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RPÀRÀ todos...
14 — II — 925f~j\ 1RANDULLO esteve, ha pouco, cm Paris.
^ LJ aonde foi assistir a representação da sua
* comedia Uma verdade para cada um, MO Atelier. 0 jornalista Raymond Cogniat entrevistou-o.
"Como c quc, sendo romancista, abraçou o onde os temperamentos se
chocassem
affinna Crcmicu.v, amigo dilectü de Pirandello, que
oure 0 dialogo.
. Is peças de Pi ran-dello pertencem a duas categorias muito distin-elas. .1' primeira catego-ria estão subordinadas as peças em que o autor es-tuda uma personagem principal. Pile expõe, sim-plcsmcntc, as reações e os conflictos provocados por outras individu ali dades.
que, apesar de lerem mu temperamento muito defi-nido, não .'são mais do
Caracteriza-se por grupos de indivíduos que se oppõem. Aqui, cada um conserva sua persona-lidade, mas depende de um lodo de que se nao pôde isolar. Seis personagens n busca de um atit^r ,• Uma verdade para cada um. são desse typo.
Accusa-sc freqüentemente Pirandello de de-preciar. muito, as personagens.
Julgou-se ver, nisto, uma formula dc que elle se não podia OU se mio queria escapar. PJ um erro.
Pirandello está trabalhando uma peça subordinada ao titulo: Mulher de outrora.
Nem, a figura principal conslróe, pouco a pouco, a sua personalidade. Pirandello transformou completamente, OS processos de exposição, tendo
fiam a. *!^mt mt
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Sido elle o primeiro que, verdadeiramente, fez plii-losophia no theatro.
I oito a falar Pirandello: implicaria uma technica nova.
Pala Crcmieux:
A ironia que se encontra, freqüentemente, na obra de Pirandello, c muito pessoal e earaeteris-tica, não tendo o minimo barentesco com a de Per-nard Shaw.
A satyra, em Piran-dello, c a resultante dos factos c dos acontccimcn-tos. Não é uma finalidade.
0 thema de Cada um e cada qual?
0 thema da peça nasecu-mc de um outro, que foi completamente
modificado.
Como trabalha?
Antes de escrever uma peça, penso-a larga-mente. Pepois, em pouco tempo, redijo-a. Tenho, já, vinte e nove peças em três actos, e muitas cm
A nova peça de Luis Peixoto, no São Josc, O Balisa, cseripla com complicações de um entrecho muito original, sob os moldes das suas antigas e
applaudidas burletas, como o Forrobodó e Mor de
Catumby, que festejaram centenários de re presen-tações, deverá fazer longa carreira no cartaz. Lui" Gas-ler, Mariela Pihl. Ilenriqiieta Pricba, Cândida Posa etc. que têm a seu cargo os papeis dc situações risíveis.14 — II 925
PÀRÀ TODOS..,
me-lancholicas sobre as lages molhadas ila rua — naquella seios erectas e embriagadores, cm tua bocea vermelha, cm tens olhos cheios dc mysterio, cm tuas mãos do-lorosamentc esguias c podidas, os meus lábios vibrariam numa delicio-SO canção dc luxaria c soffrimcnto. amante immcnsamcntc linda, sim — mas uma amante co-mo outra qualquer.Que finalmente, numa madrugada, depois dc um
Dona Angela Vargas Rarbosa Vianna, em Curityba, no jardim do templo das Musas, em 14 de Dezembro foi recebida Dona Angela Vargas
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tras, tu haverias de partir tambem. Talvez cn te abone-cesse mais depressa por te desejar mais ardentemente.
...1. depois, em minha memória, ficaria apenas, dc longe em longe, a recordação da historia louca dc uma noite de chuva c de frio.
Talves umas velhas cartas ou umas flores murchas, abandonadas dentro dc uma gaveta, e que seriam lança-das fora quando cila esti-vesse demasiadamente cheia dessas lembranças, ou quan-do Josse necessário o espa-ço para se guardar um ob-jecto indijfcrcntc, qualquer.
E são tristes, infinita-mente tristes, essas cousas.
Soffri c blasphcmci separava, bater-te muito c te expulsar de minha casa como uma ladra vulgar; ou-tras vezes sentia um immcn-so desejo de chorar.
Procurara ouvir todos os rumores de teu quarto
...aquella doce recordação que nos acompanha sempre na rida como o som longínquo dc uma musica bem amada... no passado... e que dlu-mina todos os instantes dolorosos do presente — qualquer cousa carinhosa c bôa que andou em nosso passado.. . Guimarães. Rianca Rianchi. Aurora P. Kspinola, Hercilia Machado. Izarina Virmond, Olivina Caron'
Villar de I.ucena. África. Pons possantes acro-planos irão fazer essa ria-bem de experiência de nave-gação aérea de longo curso, que não será um raid de velo-cidade, mas uma tentativa de approximar cm excursões periódicas, a capital francesa do centro da .lírica, separados por 500 kilometros. Em cada um desses acroplanos. que não receberão passageiros na sua viagem inicial de estudos, seguirão dons pilotos c dons mecânicos.
PÀRÀ todos...
1". atravessar a rodagem perpendi-cularmente ;
berto um produeto de poder destru- ruinas rarias cidades. Experiências et ivo tão formidável que em poucas officiaes a que se procederam ua do niundíf iiuciro, as mais
interes-santes revistas c
(>s figurinos mais modernos. P o r todos os correios, a Livraria Vi-menta. ile Mello rc-cebe novidades da V11 r o pa e da saudando _ impren-a carioca, no almoço offerecido aos .Imenca.
jornalistas pela easa I.atécoére. ¦
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PARA TODOS...
rctliorica c termina pela philosophia.— Jacques Dyssonl.
Drs. Roberto Moreira e Jairo de Carvalho, que o saudou em nome dos seus amigos e
admiradores.
TCIIECO-SLOVAQUIA - BRASIL A bordo do paquete Giulio Cesare chegou, segunda-feira, o novo Minis-tro da Tchcco-Slovaquia no Brasil, Sr. Dr. Vlastimil Kybal, ex-Ministro do seu paiz na Itália. Com o Sr. novo representante diplomático no Bra-sil cm nome do Sr. Pelix Pacheco, cs-tiveram no cács o Encarregado dc Nc-gocios da Tchcco-Slovaquia, Sr. Miros-lav J. Shubert c o Secretario da
fferecido pela colônia norte-americana Paulo ao general John Pershing.