• Nenhum resultado encontrado

Marsans quer resolver o problema em Portugal,

No documento Noticias APAVT - Julho 2010 (2) (páginas 58-76)

tendo confirmado a

devolução do dinheiro

aos clientes visados.

O diretor geral do Grupo Mar- sans em Espanha fez ontem um apelo à calma e garantiu que a empresa em Portugal está a fazer todos os esforços para resolver a situação dos clientes.

“Faço um apelo à calma e rei- tero que a situação em Portugal não tem que ser afetada pela si- tuação da Marsans em Espanha”,

afirmou Ivan Losada, explicando que a Marsans Lusitânia é uma empresa “independente”, de capi- tal espanhol, mas de direito portu- guês.

“Estamos a tentar todos os esforços para ajudar a resolver a situação dos clientes afetados”,

frisou o diretor, adiantando que, neste momento, o grupo tem “um

problema de cash flow que se deve, em parte, a atrasos nos pagamen- tos de muitos dos clientes”.

Por esse motivo, “a empresa de-

volverá aos clientes a totalidade do dinheiro, em três prestações e num prazo máximo de um mês”,

como adiantou em comunicado,

nos casos “em que não fosse factí-

vel realizar a viagem por qualquer motivo imputável direta ou indi- retamente à Marsans Lusitânia”.

Losada negou ainda que tenha havido instruções para fechar as lojas e para pedir dinheiro aos clientes, sem intenção de as voltar a abrir ou de resolver a situações dos clientes afetados.

“Foi decidido dar algum des- canso ao pessoal durante o fim

de semana. Até então as pessoas que tinham ficado em terra eram um pequeno grupo cuja situação estávamos a resolver”, afirmou,

declarando-se “disponível para

que o Governo, ou qualquer ou- tra entidade, tutele a situação”.

Entretanto, a DECO, que on- tem iniciou um serviço de apoio para orientar os clientes lesados, recebeu, até às 17h30, 142 recla- mações.

Marsans. Agência de viagens vai devolver dinheiro

em três prestações, no prazo máximo de um mês

D.R.

Provedor das Agências de Viagens pede "supervisão mais séria" 06-07-2010 17:52:29

O grupo Marsans tem uma caução de apenas 25 mil euros. Montante insuficiente para pagar aos clientes, em caso de incumprimento.

O provedor dos clientes da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai propor ao Governo cauções mais realistas para as agências que operam em Portugal. Vera Jardim diz-se chocado com o valor depositado em caução obrigatória pela agência Marsans, muito abaixo do necessário para resolver os problemas causados pelo fecho dos escritórios.

"Nós temos aqui uma situação que é grave. Não é algo que possamos aceitar. Que é uma empresa com a dimensão da Marsans ter uma caução de 25 mil euros", afirmou Vera Jardim numa conferência de imprensa, acrescentando: "O caso é inédito em Portugal e pode indiciar falsas declarações".

Para o responsável, o sistema de supervisão das cauções tem de ser melhorado, assumindo - perante os jornalistas - o compromisso de "escrever a quem e direito, chamando a atenção para o problema e dando novas ideias".

O provedor pediu uma "supervisão mais séria" por parte do Turismo de Portugal, no que se refere às garantias dadas pelas empresas para precaver situações que lesem os clientes.

Vera Jardim considerou tratar-se de "um acontecimento grave para centenas ou milhares de pessoas", que "às vezes - com sacrifício - são confrontadas com uma situação que leva os direitos dos clientes".

Estas declarações surgem após a imprensa ter noticiado que a Marsans tem uma caução de apenas 25 mil euros. Montante insuficiente para pagar aos clientes, em caso de incumprimento, e inferior ao previsto por lei.

A caução é fiscalizada pelo Turismo de Portugal e deveria equivaler a 5% das vendas com viagens organizadas. Os 25 mil euros corresponderiam a vendas de 500 mil euros, quando a Marsasn gerou receitas acima de 38 milhões de euros em Portugal.

De acordo com fontes do mercado, as receitas com viagens organizadas devem rondar os dez milhões de euros, o que significa que a caução deveria ser de 250 mil euros, o máximo previsto por lei.

Grupo continua a garantir a viabilidade da empresa

Apesar das garantias do grupo espanhol de que as 30 lojas em Portugal não vão encerrar, muitas mantém-se ainda de portas fechadas e sem explicações.

Em Espanha, o tribunal nomeou já quatro administradores judiciais para o processo de falência da empresa que deverão elaborar a lista de credores e um relatório do património da companhia turística declarada em falência a 25 do mês passado. Apesar desta nomeação, o tribunal permite que os novos proprietários da Marsans possam administrar o património da companhia, desde que se mantenha a supervisão judicial.

Tiragem: 115409 País: Portugal Period.: Diária

Âmbito: Desporto e Veículos

Pág: 35

Cores: Preto e Branco Área: 9,81 x 18,44 cm² Corte: 1 de 1

ID: 30915583 06-07-2010

Marsans alvo de inquérito 06/07 - 19.30

GRUPO ARRISCA SER EXPULSO DA APAVT

A polémica instalou-se depois do súbito encerramento de todas as 30 lojas do grupo Marsans em Portugal.

Dezenas de pessoas que compraram pacotes de viagens não puderam viajar no passado fim-de-semana, visto que as agências espanholas fecharam sem aviso prévio, não emitindo os respetivos "vouchers" nem pagando aos operadores turísticos.

Em comunicado, a empresa indicou que as agências regressaram ontem ao normal funcionamento e que os clientes que se dirigissem aos seus escritórios seriam atendidos. A Marsans explica, ainda, que o encerramento foi "decisão da direção-geral da empresa, que optou por dar descanso aos empregados depois de várias semanas de jornadas intensas de trabalho". Quanto aos clientes lesados, o grupo sublinha que irá devolver "a totalidade do valor em três parcelas e no prazo máximo de um mês". Contudo, a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) já decidiu abrir um inquérito ao comportamento da Marsans, sendo que esta última corre o risco de ser expulsa da lista de associados.

Até ao fecho desta edição, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) tinha recebido, pelo menos, 142 reclamações de clientes lesados pela rede de agências de viagens.

Renascença Online , 06-07-2010

Provedor das Agências de Viagens pede "supervisão mais séria" Inserido em 06-07-2010 17:52

O grupo Marsans tem uma caução de apenas 25 mil euros. Montante insuficiente para pagar aos clientes, em caso de incumprimento.

O provedor dos clientes da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai propor ao Governo cauções mais realistas para as agências que operam em Portugal. Vera Jardim diz-se chocado com o valor depositado em caução obrigatória pela agência Marsans, muito abaixo do necessário para resolver os problemas causados pelo fecho dos escritórios.

"Nós temos aqui uma situação que é grave. Não é algo que possamos aceitar. Que é uma empresa com a dimensão da Marsans ter uma caução de 25 mil euros", afirmou Vera Jardim numa conferência de imprensa, acrescentando: "O caso é inédito em Portugal e pode indiciar falsas declarações".

Para o responsável, o sistema de supervisão das cauções tem de ser melhorado, assumindo - perante os jornalistas - o compromisso de "escrever a quem e direito, chamando a atenção para o problema e até dando ideias".

O provedor pediu uma "supervisão mais séria" por parte do Turismo de Portugal, no que se refere às garantias dadas pelas empresas para precaver situações que lesem os clientes.

Vera Jardim considerou tratar-se de "um acontecimento grave para centenas ou milhares de pessoas", que "às vezes - com sacrifício - são confrontadas com uma situação que leva os direitos dos clientes".

Estas declarações surgem após a imprensa ter noticiado que a Marsans tem uma caução de apenas 25 mil euros. Montante insuficiente para pagar aos clientes, em caso de incumprimento, e inferior ao previsto por lei.

A caução é fiscalizada pelo Turismo de Portugal e deveria equivaler a 5% das vendas com viagens organizadas. Os 25 mil euros corresponderiam a vendas de 500 mil euros, quando a Marsasn gerou receitas acima de 38 milhões de euros em Portugal.

De acordo com fontes do mercado, as receitas com viagens organizadas devem rondar os dez milhões de euros, o que significa que a caução deveria ser de 250 mil euros, o máximo previsto por lei.

Grupo continua a garantir a viabilidade da empresa

Apesar das garantias do grupo espanhol de que as 30 lojas em Portugal não vão encerrar, muitas mantém-se ainda de portas fechadas e sem explicações.

Em Espanha, o tribunal nomeou já quatro administradores judiciais para o processo de falência da empresa que deverão elaborar a lista de credores e um relatório do património da companhia turística declarada em falência a 25 do mês passado. Apesar desta nomeação, o tribunal permite que os novos proprietários da Marsans possam administrar o património da companhia, desde que se mantenha a supervisão judicial.

O grupo foi comprado a 9 de Junho por 600 milhões de euros, um valor que já inclui as dívidas de 341 milhões de euros.

Provedor das Agências de Viagens pede "supervisão mais séria" 06-07-2010 17:52

O grupo Marsans tem uma caução de apenas 25 mil euros. Montante insuficiente para pagar aos clientes, em caso de incumprimento.

O provedor dos clientes da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai propor ao Governo cauções mais realistas para as agências que operam em Portugal. Vera Jardim diz-se chocado com o valor depositado em caução obrigatória pela agência Marsans, muito abaixo do necessário para resolver os problemas causados pelo fecho dos escritórios.

"Nós temos aqui uma situação que é grave. Não é algo que possamos aceitar. Que é uma empresa com a dimensão da Marsans ter uma caução de 25 mil euros", afirmou Vera Jardim numa conferência de imprensa, acrescentando: "O caso é inédito em Portugal e pode indiciar falsas declarações".

Para o responsável, o sistema de supervisão das cauções tem de ser melhorado, assumindo - perante os jornalistas - o compromisso de "escrever a quem e direito, chamando a atenção para o problema e até dando ideias".

O provedor pediu uma "supervisão mais séria" por parte do Turismo de Portugal, no que se refere às garantias dadas pelas empresas para precaver situações que lesem os clientes.

Vera Jardim considerou tratar-se de "um acontecimento grave para centenas ou milhares de pessoas", que "às vezes - com sacrifício - são confrontadas com uma situação que leva os direitos dos clientes".

Estas declarações surgem após a imprensa ter noticiado que a Marsans tem uma caução de apenas 25 mil euros. Montante insuficiente para pagar aos clientes, em caso de incumprimento, e inferior ao previsto por lei.

A caução é fiscalizada pelo Turismo de Portugal e deveria equivaler a 5% das vendas com viagens organizadas. Os 25 mil euros corresponderiam a vendas de 500 mil euros, quando a Marsasn gerou receitas acima de 38 milhões de euros em Portugal.

De acordo com fontes do mercado, as receitas com viagens organizadas devem rondar os dez milhões de euros, o que significa que a caução deveria ser de 250 mil euros, o máximo previsto por lei.

Grupo continua a garantir a viabilidade da empresa

Apesar das garantias do grupo espanhol de que as 30 lojas em Portugal não vão encerrar, muitas mantém-se ainda de portas fechadas e sem explicações.

Em Espanha, o tribunal nomeou já quatro administradores judiciais para o processo de falência da empresa que deverão elaborar a lista de credores e um relatório do património da companhia turística declarada em falência a 25 do mês passado. Apesar desta nomeação, o tribunal permite que os novos proprietários da Marsans possam administrar o património da companhia, desde que se mantenha a supervisão judicial.

Rostos.pt , 06-07-2010

Turismo de Portugal - ESCLARECIMENTO MARSANS Caução da Marsans Lusitânia encontra-se válida

O Turismo de Portugal repudia quaisquer insinuações sobre falta de fiscalização, que não têm qualquer fundamento, uma vez que, enquanto entidade responsável pelo licenciamento das agências de viagens, verifica o cumprimento dos requisitos legais para o exercício desta actividade e o cumprimento das normas legais em vigor. - refere um comunicado que recebemos na nossa redacção.

Divulgamos o comunicado integral do Turismo de Portugal:

Na sequência de algumas notícias que têm sido divulgadas nos últimos dias sobre a caução da Agência de Viagens Marsans, o Turismo de Portugal informa:

1. As agências de viagens que operam em Portugal têm de prestar uma caução correspondente a 5% do valor das vendas das viagens organizadas que tenham sido efectuadas pela agência no ano anterior, devendo este montante ser comunicado ao Turismo de Portugal pelo representante legal da empresa, com base em declaração emitida pelo técnico oficial de contas. 2. Este valor tem como limites mínimo e máximo, respectivamente, 25.000 e 250.000 euros.

3. A caução da Marsans Lusitânia encontra-se válida e tem um montante de 25.000 euros, uma vez que a Marsans, no período relevante para o cálculo da caução, de acordo com informação do TOC da empresa, não vendeu viagens organizadas efectuadas pela agência, mas terá vendido apenas viagens organizadas por outras agências ou operadores.

4. Note-se que é prática habitual a existência de agências retalhistas (caso da Marsans Lusitânia) que contratam com outras agências (operadores) a organização de viagens, não fazendo elas próprias esses trabalhos de agregação.

Nestas situações, a lei prevê que os consumidores, em caso de incumprimento, possam accionar as cauções da agência com quem contrataram directamente mas também as cauções das agências operadoras que organizaram a viagem, nos termos do artigo 47º, nº 2, do Decreto-Lei nº 209/97, de 13 de Agosto, na redacção em vigor.

5. No entanto, e sem esquecer que também os operadores acima referidos têm que prestar caução em valor proporcional ao das viagens por si organizadas, certo é que a responsabilidade pela veracidade e correcção de todas as informações processuais prestadas à Autoridade Turística Nacional é de cada uma das agências, seus responsáveis e seus técnicos oficiais de contas.

6. Caso se não confirme a veracidade das informações prestadas no processo administrativo, poderá ser cassado o respectivo alvará de agência de viagens e, portanto, inibido o exercício da actividade e mesmo responsabilizados os seus dirigentes por falsas declarações.

7. Resta acrescentar que não cabe ao Turismo de Portugal decidir do destino a dar ao dinheiro das cauções mas sim a uma Comissão Arbitral independente que também integra representantes da Direcção-geral do Consumidor, da DECO e da APAVT, associação empresarial do sector.

Essa Comissão Arbitral tem um funcionamento próprio e autónomo, para ela sendo dirigidas todas as queixas recebidas no Turismo de Portugal em termos de conflitos de consumo relacionados com viagens organizadas.

Quanto ao depósito das cauções, o Turismo de Portugal é a entidade pública a quem essas verbas estão confiadas por lei, não havendo cobertura legal para entregá-las a outras instituições, quer sejam associações de consumidores quer responsáveis de organismos criados pelas associações empresariais do sector.

8. O Turismo de Portugal repudia quaisquer insinuações sobre falta de fiscalização, que não têm qualquer fundamento, uma vez que, enquanto entidade responsável pelo licenciamento das agências de viagens, verifica o cumprimento dos requisitos legais para o exercício desta actividade e o cumprimento das normas legais em vigor.

9. Caso os consumidores pretendam, deverão solicitar o accionamento das cauções no prazo de 20 dias úteis, através de carta ou e-mail dirigido ao Turismo de Portugal.

Lisboa, 6 de Julho de 2010 O Departamento de Comunicação

Provedor do cliente defende melhor fiscalização das garantias dadas pelas agências

Lisboa, 06 jul (Lusa) - O provedor do cliente da APAVT defendeu hoje uma melhor fiscalização e supervisão no domínio das garantias exigidas às agências pelo Turismo de Portugal, para que os consumidores sejam mais bem protegidos.

"O caso da agência Marsans é inédito em Portugal e pode indiciar falsas declarações", disse hoje Vera Jardim, numa conferência de imprensa como provedor do cliente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens (APAVT), em Lisboa.

O responsável considerou tratar-se de "um acontecimento grave para centenas ou milhares de pessoas", que "às vezes - com sacrifício - são confrontadas com uma situação que leva os direitos dos clientes".

SIC - Jornal da Noite , 06-07-2010 Dívidas nas Agências Marsans Hora:20:00:00

Duração:00:01:52

O Provedor do Cliente doas Agências de Viagens lamenta que oTurismo de Portugal não tenha fiscalizado caução entregue no passado pela Marsans. Declarações deVera Jardim, Provedor do Cliente das Agências de Viagens, Pedro Costa Ferreira, APAVT.

Dívidas nas Agências Marsans Hora:22:01:00

Duração:00:02:03

O Provedor do Cliente das Agências de Viagens lamenta que o Turismo de Portugal não tenha fiscalizado caução entregue no passado pela Marsans. Declarações deVera Jardim, Provedor do Cliente das Agências de Viagens, Pedro Costa Ferreira, APAVT.

SIC Notícias - Jornal das Duas , 06-07-2010 Dívidas das Viagens Marsans

Hora:14:13:00 Duração:00:02:14

Os clientes burlados pela agência de viagens Marsans dificilmente conseguirão recuperar o dinheiro. A agência alterou a contabilidade para poder entregar às autoridades apenas a caução mínima de 25 mil euros destinadas a eventuais indemnizações. Declarações de Luís Patrão, Instituto de Turismo de Portugal.

APAVT abriu processo disciplinar a Marsans

A Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo abriu ontem um processo disciplinar "com vista à exclusão da Marsans e de todas as empresa do Grupo de associadas da APAVT".

A informação, lançada ontem no site da Associação, inclui aconselhamento aos clientes "lesados pela má prática desta agência de viagens", aos quais se indica que devem enviar reclamações ao Provedor do Cliente das Agências de Viagens e Turismo, à Comissão Arbitral do Turismo de Portugal, ou ainda aos tribunais.

Na informação no site da APAVT lê-se ainda que "a esmagadora maioria dos operadores com actividade em Portugal não tem conhecimento das reservas feitas junto da Marsans, porque não recebeu os respectivos quantitativos" pelo que a Associação apela aos clientes Marsans que contactem o operador turístico "junto de quem supostamente esta efectuou a reserva", para que seja "em conjunto, avaliada a possibilidade de minimizar os inconvenientes desta inqualificável situação". Tanto João Passos, presidente da APAVT, como Vera Jardim, Provedor do Cliente das Agências, tinham já classificado a situação como inadmissível, tendo Vera Jardim falado mesmo em "caso de polícia". O Provedor dá hoje uma conferência de imprensa sobre o tema.

turisver.com , 06-07-2010

Marsans Lusitana garante agências abertas e devoluções a clientes lesados

A Marsans Lusitana lançou ontem um comunicado no qual garante que as 30 agências da rede em Portugal estão abertas e a operar "com normalidade", embora a meio do dia de ontem tal não se verificasse, com várias agências fechadas. Quanto aos clientes que não puderam realizar as suas viagens, a empresa garante "devolver aos clientes a totalidade do valor em três parcelas e no prazo máximo de um mês".

"As 30 agências da rede das Viagens Marsans Lusitana reabriram hoje, dia 5, as portas ao público e operam com normalidade, atendendo todos os clientes que se dirigem aos seus escritórios.". Assim começa o comunicado ontem divulgado, resposta da Marsans Lusitana a toda a polémica que tem envolvido as agências da marca, depois de neste fim-de-semana vários clientes terem ficado em terra e de várias notícias darem conta do encerramento da rede. No entanto, no comunicado afirma-se que "a actividade foi interrompida durante o fim-de-semana por decisão da Direcção Geral da empresa, que optou por dar descanso aos empregados depois de várias semanas de jornadas intensas de trabalho".

Segundo a informação que a Marsans Lusitana enviou ontem à imprensa, todas as agências receberam instruções "para solucionar os eventuais problemas dos clientes que tenham adquirido viagens", e "nos casos em que não foi possível realizar a viagem por motivos imputáveis directa ou indirectamente às Viagens Marsans Lusitana, a empresa irá devolver aos clientes a totalidade do valor em três parcelas e no prazo máximo de um mês.". Um prazo que, reconhece a Marsans Lusitana, decorre de "problemas de tesouraria que afectam a empresa, consequência de atrasos de pagamento por parte de alguns clientes de grande dimensão." No entanto, no comunicado são desmentidas "informações que referem problemas de

No documento Noticias APAVT - Julho 2010 (2) (páginas 58-76)

Documentos relacionados