7. COMUNICAÇÃO DOS PRODUTOS COM O CONSUMIDOR FINAL
7.2 PRODUTOS FACIAIS
7.2.2 Nomenclatura dos produtos
Cartela de bases de duas linhas de base lançadas em 2017 (direita) e 2018 (esquerda). Fonte: Moné (2018).
Apesar disso, segundo estudo de Frisby realizado em 2019, muitas marcas de maquiagem presentes nos Estados Unidos estão aumentando a oferta de bases e corretivos em tons mais escuros, para atender às peles marrons e pretas. Entretanto, muitas vezes estes produtos não estão disponíveis em lojas físicas, sendo encontrados apenas on-line, onde também são mais divulgados. Esse fenômeno também ocorre no Brasil, onde a distribuição de cores muitas vezes não é homogênea entre as categorias, oferecendo cartelas com cores majoritariamente claras, e muitas vezes nem têm lançamento simultâneo de todas as cores, conforme apontado por Tássio Santos e Jacy Carvalho em vídeos no Youtube (CARVALHO, 2018; SANTOS, 2018).
7.2.2. Nomenclatura dos produtos
Outra queixa dos consumidores em relação aos produtos voltados para as peles mais escuras é em relação ao nome das cores. Sélen (2020) realizou um trabalho onde foram analisados os nomes escolhidos para bases e quais implicações esses nomes poderiam ter. Como mostrado na tabela abaixo, o estudo chegou ao resultado de que a maior parte dos produtos voltados para peles escuras tem nome
relacionado à itens consumíveis, como comidas e bebidas (chocolate e café, por exemplo), enquanto os produtos claros são nomeados majoritariamente a partir de cores e materiais, como bege e mármore, respectivamente.
Tabela 6. Distribuição da nomenclatura de bases em diferentes categorias de tonalidade
CATEGORIA COR TOTAL POR
CATEGORIA
Clara Média Escura
CONSUMÍVEIS 30 56 110 196
MATERIAIS 58 4 0 62
CORES DE PELE 27 18 5 50
ANIMAIS 25 6 4 35
METAIS 0 7 8 15
Fonte: Adaptado de Sélen (2020).
Sélen (2020) discute que apesar de algumas nomenclaturas permearem todas as categorias de base, existe uma distinção evidente entre as tonalidades. As bases claras tendem a ter nomes com conotações positivas, geralmente associados a materiais decorativos ou produtos que sugerem beleza e delicadeza, como mármore e porcelana. E, quando relacionados a consumo, estão associados a doçura da baunilha, por exemplo. Já as cores escuras são, em sua maioria, nomeadas a partir de itens de consumo humano, como café e cacau, que podem ter uma conotação exótica, o que poderia sugerir que estes tons de pele são vistos como “diferentes”.
A nomenclatura dos produtos de cor já está entrando para o debate nas grandes empresas de cosméticos. A Avon, por exemplo, usava um sistema misto de nomeação dos produtos, conforme exemplificado abaixo na figura 24, utilizando diversas categorias como consumíveis, cores e materiais.
Figura 24. Cartela de cores base Power Stay da Avon.
Fonte: Couto (2020).
Em 2020, a Avon divulgou um Manual Antirracista, onde entre outras ações, foi divulgado o lançamento de “nova paleta de cores para pós, bases, corretivos, blushes e iluminadores” desenvolvidos a partir de “um estudo global sobre os tons e subtons das peles das brasileiras” (AVON, 2020).
Figura 25. Guia para escolha de cor dos produtos Avon.
Fonte: AVON (2020)
Os novos produtos desenvolvidos foram nomeados de acordo com um sistema alfanumérico. As bases são numeradas de 110 a 540, de acordo com o tom, do mais claro para o mais escuro. Enquanto o subtom é catalogado em Q, N e F, quente, neutro e frio, respectivamente (figura 26).
Figura 26. Nova nomenclatura das bases Power Stay da Avon.
Fonte: “Encarte Avon” (2020).
8. CONCLUSÃO
A aparência de um indivíduo é um aspecto que tem papel importante na construção de uma sociedade e nas interações sociais de modo geral. Nesse sentido, o uso de cosméticos, como produtos que podem alterar ou melhorar a imagem e apresentação de um sujeito, também está relacionado a autoestima e percepção de uma pessoa perante a sociedade. Assim como a imagem de um sujeito, a imagem coletiva de um grupo pode ser moldada tanto pelo uso de determinados produtos cosméticos quanto pela falta de itens específicos que atendam às suas necessidades.
A população brasileira é composta por mais de 54% de pessoas autodeclaradas negras (pretos e pardos), mas essa estatística não se converte em porcentagem de produtos específicos ou direcionados para essa população. Por muitos anos, essa omissão foi justificada como falta de demanda. Esse cenário tem sofrido alterações nos últimos dez anos, com diversificação dos produtos, principalmente capilares, seguindo a tendência de aceitação das características naturais.
Apesar de raça ser uma construção histórica e social, há diferenças estruturais na pele entre as etnias, assim como também há diferenças anatômicas entre cabelos lisos e crespos. Essa heterogeneidade deve ser considerada no desenvolvimento de cosméticos, especialmente nos produtos de maquiagem, para gerar linhas cada vez mais diversas que atendam toda a população.
O desenvolvimento de produtos para a população negra não apresenta grandes distinções em relação ao desenvolvimento de produtos para os demais grupos étnicos. As maiores diferenças se encontram no tipo e na quantidade de determinada substância, ao invés de na presença ou não de ingredientes específicos na formulação. Exemplificando, na formulação de uma base para a pele negra, a diferença se dá na quantidade e tonalidade dos pigmentos escolhidos, sendo que, por exemplo, o uso de pigmento branco em grandes quantidades, pode levar a um efeito acinzentado na pele escura.
Apesar da diferença na formulação não ser muito grande, a indústria, de modo geral, começou a produzir produtos para a população negra de modo relevante apenas na última década. Embora esses produtos sejam uma realidade no mercado de beleza, ainda há questões de disponibilidade e acessibilidade, uma vez que, muitas
vezes esses produtos não estão à disposição e em exposição em pontos de venda físicos e se encontram disponíveis apenas para compras on-line.
Diversidade na Indústria Cosmética tem se tornado um tema cada vez mais relevante, entretanto, a produção científica, especialmente nacional, ainda não está em um ritmo compatível. Artigos pesquisando e investigando o desenvolvimento desses produtos, assim como a aceitação dos consumidores e comunicação do mercado ainda são difíceis de se encontrar. Parte dessa produção científica é proveniente das universidades, em forma de monografias e dissertações.
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