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III – NÃO EDIFICADOS: COTA PADRÃO ESPECÍFICA NÃO EDIFICADA = 50% DA COTA PADRÃO GERAL

Seção V Sujeito Passivo

III – NÃO EDIFICADOS: COTA PADRÃO ESPECÍFICA NÃO EDIFICADA = 50% DA COTA PADRÃO GERAL

ALÍNEAS ZONAS FISCAIS PERCENTUAL SOBRE A COTA PADRÃO ESPECÍFICA

DESTA CATEGORIA

A 1ª Zona Fiscal 80% (oitenta por cento)

B 2ª Zona Fiscal 70% (setenta por cento)

C 3ª Zona Fiscal 60% (sessenta por cento)

D 4ª Zona Fiscal 50% (cinqüenta por cento)

§ 4º. Os valores da tabela acima serão reduzidos em 50% (cinqüenta por cento)

quando os imóveis objeto do lançamento, forem localizados em vilas, distritos e povoados.

§ 5º. Quando em razão de seu tamanho, o imóvel receber iluminação oriunda de vários

logradouros e sua área for superior a 700m² (setecentos metros quadrados), terá lançamento especial da contribuição, considerando-se neste caso, uma cota padrão específica, para cada lâmpada dos logradouros que beneficiá-lo com iluminação.

§ 5º. Os valores da tabela acima serão reduzidos em 50% (cinqüenta por cento)

quando os imóveis edificados objeto do lançamento, forem localizados em vilas, distritos e povoados. (Redação dada pela Lei Complementar nº 140, de 2007).

§ 6º. Quando em razão de seu tamanho, o imóvel receber iluminação oriunda de vários

logradouros e sua área for superior a 700m² (setecentos metros quadrados), terá lançamento especial da contribuição, considerando-se neste caso, uma cota padrão específica, para cada lâmpada dos logradouros que beneficiá-lo com iluminação, e no caso do Distrito Agro-industrial de Anápolis deverá ser aplicado ainda um percentual de 130%

sobre a cota padrão especifica estabelecida no inciso VI deste artigo. (Redação dada pela

Lei Complementar nº 140, de 2007).

§ 7°. A partir do exercício fiscal de 2008 deverá ser aplicado um fator de correção de

cálculo “fk” sobre a cota padrão geral caso o valor total apurado com base neste artigo seja

inferior ao custo estabelecido no art. 182 na proporção de igualar o custo ao valor previsto de arrecadação. (Incluído pela Lei complementar nº 140, de 2007)

Seção IV Arrecadação

Art. 186. A cobrança da Contribuição de Iluminação Pública será feita:

I – dos contribuintes de imóveis edificados, mediante convênio com a CELG,

juntamente com o talão tarifário da referida concessionária de energia elétrica, mensalmente, por unidade de consumo, ou economia autônoma edificada;

II – dos contribuintes de imóveis não edificados, através de guia específica anexada ao

carnê de cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano.

Art. 187. Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a celebrar convênio com a

companhia energética fornecedora de energia para fins de cobrança e arrecadação da CIP.

Seção V Isenção

Art. 188. São isentos da Contribuição de Iluminação Pública os imóveis:

I - as unidades de consumo definidas pela CELG, que consomem por mês até 50 KWH

de energia;

II – das entidades administrativas previstas no art. 9º deste Código, observado, quando

for o caso, o disposto em Lei Complementar;

I - as unidades de consumo que se enquadram no programa de tarifa social nos termos

estabelecidos pela CELG e através de sua legislação especifica; (Redação dada pela Lei Complementar nº 140, de 2007).

II – das entidades descritas na alínea “a” do inciso VI do art. 9º deste Código,

observado, quando for o caso, o disposto em Lei Complementar; (Redação dada pela Lei Complementar nº 140, de 2007).

III - cedidos gratuitamente em sua totalidade, para uso dos órgãos da administração

direta e indireta do Município de Anápolis.

Seção VI Remissão

Art. 189. Além da isenção do artigo anterior o sujeito passivo da Contribuição de

Iluminação Pública de baixa capacidade contributiva poderá requerer ao Secretário Municipal da Fazenda, remissão parcial do valor de sua obrigação, limitada ao valor da menor faixa de contribuição.

Art. 190. A baixa capacidade contributiva será decidida com base em laudo sócio-

econômico do serviço social da Prefeitura.

Parágrafo único. Não será considerado de baixa capacidade contributiva: I - o contribuinte que possuir mais de um imóvel;

II – o proprietário de imóvel localizado na primeira e segunda zona fiscal, que não

atende as finalidades sociais da propriedade;

III – o proprietário de imóvel, que não seja destinado a sua residência, ou de seus

ascendentes, ou descendentes, até o primeiro grau.

Seção VII Multas

Art. 191. As infrações cometidas pelo sujeito passivo, ou pessoas responsáveis pelo

tributo, serão punidas com as multas abaixo, sem prejuízo de outras cominações cabíveis:

I – por faltas relacionadas com o recolhimento da Contribuição:

a) 5% (cinco por cento) do valor da contribuição quando o recolhimento for

realizado fora do prazo, mas dentro de 30 (trinta) dias contados do vencimento;

b) 10% (dez por cento) do valor da contribuição, quando for recolhida depois de 30

(trinta) e dentro de 60 (sessenta) dias contados do vencimento;

c) 20% (vinte por cento) quando o pagamento for feito depois de 60 (sessenta)

dias do vencimento;

d) 30% (trinta por cento) quando o pagamento for feito depois de 90 (noventa) dias do vencimento;

II - infrações relativas à ação fiscal:

a)

multa de R$80,00 (oitenta reais) por falta de apresentação, ou recusa de exibição ao fisco, de documentos para verificar dados do imóvel;

b) multa de R$100 (cem reais) por embaraço a ação fiscal ou não atendimento a

notificação ou convocação efetuadas pela Administração.

TÍTULO V TAXAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 192. As taxas de competência do Município têm como fato gerador, o exercício

regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.

Art. 193. Considera-se poder de polícia a atividade do Município que, limitando ou

disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

Parágrafo único. O exercício do poder de polícia é tipificado como regular quando for

desempenhado por órgão competente nos limites da lei, com observância do processo legal e, sem abuso ou desvio de poder.

Art. 194. As Taxas e o Alvará de abertura para exploração de atividades econômicas e

profissionais, são devidos no início da atividade, na mudança do ponto comercial, ou nas alterações que implique em nova licença.

Fiscalização para Licença de Funcionamento e renovação do Alvará, e das demais taxas com hipótese de incidência anual, consubstanciado no direito potencial que o Poder Público tem de rever as condições de funcionamento do estabelecimento ou atividade profissional.

§ 2º. Para licenciar qualquer ramo de atividade econômica, obrigatoriamente terão

que ser atendidos os requisitos correlacionados com o uso do solo urbano e a segurança da edificação, e quando for o caso, as questões sanitárias e de meio ambiente, devendo o valor da taxa ser proporcional à extensão e complexidade do licenciamento.

§ 3º. Os ramos de atividades sujeitos a verificação sanitária para licenciamento são

classificados em baixa, média, e alta complexidade, e aqueles em que há exigências relativas a meio ambiente, classificam-se em pequeno, médio e grande grau degradante poluidor, conforme listagens anexas a este Código.

Art. 195. A residência conforme definido em regulamento, poderá ser utilizada como

estabelecimento de atividade econômica ou profissional, desde que o proprietário autorize expressamente, acesso do fisco aos ambientes utilizados para a atividade.

Art. 196. Os serviços públicos consideram-se: I - utilizados pelo contribuinte:

a) efetivamente, quando por ele usufruídos a qualquer título;

b) potencialmente, quando, sendo de utilização compulsória, sejam postos à sua

disposição mediante atividade administrativa em efetivo funcionamento;

II - específicos, quando possam ser destacados em unidades autônomas de

intervenção, de unidade, ou de necessidades públicas;

III - divisíveis, quando suscetíveis de utilização, separadamente, por parte de cada um

dos seus usuários.

Art. 197. As taxas instituídas por este Código estão compreendidas no âmbito da

competência do Município, são outorgadas, pela Constituição Federal, Constituição do Estado e pela Lei Orgânica do Município.

§ 1º. Integra o elenco das taxas: I – Taxa de Fiscalização;

II – Taxa de Expediente e Serviços; III – Taxa de Serviços Urbanos; § 2º. As taxas classificam-se em:

I – pelo exercício regular do poder de polícia; II – pela utilização de serviço.

§ 3º. São taxas e vistorias pelo exercício regular do poder de polícia:

I - Taxa de Fiscalização para Localização e Instalação – de natureza urbanística, de meio ambiente e de postura, - para concessão de Alvará a estabelecimento comercial, prestacional, industrial, circos, parques de diversões públicas, palanques, shows e similares, ocupação de áreas em vias e logradouros públicos, ou atividade decorrente de profissão, arte ou ofício;

II - Taxa de Fiscalização para Localização e Instalação – de natureza urbanística, de meio ambiente e de postura, - para concessão de Alvará a estabelecimento comercial, prestacional, industrial, circos, parques de diversões públicas, palanques, shows e similares, ocupação de áreas em vias e logradouros

públicos, ou atividade decorrente de profissão, arte ou ofício;

III - Taxa de Fiscalização para Funcionamento – renovação de Alvará de natureza urbanística, de meio ambiente e de posturas - para renovação de Alvará de estabelecimento comercial, prestacional, industrial, circos, parques de diversões públicas, palanques, shows e similares, ocupação de áreas em vias e logradouros públicos, ou atividade decorrente de profissão, arte ou ofício;

IV - Taxa de Fiscalização de Meios de Publicidade em Geral;

V - Taxa de Fiscalização de Atividade Comercial em Logradouro Público;

VI - Taxa de Fiscalização de Execução de Obras, Loteamentos e Segurança das Edificações;

VII - Taxa de Fiscalização de Funcionamento em Horário Especial;

VIII - Taxa de Vigilância e Fiscalização Sanitária, regulada através da Lei Complementar n° 096, de 28 de dezembro de 2004.

§ 4º - São Taxas pela utilização de serviços: I - Taxa de Expediente e Serviços; II - Taxa de Serviços Urbanos.

Art. 198. As Taxas relativas a início de atividade, mudança de endereço, ou qualquer

outra alteração, cujo fato gerador ocorra no decorrer do exercício serão calculadas proporcionalmente ao período que faltar para encerrar o ano.

Art. 199. As Taxas pelo exercício do poder de polícia e a Taxa de Expediente e Serviços,

independem de lançamento de ofício, devem ser arrecadadas antecipadamente conforme estabelecer o Calendário Fiscal.

Capítulo II

TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LOCALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO