mente este triedteamento nas ophtalmias catarrhaes,
no estado sub
-
agudo echronico
.V
.W 3 e &
vi
34
0
tratamento
consiste ern insnflar no olho dedous decigrammas de sub
-
nitmlo,Bretouneau ainda
empregou
com successo o aub-
nitrato nas ulceras aaniosas, eczema
clironico,um a
inepetigo *
Outros praticos
o ternempregado contra
aery
-herpe-Sf e no tratamento das
superficiaes
da pelle.
que se observao algu-individuos
atacadosde
febre ty-de molestias chronicas
.
sipella . erythema
,trosSes
mas vezes nos
phoide
, ouVelpeau consideva o sub
-
nitrato de bismnthodos topicos inais favoraveis a cicatrizaq&o das queimaduras
.
0 curativo se fazespnlhando
sobre aderme desnudada o sal de bismntho
.
Em gcral a inflammatjao diminue,
e a ferida marcharapida
-u m
mente para cum
.
Monneret , depois
de ter usado de todos os me* ilicamentos indieados contra a ozena chronica*ci>nseguiot pelo emprego do sub
-
nitrato,
curardefinitivaniente esta affec<j£o tao rebelde
.
Os doentestmnavao o pA aromatizado com a Hor do meliloto
.
E preciso ter o cuidado
,
quando sc emprega eateniedicamentot
delimpar
as fossaa nasaespor
meiode lima
injec
^
So de agua morna. afim de que o pA possapenetrar
ealojar -
se nos seios do nariz.
Uilette tern combatido pela applicaxjao do sub
-nitrato de bismntho as erysipelas gangrenosas e
as esearas que principiao a se formal"
,
as suppu-rates
abundantes e fAtidas,
que suecedein sis4
J
I I
t
r
- :i:t
-variolas
confluentes com fleimoes diffusos,
e as ulcerasescrophulosas .
Este mesmo medico affirma ter eurado com o auxilio do bismutho o pem-phigus
chronico .
Alguns pratieos, que tom tratado esta molestia pelo bismutho, dizem que e comple-tamente inefficaz,
Henrv
mJGintrac
aflinua ter obtidu buns resul-tados do emprego do snb
-
nirrato de bismutho uacoriza chronica, 0 bismutho
,
s6 on tnisturadoum
p
6 inerte (amido,
etc.
),
e tornado como tabacu.
Esta applica
^
ao faz cessar os eapirros e o corri-mento muco
-
purulento,
que sao consequencias daphlegmasia da mucosa pituitaria ,
Caby experimentou com successo o sub
-
nitratode bismutho contra os corrimentoa chrouicos daa partes
genitaes
do homem e da rnulher.
Este cli-nico consulera o sub
-
nitratoinedicameutoespecifico
no tratamento da
blennorrhea ,
affec^
ao que muitasvezes rcsiste aos balsamieos e As injechoes as mais variadas
.
A dose de bismutho e de 3U ogrammas para 200 grammas de agua de rosa ; no principiotres injec<joes por dia sao necessarian
,
mais tarde duas bastao ; entao, ainda que o corrimento tenha cessado, devem ser continuadas para impedir areeidiva .
A injec^
ao e conservada dous ou tresmimitos para que se deponha certa quantidade de sub
-
nitrato sobre as paredes uretraes ; esta camada de bismutho nao determina sensa^
ao dolorosa,
en5o poe obstaculo A emissjm das ourinas. Quando se faz uma injec<yao deste geuero no canal uretral
a
o«
23
NJ
.t / '
u o vU
damulher
, precise
evitar ir atd & bexiga, porque
o bismutho pbde
.
se edeposto
no reservatorio daourinaT
dar logar a uma aggrtJgaqaoeatculosa .
A pratica de medicos illustres cnnfirinou as expe-rienoias de
Caby ,
e por isso doit grande valor ao tratumento da blennorrheapelo
sul>nitrato de bismutho,O mesmu nan acimtece com outros commentos
,
que podem ter logar pelos organs genitaes da
mulher
; aeredito que7 altSm da blennorrhea,
&6-mente aqttelles que
dependetn
de ulcenujoes,
ouphlegmazia dn
collo
uterino,
serao inodificados favoravelmeute pela applica<jao do sub-
nitrato debismutho; us outros corrimentos revlamardo outra
medicare,
seguudo as cansaw de que dependentMODO DE ACgAO DO SUB-NITKATO DE BISMUTHO
A eseoia italiana considers o sub
-
nitrato urnhyposthenisante
gastrico.
classiiicaqtlo baseada uni camente na petic;ao de priucipio,
que consists em provar a ae<jaohyposthenisante
de um medica-meuto pela natureza supposta
hypersthenica
dasmulestias
,
daquaes
se oppoe com successo.
Trousseau e Pidoux
, attendendo
aos effeitos therapeutieos do sub-
nitrato de bismutho mis mo-lestias
exteruas e intentas, attribuirao a este me-dicamento propriedades an mesmo tempo adstrin
-gentes e sedativas
,
e o classifiedrao w ladu doei
3;
.
sedatives ou coiitra
-
stin nilantes.
Mais tarde> con-siderando a sua propriedade dominante
,
P maisevidentement.e caracteristica, pensdrSo qne
seulogar
verdadeiro ae acha entre os adstringentes,
Alguns
medicos, teudo tratadu com successo gastralgiaspelo
acido arsenioso.
nao hesiiao emdeclarer
que e o arsenicu contido no bismutho oagente therapeutico contra as uevroses do esto
-mago
*Oarsenico
contido 1m biamutbo sc acha soba forma de arseniato * Kste sal
,
sendo muito poucosoluvelj pode passav pelu tube digestivo sem pro
-duzir effeito sensivol ;/.entrecanto,I se encontra um
liquido fortemente acido, dissolve
-
se uma certaquantidade; esta condic;ao rtd
-
se ua gastralgia.
affect;ao em que ha quasi wempre secre
^
ao acidaexagerada .
Algutis therapeutistas tem explicado a ac<;ao do sub
-
nitrato da maneira seguinte :Se o sub
-
nitrato &ingerido
com grande quanti-dade de agua, parte de sen acido sc deeprenderA
.
0 acido azotico actiia sobre a
mucosa ,
com quese acha em contacto
,
como o faria todo o composto ligeiramente caustico.
Todavia.
para que o acido nitrico contido uo bismutho produza effeito ener-gico
,
e preciso que o bismutho seja dado em ddses elevadas, e se ache etn presen^
a de uma certaquantidade de agua
.
Apresenca daagua 4 essencial para que o sub-
nitrato goze do papel de medica*mento irritante
.
i
S1'.(3/
4
G\
1
36
O sub
-
nitrato actuarim pois,
pelo sen acido, pro-Hir/judo uma inflamma
^
ao subsfcitutiva * Ksta opi niao £ confirmadapela piatica
de Graves, que* rata frequentemente as
diarrheas
ehronicas pelo pernitrato de ferro, e atfribue a virtude curativa deste sal ao acido nitrieo,
que exerce influemiai; luito sensivel sobre
grande
mime ro de aeeretjoes.
\ssim seria & ac<jao do acido nitrieo que o sub
-riitrato deveria suas propriedades
,
principalmante ant.
i-
diarrheicas,Como se sabe
,
o acidosulfhydrico
decoinpoc o siib-
nitrato de bismutho tido em suspensao najgua distillada
.
Quando se faz passar uma eorreme de acidosulfhydrico
neste liquido, o snb-
nitratoescnrece, e depots de algtun tempo se transforma
em snlfureto
negro
debismutho , insoluvel naagua .
r
teste facto e da aeidez crescente da solu^
aoaquosa, o professor
Regnauld
tenta explicar o papel de que goza o sulvnitrato no tratamento de rmiitcL-
molestias gastro-
intestinaes. Observandoque as fezes das pessoas
.
as quaes se administra nsub
-
nitrato, tnniao-
se negras pela forma <j5o do sul-fureto eorrespondente
,
admitte com Bouchardalque este sal deve ser considerado nm
nbsorvenle do acido sulfhvdrico1f excretado
digestive
.
Por&njulga
mais que o sal basioo de bismutho deve actual* ao menos em certospoderoso
no tubn
cases
< omo modificador topico da mucosa intestinal pelo acido nitrieo, posto em liberdade sobre torios os
pontos em que se opera a forma
^
ao do sulfureto.
\
f
*:I7 '
Bechamp pensa igualmente que so!) a influencia da acidez gastrica o sub
-
uitrato perde parte de suabase
,
e que,
tornado aoido, aetiia entao sobre a mucosa eomo adstringente , on mesmo ligeiramentecaustico
.
Monneret
attribue HO sub-
nitratopapel
todomecameo
,
aualogo ao dos corpos inertes , De -pondo-
sc sobreas papillas nervosas*sobre os oygSos de absorp<;3o e secrerao, os protege mecanicamentecontra o eontaeto immediato dos liquidos, das be
-bidas
.
e espeoialmente dos alimentos.
Estende-
sesobre toda a
mucosa
e constitue-
lhc Lima camadaproctetora. Em uma palavra
,
serve de envoltorio ds substantial quepercorrem
o tubo digestive.
Fonssagrives
eonsidera o sub-
nitrato topico des~secante e absorvente do
hydi
*ogeneo
sulfuretado.
Estas
propriedades
, segundo eate autor, explieao
a aeqao do medicamento nas diarrheas,Sem reousarac<;ao therapeutica ds prnpriedadesde que tenho fallado, attribuidas pelos therapeutistas
ao sub
-
nitrato debitmiutho
, inclmo-
me mais apensar
que este
medicamento
aetua como topicodyna
-mico e como agente chimico (1)
.
Pela aetjao dyna-mica modifica e augmenta a vitalidade das super
-ficies* com as quaes se acka cm eontaeto, e poe
assirn as partes doentes em conditjoes favoraveia de ciira
.
Pela sua ac^
ao chimica se apodera do4
1
(1) E&ta e a opiniao de Rabuteau, unj pouco modific&da*
L
-1
38
hydrogeneo aulluretado
* sc combina aos gazes,
asmaterial aquosas
,
aeidas, e asdesinfecta .
Estaac<jao chimiea e attestada pela foraiatjao no inte»' tino do
suHureto
dcbismutho ,
e por esta outra circumstancia o bismutho actua mais utilmente qnando se torna negro e sulfuvetado na^evacuates
,A combilifiujao do suitlireto <Ie bismut ho com o epethelio, manii’estado pela c6v negra que apresenta a mucosa intestinal dot* individuos submefctidos A medicsujSo bisinuthica
,
e muito provavelmente imi dos modosde ac<jaodestemedicamento nas molestias inteatinaes,?
t
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