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No processo T-104/95, Tsimenta Chalkidos/Comissão:

- o artigo 1.° da Decisão 94/815 é anulado, na medida em que dá porprovado que a recorrente participou na infracção que lhe é imputadaantes de 18 de Novembro de 1983 e para além de 1 de Setembro de1986;

- o artigo 6.° da Decisão 94/815 é anulado, na medida em que dá porprovado que a recorrente participou na infracção que lhe é imputadaantes de 18 de Novembro de 1983 e para além de 1 de Setembro de1986;

- o montante da coima aplicada à recorrente pelo artigo 9.° da Decisão94/815 é fixado em 510 000 euros;

- quanto ao mais, é negado provimento ao recurso;

- a recorrente suportará as suas próprias despesas e metade dasdespesas da Comissão;

- a Comissão suportará metade das suas próprias despesas.

H. Jung

Matéria de facto na origem do litígio

Tramitação processual

Pedidos das partes

Quanto ao pedido visando a anulação da decisão de 23 de Setembro de 1993, na medida emque encerrou a parte internacional do processo contra doze empresas alemãs e seisempresas espanholas

Quanto ao pedido de anulação da decisão impugnada

I - Quanto aos fundamentos assentes em diversas violações de formalidadesessenciais no decurso do procedimento administrativo

Quanto ao primeiro fundamento, assente em violações dos direitos da defesa edo princípio da igualdade de tratamento, na medida em que a totalidade daCA e dos documentos que a esta se reportam não estiveram acessíveis nodecurso do procedimento administrativo

A - Observações preliminares

B - Quanto à notificação parcial da CA

1. Quanto à unicidade da CA e ao direito das recorrentes ao acesso àmesma na íntegra

2. Quanto à existência de uma ligação indissociável entre os acordosnacionais e internacionais e o direito das recorrentes ao acesso àCA na íntegra

3. Quanto à alegada violação do princípio da igualdade de tratamento

C - Quanto à inacessibilidade de determinadas partes da CA e dedeterminados documentos do processo de instrução susceptíveis deconter elementos de defesa

1. Quanto à organização do acesso ao processo no decurso doprocedimento administrativo

1.1. Quanto às irregularidades alegadas em relação à organização doacesso ao processo no decurso do procedimento administrativo noque respeita aos documentos acessíveis

1.2. Quanto às irregularidades na organização do acesso ao processo nodecurso do procedimento administrativo, assentes no facto de asrecorrentes não terem tido acesso a determinados documentos 2. Quanto às diferentes medidas de organização do processo ordenadaspelo Tribunal de Primeira Instância 2.1. Observações preliminares

2.2. Diferentes medidas ordenadas

2.3. Quanto às condições da execução, pela Comissão, das medidas deorganização do processo 2.3.1. Medida de organização do processo de 19 de Janeiro a 2 deFevereiro de 1996

2.3.2. Medida de organização do processo de 2 de Outubro de 1996 2.3.3. A medida de organização do processo de 18 e 19 de Junho de1997 2.3.4. Conclusões provisórias

2.3.5. Circunstâncias particulares que afectaram o efeito útil das medidasde organização do processo de 2 de Outubro de 1996 e de 18 e 19de Junho de 1997

3. Quadro analítico para apreciação do argumento assente na violaçãodos direitos da defesa em razão da inacessibilidade de um alegadoelemento de defesa no decurso do procedimento administrativo

4. Aplicação dos princípios ao caso em apreço

5. Argumentos gerais relativos à violação dos direitos da defesa nodecurso do procedimento administrativo 6. Conclusões

D - Quanto à utilização, na decisão impugnada, de documentos de acusaçõesnão comunicados às

recorrentes no decurso do procedimentoadministrativo ou não identificados na CA 1. Observações preliminares

2. Documentos nem citados nem mencionados na decisão impugnada

3. Documentos mencionados na decisão impugnada para descrever umfacto ou um comportamento, mas não utilizados para a declaraçãode uma infracção

4. Documentos em apoio da declaração de uma infracção na decisãoimpugnada, mas que não se relacionam com as infracçõesimputadas às recorrentes que os invocam

5. Documentos utilizados na decisão impugnada no âmbito de umainfracção imputada à recorrente que o invoca

6. Conclusões

E - Quanto à falta de comunicação às recorrentes de documentos nãocontidos no processo de instrução 1. Observações preliminares

2. Respostas à CA de outros destinatários desta

2.1. A alegada utilização das respostas à CA como elementos deacusação 2.2. Elementos de defesa que poderiam constar das respostas à CA 3. Actas das audições relativas aos acordos nacionais

4. Processo da Comissão relativo à notificação do sistemabelgo-neerlandês de pontos de paridade

5. Processo da Comissão relativo aos auxílios de Estado concedidos pelaRepública Helénica e ao acordo intergovernamentalheleno-britânico

6. Notas internas da Comissão que não constam do processo deinstrução 7. Contestações da Comissão

8. Conclusões

Quanto aos segundo, terceiro e quarto fundamentos, assentes respectivamenteem violação dos direitos da defesa, em violação do princípio da igualdade detratamento e em violação do artigo 190.° do Tratado, ligados ao abandonopela Comissão das acusações nacionais e, relativamente a certas empresas,das acusações internacionais

A - Quanto ao abandono das acusações nacionais

B - Quanto ao abandono das acusações internacionais relativamente adeterminadas empresas

Quanto ao quinto fundamento, assente na irregularidade processual cometidapela Comissão ao abandonar determinadas acusações internacionais emrelação à Irish Cement

Quanto ao sexto fundamento, assente em violação dos direitos da defesaresultante do carácter incompleto e impreciso da CA

A - Observações preliminares

B - Quanto ao carácter alegadamente incompleto da CA

1. Quanto à alegada omissão da indicação, na CA, da intenção daComissão de aplicar coimas às associações profissionais

2. Quanto ao tratamento dado ao acordo CBS

3. Quanto à alegada falta de explicação da competência territorial daComissão

4. Quanto à alegada falta de análise do mercado e de definição precisados mercados em causa

C - Quanto à alegada falta de precisão da CA no que respeita à participaçãode determinadas recorrentes nas diversas acusações visadas na CA

1. Participação das recorrentes em causa na infracção constituída peloacordo Cembureau e duração desta infracção

1.1. Participação na infracção referida no artigo 1.° da decisãoimpugnada 1.1.1. Destinatários da CA membros da Cembureau

1.1.2. Destinatários não membros directos da Cembureau ouconsiderados como não membros directos da Cembureau na CA

1.1.2.1. Destinatários da CA, não membros directos da Cembureau, queparticiparam em acordos bilaterais ou multilaterais

1.1.2.2. Destinatários da CA, não membros directos da Cembureau, queparticiparam nas actividades do ECEC

1.1.2.3. Destinatários da CA, não membros directos da Cembureau, queparticiparam nas actividades do EPC

1.1.3. Conclusões provisórias

1.2. A pertença a uma associação nacional, membro directo daCembureau, como critério de imputação da infracção referida noartigo 1.° da decisão impugnada

1.3. Duração da participação na infracção referida no artigo 1.° dadecisão impugnada 1.4. Conclusões

2. Grau de precisão da CA quanto à participação das recorrentes nastrocas de informações sobre os preços e quanto à duração dessainfracção

3. Grau de precisão da CA quanto à participação das recorrentes nosacordos bilaterais e multilaterais referidos no artigo 3.° da decisãoimpugnada

4. Grau de precisão da CA quanto à participação das recorrentes naconstituição da ETF e nas medidas tomadas no âmbito desta,referidas no artigo 4.° da decisão impugnada, e quanto à duraçãodestas infracções

5. Grau de precisão da CA quanto à participação das recorrentes naspráticas concertadas no âmbito dos comités da exportação,referidas nos artigos 5.° e 6.° da decisão impugnada, e quanto àduração destas infracções

Quanto ao sétimo fundamento, assente em violações dos direitos da defesa e doartigo 3.° do Regulamento n.° 1, resultante da falta de tradução dedeterminados documentos

Quanto ao oitavo fundamento, assente em violação dos direitos da defesaresultante de tradução incorrecta e de citação incorrecta de determinadosdocumentos

Quanto ao nono fundamento, assente em violações dos direitos de defesa e doartigo 11.°, n.° 1, do Regulamento n.° 99/63, resultante do carácterinadequado do prazo de resposta à CA

Quanto ao décimo fundamento, assente em violações dos direitos de defesa, doartigo 19.°, n.° 1, do Regulamento n.° 17, e dos artigos 7.°, n.° 1, 8.°, n.° 1, e9.° do Regulamento n.° 99/63, resultante da defeituosa organização dasaudições

A - Observações preliminares

B - Quanto à primeira parte, assente em violação dos direitos de defesa edos artigos 19.°, n.° 1, do Regulamento n.° 17 e 7.°, n.° 1, doRegulamento n.° 99/63

1. Quanto ao plano das audições imposto pelo consultor-auditor

2. Quanto às alegadas irregularidades cometidas por ocasião dasaudições respeitantes às acusações internacionais

3. Quanto às alegadas irregularidades cometidas por ocasião dasaudições respeitantes às acusações nacionais

4. Outras irregularidades que foram cometidas por ocasião dasaudições

C - Quanto à segunda parte, assente em violação do artigo 8.°, n.° 1, doRegulamento n.° 99/63 D - Quanto à terceira parte, assente em violação do artigo 9.° doRegulamento n.° 99/63

Quanto ao décimo primeiro fundamento, assente em violação do princípio dainvestigação oficiosa

Quanto ao décimo segundo fundamento, assente em violação dos direitos dadefesa em razão da duração excessiva do procedimento administrativo

Quanto ao décimo terceiro fundamento, assente em violação do artigo 6.° daCEDH

Quanto ao décimo quarto fundamento, assente em violação do princípio dapresunção de inocência

Quanto ao décimo quinto fundamento, assente na violação do direito das partesde não testemunharem contra elas mesmas

Quanto ao décimo sexto fundamento, assente em violação do artigo 10.° doRegulamento n.° 17, na medida em que a consulta ao Comité Consultivo foiirregular

Quanto aos décimo sétimo, décimo oitavo, décimo nono e vigésimo fundamentos,assentes em violações, respectivamente, do princípio da subsidiariedade, doprincípio da boa administração, do princípio da segurança jurídica e doprincípio da confiança legítima no decurso do procedimentoadministrativo

Quanto ao vigésimo primeiro fundamento, assente em violação do princípio dacolegialidade quando da adopção da decisão impugnada

Quanto ao vigésimo segundo fundamento, assente na autenticação e notificaçãoirregulares da decisão impugnada

II - Quanto ao fundamento assente em desvio de poder

III - Quanto aos fundamentos assentes em violações dos artigos 85.°, n.° 1, e 190.°do Tratado, do princípio da igualdade de tratamento e dos direitos da defesa, namedida em que a Comissão conclui, no artigo 1.°

da decisão impugnada, pelaexistência de um acordo contrário ao artigo 85.°, n.° 1, do Tratado e pelaparticipação das diferentes recorrentes em causa

Observações preliminares

Infracção descrita no artigo 1.° da decisão impugnada Definição do mercado relevante

A - Mercado do produto relevante B - Mercado geográfico relevante C - Violação do artigo 190.° do Tratado

Concordância entre a CA e a decisão impugnada Existência do acordo Cembureau

A - Violação do artigo 85.°, n.° 1, do Tratado

1. Documentos mencionados no n.° 18 da decisão impugnada 1.1. Notas internas da Blue Circle

1.2. Declaração do Sr. Kalogeropoulos prestada na reunião do conselhode administração da Heracles de 25 de Junho de 1986

1.3. Confissão da Cembureau 1.4. Conclusões

2. Celebração do acordo Cembureau no âmbito da reunião dos chefes dedelegação de 14 de Janeiro de 1983 e confirmação deste acordo noâmbito das reuniões dos chefes de delegação de 19 de Março e 7de Novembro de 1984

2.1. Competência dos chefes de delegação para celebrar o acordoCembureau

2.2. Celebração do acordo Cembureau no âmbito da reunião dos chefesde delegação de 14 de Janeiro de 1983

2.2.1. Convocatória para a reunião dos chefes de delegação de 14 deJaneiro de 1983

2.2.2. Alterações à ordem de trabalhos para a reunião dos chefes dedelegação de 14 de Janeiro de 1983 2.2.3. Conteúdo dos documentos relativos ao desenrolar da reunião doschefes de delegação de 14 de Janeiro de 1983

2.2.4. Conclusões sobre a reunião dos chefes de delegação de 14 deJaneiro de 1983

2.3. Confirmação do acordo Cembureau no decurso da reunião doschefes de delegação de 19 de Março de 1984

2.4. Confirmação do acordo Cembureau no decurso da reunião doschefes de delegação de 7 de Novembro de 1984

2.5. Não consideração das outras reuniões dos chefes de delegação

2.6. Argumentos gerais sobre a força probatória dos documentosreferidos nos n.os 18 e 19 da decisão impugnada

2.7. Elementos posteriores às reuniões dos chefes de delegaçãosusceptíveis de provar que não foi celebrado qualquer acordoCembureau no decurso da reunião de 14 de Janeiro de 1983 ouque o mesmo não foi confirmado no decurso das reuniões de 19 deMarço e 7 de Novembro de 1984

2.8. Qualificação do acordo na acepção do artigo 85.°, n.° 1, doTratado 2.9. Objecto e natureza do acordo Cembureau

3. Natureza ilícita do acordo Cembureau: restrição da concorrência eefeitos nas trocas comerciais entre Estados-Membros

4. Conclusões

B - Violação do artigo 190.° do Tratado

C - Violação dos direitos da defesa por ocasião do acesso ao processo 1. Elementos de acusação

2. Elementos de defesa

2.1. Elementos invocados de modo convergente por diversasrecorrentes 2.2. Processo T-25/95, CBR/Comissão

2.3. Processo T-26/95, Cembureau/Comissão 2.4. Processo T-30/95, FIC/Comissão

2.5. Processos T-31/95, ENCI/Comissão, e T-32/95, VNC/Comissão 2.6. Processo T-35/95, Dyckerhoff/Comissão

2.7. Processo T-36/95, SFIC/Comissão 2.8. Processo T-37/95, Vicat/Comissão

2.9. Processo T-39/95, Ciments français/Comissão 2.10. Processo T-42/95, Heidelberger/Comissão 2.11. Processo T-43/95, Lafarge/Comissão 2.12. Processo T-44/95, Aalborg/Comissão 2.13. Processo T-48/95, BDZ/Comissão 2.14. Processo T-50/95, Unicem/Comissão 2.15. Processo T-51/95, Buzzi/Comissão 2.16. Processo T-57/95, Heracles/Comissão

2.17. Processos T-53/95, Rugby/Comissão, T-56/95, Castle/Comissão,T-70/95, Aker/Comissão, e T-71/95, Euroc/Comissão

2.18. Processo T-60/95, Irish Cement/Comissão

2.19. Processos T-61/95, Cimpor/Comissão, T-62/95, Secil/Comissão, eT-63/95, ATIC/Comissão 2.20. Processo T-65/95, Italcementi/Comissão

2.21. Processo T-68/95, Holderbank/Comissão 2.22. Processo T-69/95, Hornos Ibéricos/Comissão 2.23. Processo T-87/95, Cementir/Comissão 2.24. Processo T-88/95, Blue Circle/Comissão 3. Conclusões

Participação das recorrentes no acordo Cembureau A - Observações preliminares

B - A pertença a uma associação nacional membro da Cembureau comocritério de imputação da infracção referida no artigo 1.° da decisãoimpugnada

C - Competência dos chefes de delegação e das associações de empresaspara concluir o acordo Cembureau

D - Imputação da mesma infracção simultaneamente a empresas e aassociações

E - Participação da Cembureau e dos seus membros directos na infracçãoreferida no artigo 1.° da decisão impugnada

1. Prova da participação da Cembureau e dos seus membros directos nainfracção referida no artigo 1.° da decisão impugnada

1.1. Sucessão de determinados membros directos da Cembureau

1.2. Recorrentes que participaram em uma ou várias reuniões dos chefesde delegação

1.2.1. Participação nas reuniões dos chefes de delegação em que oacordo Cembureau foi concluído e posteriormente confirmado

1.2.2. Manifestações de distanciamento e outras circunstâncias invocadaspara contestar qualquer participação no acordo Cembureau

1.2.3. A alegada inoponibilidade de determinados documentos aosmembros directos da Cembureau 1.2.4. Conclusões quanto à participação da Cembureau e dos seusmembros directos, com excepção da Unicem, na infracção referidano artigo 1.° da decisão impugnada

1.3. Situação da Unicem, membro directo da Cembureau que nãoparticipou em nenhuma das reuniões dos chefes de delegação

2. Violação do princípio da igualdade de tratamento 3. Violação do artigo 190.° do Tratado

4. Violação dos direitos da defesa quando do acesso ao processo 4.1. Elementos de acusação

4.2. Elementos úteis à defesa

4.2.1. Processo T-26/95, Cembureau/Comissão 4.2.2. Processo T-87/95, Cementir/Comissão

F - Participação da Unicem, dos membros indirectos da Cembureau e daBuzzi na infracção referida no artigo 1.° da decisão impugnada

G - Conclusões

IV - Quanto aos fundamentos assentes em violações dos artigos 85.°, n.° 1, e 190.°do Tratado, do princípio da igualdade de tratamento e dos direitos da defesa, namedida em que a Comissão declara a existência de duas infracções ao artigo 85.°,n.° 1, do Tratado, com base em trocas de informações em matéria de preços noâmbito da Cembureau, e a participação das diferentes recorrentes em causa(decisão impugnada, artigo 2.°, n.os 1 e 2)

Observações preliminares

Acordos de troca de informações em matéria de preços por ocasião das reuniõesda Cembureau (decisão impugnada, artigo 2.°, n.° 1)

A - Quanto à concordância entre a CA e a decisão impugnada

B - Quanto à existência de acordos relativos à troca de informações emmatéria de preços nas reuniões de chefes de delegação e do comitéexecutivo da Cembureau

1. Reuniões de chefes de delegação da Cembureau 2. Reuniões do comité executivo da Cembureau

C - Quanto ao carácter ilícito das trocas de informações em matéria depreços quando das reuniões dos chefes de delegação de 14 de Janeiro de1983 e de 19 de Março de 1984

D - Quanto à participação das recorrentes na infracção referida no artigo2.°, n.° 1, da decisão impugnada Práticas concertadas de trocas periódicas de informações em matéria de preços[decisão impugnada, artigo 2.°, n.° 2, alíneas a) e b)]

A - Quanto à correspondência entre a CA e a decisão impugnada

B - Quanto à identificação das informações referidas no artigo 2.°, n.° 2,alínea b), da decisão impugnada C - Quanto ao carácter ilícito das trocas periódicas de informações emmatéria de preços

D - Sobre a participação das recorrentes na infracção objecto do artigo 2.°,n.° 2, da decisão impugnada

E - Quanto à duração da infracção imputada no artigo 2.°, n.° 2, da decisãoimpugnada Acesso ao processo

Conclusões

V - Quanto aos fundamentos assentes em violações do artigo 85.°, n.° 1, do Tratadoe dos direitos da defesa, na medida em que a Comissão declara a existência detrês práticas concertadas franco-italianas contrárias aos artigo 85.°, n.° 1, doTratado e a participação das recorrentes em causa [decisão impugnada, artigo 3.°,n.° 1, alíneas a), b) e c)]

Observações preliminares

Prática concertada entre a Lafarge e a Buzzi declarada no artigo 3.°, n.° 1, alíneaa), da decisão impugnada A - Introdução

B - Quanto à correspondência entre a CA e a decisão impugnada

C - Quanto à existência de uma prática concertada anticoncorrencial entrea Lafarge e a Buzzi relativa à repartição do mercado do sul de França

D - Quanto à duração da infracção

Prática concertada entre a Ciments français e a Buzzi declarada no artigo 3.°,n.° 1, alínea b), da decisão impugnada

A - Introdução

B - Quanto à existência de uma prática concertada anticoncorrencial entrea Ciments français e a Buzzi C - Quanto à duração da infracção

Prática concertada entre a Vicat e a Buzzi declarada no artigo 3.°, n.° 1, alíneac), da decisão impugnada A - Introdução

B - Quanto à existência de uma prática concertada anticoncorrencial entrea Vicat e a Buzzi C - Quanto à duração da infracção

Acesso ao processo

A - Processo T-37/95, Vicat/Comissão

B - Processo T-39/95, Ciments français/Comissão C - Processo T-51/95, Buzzi/Comissão

Conclusões

VI - Quanto aos fundamentos assentes em violações do artigo 85.°, n.° 1, do Tratado,do princípio da igualdade de tratamento e dos direitos da defesa, na medida emque a Comissão conclui pela existência de um acordo ibérico contrário ao artigo85.°, n.° 1, do Tratado e pela participação das diferentes recorrentes em causa(decisão impugnada, artigo 3.°, n.° 2)

Observações preliminares

Infracção a que se refere o artigo 3.°, n.° 2, da decisão impugnada A - Análise da Comissão

B - Acordo entre a Oficemen, a Cimpor e a Secil relativo ao controlo dosmovimentos de cimento entre Espanha e Portugal e ao respeito dos seusmercados nacionais respectivos

1. Conclusão do acordo 2. Aplicação do acordo

2.1. Reuniões entre a Oficemen, a Cimpor e a Secil 2.2. Recusa de venda pela Cimpor

2.3. Conclusões

3. Circunstâncias particulares do caso concreto que excluiriam aexistência de um acordo 4. Posição particular da Secil

5. Conclusão

C - Carácter ilícito do comportamento das recorrentes D - Duração da infracção

Violação do princípio da igualdade de tratamento

Violação dos direitos da defesa quando do acesso ao processo A - Documentos em apoio da acusação

B - Documentos em apoio da defesa 1. Processo T-59/95, Oficemen/Comissão

2. Processos T-61/95, Cimpor/Comissão, e T-62/95, Secil/Comissão Conclusão

VII - Quanto aos fundamentos assentes em violações dos artigos 85.°, n.° 1, e 190.°do Tratado, do princípio da igualdade de tratamento e dos direitos da defesa, namedida em que a Comissão declara a existência de um acordo franco-alemãocontrário ao artigo 85.°, n.° 1, do Tratado e a participação das várias recorrentesem causa [decisão impugnada, artigo 3.°, n.° 3, alínea a)]

Observações preliminares

Acordo de repartição do mercado do Sarre

Práticas concertadas entre vários produtores e associações franceses e alemãesentre 1982 e 1984 A - Conversações entre o SFIC e a BDZ

B - Pressões exercidas sobre a Cedest pelo SFIC e pelos outros produtoresfranceses interessados C - Concertação entre a Cedest, a Dyckerhoff e a Heidelberger

D - Concertação entre a Lafarge e a Dyckerhoff

E - Concertação entre a Dyckerhoff e a Ciments français

Regulamentação geral dos fornecimentos de cimento entre a França e aAlemanha A - Conclusão de um acordo em 1984

B - Persistência do acordo para além de 1986

Duração da participação de certas recorrentes na infracção referida no artigo 3.°,n.° 3, alínea a) Acesso ao processo

Conclusão

VIII - Quanto aos fundamentos assentes em violações do artigo 85.°, n.° 1, doTratado e dos direitos da defesa, na medida em que a Comissão declara aexistência de uma prática concertada entre o SFIC e a BDZ contrária ao artigo85.°, n.° 1, do Tratado [decisão impugnada, artigo 3.°, n.° 3, alínea b)]

Prática concertada entre o SFIC e a BDZ Acesso ao processo

IX - Quanto aos fundamentos assentes em violações dos artigos 85.°, n.° 1, e 190.° doTratado, do princípio

da igualdade de tratamento e dos direitos da defesa e emdesvio de processo e desvio de poder, na medida em que a Comissão conclui pelaexistência, no âmbito da ETF, de acordos e de práticas concertadas contrários aoartigo 85.°, n.° 1, do Tratado, e pela participação das diferentes recorrentes emcausa [decisão impugnada, artigo 4.°, n.os 1, 2, 3, alíneas a) e b), e 4, alíneas a)a h)]

Observações preliminares

Acordo relativo à constituição da ETF (decisão impugnada, artigo 4.°, n.° 1) A - Quanto à concordância entre a CA e a decisão impugnada

B - Quanto ao carácter ilícito do acordo constitutivo da ETF

C - Quanto à participação, no acordo constitutivo da ETF, das recorrentesreferidas no artigo 4.°, n.° 1, da decisão impugnada

1. Observações preliminares 2. Situação da CBR

3. Situação da Cembureau 4. Situação da Dyckerhoff 5. Situação do SFIC

6. Situação da Ciments français 7. Situação da Heidelberger 8. Situação da Lafarge 9. Situação da Aalborg 10. Situação da BDZ 11. Situação da Unicem 12. Situação da Asland 13. Situação da Uniland 14. Situação da Oficemen 15. Situação da Irish Cement 16. Situação da Italcementi 17. Situação da Aker e da Euroc 18. Situação da Cementir

D - Quanto à duração da infracção imputada no artigo 4.°, n.° 1, da decisãoimpugnada E - Quanto ao acesso ao processo

D - Quanto à duração da infracção imputada no artigo 4.°, n.° 1, da decisãoimpugnada E - Quanto ao acesso ao processo

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