• Nenhum resultado encontrado

3. MATERIAL E MÉTODOS

5.1. Comparação entre os regimes

Nos dois sistemas os problemas relativos ao desfrute do plantel são semelhantes afetando sobremaneira a atividade em termos produtivos, foram observadas diferenças significativas entre os dois regimes apenas no índice de brucelose, entretanto, quando comparados com um plantel criado em condições ideais, estas diferenças aparecem muito aquém do que realmente deveriam estar levando em consideração todos os quesitos analisados.

5.2. Índice de soro reagente à brucelose

O trabalho demonstrou índice de animais soro reagente nos rebanhos analisados em média entre 7,53% a 11,15%, estando dentro dos patamares encontrados por Vera Cardoso (1999).

Entre os regimes de criação houve diferença significativa, com um intervalo de confiança de P(0,05) e com probabilidade de 95%. No regime extensivo apresentou um índice que varia de 3,28% a 6,99% e o regime semi-extensivo apresentou de 11,19% a 17,69%, e também foi observado uma maior incidência de soro reagente à brucelose em vacas vazias quando comparados com vacas gestantes, corroborando com o fato de a brucelose ser uma doença que afeta a reprodução.

O fato de o regime semi-extensivo ter um maior índice de brucelose pode estar diretamente ligado ao mecanismo de transmissão da doença, estando em conformidade com a afirmação de Eaglesone e Garcia (1992), no qual o principal foco de contaminação dá-se por meio de anexos fetais e materiais de abortos ou de partos de vacas brucélicas, propiciando um maior contato entre vacas doentes com vacas sadias, aumentando as possibilidades de contaminação.

5.3. Taxa de fertilidade

Não há diferença entre os dois regimes para vacas em gestação. Tais resultados demonstram haver um problema muito sério nos dois sistemas visto ser a proporção de animais gestantes e animais vazios estarem totalmente desproporcional e até mesmo invertida. Evidencia-se por meio de análise descritiva que a reprodução do plantel está totalmente desregulada gerando prejuízos que irão ser discutidos e calculados quando comparados com resultados de um plantel

“Ideal”.

Foi observado um maior número de animais soro reativos que não estavam gestantes em ambos os regimes de criação, em torno de 76%, reforçando a citação de Lauar (1983) que a Brucella abortus causa sérios distúrbios reprodutivos, tais como, esterilidade temporária ou permanente.

5.4. Comparação dos resultados

Os resultados do trabalho estão de acordo com Jank (1999), que animais criados em campos de pastagens nativas ou mal manejados e pelo baixo grau de capital investido, de tecnologia empregada, de capacitação da mão-de-obra e especialização dos rebanhos nos demonstrou baixas taxas de produtividade.

Mesmo animais no sistema semi-extensivo, a alimentação básica é composta por cana-de-açúcar e capim, além de farelos e grãos. Este sistema não permitiu elevada produção e produtividade como disse Krug (2001), porém isto é devido a má qualidade do volumoso e ao manejo errôneo.

A comparação dos resultados obtidos nos dois sistemas de criação com um plantel ”ideal” mostra claramente um problema reprodutivo em nível de rebanho, tanto em sistema de criação extensivo como semi-extensivo, o número de animais gestantes está muito aquém do ideal, sendo que se espera um índice em torno de 80% de animais gestantes e 20% de animais vazios, sendo que os animais vazios devem estar recém-paridos, para se obter um parto por ano.

Considerando o número de 545 animais estudados no regime extensivo e considerando igual número para o sistema semi-extensivo, cada regime deveria ter em torno de 431 vacas em gestação, mas a realidade mostrou que no regime extensivo teve somente 179 gestações e o semi-extensivo 169 gestações, causando um enorme prejuízo econômico no quesito nascimento de bezerros. Este resultado está diretamente ligado ao número de vacas vazias que deveria ser de 89 a no máximo 114 vacas em um plantel zootecnicamente correto e foram observados 366 no regime extensivo e 376 no regime semi-extensivo.

O intervalo entre partos também está diretamente ligado à produção de bezerros e à lactação, observou-se que os produtores da região não se preocupam em dar intervalo entre uma lactação e outra para que as vacas possam se restabelecer e ter lactações de qualidade. Zootecnicamente deve-se programar um intervalo de 60 dias de descanso para as vacas no final de cada lactação que deve ser de 305 dias.

Outro ponto importante que não é observado pelos criadores é o intervalo entre o parto e a monta ou inseminação, que deve ser também em torno de 60 dias.

Foi observado nesta pesquisa que o período de lactação era em média de 471 dias e o intervalo entre partos que deveria ser de 348 dias foi em média de 538 dias.

Analisando outros dados de grande importância, podemos observar um número excessivo de vacas vazias e que não estavam em lactação, animais estes que não devem estar em nenhum plantel de leite bem organizado.

Do ponto de vista econômico, considerando que a região Norte e Noroeste Fluminense, que tem um rebanho leiteiro em torno de 400.000 vacas, essas dentro de patamares zootécnicos de criação deveriam produzir média 4.500 Kg/leite/ano, teríamos uma produção total de 1,8 bilhões/litros/ano.

Pelos resultados analisados (número de vacas em lactação, número de vacas gestantes, vazias, intervalo entre partos, número de vacas secas, tempo de lactação, dias de vacas vazias), observou-se que estas vacas não atingem mais de 1.200 litros/leite/ano, neste caso as 400.000 vacas só conseguiriam atingir 480 milhões litros/leite/ano; a diferença entre os dois regimes e um regime ideal corresponderia a 1,32 bilhões de litros/leite/ano, correspondendo a 528 milhões de reais a menos nas propriedades rurais. que se refere a produção de leite.

Considerando, ainda, o intervalo entre partos de um rebanho ideal que deve está em torno de 348 dias, os resultados obtidos nas análises dos plantéis foram em torno de 538 dias em média, podemos verificar através de cálculos matemáticos uma redução de pelo menos 268.000 partos/ano; pelos dados atuais temos somente 132.000 bezerros/ano.

Calculando-se os bezerros na desmama a um valor de venda em torno de 300 reais/cabeça, os 268.000 bezerros que deveriam ter nascidos correspondem a cerca de 80 milhões de reais.

No que se refere aos animais soro reativos para brucelose bovina o índice está em torno de 10%, considerando 400.000 vacas, são 40.000 positivas; uma vaca leiteira na região custa em média 1.200 reais, sendo soro reativas seu valor

comercial será de 5 reais cada arroba, estando em média de 13 arrobas serão pagas aos produtores 65 reais, chegando o prejuízo a 45 milhões de reais.

O impacto na economia da região Norte e Noroeste Fluminense é tão grande que milhares de empregos estão deixando de ser criados e a diminuição do faturamento pode chegar a 600 milhões de reais.

6. CONCLUSÃO

A situação produtiva do rebanho leiteiro da região Norte e Noroeste Fluminense é tão grave, no que se refere aos aspectos de produção, reprodução, sanitário e de manejo, que nem um índice elevado de brucelose bovina no rebanho causou um impacto econômico tão grande quanto à falta de tecnologia e uma extensão rural aos produtores de leite.

A pecuária de leite da região necessita urgentemente de apoio sólido em termos de financiamento, de orientação, de melhoramento genético, de controle

sanitário e de aplicação de novas tecnologias para que esta não sucumba nos próximos anos.

A produção de leite se transforma cada vez mais em uma economia de escala, onde o produtor para sobreviver necessita produzi-lo em quantidade e qualidade.

Torna-se, portanto, necessário, o desenvolvimento de programas sanitários e zootécnicos, fato esse que gerará empregos até para profissionais de nível superior, hoje tão escasso.

7. REFERÊNCIAS

AGUIAR, Adilson de Paula Almeida, ALMEIDA, Bianca Helena Passareti Junqueira.

Produção de leite a pasto: abordagem empresarial e técnica. Viçosa: Aprenda fácil, 1999. 470 p.

ACHA, P.N.; SZYFRES,B. (1986) Zoonosis y enfermidades transmissibles comunes al hombre y a los animales. 2.ed. Washington, D.C.: Organización Panamericana de la Salud.

ALVES, E. R. de A . Características do desenvolvimento da agricultura brasileira. In:

GOMES, A. T.; LEITE, J. L. B.; CARNEIRO, A. V. (Ed.). O agronegócio do leite no Brasil. Juiz de Fora: Embrapa-CNPGL, 2001. p. 11-31.

ALVIM, R. S. (2004) O que vai definir o Futuro do Leite. Rev. Balde Branco. ano XL nº 480A, p. 12-14.

ANUALPEC 2002: anuário da pecuária brasileira. São Paulo: FNP Consultoria &

Comércio, 2002. p.87.

BALDWIN, C.L.; PARENT,M. (2002) Fundamentals of host immune response aganist Brucella abortus: what the mouse model has revealed about control of infection.

Veterinary Microbiology, v.90, p. 367-382.

BANDEIRA, Arnaldo 2001 “Melhoria da Qualidade e a Modernização da Pecuária Leiteira Nacional”, in. Aloísio Teixeira Gomes, José Luiz Bellini Leite e Alziro Vasconcelos Carneiro (ed.), O Agronegócio do leite no Brasil. Juiz de Fora:

Embrapa Gado de Leite, 2001. p. 89 -100.

BANDEIRA, A. (2002) Qualidade e modernização na pecuária leiteira. Rev. Balde Branco. ano XXXVII nº 447, p.44-48.

BRASIL. Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Bovina. 9p. Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Departamento de Defesa Animal: 2004.

BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Defesa Animal. Manual Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose – PNCEBT:

legislação. Brasília: 2001. 47p.

BRICKER, J. (2002) PCR as a diagnostic tool for brucellosis. Veterinary Microbiology, v.90, p. 435-446.Brucelosis. Comparative Immunology, Microbiology and Infectious Diseases,v.16, p. 95-101.

CAMARGO, A. C. (2000). Em apoio a este ponto de vista considerar o artigo

“Intensificação de Sistemas de Produção de Leite”, baseado em palestra do Professor Flávio Augusto Portela Santos e publicado em www.bichoonline.com .br CAMPERO, C.M. (1993) Brucelosis en toros: una revisión. Veterinary Medicine, v.74,

p.8-14.

CARNEIRO, V. (1933), Em torno da febre ondulante. Brucelose bovina e sua freqüência em São Paulo. R. Soc. Paulista de Med. Vet., São Paulo, 3 (5-6) : 126.

CENTRO PANAMERICANO DE ZOONOSIS. (1982) Pruebas suplementarias para el diagnostico de la Brucelosis. Ramos Mejía: Centro Panamericano de zoonosis – OPS, (Nota Técnica n° 25)

CNA, 2000. Produção de leite. www.cna.org.br

EAGLESOME, M.D.; GARCIA, M.M. (1992) Microbial agents associated with bovine genital tratc infection and semen. Part I. Brucella abortus, Leptospira, Campylobacter fetus and Tricomonas foetus. Veterinary Bulletin, v.62, p.743-775.

EWALT, D.R.; BRICKER, B.J. Validation of the abbreviated Brucella AMOS PCR as a rapid screening method for differentiation of brucella abortus. J. Clin.Microbiol., v.38, p. 3085 – 3086, 2004.

GOMES, Sebastião Teixeira. 1999 “Matrizes de Restrições ao Desenvolvimento do Segmento da Produção de Leite na Região Sul”, in. BRESSAN, Matheus e VILELA, Duarte(eds),Restrições técnicas, econômicas e institucionais ao desenvolvimento da cadeia produtiva do leite no Brasil – Região Sul. Brasília – DF/Juiz de Fora – MG: 1999. p. 21-26.

GORVEL, J.P.; MORENO, E. (2002) Brucella intracellular life: from invasion to intracellular replication. Veterinary Microbiology, v.90, p.281-297.

de Saúde, 1993, p.63.

HESS, W.R.; ROEPKE, M.H. A nonspecific Brucella-agglutinating substance in bovine serum. Proceddings Society Experimental Biological Medicine, v.77, p.401-410, 1951.

IBGE, 1995 – 1996. Censo Agropecuário 1995-1996. Valor da produção, segundo as Mesorregiões, Microrregiões e Municípios. Sitewww.ibge.gov.br.

ICIBACI, T. (1922), Aborto contagioso bovino no Estado de São Paulo. I Congresso Nacional de Medicina Veterinária, p. 197.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2 DE JANEIRO DE 2001. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

JANK, m.s.; FARINA, E.M.; GALAN, V.B.; MILKBIZZ. A amplitude dos modelos de produção de leite no Brasil. O agribusines do leite no Brasil. São Paulo: Milkbizz, 1999.

KRUG, Ernesto Enio Budke.2001 Sistemas de produção de leite: identificação de benchmarking. Porto Alegre: Palloti.

KURODA R.B.S, L.M.S. PAULIN, C.N. NOZAKI, F.F. SILVA JUNIOR, L.

GERONUTTI, J. MEGID. prevalência da brucelose bovina na microrregião da serra de botucatu – estudo comparativo dos resultados das técnicas de soroaglutinação lenta em tubos, 2-mercaptoetanol e fixação de complemento*

Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.71, n.2, p.137-142, abr./jun., 2004

LANGENEGGER, J. (1992) Brucelose. In : CHARLES, T. P.; FURLONG, J. Doenças dos bovinos de leite adultos. Coronel Pacheco: EMBRAPACNPGL, p. 83-96.

LANGENEGGER, J. (1993) Discussões sobre brucelose In : CHARLES, J. P.;

FURLONG, J. Discussões do fórum de atualização em doenças dos bovinos de leite. Coronel Pacheco: Embrapa – CNPGL, p. 6-12.

LAUAR, N. M. Brucelose. Cati, São Paulo, n.169, 1983.

MACMILLAN, A P.; STACK, J. (2000) Bovine Brucellosis. In: OFFICE INTERNATIONAL DES EPIZOOTIES. Manual of standards for diagnostic tests and vaccines. 4.ed. Paris: office International des Epizooties, p. 328-345.

MARCONDES, Tabajara.1999 “Leite”, síntese anual da agricultura de Santa Catarina (1998-1999), ICEPA-SC, 1999. SC-AGRO 2000, CD-ROM.

MAURÍCIO, R.; COAST. P. (1998) A brucelose animal: Revisão Bibliografica.

Veterinária Técnica, Bragança,p. 46-53.

MELLO, A. e NEIVA, C. (1930), Moléstia de Bang em São Paulo. Rev. Ind. Ani.,1(4-5).

NICOLETTI, P. (1990) Bovine abortion caused by Brucella sp. In: KIRKBRIDE, C.A.(Ed.). Laboratory diagnosis of livestock abortion.3. ed. Ames: lowa State University Press, p.22-26.

NIELSEN, K. (2002) Diagnosis of Brucellosis by serology. Veterinary Microbiology, v.90, p.447-459.

NIELSEN, K., GALL, D., KELLY, W., VIGLIOCCO, A., HENNING, G., GARCIA, M.

(1996) Immunoassay development: application to enzyme immunoassay for the diagnosis of brucellosis. Nepean, Ontario: Animal Disease Research Institute.

O.I.E. Reference Laboratry of Brucellosis. Agriculture and Agri-Food Canada.

OLASCOAGA, C.R.C. (1976) Diagnóstico serologico de la Brucelosis. Zoonosis, v.18, p. 107-141.

OLIVEIRA, S.C.; SOEURT, N.; SPLITTER, G. (2002) Molecular and cellular interactions between Brucella abortus antigens and host immune responses.

Veterinary Microbiology, v.90, p.417-424.

ORGANIZÁCION MUNDIAL DE LA SALUD. Comité Mixto FAO/OMS de Expertos en Brucellosis. Sexto informe. Genebra: Organización Mundial de la Salud, 1986.

(Série de Informes Técnicos, 740).

PAULIN, L.M.& NETO, J.S.F.(2002) A experiência brasileira no combate a brucelose bovina. Inst. Biol., São Paulo, v.69, n.2, p.105-112.

POESTER, F.P.; GONÇALVES, V.S.P.; LAGE, A P. (2002) Brucellosis in Brazil.

Veterinary Microbiology, v.90, p.55-62.

RIOS, Heloísa. 2001: “Consumidor: o ator principal do agronegócio do leite no Brasil”, in. Aloísio Teixeira Gomes, José Luiz Bellini Leite e Alziro Vasconcelos Carneiro (ed.), O Agronegócio do leite no Brasil. Juiz de Fora: Embrapa Gado de Leite, 2001. p.89-100.

SAMARTINO, L.E.; ENRIGHT, F.M. (1993) Patogenesis of abortion of bovine Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuaria, Centro de Investigaciones en Ciencias Veterinarias, Buenos Aires, Argentina. 1993 Apr;16(2):95-101.

SCHURIG, G.G.; SRIRANGANATHAN, N.; CORBEL, M.J. (2002) Brucellosis vaccines: past, present and future. Veterinary Microbiology, v.90, p.479-496.

TEIXEIRA, A. C. P. Brucelose: zoonose controlada? Higiene Alimentar, v. 12, n. 54, p. 359-368, 1998.

TEIXEIRA, A. C. P.; SOUZA, C. F. A.; SÁ, M. J.S.; RIBEIRO, R. M. P.; OLIVEIRA, A.

L.; SOUZA,R. M. (1998) Brucelose: zoonose controlada? Higiene Alimentar,v. 12, n. 54, p. 23-25.

THIAGO MELLO, 1950. Arq. Inst. Biol., São Paulo, v.69, n.2, p.105-112, abr./jun., 2002

VANZINI, V. (1995) Las pruebas sorológicas utilizadas para el control de la brucelosis bovina In: INTA. Estrategias para el control de la brucelosis de los bovinos com énfasis en estabelecimentos com alta prevalencia. Estação experimental de agropecuária Rafaela. INTA, p.20.

VANZINI, V.; ECHAIDE, S. T.; LUGARESI, C.; CANAVESSIO, V.; AGUIRRE, N.;

TORRES, A. (1997) Estrategias para el control y prevencion de la Brucelosis bovina en estabelecimentos lecheros.Temas de produccion lechera. INTA, Rafaela, n. 84,

VEMULAPALLI, R.; SPIRANGANATHAN, N.; BOYLE, S.M.; SCHURIG G.G.;

Brucella abortus, enhacing vaccine efficacy and developing multivalent vaccines.

Vet. Microbial., v.90, p. 521-532, 2002

VERA CARDOSO, MELLO (1999). Prevalência da brucelose bovina na região norte e noroeste fluminense. Tese de Mestrado. UENF Campos dos Goytacazes, RJ.

YAMAGUCHI, Luiz Carlos T., MARTINS, Paulo do Carmo, CARNEIRO, Alziro V.

2001 “Produção de leite no Brasil nas três ultimas décadas”, in. Aloísio Teixeira Gomes, José Luiz Bellini Leite e Alziro Vasconcelos Carneiro (ed.), O Agronegócio do leite no Brasil. Juiz de Fora: Embrapa Gado de Leite, 2001. p.

89-100.

WYCKOFF, III, J.H. (2002) Bovine T Iymphocyte responses to Brucella abortus.

Veterinary Microbiology, v.90, p. 395-415.

Documentos relacionados