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3 O PROCESSO CATECUMENAL E SUA INTER-RELAÇÃO COM A COMUNIDADE EVANGELIZADORA

3.4 LITURGIAS DO ITINERÁ RIO CATECUMENAL E O

FORTALECIMENT O DA FÉ BATISMA L DA COMUNIDADE

Um importante caminho de inter-relação entre o processo catecumenal de adultos e a comunidade evangelizadora a partir do polo da comunidade é a dimensão celebrativa da iniciação à vida cristã. Esta dimensão do catecumenato acontece pela retomada de uma íntima união que existia entre catequese e liturgia no cristianismo dos primeiros séculos27. A liturgia, por si só, tem uma dimensão catequética. As celebrações com sua riqueza de palavras e ações são uma verdadeira “catequese em ato” (CR 89). “Embora a sagrada Liturgia seja principalmente culto da majestade divina, é também abundante fonte de instrução para o povo fiel” (SC 33).

Na liturgia há o envolvimento corporal por cantos, gestos, vozes, silêncios, de modo que a união entre atitudes do corpo, símbolo e Palavra contribuam para uma experiência mais concreta do mistério:

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Esta consciência se fortalece no Brasil cada vez mais, principalmente com a publicação do Diretório Nacional de Catequese (ALVES DE LIMA, 2010, p. 97; DNC 115-122).

Na liturgia conjuga-se 'o que se diz' e a 'maneira de dizer'. Gestos e palavras transmitem seu sentido no próprio ato. Por isso mesmo são até mais expressivos do que discursos e ensinamentos. (…) Mais do que compreender por intelecção o importante é que se experimente algo do mistério pascal de Cristo. Se celebrado com intensidade e profundidade não haverá risco da banalização repetidora (PERUZZO, 2010, p. 33).

Uma celebração bem preparada, participada e adaptada à realidade com verdadeira dignidade e cheia do verdadeiro sentido litúrgico, educa na fé, recorda os seus conteúdos centrais, renova o ideal de vida cristã e incrementa a consciência de pertença eclesial: “O rito, ao envolver a pessoa por inteiro, marca mais profundamente do que uma simples instrução e interioriza o que foi aprendido e proclamado, realçando a dimensão de compromisso” (IVC 44). Tendo em consideração que a missa dominical é o único canal de formação na fé de muitos batizados, é urgente que se prepare com esmero as liturgias para que haja frutuosa participação (BOROBIO, 2007, p. 219-220).

O Diretório Nacional de Catequese corrobora esta ideia, afirmando a necessidade de um itinerário catequético que inclua um itinerário celebrativo como componente indispensável (DNC 118):

As festas e as celebrações são momentos privilegiados para a afirmação e interiorização da experiência da fé. O RICA é o melhor exemplo de unidade entre liturgia e catequese. Celebração e festa contribuem para uma catequese prazerosa, motivadora e eficaz que nos acompanha ao longo da vida. Por isso, os autênticos itinerários catequéticos são aqueles que incluem em seu processo o momento celebrativo como componente essencial da experiência religiosa cristã. É esta uma das características da dimensão catecumenal que hoje a atividade catequética há de assumir.

Portanto, o catecumenato procura unir catequese e liturgia, levando mais facilmente a vivência da fé dos fiéis. Assim, o itinerário celebrativo que integra o processo catecumenal de adultos pressupõe e fortalece a comunidade evangelizadora:

a) ao alimentar a fé dos catecúmenos e reforçando neles a consciência de que estão em um processo gradativo de iniciação à vida cristã, com a irrenunciável adesão à comunidade eclesial;

b) ao alimentar a fé de toda a comunidade celebrante, que renova a sua vida cristã junto com os catecúmenos que participam das celebrações realizadas junto da assembleia litúrgica;

c) ao oportunizar o envolvimento de toda a comunidade nas celebrações do catecumenato, reforçando a sua responsabilidade eclesial e evangelizadora para com os catecúmenos.

Vejamos como estes três aspectos que manifestam a inter-relação da comunidade evangelizadora e o processo catecumenal de adultos estão presentes nas principais celebrações catecumenais. Seguem as principais celebrações do itinerário: primeiramente as celebrações da Palavra e de entrega, posteriormente as celebrações do tempo de iluminação e purificação, que culminam com a celebração dos sacramentos da iniciação cristã.

3.4.1 As celeb rações da Pala vra e de entre ga

O RICA estabelece algumas celebrações da Palavra acompanhadas de bênçãos e de imposição de mãos, realizadas no final dos encontros catequéticos. São celebrações, não lições catequéticas; seu objetivo, portanto, não é instruir, mas fazer experimentar, levando o catecúmeno à participação na liturgia e à vivência da missão. Tais celebrações podem ficar a cargo do catequista do grupo, o que colabora para uma verdadeira catequese mistagógica (RICA 48). Estas celebrações colaboram na preparação para a celebração Eucarística (RICA 19). O catequista que consegue dar um tom celebrativo à catequese faz com que o grupo mergulhe no mistério e interiorize no coração a Palavra proclamada e ensinada. A catequese será celebrativa e orante ou será vazia (MARIA DO CARMO, 2010, p. 53). Deste modo, o catecumenato tem nos encontros catequéticos um momento importante para proporcionar a experiência do mistério divino explicitado como instrução28.

O RICA prevê também duas celebrações de entrega: do Símbolo e da Oração do Senhor. No Símbolo se recorda as maravilhas do Senhor na História da Salvação,

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Atualmente, fala-se de uma formação iniciática de catequistas, ou seja, é preciso formar os catequistas no espírito catecumenal (formação de inspiração catecumenal) para que estes agentes possam ser verdadeiros iniciadores, que exerçam seu ministério no espírito catecumenal, como comunicadores de uma experiência de fé que conduza ao mistério de Cristo Jesus (cf. SCALA, 2008, p. 68-77; SANTOS, 2010, p. 189-214). Nesta linha de inspiração catecumenal, a catequese seja penetrada pelo espírito do Evangelho e conduzida em harmonia com o calendário litúrgico (RICA 48), realizando a interiorização dos conteúdos de fé pela oração e celebração.

enquanto a Oração do Senhor educa para o sentido da filiação divina e da reunião fraterna dos cristãos (RICA 25).

Estes ritos podem ser realizados no tempo de iluminação e purificação durante os dias de semana, ou ainda durante o tempo do catecumenato. Se celebrados durante o tempo da instrução, evidencia-se o casamento entre os temas meditados na catequese e o rito celebrativo: pode-se celebrar a entrega do Símbolo logo após a exposição catequética sobre o Credo; e a Oração do Senhor, logo após abordar o tema da oração nos encontros catequéticos (RICA 53; 65; nn. 125-126).

Os ritos de entrega têm um profundo significado comunitário, educando os catecúmenos e toda a comunidade. Por estas celebrações toma-se consciência de que a Igreja oferece os seus tesouros; ao fazer isso, não se torna mais pobre, mas se enriquece. Ao entregar “Ela transmite o tesouro da fé (traditio) que, uma vez recebido, vivido e crescido no coração do catequizando, enriquece a própria Igreja (redditio)” (DNC 39).

No catecumenato primitivo, este duplo movimento era manifestado pela catequese sobre os tesouros recebidos e aplicação na vida dos catecúmenos. Após receber o Símbolo (Traditio Simboli), havia quinze dias de uma explicação pormenorizada do Credo. Após este tempo de meditação, os catecúmenos se reuniam para uma celebração na qual faziam a recitação pública (Redditio Simboli, a devolução do Credo). O mesmo se fazia com a oração do Pai Nosso e, em alguns lugares, com o Salmo 23 (NERY, 2001, p. 50). Sobre o significado do movimento traditio-redditio, afirma o Diretório Nacional de Catequese:

No catecumenato primitivo, a traditio era o rito da entrega do Pai Nosso e do Credo ao catecúmeno, e a redditio consistia numa espécie de avaliação, pelo qual o catecúmeno demonstrava a assimilação do conteúdo da fé. Aqui os dois termos são tomados em seu sentido figurado, conforme se diz no texto; significa também que, a Igreja transmitindo os tesouros da sua mensagem às diversas culturas (traditio) enriquece o próprio 'depósito da fé' com novas expressões (redditio), ou seja, encarna-se nestas culturas... (DNC 39; nota de rodapé).

Estes ritos alimentam a vida cristã e a fé de toda a comunidade que participa destas celebrações. Todos são convidados novamente a acolher no coração e realizar a devolução dos mesmos pela vivência destes tesouros entregues pela Igreja. Todos são convidados a professar como comunidade a fé da Igreja (O eu creio funde-se com o nós cremos – DNC 44) e a se sentir povo de irmãos que oram juntos ao Pai, como

irmãos de Cristo na graça do Espírito. Assim, a comunidade realiza sua missão de evangelizar ao entregar a riqueza da fé e, ao mesmo tempo, edifica-se como comunidade evangelizadora consciente de que deve transformar a sua fé em vida.

3.4.2 A Quaresma, as ce lebraçõe s do tempo de purificação e iluminação e os sa cramentos de inicia ção cristã

O terceiro tempo do processo catecumenal é chamado de purificação e iluminação. Inicia-se logo após o tempo do catecumenato, concomitantemente com a Quaresma. O objetivo deste tempo é renovar a comunidade dos fiéis, bem como os catecúmenos, pela liturgia, exercícios espirituais e pela preparação para o Batismo e para a Penitência. Neste tempo toda a comunidade se enriquece.

O tempo quaresmal é um tempo especificamente catecumenal. Suas riquezas espirituais preparam os catecúmenos e todo o Povo de Deus pelo seu caráter batismal e penitencial (SC 109). Historicamente, a Quaresma surgiu como preparação para os catecúmenos que estavam às portas de receber os sacramentos da iniciação cristã. Ao mesmo tempo, os penitentes públicos eram apresentados e reconciliados com Deus e com toda a comunidade, sendo readmitidos na manhã da quinta-feira santa. Portanto, este tempo nasceu de uma necessidade profundamente catecumenal: última preparação dos eleitos e reiniciação cristã dos batizados, numa época em que a coerência dos cristãos em relação ao seu Batismo era cada vez menos presente (FLORISTÁN, 1995, p. 196-199; BERGAMINI, 1994, p. 265-267; 278-279).

Hoje, as comunidades que realizam o catecumenato de adultos renovam a sua vida de fé e missão, ao evidenciar pelo processo catecumenal este sentido litúrgico e espiritual: os catecúmenos se preparam para o Batismo, enquanto os batizados revivem os seus compromissos batismais e pedem perdão pelas infidelidades diante da graça batismal recebida, participando do Sacramento da Reconciliação.

Deus não chama só alguns privilegiados à conversão, mas toda a Igreja e todos os homens. Entre os já batizados, são muitos os que romperam a comunhão eclesial pelo pecado. A todos eles convida a Igreja a reconciliar-se com Deus, com o próximo e com toda a comunidade cristã, mediante o sacramento da penitência (FLORISTÁN, 1995, p. 198).

Como o povo de Israel experimentou a libertação, agora toda a Igreja, nos quarenta dias, vive a libertação comunitária e pessoal, recebendo o perdão dos pecados. “(...) a Quaresma renova a comunidade dos fiéis juntamente com os catecúmenos e os dispõe para a celebração do mistério pascal, ao qual os sacramentos de iniciação associam cada um” (RICA 21). Este tempo relaciona-se mais à vida interior, quando os adultos purificam os corações e espíritos pelo exame de consciência, sendo iluminados pelo conhecimento de Cristo (RICA 25). A conversão e a fé são dons continuamente alimentados, não são atos que se encerram definitivamente na recepção sacramental. Por isso, a cada ano, na noite pascal, a Igreja faz com todos os fiéis a renovação das promessas do Batismo. “Inaugurou-se então a Páscoa: agora continua crescendo e desenvolvendo-se em e por nós, sempre com a presença misteriosa do Senhor, sobretudo no domingo” (ALDAZÁBAL, 2000, p. 81).

No Brasil, o tema da Campanha da Fraternidade de cada ano concretiza o chamado à conversão, sendo uma ótima oportunidade para inserir a comunidade dos catecúmenos e a comunidade dos fiéis na vida de solidariedade, reforçando a comunidade evangelizadora, encarnando na vida e na missão o mistério Pascal do Senhor. Uma comunidade missionária leva em conta a sua dimensão de serviço no mundo e integra os novos cristãos na mesma missão.

No tempo da purificação e iluminação, os catecúmenos participam de um rico itinerário celebrativo. Destacamos, a seguir, os principais ritos que ocorrem no tempo

quaresmal: 29 rito de eleição e os escrutínios, e sua vinculação com a comunidade. Por

fim, um destaque para o sentido da celebração mais importante, que confere a eles os sacramentos de iniciação cristã.

a) Rito de eleição. O nome desta celebração se deve ao fato de que a comunidade faz a eleição e a acolhida dos catecúmenos, mediante suas disposições e testemunho que o capacitem para a recepção dos sacramentos. Funda-se na escolha e eleição da parte de Deus. Nela acontece também a “inscrição do nome” (no livro dos eleitos) daqueles que agora serão chamados de eleitos ou competentes. É realizada normalmente no primeiro Domingo da Quaresma (RICA133-139). Toda a comunidade toma parte desta celebração, com a função de deliberar sobre a idoneidade dos candidatos. Também os padrinhos dão o seu testemunho diante de toda a comunidade.

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Não falaremos das celebrações de entrega, já mencionadas (que não precisam ser necessariamente celebradas no tempo de purificação e iluminação) e do rito do éfeta: celebração de unção e de escolha do nome cristão, realizado preferencialmente na manhã do Sábado Santo.

A celebração de eleição marca uma mudança de mentalidade e de costumes por parte do catecúmeno, inclusive em suas consequências sociais. (RICA 19; 23). Assim, de um lado a comunidade reforça sua consciência evangelizadora na acolhida daqueles que agora serão iniciados sacramentalmente. De outro, os fiéis tomam o mesmo caminho dos catecúmenos, trilhando agora os quarenta dias de preparação espiritual até a celebração da Páscoa do Senhor.

b) Os Escrutínios. O termo escrutínio (do latim scrutinium) significa perscrutar. De fato, o escrutínio é o momento de descobrir no coração dos eleitos o que é fraco e perverso para sanar o mal, ordenando-se o coração, purificando-o. Descobre-se também o que há de positivo, fortalecendo o eleito no caminho da verdade (RICA 25). “A finalidade dos escrutínios que se realizam por meio dos exorcismos é sobretudo espiritual. O que se procura por eles é purificar os espíritos e os corações, fortalecer contra as tentações, orientar os propósitos e estimular as vontades, para que os catecúmenos se unam mais estreitamente a Cristo e reavivem seu desejo de amar a Deus” (RICA 154). Os exorcismos libertam das consequências do mal, abrindo os adultos para a recepção dos dons do Salvador (RICA 156). Nas celebrações de escrutínios, toda a comunidade eclesial é enriquecida pela escuta da Palavra de Deus, devendo examinar a vida para crescer no seguimento de Jesus (IVC 94), além de testemunhar a última preparação dos eleitos antes dos sacramentos de iniciação cristã. Os escrutínios consistem em três celebrações, no 3o., 4o. e 5o. domingos da Quaresma, respectivamente. Seguem sempre o itinerário litúrgico do ano A, aplicado em qualquer ano quando há eleitos na comunidade, tendo nos evangelhos uma catequese batismal e iniciática. São três temas, inspirados nos evangelhos, que serão base para a eucologia dos três momentos (KONINGS, 2003, p. 76-82):

1º. Escrutínio - a Samaritana (Jo 4,5-42) – o dom da água viva: os catecúmenos e toda a comunidade são convidados a avançar no conhecimento do Senhor, acolhendo o dom da água viva e educando os desejos, reconhecendo que a verdadeira água é Cristo Jesus;

2º. Escrutínio - a cura do cego de nascença (Jo 9,1-41) – o dom da visão: ser curado da cegueira é estar com os olhos abertos à salvação, é reconhecer onde estão os verdadeiros valores, superando os vícios das trevas; a comunidade e os catecúmenos são convidados a se perceberem enviados que realizam a missão de iluminar o mundo com a luz de Cristo;

− 3º. Escrutínio - a ressurreição de Lázaro (Jo 11,1-45) – o dom da vida: as palavras de ordem de Jesus são um convite para os catecúmenos e para a comunidade confiarem na Palavra, retirando a pedra e tudo o que prende o ser humano à morte, assumindo a missão de lutar contra a morte.

c) Os sacramentos da iniciação cristã. O tempo oportuno para se conferir os sacramentos de iniciação é a Vigília Pascal, celebração que sacramentalmente atualiza de um modo pleno a obra da redenção e da perfeita glorificação de Deus, tendo uma riqueza singular (BERGAMINI, 1994, p. 351). Em casos excepcionais, pode-se celebrar em outro dia do Tempo Pascal (RICA 58). Os sacramentos são celebrados depois da benção da água (RICA 208). Os eleitos recebem os três sacramentos da iniciação cristã: o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia. A celebração dos sacramentos da iniciação cristã, chamada de terceira etapa, é a incorporação plena no mistério pascal do Senhor e o realimentar da vida pascal de toda a comunidade dos fiéis. Os sacramentos da iniciação cristã expressam simbolicamente a passagem radical do cristão: das trevas para a luz, do egoísmo à caridade, da morte à vida, morte para o pecado e ressurgimento para a vida eterna (RICA 32; Rm 6,3-4).

Toda a comunidade eclesial mostra a sua responsabilidade na iniciação à vida cristã ao estar reunida, para testemunhar a iniciação de seus irmãos e acolhê-los na comunidade, além de renovar a sua própria vida de fé e missão:

(...) o povo de Deus seja representado não somente pelos pais, padrinhos e parentes, mas também, enquanto possível, pelos amigos, familiares, vizinhos e outros membros da Igreja local. Assim, o povo de Deus, tomando parte ativa, manifestará a sua fé, exprimirá a alegria com que a Igreja recebe os neobatizados (RICA, Observações Preliminares Gerais, 7).

Percebemos, assim, que a mistagogia do itinerário litúrgico do catecumenato procura unir fé e vida, levando o grupo catecumenal e toda a comunidade a uma revisão constante de sua vida de fé e missão. Por outro lado, a comunidade toda ela evangelizadora assume o seu papel na participação das celebrações: além de participar com as respostas e aclamações, a comunidade, no dia da eleição, dá testemunho sobre os catecúmenos; na Quaresma, todos fazem a sua profissão de fé e testemunham a preparação próxima dos eleitos; no tempo da mistagogia participam das missas dos neófitos e ajudam na acolhida para que eles se sintam felizes na comunidade (RICA 41). Também a comunidade evangelizadora se

evidencia pelo grupo de agentes que colabora na iniciação dos adultos ao participar das celebrações catecumenais e ritos de transição: presbíteros, diáconos, catequistas, introdutores, padrinhos, familiares e amigos (RICA 105).

3.5 O PAPEL DA COMUNIDADE EVANGE LIZADORA NA INS ERÇÃO