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milagres fé fé Sinais e milagres “Presto testemunho do poder e consolo que é o dom do

Espírito Santo para aqueles que são dignos de tê-lo. Que segurança para nós é saber que não fomos deixados sozinhos na busca do curso que devemos seguir a fim de merecer as bênçãos eternas do Pai Celestial. Não precisamos de métodos de avaliação humanos para determinar o que devemos ler, assistir e ouvir, ou como devemos conduzir nossa vida. O que realmente precisamos fazer é viver de modo a sermos dignos da companhia constante do Espírito Santo e a coragem de seguir as inspirações que recebemos na vida.” (A

• Como a parábola das dez virgens se relaciona com a preparação para a vinda do Senhor? (Ver v. 54; ver também Mateus 25:1–13; D&C 45:56–57.)

• Por que os justos serão separados dos iníquos? (Ver v. 54; ver também 2 Néfi 30:10; D&C 86:7.)

Leia a letra ou cante o hino “Alegres Cantemos”. (Hinos, nº 3.) Incentive os alunos a viverem cada dia como se fosse o dia da vinda do Senhor.

Doutrina e Convênios 63:60–64. O nome de Jesus Cristo é sagrado e precisa ser usado com cuidado. (15–20 minutes)

Diga aos alunos que poucos anos depois de ser chamado como Apóstolo, Spencer W. Kimball precisou ser submetido a uma cirurgia muito delicada. Leia o seguinte relato:

Pergunte aos alunos:

• O que vocês aprenderam com esse relato sobre a intensidade dos sentimentos do Élder Kimball em relação ao Salvador? • O que esse relato nos ensina sobre as pessoas que usam o

nome do Salvador de modo descuidado?

• Como vocês se sentem ao ouvir o nome do Senhor ser usado de modo impróprio?

• O que podemos fazer para ajudar a solucionar esse problema? Mostre uma gravura do Salvador e pergunte:

• O que significa tomar sobre nós o nome de Jesus Cristo? • O que significa tomar Seu nome em vão?

Depois de algum tempo de debate sobre essas questões, discuta a declaração do Élder James E. Talmage, no comentário sobre Doutrina e Convênios 63:61–64, no Manual do Aluno de Doutrina e

Convênios: Religião 324–325, p. 135.

Leia Doutrina e Convênios 64:60–64 e discuta maneiras

adequadas de usarmos Seu nome. Os seguintes pontos podem ser úteis:

• Só use o nome do Senhor de maneira autorizada por Ele. (Por exemplo: nas orações, bênçãos do sacerdócio e testemunhos; ver v. 62.)

• Use-o quando guiado pelo Espírito. (Ver v. 64.)

Leia a seguinte declaração do Élder Dallin H. Oaks:

Introdução

O Senhor chamou nossa época de “dia de sacrifício”. (D&C 64:23) De acordo com Lectures on Faith, compilados sob a direção do Profeta Joseph Smith, “Uma religião que não exige sacrifício de todas as coisas jamais terá poder suficiente para produzir a fé necessária para a vida e salvação”. (1985, p. 69.) O Élder Bruce R. McConkie explicou: “O sacrifício implica em renunciar às coisas deste mundo por causa das promessas de bênçãos a serem recebidas num mundo melhor. Na perspectiva eterna, não há sacrifício em renunciar a todas as coisas, mesmo à própria vida, se a vida eterna for alcançada por meio disso”. (Mormon Doctrine, 2.a ed., 1966, p. 664.)

Doutrina e Convênios 64 registra mandamentos do Senhor que irão, por meio do espírito de sacrifício, preparar-nos para Sua vinda.

Alguns Importantes Princípios do Evangelho a

Serem Procurados

• Deus perdoa a todos os que se arrependerem, exceto os que “pecaram para morte”. (Ver D&C 64:1–4, 7–10; ver também Mosias 26:29–32.)

• Recebemos o mandamento de perdoar às outras pessoas. Se nos recusarmos, em nós permanece o pecado maior. (Ver D&C 64:8–14; ver também Mateus 18:21–35; Marcos 11:25–26; Mosias 26:30–31.)

Doutrina e Convênios 64

“O nome do Pai e o do Filho são usados com autoridade quando ensinamos reverentemente e prestamos

testemunho Deles, quando oramos e quando realizamos as ordenanças sagradas do sacerdócio.

Não há palavras mais sagradas ou significativas em toda a nossa língua do que os nomes de Deus, o Pai, e Seu Filho Jesus Cristo.

Como lemos no Livro de Mórmon, depois que o Salvador apareceu ao povo deste continente, Ele ensinou-lhes que deviam tomar sobre si o nome de Cristo:

‘Porque por esse nome sereis chamados no último dia. E todo aquele que tomar sobre si o meu nome e perseverar até o fim, será salvo no último dia’. (3 Néfi 27:5–6)” (Conference Report, abril de 1986, p. 66; ou

Ensign, maio de 1986, p. 50.)

“No Hospital St. Mark, em Salt Lake City, ele foi colocado sob anestesia geral e operado, depois foi levado de maca até seu quarto. Ainda sob o efeito dos sedativos, Spencer sentiu que sua maca parava junto de um elevador e ouviu o atendente, irado com alguma coisa, profanar o nome do Senhor. Semiconsciente, ele pediu com dificuldade para falar: ‘Por favor, não diga isso. Eu O amo mais do que qualquer coisa neste mundo. Por favor’. Fez-se silêncio absoluto. Então o atendente replicou brandamente: ‘Eu não devia ter dito isso. Desculpe’”. (Edward L. Kimball e Andrew E. Kimball Jr., Spencer W. Kimball: Twelfth President of The

• O Senhor exige um coração obediente e uma mente solícita. (Ver D&C 64:22–24, 33–36; ver também Isaías 1:19–20; Morôni 7:5–9; D&C 97:8.)

• O Senhor declarou que nossa época “é um dia de sacrifício e um dia para o dízimo de meu povo”. (Ver D&C 64:23; ver também Malaquias 3:8–10.)

Recursos Adicionais

• História da Igreja na Plenitude dos Tempos: Religião 341–343, p. 108. • Manual do Aluno de Doutrina e Convênios: Religião 324–325, pp.

136–139.

Sugestões Didáticas

A apresentação 10 da Fita de Vídeo de Doutrina e Convênios e

História da Igreja, “Exige-se que Perdoemos” (7:24) pode

ser usada para ensinar Doutrina e Convênios 64:2–13. A

apresentação 11, “Um Coração e uma Mente Solícita” (7:28), pode ser usada para ensinar Doutrina e Convênios 64:34. (Ver Guia de

Vídeo de Doutrina e Convênios e História da Igreja para sugestões

didáticas.)

Doutrina e Convênios 64:3, 7. Deus perdoa a todos os que se arrependem, exceto os que “pecaram para morte” (os filhos da perdição). (15–20 minutes)

Mostre uma toalha e três recipientes, um cheio de lama, o segundo com uma água morna e ensaboada, e o terceiro com água limpa. Peça a um aluno que coloque a mão na lama e erga-a para que todos a vejam. Pergunte:

• De que atividades uma pessoa com mãos sujas não pode participar?

• Onde uma pessoa coberta de lama se sentiria pouco à vontade? Por quê?

Peça aos alunos que leiam Doutrina e Convênios 64:3, 7. Pergunte:

• Que palavras nesses versículos poderiam ser comparadas à lama?

• Quais são alguns dos efeitos do pecado?

• Como o pecado afeta a nossa confiança e nosso sentimento de auto-estima?

Peça ao aluno com a mão enlameada que lave e enxágüe a mão na água que foi providenciada. Peça à classe que marque as palavras dos versícuos 3 e 7 que podem ser comparadas à lavagem. Discuta as seguintes perguntas:

• Como o arrependimento se assemelha ao sabão? • Quem o Senhor disse que pode ser perdoado?

• Há alguém que não pode ser perdoado? Se houver, quem são? (Ver v. 7.)

Explique aos alunos que aqueles que “pecaram para morte” são chamados de “filhos de perdição”. Leia Doutrina e Convênios 76:31–32 e as seguintes declarações. O Profeta Joseph Smith ensinou:

O Élder Spencer W. Kimball, quando era membro do Quórum dos Doze Apóstolos, escreveu:

(Nota: Esse assunto será discutido mais detalhadamente na seção

76.)

Pergunte: Por que acham que algumas pessoas que não pecaram para morte acreditam não poderem ser completamente

perdoadas?

Mostre uma gravura de Jesus Cristo. Leia com os alunos Doutrina e Convênios 58:42 e marque a referência remissiva para Doutrina e Convênios 64:7. Testifique-lhes que a Expiação de Jesus Cristo proporciona a purificação para todos os que se arrependerem sinceramente. Leia e discuta as seguintes declarações. O Presidente Gordon B. Hinckley disse:

O Presidente Boyd K. Packer, Presidente Interino do Quórum dos Doze, disse:

“Exceto para poucos que decidem seguir o caminho da perdição depois de terem conhecido a plenitude, não há hábito, vício, rebelião, transgressão, apostasia nem crime que não se inclua na promessa de total perdão. (…) São tantos os que vivem sentindo-se culpados, tendo o alívio a seu alcance. Existem muitas pessoas semelhantes à imigrante que economizou, privando-se de tudo, vendendo tudo o que possuía para comprar a passagem mais barata que encontrou para os Estados Unidos. “Nunca pensem que não podem ser perdoados. Nosso Pai Celestial os ama. Ele é nosso Pai. Ele é nosso Pai no céu. Tem grande preocupação por nós. Ele estende-nos a mão com amor e perdão”. (Teachings of Gordon B.

Hinckley, p. 231.)

“O pecado contra o Espírito Santo exige tanto conhecimento que se torna impossível para o homem comum cometer essa transgressão.” (O Milagre do Perdão, p. 123.)

“Todos os pecados serão perdoados, exceto aquele contra o Espírito Santo, pois Jesus salvará a todos, exceto os filhos de perdição. O que deve fazer o homem para cometer o pecado imperdoável? Tem que receber o Espírito Santo, ter os céus abertos a ele e conhecer Deus, e depois pecar contra ele. Depois de haver pecado contra o Espírito Santo, para ele não há mais arrependimento. Terá de dizer que o sol não brilha, enquanto o vê; terá de contestar Jesus Cristo, quando os céus lhe forem abertos, e negar o plano de salvação, com os olhos abertos para a realidade dele; e desse momento em diante, passa a ser um inimigo.” (Ensinamentos do

Doutrina e Convênios 64:8–11 (Conhecimento de Escritura, Doutrina e Convênios 64:9–11). Recebemos o mandamento de perdoar às outras pessoas. Se nos recusarmos, conosco permanecerá o pecado maior.

(35–40 minutes)

Diga aos alunos que as cascavéis são serpentes venenosas muito comuns nas Américas. A picada da cascavel causa dor, inchaço, formigamento e palidez. Se não for tratada, pode causar necrose tecidual ou mesmo a morte do paciente. Pergunte aos alunos: Além da dor física, o que acham que sentiriam se fossem picados por uma cascavel? Saliente que algumas pessoas que são picadas, por medo ou raiva, postergam o tratamento para tentarem pegar ou matar a serpente. Discuta as seguintes perguntas:

• Por que é insensato caçarmos uma cascavel quando seu veneno está em nosso sistema sangüíneo? (Durante o tempo em que caçarmos a serpente, o veneno estará colocando em risco nossa vida e saúde.)

• Leia Doutrina e Convênios 64:8–9. O que nesses versículos pode ser comparado ao veneno da cascavel?

• Por que a recusa em perdoar é um “pecado maior” do que as transgressões que as outras pessoas cometeram contra nós? Leia a seguinte declaração.

Leia o versículo 10 e pergunte:

• De acordo com esse versículo, a quem devemos perdoar? • Como devemos cumprir essa difícil tarefa? (Ver v. 11.) • Por que o Senhor pode fazer um juízo adequado do

arrependimento de uma pessoa?

• Por que é melhor deixar que Deus julgue a outra pessoa do que nós a julgarmos pessoalmente?

Diga aos alunos que durante o período de perseguição em Missouri, o Élder William W. Phelps caiu em apostasia, traiu os membros da Igreja e tornou-se inimigo do Profeta. Leia os seguintes trechos de uma carta que o irmão Phelps escreveu para Joseph Smith, depois de passar algum tempo afastado da Igreja:

Em resposta, o Profeta escreveu:

“É verdade que sofremos muito em conseqüência de seu comportamento—a taça de fel, já bastante cheia (…), quase transbordou quando você se voltou contra nós. Alguém com quem muitas vezes nos reunimos em agradável conselho e desfrutamos muitos momentos felizes no Senhor. ‘Se tivesse sido um inimigo, poderíamos ter suportado’. (…)

No entanto, tomamos a taça, a vontade de nosso Pai foi cumprida. (…) E tendo sido libertados das mãos de homens iníquos pela misericórdia de nosso Deus, dizemos que você terá o privilégio de ser libertado dos poderes do adversário (…) e retomar seu lugar entre os santos.

Crendo ser real a sua confissão e genuíno o seu arrependimento, ficaremos felizes em novamente estender-lhe a mão direita da amizade. (…) “Percebi a insensatez de meus atos. (…) Desejo arrepender-me e viver, e peço a meus antigos irmãos que me perdoem, e mesmo que me repreendam até a morte, ao menos morrerei com eles, porque seu Deus é meu Deus. (…)

Conheço minha situação, vocês a conhecem e Deus também, mas desejo ser salvo se meus amigos me ajudarem. (…) Agi mal e estou arrependido. A trave está em meu próprio olho. (…) Peço o perdão de todos os santos, em nome de Jesus Cristo. (…) Desejo voltar a seu convívio; se não me puderem concedê-lo, peço-lhes sua paz e amizade.” (History of the Church, 4:142.)

negando-lhe as bênçãos de perdão proporcionadas pela expiação. Essa filosofia está saturada de motivos impuros que visam destruir a alma.” (Otten e Caldwell,

Sacred Truths, 1:314.)

“Por que nossa salvação está em risco quando deixamos de perdoar às outras pessoas? (…) Por que esse é o ‘pecado maior’? Quando assumimos a atitude de recusar o perdão a nosso semelhante, estamos tentando bloquear seu progresso rumo à salvação. Essa atitude é satânica e nossos motivos não são de Cristo. Estamos procurando impedir o progresso de uma alma viva e Ela racionou as parcas provisões que havia trazido consigo. Ainda assim, elas acabaram logo no início da viagem. Quando os outros iam fazer as refeições, ela permanecia em sua cabine no convés inferior,

determinada a sofrer o que fosse necessário. Finalmente, no último dia, ela decidiu dar-se ao luxo de pagar uma refeição a fim de conseguir forças para o que tinha de enfrentar. Ao perguntar o preço, descobriu que todas as refeições haviam sido incluídas no preço da passagem. A grande manhã do perdão pode não chegar

imediatamente. Não desistam se fracassarem no início. Com freqüência, a parte mais difícil do arrependimento é perdoar-se a si mesmo. O desânimo faz parte da prova. Não desistam. A radiante manhã chegará.” (Conference Report, setembro-outubro de 1995, pp. 22–24; ou Ensing, novembro de 1995, pp. 19–20.)

Diga aos alunos que William W. Phelps continuou na Igreja e morreu como membro fiel. O irmão Phelps escreveu a letra de muitos hinos da Igreja, inclusive “Hoje, ao Profeta Louvemos” (Hinos, nº 14), que afirmava seu grande amor pelo Profeta Joseph Smith. Discuta as seguintes perguntas:

• Por que perdoar a William W. Phelps foi difícil para os santos e Joseph Smith?

• Como esse relato da história da Igreja se aplica a nós? • Como vocês se sentiram quando suas desculpas foram aceitas

pela outra pessoa?

• O que o perdão ao próximo pode ensinar-nos sobre a Expiação do Salvador para nossos pecados?

Peça aos alunos que discutam como eles podem encontrar força interna para perdoar. Preste testemunho da paz que sentimos quando perdoamos aos outros as ofensas que nos fizeram. Leia a letra ou cante o hino “Hoje, ao Profeta Louvemos” ou “Sim, Eu Te Seguirei” (Hinos, nº 134).

Doutrina e Convênios 64:22, 34. O Senhor exige um coração obediente e uma mente solícita. (15–20 minutes)

Mostre a gravura Joseph Recebe as Placas de Ouro (Pacote de Gravuras do Evangelho, nº 406). Peça aos alunos que leiam Joseph Smith—História 1:46 e pergunte:

• Que advertência Morôni fez a Joseph Smith em relação às placas?

• Que motivo Joseph tinha para ficar com as placas?

• Que outros motivos poderiam ter tentado Joseph quando ele viu as placas? (Ver História da Igreja na Plenitude dos Tempos, p. 40.)

• Que diferentes motivos as pessoas podem ter para cumprir os mandamentos?

Leia Doutrina e Convênios 64:22, 34 e discuta as seguintes perguntas:

• Além da obediência, o que o Senhor exige de nós?

• Como nossa obediência seria diferente se obedecêssemos com má vontade?

Desenhe um coração e uma cabeça no quadro-negro e escreva

coração e mente.

Pergunte aos alunos o que eles acham que o coração e a mente representam. Diga-lhes que o coração dá vida ao corpo físico enviando-lhe sangue. O coração também simboliza o centro da vida espiritual do homem. Dar nosso coração fisicamente significa dar nossa vida. Dar nosso coração espiritualmente significa colocar o Senhor no centro de nossa vida. Nossa mente representa nossos pensamentos e nossa habilidade de exercer nossa vontade ou arbítrio. Quando o Senhor pede uma mente solícita, Ele está pedindo que escolhamos segui-Lo sem ser forçados a isso. (Ver o comentário referente a D&C 64:22 no

Manual do Aluno de Doutrina e Convênios: Religião 324–325, p. 137.)

Leia a seguinte declaração do Élder Dallin H. Oaks:

Doutrina e Convênios 64:23–25

(Conhecimento de Escritura, Doutrina e Convênios 64:23). O Senhor declarou que nossa época “é um dia de sacrifício e um dia para o dízimo de meu povo”. (15–20 minutes)

Pergunte aos alunos:

• Qual foi o maior ato de sacrifício que viram na última semana? • Que impressão ele lhes causou? Por quê?

• O que significa sacrificar?

Escreva no quadro-negro a declaração de Lectures on Faith da introdução da seção 64, acima. Peça aos alunos que discutam como isso se aplica à vida deles. Leia Doutrina e Convênios 64:23–25 e o cabeçalho da seção 119 de Doutrina e Convênios. Pergunte:

• De acordo com o cabeçalho da seção 119 de Doutrina e Convênios, o que a palavra dízimo de Doutrina e Convênios 64:23 significa?

S M T W TH F S

“Precisamos não apenas fazer o certo. Temos que agir pelos motivos certos. A expressão moderna é um bom

motivo. As escrituras freqüentemente indicam essa

atitude mental correta com as palavras de todo o coração ou com real intenção.

As escrituras deixam claro que Deus conhece nossos motivos e julgará nossas ações de acordo com eles. Se não agirmos pelos motivos certos, nossas ações não serão contadas como retidão. (…)

(…) É o motivo que dá vida e legitimidade aos atos do crente.” (Pure in Heart, 1988, pp. 15–16.)

coração

mente

Sua carta foi lida para os santos no domingo passado, e eles foram consultados sobre seus sentimentos, sendo então unanimemente resolvido que W. W. Phelps deve ser recebido em nosso convívio.

‘Venha, irmão querido, pois a guerra passou, Porque aqueles que foram amigos a princípio, enfim serão amigos novamente.’

Seu sempre amigo, Joseph Smith Jr.” (History of the

• Como o pagamento do dízimo mostra nosso amor pelo Senhor?

• Que sacrifício Ele pede em Doutrina e Convênios 64:25? • De que modo vocês podem ofertar seu trabalho ao Senhor? Peça aos alunos que leiam Alma 22:18; 3 Néfi 9:20 procurando o que mais nos foi pedido que sacrificássemos. Peça aos alunos que contem exemplos de ocasiões em que voluntariamente ofertaram algo (que não seja dinheiro) ao Senhor. Peça aos alunos que discutam as seguintes perguntas:

• O que aprenderam ao fazer essas ofertas? • Como vocês se sentiram?

• Por que é importante que o sacrifício seja voluntário? • Como a oferta voluntária ao Senhor nos prepara para a

Segunda Vinda de Jesus Cristo?

Leia a declaração do Élder Rudger Clawson, que na época era membro do Quórum dos Doze, no comentário referente a Doutrina e Convênios 64:23 no Manual do Aluno de Doutrina e

Convênios: Religião 324–325, p. 138. Você pode também ler a

seguinte declaração do Élder Gordon B. Hinckley, que na época era membro do Quórum dos Doze:

Introdução

No início de 1834, Wilford Woodruff, um converso recém- batizado, chegou a Kirtland e encontrou-se com o Profeta Joseph Smith e seu irmão Hyrum. O Presidente Woodruff recordou mais tarde:

“Na noite do domingo, o Profeta convocou todos os portadores do sacerdócio a se reunirem na pequena escola de madeira que havia ali. Era uma casa pequena, com uns quatro metros quadrados. Mas comportava todo o Sacerdócio da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias que se encontrava na época na Cidade de Kirtland (…). Quando nos reunimos, o Profeta conclamou os Élderes de Israel a com ele prestarem testemunho desta obra. (…) Quando terminaram, o Profeta disse: ‘Irmãos, fui muito edificado e instruído por seus testemunhos esta noite, mas quero dizer-lhes perante o Senhor que vocês conhecem tanto sobre os destinos desta Igreja e reino quanto um bebê no colo de sua mãe. Vocês não compreendem’. Fiquei muito surpreso. Ele disse: ‘Vocês vêem apenas um pequeno grupo de portadores do sacerdócio aqui reunidos nesta noite, mas esta Igreja irá encher a América do Norte e do Sul, ela encherá o mundo’.” (Conference Report, abril de 1898, p. 57.)

Estamos vendo hoje o cumprimento da profecia de Joseph Smith, quando a Igreja apresenta um crescimento nunca visto. Doutrina e Convênios 65 confirma que a pedra descrita por Daniel é o evangelho de Jesus Cristo, e ela está-se espalhando por toda a Terra. O Presidente Gordon B. Hinckley acrescentou seu testemunho:

“A pequena pedra cortada da montanha, sem mãos, como na visão de Daniel, está rolando para encher toda a Terra. (Ver Daniel 2:44–45.) Nenhuma força abaixo dos céus poderá pará-la, se caminharmos em retidão e formos fiéis e verdadeiros. O próprio Todo-Poderoso está à nossa testa.” (Conference Report, abril de 1995, p. 95; ou Ensign, maio de 1995, p. 71.)

Alguns Importantes Princípios do Evangelho a

Serem Procurados

• A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é o reino de Deus na Terra. Ela existe para preparar o mundo para a Segunda Vinda de Jesus Cristo. (Ver D&C 65; ver também