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CAPÍTULO VII Protótipo do MGP para o DiSEN

7.3 Funcionamento do Protótipo

7.3.1 Menu para o Gerente Geral

O menu para o gerente geral contém as seguintes opções: local, processo, métrica, perfil, recurso material e tipo de artefato.

Primeiramente, o local é instalado fazendo com que as informações apareçam na janela como mostra a Figura 21. Por isso, no momento da instalação, deve-se cadastrar o usuário que será o gerente do local e o local. O gerente geral pode então alterar quem é o gerente do local.

As demais janelas disponibilizadas para o gerente geral possibilitam ao gerente geral cadastrar:

a) os processos da organização, com suas fases, atividades, seqüência de fases, seqüência de atividades, recurso material necessário para executar a atividade, perfil necessário para executar a atividade;

b) as métricas que serão associadas ao processo, às fases do processo, às atividades do processo, etc.;

c) o perfil que será associado à atividade e que também será associado ao usuário;

d) os recursos materiais com seus tipos e fornecedores. Podendo também associar o recurso material ao local, considerando que cada local irá trabalhar com uma determinada série de recursos materiais; e,

e) os tipos de artefato que podem ser gerados com a execução das atividades.

Figura 21. Janela para Consulta e Alteração de Dados do Local.

A janela para cadastramento de processos está apresentada na Figura 22. Desta janela podemos ir para a janela de cadastramento de fases (2) como está descrito no Apêndice C.

Temos os dados para identificação dos processos que são nome e versão apresentados e os botões que podem ser pressionados de acordo com o desejado pelo usuário. Todas as janelas de cadastro possuem este formato.

Figura 22. Janela para Cadastramento de Processo.

Como visto no Item 4.4.1, todo processo de desenvolvimento de software possui fases, dependência entre as fases, atividades e dependência de atividades dentro das mesmas. As fases do processo podem ser cadastradas da mesma forma com a digitação do nome e descrição, e para cadastrar as atividades, escolhe-se a fase à qual pertencem. Para definir a dependência entre as fases, seleciona-se uma das fases e a fase dependente. Além disso, em outra janela é possível determinar a dependência existente entre as fases. Já a dependência entre as atividades pode ser uma dependência de dados ou somente de seqüência. E, ainda, para cada atividade pode-se associar o perfil e o recurso material necessários para executá-la, informando o nível e a quantidade necessária do recurso respectivamente. As janelas nas quais é possível fazer o descrito aqui estão no Apêndice E (Figuras 40 a 45).

Também está disponível ao gerente geral o cadastramento das métricas como mostra a janela da Figura 23 e, após isso, serão associadas ao processo, fase do processo, atividade do processo, projeto, fase do projeto, atividade do projeto, tarefa, fornecedor, cliente. Algumas métricas são coletadas automaticamente como por ex.: o esforço-hora gasto para executar a atividade que vai coletar essa informação toda vez que o engenheiro de software estiver trabalhando na tarefa. O engenheiro deve, toda vez que entrar no sistema, informar em qual tarefa está trabalhando. A Figura 46 mostra como pode ser realizada a associação da métrica com uma atividade do processo. Algumas das associações das métricas já estão cadastradas, como por exemplo, a mudança de requisitos nas fases, que está prevista no trabalho de Nitta (2005). Outro tipo de coleta automática de métrica é o esforço-hora que está associado à

tarefa e será armazenado sempre que o engenheiro de software estiver trabalhando em uma tarefa.

Figura 23. Janela para Cadastramento de Métricas.

Figura 24. Janela para Cadastramento de Perfil.

Outra opção para o gerente geral é o cadastramento do perfil de atividade ou usuário temos a Figura 24. O perfil pode ser um treinamento, conhecimento ou habilidade e o nível que cada perfil pode ter também deve ser cadastrado (Figura 49 do Apêndice E).

É importante manter um controle sobre os recursos materiais da organização.

Inicialmente, para realizá-lo, deve-se manter um cadastro dos recursos materiais como mostra a Figura 25. Cada local poderá ter recursos materiais disponíveis. O estado do recurso material pode ser disponível e não disponível. Este controle deve ser realizado para licenças de software. A quantidade é a existente no momento do cadastramento e a quantidade utilizada deve ser atualizada sempre que houver consumo do recurso. Por exemplo, podemos ter uma compra de 10 computadores e após a alocação do recurso para um projeto a quantidade utilizada seja 4. Essa quantidade é utilizada para se manter um controle quando da associação do recurso para um determinado projeto.

Figura 25. Janela para Cadastramento do Recurso Material.

Já, os fornecedores podem ser cadastrados pela janela da Figura 26. Caso o fornecedor forneça apenas serviços, basta o seu cadastro sem associá-lo a um recurso material.

Figura 26. Janela para Cadastramento de Fornecedores.

Também podem ser associadas métricas ao fornecedor (Figura 27), o que está de acordo com a avaliação de fornecedores descrita no CMMI (SEI, 2002). As métricas de avaliação dos fornecedores deverão ter seus valores informados por aqueles que mantêm contato direto com o fornecedor. A avaliação deverá então, ser realizada pelo gerente de projeto e gerentes locais. Essa avaliação será usada para futuras contratações.

Figura 27. Janela para Cadastrar Métricas para Avaliar o Fornecedor.

As métricas associadas aos fornecedores podem avaliar a pontualidade e a qualidade dos produtos e serviços e, podem ser definidas com pontuação (1 a 10) dada a cada item. Se

um recurso ou serviço não estiver de acordo, ou houver qualquer reclamação sobre o mesmo, o gerente de projeto saberá imediatamente pois receberá esta informação como um problema na execução da tarefa e, essa informação deve ser repassada ao gerente local, que irá realizar a avaliação do fornecedor. Tudo que o gerente de projeto recebeu como problema e quiser repassar ao gerente local, pode ser repassado pelo cadastro de problemas.

A última opção permite o cadastramento do tipo de artefato que cada atividade gera, como mostra a Figura 47 no Apêndice E. O tipo de artefato pode ser um: diagrama de use-case, um diagrama de seqüência, documento, etc.