos fabricantes e também a protocolos internacionais.

Estas avaliações de controle de qualidade conduzem as conclusões deste estudo no sentido da implantação de protocolos de controle de qualidade com utilização de simuladores apropriados para o estabelecimento da linha de base assim como as avalaições rotineiras de controle de qualidade em tomografia computadorizada de feixe cônico em odontologia. Neste

contexto elaboramos uma sugestão, de um conjunto mínimo de testes de controle de qualidade com suas respectivas periodicidade e tolerâncias, a serem adotados futuramente na legislação nacional.

Nossos resultados mostram que é necessário fazer uso racional destas novas tecnologias e que, no momento de transição entre tecnologias, é preciso realizar avaliações e comparações entre as técnicas. Os resultados reforçam o que vem sendo defendido por vários autores: é necessária revisão constante de protocolos e o uso racional de novas tecnologias.

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 EUROPEAN COMMISSION. European guidelines on radiation protection in dental radiology.

Radiation Protection 136, 2004. 120.

2 PASLER, F. A.; VISSER, H. Radiologia Odontológica. Tradução de João Pedro Stein. Porto Alegre: ArtMed, 2001.

3 HELMROT, E.; THILANDER-KLANG, A. Methods for monitoring patient dose in dental radiology.

Radiat Prot Dosim, 139, n. 1-3, 2010. 303-305.

4 THILANDER-KLANG, A.; HELMROT, E. Methods of determining the effective dose in dental radiology. Radiat Prot Dosim, 139, 2010. 306–309.

5 NAPIER, I. D. Reference doses for dental radiography. Br Dental J, 186, 1999. 392-6.

6 BRASIL. Diretrizes de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico. Portaria

nº 453. Brasília. 1998.

7 LEITZ, W.; AXELSSON, B.; SZENDRO, G. Computed tomography dose assessment — a practical approach. Radiat Prot Dosim, 57, 1995. 377–380.

8 ZANKL, M.; PANZER, W.; DREXLER, G. Computed tomography dose assessment — a practical The Calculation of Organ Doses from Computed Tomography Examinations. Radiat Prot Dosim, 43, 1992. 237-239.

9 LUDLOW, J. B.; DAVIES-LUDLOW, L. E.; BROOKS, S. L. Dosimetry of two extraoral direct digital imaging devices:NewTom cone beam CT and Orthophos Plus DS panoramic unit. Dentomaxillofac

Radiol, 32, 2003. 229–234.

10 GONZÁLEZ, L.; E VAÑO, E.; FERNÁDEZ, R. Reference doses in dental radiodiagnostic facilities. BrJ

Radiol, 74, 2001. 153–156.

11 GIJBELS, F. et al. Dosimetry of digital panoramic imaging. Part I: patient exposure.

Dentomaxillofac Radiol, 34, 2005. 145–149.

12 ALM CARLSON, G.; CARLSSON, C.; PERSLIDEN, J. Energy imparted to the patient in diagnostic radiology:calculation of conversion factors for determining the energy imparted from measurements of the air-collision kerma integrated over beam area. Phys Med Biol, 29, 1984. 1329–1341.

13 EUROPEAN ATOMIC ENERGY COMMUNITY. Radiation protection: Cone Beam CT for dental and

maxillofacial radiology SEDENTEX. [S.l.]. 2009.

14 SEDENTEXCT - SAFETY AND EFFICACY OF A NEW AND EMERGING DENTAL X-RAY MODALITY.

Project Final Report. [S.l.]. 2011.

15 REHANI, M. M. Radiation protection in newer imaging technologies. Rad Prot Dosim, 139, 2010. 357–362.

16 MOZZO, P. et al. A new volumetric CT machine for dental imaging based on the cone-beam technique: preliminary results. Eur Radiol, 8, 1998. 1558-1564.

17 UNSCEAR. Report to the General Assembly, with Scientific Annexes. UN Sales publication

E.00.IX3. United Nations Scientific Committee on the Effects of Atomic Radiation. New York. 2000.

18 BUSHONG, S. C. Radiologic science for technologists: Physics, Biology, and Protection. 9. ed. Houston: Mosby, 2008. 704 p.

19 GOLDING, S. J.; SHRIMPTON, P. C. Radiation dose in CT: are we meeting the challenge? Br J Radiol, 75, 2002. 1-4.

20 FORRAI, J. Story of x-ray in dentistry. Rev Clín Pesq Odontol, 3, 2007. 205-211.

21 GELBIER, S. 125 years of developments in dentistry, 1880–2005 Part 3: Dental equipment and materials. Br Dental J, 199, 2005. 536–539.

22 INTERNATIONAL ATOMIC ENERGY AGENCY. Protection of the Environment from Ionising

Radiation: The Development and Application of a System of Radiation Protection for the

Environment. Darwin- Australia: [s.n.]. 2002. p. 433.

23 FREITAS, A. D.; ROSA, J. E.; FARIA E SOUZA, I. Radiologia Odontológica. 4a edição. ed. São Paulo: Artes Médicas, 1998.

24 WORLD HEALTH ORGANIZATION. MANUAL- Radiation Protection in Dentistry. Geneve, p. 51. 1977.

25 HARRISON R.M., F. F. T. The determination of anatomical cross sections using a radiotherapy simulator. Br J Radiol, 59, 1978. 448.

26 ARNOT R.N., W. R. J. . B. J. R. . O. J. S. Investigations using an X-ray image intensifier and a TV camera for imaging transverse sections in humans. Br J Radiol, 57, 1984. 47.

27 CHO P.S., J. R. H. . G. W. Cone-beam CT for radiotherapy applications. Phys Med Biol, 40, 1995. 1863.

28 HOUNSFIELD, G. N. Computerized transverse axial scanning (tomography) Part 1 Description of system. Br J Radiol, 46, 1973. 1016.

29 MIRACLE, A. C.; MUKHERJI, S. K. Conebeam CT of the Head and Neck, Part 1: Physical Principles.

Am J Neuroradiol, 30, 2009. 1088 –95.

30 SEERAM, E. (Ed.). Computed Tomography. Physical principles, clinical applications and quality

control. [S.l.]: WB Saunders Company, 1994.

31 RADON, J. H. Über die Bestimmung von Funktionen durch ihre Integralwerte langs gewisser Mannigfaltigkeiten. Leipzig Math Phys, 69, 1917. 262-277.

32 ORTH, R. C.; WALLACE, M. J.; KUO, M. D. C-arm Cone-beam CT: General Principles and Technical Considerations for Use in Interventional Radiology. J Vasc Interv Radiol, 19, 2008. 814–821.

33 LENGUAS SILVA, A. L. et al. Tomografía computerizada de haz cónico. Aplicaciones clínicas en odontología; comparación con otras técnicas. Cient D ent., 7, 2010. 147-159.

34 SEFM-SEPR-SERAM. Protocolo Español de Control de Calidad en Radiodiagnóstico: aspectos

técnicos - Borrador 4. [S.l.], p. 295. 2010.

35 INTERNATIONAL ATOMIC ENERGY AGENCY. Dosimetry in Diagnostic Radiology: An International

Code Of Practice. Technical Reports Series No. 457. Vienna. 2002.

36 GIRÓN, M. R. O. Elementos de radioproteccion. 2ª edicion. ed. Barcelona: Universitat Autonoma de Barcelona, 1987.

37 EUROPEAN COMMISSION. Council Directive 16262. Luxembourg. 1998.

38 ICRP. 1990 Recommendations of the International Commission on Radiological Protection ICRP

Publication 60. [S.l.], p. 1-201. 1990.

39 ICRP. The 2007 Recommendations of the International Commission on Radiological Protection. [S.l.], p. 1-332. 2007.

40 EUROPEAN COMMISSION. Council Directive 97/43 Euratom of 30 June 1997 on Health Protection of Individuals against the Dangers of Ionizing Radiation in Relation to Medical Exposure, and repealing Directive 84/466/ Euratom. Rep. Off. J. Eur. Comm. No. L 180/22-27, Luxembourg, 1997. 41 HELMROT, E.; ALM CARLSSON, G. Measurement of radiation dose in dental radiology. Radiat Prot

Dosim, 114(1–3), 2005. 168–171.

42 LOOE, H. K. et al. Conversion coefficients for the estimation of effective doses in intraoral and panoramic dental. Radiat Prot Dosim, 131, 2008. 365–373.

43 JONES, D. G.; SHRIMPTON, P. C. Survey of CT Practice in the UK, Part 3:Normalised Organ Doses

Calculated Using Monte Carlo Techniques, Rep. NRPB-SR250. National Radiological Protection

Board. Chilton. 1991.

44 BRENNER, D. J.; HALL, E. J. Computed Tomography — An Increasing Source of Radiation Exposure.

N Engl J Med, 357, 2007. 2277-2284.

45 LUDLOW, J. B. Dose and risk in dental diagnostic imaging: with emphasis on dosimetry of CBCT.

Korean J Oral Maxillofac Radiol, 39, 2009. 175-84.

46 OKANO, T.; SUR, J. Radiation dose and protection in dentistry. Japan Dental Sci Review, 46, 2010. 112-121.

47 WILLIAMS, J. R.; MONTGOMERY, A. Measurement of dose in panoramic dental radiology. Br J

Radiol, 73, 2000. 1002±1006.

48 DOYLE, P.; MARTIN, C. J.; ROBERTSON, J. Techniques for measurement of dose width product in panoramic dental radiology. Br J Radiol, 79, 2006. 142–147.

49 POPPE, B. et al. Radiation exposure and dose evaluation in intraoral radiology. Radiat Prot Dosim, 123, 2007. 262–267.

50 POPPE, B. et al. Dose-area product measurements in panoramic dental radiology. Radiat Prot

Dosim, 123, 2007. 131–134.

51 LOFTHAG-HANSEN, S. et al. Calculating effective dose on a cone beam computed tomography device: 3D Accuitomo and 3D Accuitomo FPD. Dentomaxillofac Radiol, 37, 2008. 72–79.

52 FAHRIG, R. et al. Dose and image quality for a cone-beam C-arm CT system. Medical Physics, 33, 2006. 4541-4550.

53 LUDLOW, J. B.; DAVIES-LUDLOW, L. E.; BROOKS, S. Dosimetry of 3 CBCT devices for oral and maxillofacial radiology: CB Mercuray, NewTom 3G and i-CAT. Dentomaxillofac Radiol, 35, 2006. 219– 226.

54 LUDLOW, J. B.; IVANOVIC, M. Comparative dosimetry of dental CBCT devices and 64-slice CT for oral and maxillofacial radiology. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod, 106, 2008. 106- 14.

55 HIRSCH, E. et al. Dosimetry of the cone beam computed tomography Veraviewepocs 3D compared with the 3D Accuitomo in different fields of view. Dentomaxillofac Radiol, 37, 2008. 268–273.

56 LOUBELE, M. et al. Comparison between effective radiation dose of CBCT and MSCT scanners for dentomaxillofacial applications. Eur J Radiol, 71, 2009. 461-468.

57 HART, D.; WALL, B. F. NRPB W4 - Radiation Exposure of the UK Population from Medical and

Dental X-ray Examinations. National Radiological Protection Board. [S.l.]. 2001.

58 HOLROYD, J. R.; GULSON, A. D. The radiation protection implications of the use of cone beam

computed tomography (CBCT) in dentristry - What You Need to Know. Chilton, Didcot, Oxfordshire.

2009.

59 HPA - HEALTH PROTECTION AGENCY. HPA-CRCE-010 - Guidance on the Safe Use of Dental Cone

Beam CT. Chilton, Didicot, Oxfordshire: HPA - Health Protection Agency, 2010.

60 HOLROYD, J. R.; WALKER, A. HPA-RPD-065 - Recommendations for the Design of X-ray Facilities

and the Quality Assurance of Dental Cone Beam CT (Computed Tomography) Systems. Chilton,

Didcot, Oxfordshire: HPA - Health Protection Agency, 2010.

61 TSIKLAKIS, K. et al. D3.4 QA Procedure Writing (QA protocol). EURATOM - SEDENTEXCT - Safety and Efficacy of a New and Emerging Dental X-ray Modality. [S.l.]. 2011.

62 BISSONNETTE, J. P.; MOSELEY, D. J.; JAFFRAY, D. A. A quality assurance program for image quality of cone-beam CT guidance in radiation therapy. Medical Physics, 35, n. 5, 2008. 1807-1815.

63 ELSTROM, U. V. et al. Evaluation of image quality for different kV cone-beam CT acquisition and reconstruction methods in the head and neck region. Acta Oncologica, 50, 2011. 908–917.

64 STOCK, M. et al. Image quality and stability of image-guided radiotherapy (IGRT) devices: A comparative study. Radiother Oncol, 93, n. 1, 2009. 1-7.

65 MAH, P.; REEVES, T. E.; MCDAVID, W. D. Deriving Hounsfield units using grey levels in cone beam computed tomography. Dentomaxillofac Radiol, 39, 2010. 323-335.

66 LAGRAVÈRE, M. O. et al. Effect of location on the density measurement and Hounsfield coversion in a NewTom 3G cone beam computed tomography unit. Dentomaxillofac Radiol, 37, 2008. 305-307. 67 BRYANT, J. A.; DRAGE, N. A.; RICHMOND, S. Study of the scan uniformity from an i-CAT cone beam computed tomography dental imaging system. Dentomaxillofac Radiol, 37, 2008. 365-374.

68 VASSILEVA, J.; STOYANOV, D. Quality control and patient dosimetry in dental cone beam CT. Rad

Prot Dosim, 139 , n. (1-3), 2010. 310-312.

69 SUOMALAINEN, A. et al. Accuracy of linear measurements using dental cone beam and conventional multislice computed tomography. Dentomaxillofac Radiol, 37, 2008. 10-17.

70 LUND, H.; GRÖNDAHL, K.; GRÖNDAHL, H.-G. Accuracy and precision of linear measurements in cone beam computed tomography Accuitomo® tomograms obtained with different reconstruction techniques. Dentomaxillofac Radiol, 38, 2009. 379-386.

71 VARGHESE, S. et al. Evaluation of the accuracy of linear measurements on spiral computed tomography-derived three-dimensional images and its comparison with digital cephalometric radiography. Dentomaxillofac Radiol, 39, 2010. 216-223.

72 LASCALA, C. A.; PANELLA, J.; MARQUES, M. M. Analysis of the accuracy of linear measurements obtained by cone beam computed tomography (CBCT-NewTom). Dentomaxillofac Radiol, 33, 2004. 291–294.

73 PINSKY, H. M. et al. Accuracy of three-dimensional measurements using cone-beam CT.

Dentomaxillofac Radiol, 35, 2006. 410–416.

74 TOMASI, C. et al. Reliability and reproducibility of linear mandible measurements with the use of a cone-beam computed tomography and two object inclinations. Dentomaxillofac Radiol, 40, 2011. 244-250.

75 GANGULY, R. et al. Accuracy of linear measurement in the Galileos cone beam computed tomography under simulated clinical conditions. Dentomaxillofac Radiol, 40, 2011. 299-305.

76 OZ, U.; ORHAN, K.; ABE, N. Comparison of linear and angular measurements using two- dimensional conventional methods and three-dimensional cone beam CT images reconstructed from a volumetric rendering program in vivo. Dentomaxillofac Radiol, 40, 2011. 492-500.

77 WHITE, S. C. Assessment of radiation risk from dental radiography. Dentomaxillofac Radiol, 21, 1992. 118–126.

78 IMPACT GROUP. Impactscan.org/ctdosimetry [webpage on the internet], 2008. Disponivel em: <http://www.impactscan.org>.

79 SAWYER, L. J. et al. Estimation of organ and effective doses resulting from cone beam CT imaging for radiotherapy treatment planning. Br J Radiol, 82, 2009. 577–584.

80 FARKAS, L. G.; KATIC, M. J.; FORREST, C. R. International Anthrophometric Study of Facial Morphology in Various Ethnics Groups/Races. J Craniofac Surg, 16(4), 2005. 615-646.

81 NATIONAL INSTITUTE OF STANDARDS AND TECHNOLOGY. X-Ray Form Factor, Attenuation, and Scattering Tables. Disponivel em: <http://physics.nist.gov/PhysRefData/FFast/html/form.html>. Acesso em: março 2012.

82 YU, L. et al. Dose and Image Quality Evaluation of a Dedicated Cone-BeamCT System for High- Contrast Neurologic Applications. AJR, 194, 2010. W193–W201.

83 GAVALA, S. et al. Radiation dose reduction in direct digital panoramic radiography. Eur J Radiol, 71, 2009. 42-48.

84 ROBERTS, J. A. et al. Effective dose from cone beam CT examinations in dentistry. Br J Radiol, 82, 2009. 35-40.

85 LUDLOW, J. D. A manufacturer's role in reducing the dose of cone beam computed tomography examinations: effect of beam filtration. Dentomaxillofac Radiol, 40, 2011. 115-122.

86 BRYANT, J. A.; DRAGE, N. A.; RICHMOND, S. CT number definition. Radiation Physics and

Chemistry, 81, 2012. 358–361.

87 YAMASCHINA, A. et al. The reliability of computed tomography (CT) values and dimensional measurements of the oropharyngeal region using cone beam CT: comparison with multidetector CT.

Dentomaxillofac Radiol, 37, 2008. 245-251.

88 SCHULZE, R. et al. Artefacts in CBCT: a review. Dentomaxillofac Radiol, 40, 2011. 265-273.

89 IPSM. Data for estimating X-ray tube total filtration. Institute of Physical Sciences in Medicine. [S.l.]. 1991.