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MEIO AMBIENTE

No documento APOSTILA PARA A DISCIPLINA (páginas 41-60)

Órgãos e Política Ambiental em Minas Gerais

O Sistema Estadual do Meio Ambiente (SISEMA), caracterizado por um sistema de administração ambiental com a efetiva participação do governo e da sociedade civil, é composto por diversos órgãos, cada qual dotado de atribuições específicas, de modo a atender às exigências da política

nacional do meio ambiente.

Na formação atual figuram como órgãos a SEMAD (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) e os Conselhos Estaduais de Política Ambiental (COPAM) e de Recursos Hídricos (CERH), além dos

órgãos vinculados, FEAM (Fundação Estadual do Meio Ambiente), IEF (Instituto Estadual de Florestas) e IGAM (Instituto Mineiro de Gestão das Águas).

SEMAD

atua como secretaria executiva do Conselho Estadual de Política Ambiental e do Conselho de Recursos Hídricos, exercendo a coordenação e o planejamento do Sistema Estadual do Meio

Ambiente como um todo, visando alcançar o desenvolvimento sustentável. COPAM

é um conselho normativo e deliberativo que formula a política estadual do meio ambiente, através de suas Deliberações Normativas, tendo inclusive, poder de polícia, o que o legitima a aplicar sanções previstas em lei, como multas ou até mesmo embargos e suspensão das atividades.

Formado por 34 Conselheiros distribuídos em 7 Conselhos Regionais e 7 Câmaras Especializadas.

CERH

(Conselho Estadual de Recursos Hídricos) é o responsável pela política de gestão das águas no Estado. Sua tarefa é propor o Plano Estadual de Recursos Hídricos, estabelecer critérios de

cobrança pelo uso da água, incentivar a criação dos comitês de bacia e deliberar sobre as decisões de cada comitê.

FEAM

(Fundação Estadual do Meio Ambiente) executa e implanta políticas de preservação e proteção do meio ambiente relacionadas com a infra- estrutura e as atividades minerárias e industriais. Monitora a qualidade do ar, das águas e do solo onde são desenvolvidas estas atividades, promove a educação e a pesquisa ambiental, fiscaliza projetos e empresas, além de subsidiar o

COPAM no licenciamento ambiental. IEF

(Instituto Estadual de Florestas) propõe, coordena e executa a atividade agrícola, pecuária e florestal. É o órgão responsável pela preservação da vegetação, dos recursos naturais renováveis,

através da administração de parques e reservas estaduais, estações ecológicas e áreas de proteção ambiental destinadas à preservação e à conservação. Promove pesquisas em biomassas

e biodiversidades. Concede autorizações para supressão de vegetação, controle de pesca e instrução de processos de licenciamento ambiental junto à Câmara competente do COPAM.

IGAM

(Instituto Mineiro de Gestão das Águas) responde pela concessão de outorga de direito de uso das águas estaduais. Coordena, incentiva e orienta a criação dos Comitês de bacias hidrográficas para

gerenciar o desenvolvimento sustentável de determinada região. ÓRGÃOS MUNICIPAIS

As Secretarias de Meio Ambiente de cada Município, auxiliam e muitas vezes determinam na política local de meio ambiente. Elas são responsáveis por emitir as Licenças Ambientais.

Conceitos:

RESOLUÇÃO Nº 237 , DE 19 DE dezembro DE 1997

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições e competências que lhe são conferidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentadas pelo Decreto nº 99.274, de 06 de junho de 1990, e tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno, e

...

Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições:

I - Licenciamento Ambiental: procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais , consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso.

II - Licença Ambiental: ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente, estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental.

III - Estudos Ambientais: são todos e quaisquer estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização, instalação, operação e ampliação de uma atividade ou empreendimento, apresentado como subsídio para a análise da licença requerida, tais como: relatório ambiental, plano e projeto de controle ambiental, relatório ambiental preliminar, diagnóstico ambiental, plano de manejo, plano de recuperação de área degradada e análise preliminar de risco.

IV – Impacto Ambiental Regional: é todo e qualquer impacto ambiental que afete diretamente (área de influência direta do projeto), no todo ou em parte, o território de dois ou mais Estados.

...

Art. 8º - O Poder Público, no exercício de sua competência de controle, expedirá as seguintes licenças:

I - Licença Prévia (LP) - concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação; II - Licença de Instalação (LI) - autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes, da qual constituem motivo determinante;

III - Licença de Operação (LO) - autoriza a operação da atividade ou empreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação.

Parágrafo único - As licenças ambientais poderão ser expedidas isolada ou sucessivamente, de acordo com a natureza, características e fase do empreendimento ou atividade.

Alem das licenças citadas os empreendimento de baixo impacto poderão requerer Autorização Ambiental de Funcionamento - AAF

Bibliografia

www.meioambiente.mg.gov.br/regularizacao-ambiental/autorizacao-de- funcionamento-aaf

www.feam.br

Exercícios

10.1. O que é Licença Ambiental? 10.2. Quando é necessário licenciar?

10.3. O uso da água de um poço artesiano para empreendimento industrial, deve ser regularizado junto ao órgão público?

10.4. Para um manejo de floresta, a quem deve-se pedir autorização? 10.5. Um comércio precisa de ser licenciado? Em qual licença?

Capítulo 12 – NR 25

NR 25 - NORMA REGULAMENTADORA 25

RESÍDUOS INDUSTRIAIS

25.1 Entende-se como resíduos industriais aqueles provenientes dos processos industriais, na forma sólida, líquida ou gasosa ou combinação dessas, e que por suas características físicas, químicas ou microbiológicas não se assemelham aos resíduos domésticos, como cinzas, lodos, óleos, materiais alcalinos ou ácidos, escórias, poeiras, borras, substâncias lixiviadas e aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como demais efluentes líquidos e emissões gasosas contaminantes atmosféricos.

25.2 A empresa deve buscar a redução da geração de resíduos por meio da adoção das melhores práticas tecnológicas e organizacionais disponíveis.

25.3 Os resíduos industriais devem ter destino adequado sendo proibido o lançamento ou a liberação no ambiente de trabalho de quaisquer contaminantes que possam comprometer a segurança e saúde dos trabalhadores.

25.3 Os resíduos industriais devem ser eliminados dos locais de trabalho através de métodos, equipamentos ou medidas adequados, sendo proibido o lançamento ou a liberação no ambiente de trabalho de quaisquer contaminantes que possam comprometer a segurança e saúde dos trabalhadores, sob a forma de matéria ou energia, direta ou indiretamente. (Redação alterada pela Portaria SIT 253/2011.)

25.3.1 As medidas, métodos, equipamentos ou dispositivos de controle do lançamento ou liberação dos contaminantes gasosos, líquidos e sólidos devem ser submetidos ao exame e à aprovação dos órgãos competentes.

25.3.2 Os resíduos líquidos e sólidos produzidos por processos e operações industriais devem ser adequadamente coletados, acondicionados, armazenados, transportados, tratados e encaminhados à adequada disposição final pela empresa.

25.3.2.1. Em cada uma das etapas citadas no subitem 25.3.2 a empresa deve desenvolver ações de controle, de forma a evitar risco à segurança e saúde dos trabalhadores.

25.3.3 Os resíduos sólidos e líquidos de alta toxicidade e periculosidade devem ser dispostos com o conhecimento, aquiescência e auxílio de entidades especializadas/públicas e no campo de sua competência.

25.3.3 Os resíduos sólidos e líquidos de alta toxicidade, periculosidade, os de alto risco biológico e os resíduos radiativos devem ser dispostos com o conhecimento, aquiescência e auxílio de entidades especializadas/públicas e no campo de sua competência. (Redação alterada pela Portaria SIT 253/2011.)

25.3.3.1 Os rejeitos radioativos devem ser dispostos conforme legislação específica da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN. (Redação inclusa pela Portaria SIT 253/2011)

25.3.3.2 Os resíduos de risco biológico devem ser dispostos conforme previsto nas legislações sanitária e ambiental. (Redação inclusa pela Portaria SIT 253/2011)

25.4 A empresa deve atender todos os critérios de potabilidade para a água fornecida aos trabalhadores e utilizada para ingestão, preparo de alimentos e higiene corporal. (Revogado pela Portaria SIT 253/2011)

25.5 Os trabalhadores envolvidos em atividades de coleta, manipulação, acondicionamento, armazenamento, transporte, tratamento e disposição de resíduos devem ser capacitados pela empresa, de forma continuada, sobre os riscos envolvidos e as medidas de controle e eliminação adequadas.

25.5 Os trabalhadores envolvidos em atividades de coleta, manipulação, acondicionamento, armazenamento, transporte, tratamento e disposição de resíduos devem ser capacitados pela empresa, de forma continuada, sobre os riscos envolvidos e as medidas de eliminação e controle adequado dos mesmos.(Redação alterada pela Portaria SIT 253/2011.)

RESÍDUOS INDUSTRIAIS(Redação alterada pela Portaria SIT 227/2011).

25.1. Resíduos gasosos.

25.1.1. Os resíduos gasosos deverão ser eliminados dos locais de trabalho através de métodos, equipamentos ou medidas adequadas, sendo proibido o lançamento ou a liberação nos ambientes de trabalho de quaisquer contaminantes gasosos sob a forma de matéria ou energia, direta ou indiretamente, de forma a serem ultrapassados os limites de tolerância estabelecidos pela Norma Regulamentadora - NR 15. (125.001-9 / I4)

25.1.2. As medidas, métodos, equipamentos ou dispositivos de controle do lançamento ou liberação dos contaminantes gasosos deverão ser submetidos ao exame e à aprovação dos órgãos competentes do Ministério do Trabalho, que, a seu critério exclusivo, tomará e analisará amostras do ar dos locais de trabalho para fins de atendimento a estas Normas. (125.002-7/ I3)

25.1.3. Os métodos e procedimentos de análise dos contaminantes gasosos estão fixados na Norma Regulamentadora - NR 15.

25.1.4. Na eventualidade de utilização de métodos de controle que retirem os contaminantes gasosos dos ambientes de trabalho e os lancem na atmosfera externa, ficam as emissões resultantes sujeitas às legislações competentes nos níveis federal, estadual e municipal.

25.2. Resíduos líquidos e sólidos.

25.2.1. Os resíduos líquidos e sólidos produzidos por processos e operações industriais deverão ser convenientemente tratados e/ou dispostos e/ou retirados dos limites da indústria, de forma a evitar riscos à saúde e à segurança dos trabalhadores. (125.003-5 / I4)

25.2.2. O lançamento ou disposição dos resíduos sólidos e líquidos de que trata esta norma nos recursos naturais - água e solo - sujeitar-se-á às legislações pertinentes nos níveis federal, estadual e municipal.

25.2.3. Os resíduos sólidos e líquidos de alta toxicidade, periculosidade, os de alto risco biológico e os resíduos radioativos deverão ser dispostos com o conhecimento e a aquiescência e auxílio de entidades especializadas/públicas ou vinculadas e no campo de sua competência.

Técnica de disposição de resíduos sólidos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando os impactos ambientais (IPT, 1995).

Método que utiliza princípios de engenharia para confinar resíduos sólidos à menor área possível e reduzí-los ao menor volume possível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão da jornada de trabalho ou a intervalos menores, se necessário (IPT, 1995).

Bibliografia

http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/residuos/res13.html

Exercícios

12.1. O que trata a Norma ABNT NBR 10004?

12.2. O que os órgãos ambientais tem haver com a NR 25? 12.3. Pesquise o que é aterro sanitário

Capítulo 13 – NR 26

NORMA REGULAMENTADORA Nº 26

SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA (Redação dada pela Portaria SIT 229/2011)

26.1 Cor na segurança do trabalho

26.1.1 Devem ser adotadas cores para segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir acerca dos riscos existentes.

26.1.2. As cores utilizadas nos locais de trabalho para identificar os equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar tubulações empregadas para a condução de líquidos e gases e advertir contra riscos, devem atender ao disposto nas normas técnicas oficiais.

26.1.3 A utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de acidentes. 26.1.4 O uso de cores deve ser o mais reduzido possível, a fim de não ocasionar distração, confusão e fadiga ao trabalhador.

26.2 Classificação, Rotulagem Preventiva e Ficha com Dados de Segurança de Produto Químico 26.2.1 O produto químico utilizado Nº local de trabalho deve ser classificado quanto aos perigos para a segurança e a saúde dos trabalhadores de acordo com os critérios estabelecidos pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização das Nações Unidas.

26.2.1.2 A classificação de substâncias perigosas deve ser baseada em lista de classificação harmonizada ou com a realização de ensaios exigidos pelo processo de classificação.

26.2.1.2.1 Na ausência de lista nacional de classificação harmonizada de substâncias perigosas pode ser utilizada lista internacional.

26.2.1.3 Os aspectos relativos à classificação devem atender ao disposto em norma técnica oficial vigente.

26.2.2 A rotulagem preventiva do produto químico classificado como perigoso a segurança e saúde dos trabalhadores deve utilizar procedimentos definidos pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização das Nações Unidas.

26.2.2.1 A rotulagem preventiva é um conjunto de elementos com informações escritas, impressas ou gráficas, relativas a um produto químico, que deve ser afixada, impressa ou anexada à embalagem que contém o produto.

26.2.2.2 A rotulagem preventiva deve conter os seguintes elementos: a)identificação e composição do produto químico;

b)pictograma(s) de perigo; c)palavra de advertência; d)frase(s) de perigo; e)frase(s) de precaução; f)informações suplementares.

26.2.2.3 Os aspectos relativos à rotulagem preventiva devem atender ao disposto em norma técnica oficial vigente.

26.2.2.4 O produto químico não classificado como perigoso a segurança e saúde dos trabalhadores conforme o GHS deve dispor de rotulagem preventiva simplificada que contenha, no mínimo, a indicação do nome, a informação de que se trata de produto não classificado como perigoso e recomendações de precaução.

26.2.3 O fabricante ou, Nº caso de importação, o fornecedor no mercado nacional deve elaborar e tornar disponível ficha com dados de segurança do produto químico para todo produto químico classificado como perigoso.

26.2.3.1 O formato e conteúdo da ficha com dados de segurança do produto químico devem seguir o estabelecido pelo Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização das Nações Unidas.

26.2.3.1.1 No caso de mistura deve ser explicitado na ficha com dados de segurança o nome e a concentração, ou faixa de concentração, das substâncias que:

a)representam perigo para a saúde dos trabalhadores, se estiverem presentes em concentração igual ou superior aos valores de corte/limites de concentração estabelecidos pelo GHS para cada classe/ categoria de perigo; e

b)possuam limite de exposição ocupacional estabelecidos.

26.2.3.2 Os aspectos relativos à ficha com dados de segurança devem atender ao disposto em norma técnica oficial vigente.

26.2.3.3 O disposto no item 26.2.3 se aplica também a produto químico não classificado como perigoso, mas cujos usos previstos ou recomendados derem origem a riscos a segurança e saúde dos trabalhadores.

26.2.3.4 O empregador deve assegurar o acesso dos trabalhadores às fichas com dados de segurança dos produtos químicos que utilizam Nº local de trabalho.

26.2.4 Os trabalhadores devem receber treinamento:

a)para compreender a rotulagem preventiva e a ficha com dados de segurança do produto químico; b)sobre os perigos, riscos, medidas preventivas para o uso seguro e procedimentos para atuação em situações de emergência com o produto químico.

Cores para Segurança (Norma ABNT NBR

7195/1995)

Vermelho 1547 Para distinguir e indicar equipamentos e aparelhos de proteção contra incêndio e combate a incêndio.

Amarelo 2586 Indica “cuidado”. Assinala partes baixas de escadas e portáteis,

corrimãos, parapeitos, pisos, partes inferiores de escadas que apresentam perigo, etc.

Azul 4845 É a cor empregada para indicar uma ação obrigatória, por exemplo: o uso de EPI; impedir a movimentação ou energização de equipamentos (por ex.:”não desligue esta chave”).

Preto 0010 É a cor empregada para identificar coletores de resíduos, exceto os de origem de serviços de saúde.

Laranja 1867 Indicar partes móveis e perigosas de máquinas e equipamentos, face externa de engrenagens, face interna de caixa protetora de dispositivos elétricos, entre outros.

Verde 3263 Indica “segurança”. Identifica caixa de equipamento de socorro de

urgência, chuveiros de segurança, macas, quadros para exposição de cartazes e avisos de segurança, etc.

Púrpura Munsell 10P 4/10 Indica os perigos provenientes das radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares, e recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais e equipamentos contaminados, etc.

Branco 0095 Indica passadiços e corredores de circulação por meio de faixas, localização de coletores de resíduos e bebedouros, áreas destinadas a armazenagens, etc.

Bibliografia

http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr26.htm

http://pt.slideshare.net/jvmrocha/apresentao-nr-26-sinalizao-de-segurana

Exercícios

13.1. Localize na internet 5 placas identificadoras?

13.2. Qual item da NR 26 faz com que a ABNT 7195 tenha força de lei?

13.3. Desenhe, utilizando a cor correta uma placa com uso obrigatório de óculos. 13.4. Dê um exemplo de frase de precaução ( item 26.2.2.2 da NR 26)

Capítulo 9 – nr 15

INSALUBRE

Para se fazer deslizar um corpo sobre o outro, deve-se vencer uma força de resistência do movimento. A essa força, que tende a se opor ao movimento, denominamos força de atrito, resistência de atrito ou simplesmente atrito.

Figura 2 – Exemplo DE ÁREA INSALUBRE

Exercícios

9.1. O que são fluidos de corte? 9.2. Qual a função do óleo refrigerante?

9.3. Apenas os líquidos são utilizados como refrigerantes? Explane 9.4. Porque não podemos utilizar água como refrigerante?

9.5. Quais são os processos mais comuns na recuperação de fluído refrigerante? 9.6. O 9.7. O 9.8. O 9.9. O 9.10. O 9.11. O 9.12. O 9.13. O 9.14. O 9.15. O

Capítulo 11 - nr 16

Operações Perigosas

Há muitos séculos atrás o homem descobriu que com aquecimento e resfriamento podia modificar as propriedades mecânicas de um aço, isto é, torná-los mais duro, mais mole, mais maleável, etc.

Figura 3 – exemplo de operações perigosas

Exercícios

11.1. Diferencie revenimento de normalização

11.2. Faça um gráfico esquemático (temperatura x alteração) do revenimento 11.3. Quando é recomendado fazer o tratamento de têmpera?

11.4. Quando é indicado a martêmpera?

11.5. O que pode ocorrer ao resfriar um aço de alto carbono na água, após o tratamento de têmpera? 11.6. A curva TTT nos ajuda em que?

11.7. ç 11.8. ç 11.9. ç 11.10. ç 11.11. ç 11.12. ç 11.13. ç 11.14. ç 11.15. ç

Capítulo 12 – NR 20

Líquidos ssss

Soldagem é um processo de união de peças especialmente metálicas, podendo extrapolar este conceito à outros materiais como plásticos por exemplo.

Figura 4 – exmla´dlkf

Metalurgia da solda

O processo de união metálica por solda pode ter resultados na qualidade e características de resistência mecânica dos produtos diferentes. A diferença é encontrada nas variantes que envolvem o processo de soldagem, como tipo de solda, tipo do metal base e parâmetros diversos.

A figura 63 descreve um pouco dos EPI’s necessários para a execução de soldagem. A proteção do soldador é necessária pelo fato de que a solda pode trazer ao operador riscos respiratórios, e principalmente de queima.

Figura 5 – Epi’s para manuseio em processo de soldagem

Exercícios

12.1. Descreva a soldagem por ultra-som.

12.2. O comprimento da chama do processo de soldagem a gás faz diferença no mesmo. Porque? 12.3. Porque é recomendado o uso de máscaras para a soldagem?

12.4. Qual a diferença entre a soldagem TIG e MAG?

12.5. Refaça a figura 47 em um gráfico de linhas, conforme o parágrafo da metalurgia da solda. 12.6. Podemos soldar plástico? Como e quais opções.

12.7. Porque necessita-se de dois gases para soldagem a gás 12.8. ´ 12.9. ´ 12.10. ´ 12.11. ´ 12.12. ´ 12.13. ´ 12.14. ´ 12.15. ´

Capítulo 13 – NR 25

Resíduos industriais

necessários para a execução de soldagem. A proteção do soldador é necessária pelo fato de que a solda pode trazer ao operador riscos respiratórios, e principalmente de queima.

Figura 6 – Epi’s para manuseio em processo

Exercícios

13.1. Desenhe os símbolos padrão ANSI?

13.2. Desenhe um fluxograma para a fabricação de pastel

INÍCIO PEDIDO DO CLIENTE EMISSÃO DO PEDIDO PARA A PRODUÇÃO PEGAR A MATÉRIA-PRIMA COLOCÁ-LA NO TORNO USINAR CONTAR CONTROLAR EMBALAR EXPEDIR (CLIENTE).

13.3. Desenhe um fluxograma para a fabricação de parafuso1

O cliente solicitou à empresa um pedido de parafuso urgente, o depto comercial deverá verificar se existe a matéria-prima correspondente, se existir o pedido vai para a produção, se não vai para compras que deverá entregar o pedido à produção e a matéria-prima ao almoxarifado. A produção leva (depois do almoxarifado) a matéria-prima para o torno, o operador produz o parafuso que deverá ser auditado, se aprovado vai para expedição se reprovado e tiver recuperação volta para o torno, as sem recuperação vão para sucata. Na expedição expede-se para o cliente.

A empresa produz parafusos especiais (receber desenhos). Se o parafuso for cabeça redonda será forjado e usinado, caso contrário será apenas usinado. Após a usinagem o parafuso é laminado. Após a laminação o parafuso sofrerá tratamento superficial que

No documento APOSTILA PARA A DISCIPLINA (páginas 41-60)

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